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04 - ARTS. 1º, 2º e 3º - Maria Helena Diniz - Lei de introdução ao codigo civil brasileiro interpretada

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\)!~'CI I ~(\O J)() MA((__~A U'\J\ L DECRETO-LEI N. 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 19421 Lei de lntroduciio ao C6digo Civil Brasileiro. o Presidente confere 0 mi. da Republica, usando da atribuicao que lhe 180 da Constituicao, decreta: J. Publicado no Ditirio Oflcial do Uniiio, de 9 e retificado em 17 de seternbro de 1942. Entrou em vigor no dia 24 de outubro de 1942, em razao do disposto no Decreta-Lei n. 4.707, de 17 de setembro de 1942. A Lei de Introducao ao C6digo Civil alude 11aplicacao
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  \)!~'CI MA((__~A I ~(\O J)() DECRETO-LEIN.4.657,DE4DESETEMBRODE1942 1 LeidelntroduciioaoC6digoCivilBrasileiro. U'\J\ L o PresidentedaRepublica,usandodaatribuicaoquelheconfere 0 mi. 180daConstituicao,decreta: J. Publicadono DitirioOflcialdoUniiio, de9eretificadoem17deseternbrode1942.Entrouemvigornodia24deoutubrode1942,emrazaododispostonoDecreta-Lein.4.707,de17desetembrode1942.ALeideIntroducaoaoC6digoCivilalude11aplicacaodetodasasnormasjuridicas,sejamelasdasearadodireitoprivadooudodireitopublico.  Art. 12 LeiderntroducaoaoC6digoCivil 44 Art. 12 Salvodisposicaocontraria,aleicomecaa vi- goraremtodo 0 Pais45(quarentaecinco)diasdepoisdeoficialmentepublicada, ãComrelaciioaosatosadministrativos,admite-seaobrigatoriedadeapartirdapublicaciio,deacordocom 0 art. 5£ doDecretan. 572, de 12 dejulhode1890,que,nestaparte,niiosepodeconsiderarrevogadopeloCodigoCivil(conformeVicenteRao, 0direitoeavidadosdireitos, p.378,nota).ãSobrevigenciadeLeistributaries,dosatosadministrativos,decisoes normativas de orgiiosadministrativos,conveniostributaries, vide Lein. 5.172,de 25 de outubro de 1966 (C6digo TributdrioNacional), arts.101a104. ãVide ConstituiciioFederalde 1988, art. 62, §§ 3£,4 ,6£ e 7!! (comaredaciiodaECn.3212001);LeiComplemeruarn.95198,art.8!l, §§ ]!! e 2!!, eDecreton.4.17612002,arts. 19 e20. § lQNosEstadosestrangeiros,aobrigatoriedadedalei brasileira, quando admitida,seinicia3(tres) mesesdepoisdeoficialmentepublicada. § 22 Avlgenciadasleis,queosgovernosestaduaisela-boremporautorizacaodoGovernoFederal,dependedaaprovacaodesteecomecaranoprazoquealegislacaoes-tadualfixar, ãEstanorma,elaboradasob 0 regimeconstitucionalde 1937, janiioternaplicaciiodesdeaConstituiciiode1946. § 3 Q Se, antesde entrar aleiemvigor,ocorrernovapublicacaodeseutexto,destinadaacorrecao, 0 prazodesteartigoedos paragrafos anteriorescomecaraacor- rer danova publicacao. § 4Q Ascorrecoesatextodelei ja emvigorconside-ramose lei nova. ãLeiComplementarn.95198,art.18.ãDecreton.2.954199,queestabeleceregrasparaaredaciiodeatosnormativosdecompetenciadosorgiiosdoPoderExecutivo. 1. Leicomofontejurfdicaformal Alegislacao,nos parses dedireitoescritoedeConstituicaorigida, e amaisimportantedasfontesformaisestatais.NosEstadosmodemos,emsuamaioria,aformulacaododireito e obraexclusivadolegislador.Apenasnospafsesanglo-saxoes,como,p.ex.,aInglaterra,hafortepredominanciado LeidelntroducaoaoC6digoCivilArt. 12 5 costume;realmente,a experiencia juridicadessespafsesencontra-sevincula-daaosusosecostumese a atividadejurisdicional.Todavia, e precisolembrarquemesrnonessesEstadosverncrescendo,paulatinamente,ainfluenciadoprocessolegislativo.NoEstadomodemohaumasupremaciadaleianteacrescentetendenciadecodificar 0 direitoparaatenderaurnaexigenciademaiorcertezaesegurancaparaasrelacoesjurfdicas,devido a possibilidadedemaiorrapideznaelaboracaoemodificacaododireitolegislado,permitin-dosuaadaptacaoasnecessidadesdavidarnodernaepelofatodeserdemaisfacilconhecimentoedecontomosmaisprecisos,vistoqueseapresentaemtextosescritos.GrandeeaimportanciadaleinoEstadodeDireito.Hodiemamente,elavernadquirindournpredominiocrescente,obtendoam-plitudeedesenvolvimentoquenuncateveemepocaspassadas.Alegislacao e oprocessopeloqualurnouvariesorgaosestataisformulameprornulgamnormasjurfdicasdeobservanciageral.Alegislacao,oumelhor,aatividadelegiferante, e tida,portanto,comoafonteprimacialdodireito,afontejuridicaporexcelencia.Afonteformalseria 0 processooumeiopeloqualanormajundicasepositivacomlegftimaforcaobrigat6ria,ouseja,comvigenciae eficacia, 0direitoresultadecertosfatoressociaisevalores,massemanifes-ta,comoordenacaovigenteeeficaz,mediantecertasfontesformaisquesao 0 processolegislativo,aatividadejurisdicional,apraticaconsuetudinariae 0 podernegocial;logoa lei, asentenca, 0 costumee 0 contratoconstituemformasdeexpressaojuridicaresultantesdaquelasatividades'. 2. LeicomoresuItadoda atividade Iegislativa Agrandemaioriadosautores,aosereferiremaoproblemadasfontesjurfdicasformais,mencionamdentreelasa lei,latasensu, masaofaze-lonaoestaoolvidandoquenao e fontededireito,massim 0 produto dalegislacao.AesserespeitoDuPasquier,comrnuitapropriedade,utiliza-sedeumametafo-raquevernaesclareceraquestao,afirmandoque,assimcomoafontedeurnrionao e aaguaquebrotadomanancial,mas e 0 propriomanancial,aleinaorepresentaaorigem,porem 0 resultadodaatividadelegislativa. 2.R.LimongiFranca, Formaseaplicaciiododireitopositive, SaoPaulo,RevistadosTribunais,1969,p.32;M.HelenaDiniz, Compendiadeintroduciio a cienciadodireito, SaoPaulo,Saraiva,1993,p.255-60;AbelardoTorre, Introduccionalderecho, BuenosAires,1972,p.288;FranciscoUchoadeAlbuquerqueeFernandaMariaUchoa, lntroduciioaoestudododireito; SaoPaulo,Saraiva,1982,p.177;MiguelReale, Licoespreliminaresdedireito, SaoPaulo,Bushatsky,1973,p.153-4;EduardoGarciaMaynez, lntroduccion al estudiodelderecho, Mexico,Pornia,1972,p.53. E precisoesclarecerque 0 tenno formal naoestaaquisendoernpregadonaacepcaofilos6ficadecausaessencial,massimnaformaexterna,daaparencia.  LeidelntroducaoaoC6digoCivil Julgamosconvenienteverificaras acepcoes dovocabulo lei, quepo-demser: a)Ampltssima, emque 0 termo lei eempregadocomosinonimodenormajuridica,incluindoquaisquernormasescritasoucostumeiras.Hip6te-seemque,segundoVicenteRao,apalavra lei possui 0 sentidocompreensi-vodetodanormageraldecondutaquedefineedisciplinaasrelacoesdefatoincidentesnodireitoecujaobservancia e impostapelopoderdoEsta-do,comosaoasnormaslegislativas,asconsuetudinariaseasdemais,dita-dasporoutrasfontesdodireito,quandoadmitidaspelolegislador. b)Ampla, sendo 0 vocabulo Lei entendidocomooriundodoverbo Legere (ler),concebendo-se,portanto,quealei e, etimologicamente,aquiloquese.le.Taletimologiaseexplicaporque,naepocadaRepublicaromana,en-quanta 0 costumenaoeraescrito (jusnonscriptum), conservando-senamem6riadoshomens,aleiestavaescrita (jusscriptum), gravadaemtabuasdemarmore,debronzeetc.,quesefixavamemlocaispublicos.Porexem-plo,no tabularium doCapit6Iio,emRoma,paraque 0 povoalessee,co-nhecendo-a,acumprisse.Emsentidoamplo,designatodasasnormasjuri-dicasescritas,sejamasleispropriamenteditas,decorrentesdoPoderLe-gislativo,sejamosdecretos,osregulamentos,ououtrasnormasbaixadaspeloPoderExecutivo.Assimsendo,alegislacao,naspalavrasdeFrancois Gerry, compreendetodososatosdeautoridadecujamissaoconsisteemeditarnormasgerais,sobformadeinjuncoesobrigat6rias,comosaoasleispropriarnenteditas,osdecretos,osregulamentosetc.c) Estrita au tecnica, emqueapalavra lei indicatao-somenteanormajundicaelaboradapeloPoderLegislativo,pormeiodeprocessoadequado . 3.Processo legislativocomofootelegal Arigor,afontejuridicaformal e 0 processolegislativo,quecornpreen-deaelaboracaodeleis,oumelhor,detodasascategoriasnormativasreferidas 3.DuPasguier, Introductiona lei theoriegenerateetalaphilosophiedudroit, Neuchatel,Ed.Delachaux & Niestle,1967,p.34;VicenteRao,0 direitoeavidadodireito, SaoPaulo,MaxLimonad,1952,n.202;Legaz y Lacambra, Filosojfadelderecho, Barcelona,Bosch,1972;Abelardo TOlTe, Introduccion, cit.,p.283;Andre F. Montoro, Introduciio a cienciadodireito, SaoPaulo,Livr.MartinsEd.,1970,v.2,p.58;ArturoOrgaz, Diccionarioelementaldederecho y cienciassociales, Cordoba,1941,p.324-5;FranciscoUchoadeAlbuquerqueeFernandaMariaUchoa, Introduciio, cit.,p.176;A. L. MachadoNeto, Compendia.deintroduciio iz cienciadodireito; SaoPaulo,Saraiva,1984,p.199;Geny, Methoded'interpretationetsources ell droitprivepositif, Paris,s.d.,p.54;M.HelenaDiniz, Compendia, cit.,p.260-1.4647 LeidelntroducaoaoC6digoCivil noart. S9 danovaCarta.Comoodireitoregulasuapr6priacriacaoouelabo-racao, 0 processolegislativoestaprevistonaConstituicaoFederal. o processolegislativo vernaserurnconjuntodefasesconstitucional-menteestabelecidas,pelasquaishadepassar 0 projetodelei,atesuatrans-formacaoemleivigente.Aobralegislativacompreende,portanto,variasoperacoesprevistasconstitucionalmenteelevadasaefeitopeloorgaocompetente.Emregra,ostramitesconstitucionalmenteprevistossao:iniciativa,discussao,deliberacao,sancao,promulgacaoepublicacao.A iniciativa nao e propriamenteafaseinicialdoprocessolegislativo,masapenas 0 atoque 0 desencadeia,surgindocomaapresentacaodeurnprojetodeleipropondoaadocaodedireitonovo.CompetiraaoLegislativoouaoExecutive,ouaambos,dependendodamateria(CF,arts.61,§19.,e84,IIIeXXIII).Hahip6tesesemqueelacompeteaoSTF,aostribunaissuperioreseaostribunaisdejusticaparaproporaoLegislativoaalteracaodomimerodemembrosdostribunaisinferiores;acriacaoeaextincaodecargosearernuneracaodosseusservicesauxiliaresedosjufzosquelhesforemvinculados,berncomoafixacaodosubsfdiodeseusmembrosedosjufzes,inclusivedostribunaisinferiores,ondehouver,ressalvado 0 dispos-tonoart.48,XV;acriacaoouextincaodostribunaisinferiores;eaaltera-c;:aodaorganizacaoedadivisaojudiciarias(CF,art.96,II, a, b, ce d). Casosha,ainda,emqueainiciativaepopular,cabendo a totalidadeoufracaodoeleitorado(CF,arts.61,§29.,27,§49.,e29,XIII).Logoaseguirverna discussiio, peloscorposlegislativos,doprojeto,queestasujeito,naformaregimental,aopronunciamentodecorniss6esespecializadasnamateriasobreaqualversa,podendoreceberernendasdasuasubstanciaouderedacao,desdequenaoresultememaumentodades-pesaprevistanoprojeto(CF,art.63).Ap6sessasemendas,modificativasousubstitutivas, 0 projetoseraobjetodediscussaoeaprovacao.A deliberacdo ouvotacaoocorreconforrne 0 processodeaprovacaoourejeicaoporpartedecadaassembleia,0plenariomanifesta-secontraouafavordoprojeto.Aaprovacaodeveraserpormaioriasimples,sesetratardeleiordinaria,ouabsoluta,emsetratandodeleicomplementar.AprovadopeloLegislativo, 0 projeto e remetido a sanciio ou veto doExecutivo,queexerceumatarefalegislativa.0veto e aoposicaoourecusaaoprojeto(CF,art.66,§1 2), porinconstitucionalidade OU inconveniencia,podendosertotal,seatingirtodososdispositivos,ouparcial,seabrangerapenascertasdisposicoes.Sesevetar 0 projeto,estevoltaaoLegislativo,quepoderaaceitarourejeitar 0 veto.Se 0 acatar,finda-se 0 processolegis-  ;tID: I:, i: 1, I 'I I i I .J i .1 i I ;1 I I ,; i ! ! I .! Art. 12 LeidelntroducaoaoC6digo Civil Iativ~;se 0 recusarpormaioriaqualificada, 0 projetovoltaaotitulardafuncaoe~ecu~lVaparapromulga-Io,0veto,portanto,apenasalonga 0 pro-cessolegislativo,impondoareapreciacaodoprojetopelosparlamentares.AsancaoouaquiescenciadoExecutivopodeserexpressa,quandose rnani. festapordes~ach?,outacita:quandoesteseomite,deixandoqueseesgoteopraz~constitucionaldequmzedias,semdecisao(CF,art.66,§3 2). Com~san.~ao, 0 projetotransforma-seemlei,queepromulgadapeloExecutivo,imprirnindo-lheobrigatoriedade.A promulgaciio e 0 atepeloqual 0 Executivoautenticaaleiatestandosua,existencia,ordenandosuaaplicacaoecumprimento,umav~zquepas-sar~apertenceraoordenarnentojurfdico.Apromulgacaosucede a sancao~uarecusadoveto.Porforcadoart.66,§§ 52 e7 Q, danovaCarta, 0 Execu-tIVOdevepromulgar 0 atedentrodequarentaeoitohorasdecorridasdasancao,expressaoutacita,oudacomunicacaoderejeicaodoveto.Aposapromulgacao,vernasua publicaciio no DidrioOficial, visan-dotornarpublica.an~valei,possibilitandoseuconhecimentopelacomuni-dade.ep~losdes~atanos(LICC,art. 12)4. Avigenciadaleipressupoesuap~b~ca~ao,queintegra 0 processolegislativoehadeserfeitaemorgaoO~ICl~l,~endo~rre!eva~teapublicidadeextraoficial.Adatadapublicacaodaleinaoeadoorgaooficialqueaveicu1a,masadaefetivacirculacaodeste (Bol.AASP,1.868:321). 4.Executoriedadeeobrigatoriedade da lei Ter-se-aaexisten~iajundicad~leiseestaforernanadaporpodercompetenteesepreenchidasasforrnalidadesnecessarias.Aexecutoriedade ..4.A. L. MachadoNeto, Compendio, cit.,p.202;ManoelGoncalvesFerreiraFilho, Cursodedireitoconstitucional, SaoPaulo,Saraiva,1973,p.182-99; Doprocessolegislative, 1995;NelsondeSousaSarnpaio, 0 processolegislativo, 1996;Hugo R. Subiabre, Lapromulgacion y lapublicaciondelaley, 1941;~eanJacquesdePury, Delapublicationdeslois, 1945;OswaldoAranhaBandeiradeMello, Principiosgeraisdedireitoadministrativo; RiodeJaneiro,Forense,1969,p.232-43;CallosMoucheteRIcardoZorraqumBecii, lntroduccion at derecho, BuenosAires,Abeledo-Perrot,1970,p.195-6:A. F. Mont~ro, lntroduciio, cit.,p.70;GarciaMaynez, Introduccion, cit.,p.53-61;Abelardo TOIT~, I~lrodu~~IOI1, CIt.,p.289-97;M.HelenaDiniz, Compendio, cir.,p.264-5;GoffredoTellesJr., Iniciaciio /JQCel1CW dodireito, SaoPaulo,Saraiva,2001,p.175-92. Vide Portarian.189/ 97 doDiretor-Gera]daIrnprensaNacional,quedispoesobrenonnascomplementaresparapublica-caonosDlfuio~OficJals_daUniaoedaJustica,LeiComplementarn.95/98eDecreton.4.176/2002,sobreelaboracao,redacao,alteracao,consolidacaoe 0 encaminharnentoaoPresidentedaRepublicadeprojetosdeatos norrnativos decompetenciadosorgaosdoPoderExecutiveFederal.Consulte:De:leton.2.?54!99,orarevogado,queestabeleciaregrasparaaredacaodeatosnormativosdecom-petenciadosorgaosdoPoderExecutive,comaalteracaodoDecreton.3.495,de30demaiode2000.48 49 leidelntroducao ao C6digoCivil daleidependeradaordemdadapeloExecutivoparaqueseobserveefacaobservar 0 preceitolegal.Apromulgacao,porseratedacornpetenciadoExecutivo, e quedaraforcaexecutoria a lei,quetenhasancionado,dando-lheautenticidade.Apublicacao e 0 atepeloqualalei e levadaaoconhe-cimentodetodososquelhedevarnobediencia,tornando-seobrigatoria.Aobrigatoriedade,portanto,sup6eapublicacao,sendoquealeisoaadquiriraaposa vacatiolegis, comologomaisveremos.Aleitornar-se-aobrigatoria,repetimos,s6aposasuapublicacao,porgerarapresuncaodequeanormajuridica,jaformadaedec!aradaemexecucao,chegouaoconhecimentoda-quelesquesaoadstritosaobedeceraoseucomandoedosquedevemexecuta-1aeaplica-la.Apublicacaodaleideveraseroficial (RF, 33:352), ouseja,feitasobaresponsabilidadedogoverno,no DidrioOficial, paraquemerecafeetenhaautenticidadeafimdeserconhecidapelasociedadeeobedecidapelosseusdestinatarios,ernborasuavigencianaoseiniciedesdelogo,excetose 0 legisladorassim 0 deterrninar.Paraquealeitenhaautoridadeprecisoseraquesejaelaboradaporpodercompetente,comobservanciadasnormasdaConstituicaoFederal;paraqueaobrigacaodeobedienciapossatornar-seefetiva,precisoseraquesetorneconhecidapelaspessoasquedevemcumpri-laouaplica-la.A executoriedade e, portanto, 0 efeitoda promulgaciio, porisso e, repe-timos, 0 atoqueatestasuaexistencia,ea obrigatoriedade, da publicaciio. Comapromulgacaoeconsequentepublicacao,aleiconverte-seemquererautonomo,desligando-sedeseuelaborador.Realmente,aleinaotemcaraterpurarnentevolitivo,porsersempreaversaoouvesteracionaldeurnvalorreconhecidocomomotivedeterrninantedacondutanelaprescrita.Poder-se-adizer,comoMiguelReale,semdiivida,que 0 'querer'quesemanifestananormajuridicinaoeurnquererpsicologico,masumquererdeontologico,expressaodefinsquenascemdoreconhecimentodevalorescomorazaodacondutasocial .Istoporqueanormaantesdeser quererquerido e querervalorado .Aosentidodeurn querer desligadodesuabasepsico16gica e 0 quechamamos deverser'',assimcomoaoconteiidodorespectivoimperativo,inteirarnentedesligadodoprocessopsfquicodoatedemandaroudevontade e 0 quechamarnos norma .Anormajuridica e imperativaporque e prescritiva,porqueimpoeurndever,regularnentandoacondutasocial.Anormajundicaapresenta-senavidasocialcomoumaordemdeconduta,comoumaordemde deverser ,queindicaqueoscom-portamentosdevemserdedeterrninadamaneira.Dirige-se,portanto, a con-dutasocialdohomern,apontando-lhecomoagirnocomplexodarealidadesocialaqueseajusta,sobainspiracaodevalores,cujafontecomumaxiolo-gica e 0 propriohomern.0elaboradordanormaintervemparalegitimarasfaculdadeshumanasenaoparainterdita-las.Nasnormasjuridicashaassim
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