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1. Programa da disciplina Dinâmicas Índices Roteiro para o Plano de gerenciamento da qualidade PDF

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1 SUMÁRIO 1. Programa da disciplina EMENTA CARGA HORÁRIA TOTAL OBJETIVOS METODOLOGIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA MATERIAL DE AULA CURRICULUM RESUMIDO DO PROFESSOR Dinâmicas QUALIDADE PERCEBIDA QUALIDADE EFETIVA (EUA) QUALIDADE PERCEBIDA QUALIDADE EFETIVA (BRASIL) A REVOLUÇÃO DA QUALIDADE RED BEAD GAME Índices Roteiro para o Plano de gerenciamento da qualidade PASSO 1: IDENTIFICAÇÃO DOS CLIENTES PASSO 2: PRIORIZAÇÃO DOS CLIENTES PASSO 3: IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES PASSO 4: PRIORIZAÇÃO DAS NECESSIDADES PASSO 5: MATRIZ BALANCEADA DE NECESSIDADES E CLIENTES PASSO 6: DESENVOLVIMENTO DE ESPECIFICAÇÕES PASSO 7: GARANTIR A QUALIDADE PASSO 8: CONTROLAR A QUALIDADE PASSO 9: MELHORAR A QUALIDADE PASSO 10: DESENVOLVER O PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE Alguns livros que eu recomendo Slides apresentados em aula... 26 2 1. Programa da disciplina 1.1 Ementa Qualidade em projetos A qualidade contemporânea Planejar o gerenciamento da qualidade Realizar a garantia da qualidade Realizar o controle da qualidade Realizar a melhoria da qualidade Desenvolvimento do plano de gerenciamento da qualidade 1.2 Carga horária total 12 horas/ aula. 1.3 Objetivos Transmitir conceitos e práticas associadas à gerência da qualidade em projetos; transmitir os conceitos básicos da qualidade; apresentar os aspectos de qualidade segundo a ótica do PMI, de acordo com a abordagem descrita no PMBOK. 1.4 Metodologia Aulas expositivas dos aspectos teóricos/ conceituais, calcadas em exemplos de aplicabilidade prática e estudos de caso. 3 1.5 Critérios de avaliação Prova Individual (80% da nota final). Recomenda-se trazer calculadora para a prova. Trabalho em Grupo (20% da nota final). Atenção: caso o seu nome não esteja indicado no trabalho (que deverá ser enviado por no prazo máximo de 15 dias a partir da última aula), não receberá nota. 1.6 Bibliografia recomendada PMI, Um guia do conhecimento de gerenciamento de projetos (Guia PMBOK), ROCHA, Alexandre. Gerenciamento da qualidade em projetos. Editora FGV, ROSE, Kenneth. Project Quality Management Second Edition. J. Ross Publishing, KLOPPENBORG, Timothy. Managing Project Quality. Management Concepts, PRIES, Kim. Total Quality Management for Project Management. CRC Press, RUMANE, Abdul. Quality Tools for Managing Construction Projects. CRC Press, ABNT, NBR ISO Diretrizes para a qualidade em empreendimentos, Material de aula O material utilizado nesta disciplina poderá ser acessado através do seguinte QR code: 4 1.8 Curriculum resumido do professor ANDRÉ BITTENCOURT DO VALLE é Doutor em Engenharia pela Universidade Federal Fluminense, Mestre em Engenharia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Engenheiro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Concluiu também os cursos Program on Negotiation, da Harvard Law School, Radical Innovation, do Massachussets Institute of Technology (MIT), Strategic Leadership Seminar, da Ohio University, e Converting Strategy into Action, Leadership for Strategic Execution e Executing Complex Programs, da Stanford University. É Coordenador Acadêmico do Pós-MBA em Gerenciamento Avançado de Projetos, do MBA em Gerenciamento de Projetos, do MBA em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação e da ênfase em Tecnologia da Informação do MBA em Gestão Empresarial. Anteriormente coordenou os cursos MBA em E-business, MBA em Gerência de Telecomunicações, MBA em Gerência de Energia e MBA em Gerência de Transportes e Logística da Fundação Getulio Vargas. Orientou mais de 1500 monografias individuais na FGV. Foi agraciado em 2015, 2014, 2013, 2011, 2010, 2009, 2008 e 2007 com o Prêmio FGV Management de melhor professor, em 2008 o Prêmio de professor mais representativo do IDE-SP, em 2001 com o Prêmio VISA de Comércio Eletrônico e em 2000 com Prêmio ibest, na categoria Telecomunicações. Participou ativamente de trabalhos brasileiros e internacionais de normalização em tecnologia de informação e gerenciamento de projetos, tendo sido de 1997 a 2003 o Secretário Técnico do Subcomitê da ISO (International Standardisation Organization) que trata das atividades de Office Equipment (ISO/IEC JTC1 SC28) e Secretário Executivo do Comitê Brasileiro de Informática (CB-21) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Participou dos projetos de tradução do Guia PMBOK 4 a e 5 a edição para o português (PMBOK Guide Team Member for Portuguese (Brazilian) Translation). Atualmente participa da ABNT/CEE 93 (Gestão de Projetos) e é delegado brasileiro junto ao comitê ISO TC 236 (Project Management). Entre 2003 e 2005 foi o Coordenador Geral do Projeto de Implantação da Escola Superior de Redes da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa). Foi Editor-técnico da revista Internet World e colaborador das revistas Computerworld, PC World, Developer's Magazine, Web Guide, Internet Business e Internet.br. É autor dos livros Fundamentos de Gerenciamento de Projetos, Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, Sistemas de Informação em Saúde, E-commerce, Gerenciamento de Projetos, MP3 - A revolução do som via Internet , Guia de EDI e Comércio Eletrônico , Manual Anti-hacker, Netscape Navigator para Principiantes , Java - Manual de Introdução , Internet Explorer para Principiantes e Internet Quickref . É associado ao PMI (Project Management Institute), ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), Clube de Engenharia, CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), Rio Cricket Athletic Association e Fluminense Football Club. 5 2. Dinâmicas 2.1 Qualidade percebida x Qualidade efetiva (EUA) Marca Qualidade Percebida Qualidade Real Audi BMW Cadillac (Divisão de luxo da GM) Chevrolet (GM) Chrysler Honda Hyundai Jaguar Kia Lexus (Divisão de luxo da Toyota) Lincoln (divisão de luxo da Ford) Mercedes-Benz Porsche Toyota Fonte: JD Power 6 2.2 Qualidade percebida x Qualidade efetiva (Brasil) Marca Qualidade Percebida Qualidade Real Chevrolet Citroën FIAT Ford Honda Hyundai-CAOA (Tucson, ix35) Hyundai-HMB (HB20) Kia Mitsubishi Nissan Peugeot Renault Toyota Volkswagen Fonte: JD Power 7 2.3 A revolução da qualidade O vídeo A Revolução da Qualidade mostra como a indústria americana, observando os japoneses, passou por processos de transformações para atingir a melhoria de seus produtos. Cita exemplo de empresas como a Ford, a divisão de copiadoras da Eastman Kodak e a Globe Metallurgical que conseguiram superar o desastre financeiro da década de 80, e com a experiência, começaram a ver a importância do ser humano como elemento participante na empresa. As empresas focaram na qualidade, eliminaram supervisores de fábrica e inspetores de controle de qualidade, passando responsabilidades para os trabalhadores. Seu grupo: KODAK FORD GLOBE Tarefas : Após ver o vídeo, reúna-se com o seu grupo e discuta os temas abordados, respondendo as seguintes perguntas: a) Quais foram as principais providências tomadas pela empresa abordada pelo seu grupo para sobreviver nos difíceis anos 80/90? b) O vídeo, propositalmente, é de As providências teriam sido suficientes para que a empresa em questão chegasse nos tempos atuais com destaque no seu respectivo setor? 8 9 2.4 Red Bead Game Nome Dia Sumário Total Média Faixa Total Média Inspetor 1: Inspetor 2: Chefe: 10 Carta de controle 11 3. Índices 12 13 4. Roteiro para o Plano de gerenciamento da qualidade Passo 1: Identificação dos clientes Conforme visto em aula, a satisfação do cliente é um dos pilares da qualidade. Logo, sem que saibamos quem é o cliente, como poderemos satisfazê-lo? Nossa primeira tarefa será identificar quem são os clientes do nosso projeto (internos, externos ou ocultos). Algumas técnicas para a identificação do cliente incluem a análise do contrato, a análise do time do projeto e da organização, a análise do uso do produto e os meios de produção. Cliente: todo aquele que utiliza o projeto, o produto do projeto ou o resultado do projeto. Tarefa: após a interação com seu grupo, identifique a seguir os clientes do seu projeto (5): Cliente 1: Cliente 2: Cliente 3: Cliente 4: Cliente 5: Cliente 1: Cliente 2: Cliente 3: Cliente 4: Cliente 5: 14 Passo 2: Priorização dos clientes Nem todos os clientes são iguais. Se todos os clientes forem considerados iguais, a gerência do projeto teria um sério problema na aplicação dos recursos limitados do projeto durante a sua implantação. Logo, temos que priorizá-los, permitindo um entendimento da importância relativa dos clientes para o projeto. Lembre-se que o propósito não é identificar clientes que devem ser ignorados ou eliminados, e sim permitir que os resultados sejam utilizados para análise. Uma das técnicas utilizadas para a priorização dos clientes é a matriz em forma de L. Tarefa: preencha a matriz em L utilizando os seguintes critérios: - Se o cliente 1 é muito mais importante que o cliente 2, devemos atribuir o valor 10 - Se o cliente 1 é mais importante que o cliente 2, devemos atribuir o valor 5 - Se o cliente 1 é igualmente importante que o cliente 2, devemos atribuir o valor 1 - Se o cliente 1 é menos importante que o cliente 2, devemos atribuir o valor 1/5 - Se o cliente 1 é muito menos importante que o cliente 2, devemos atribuir o valor 1/10 Priorização dos clientes Total da linha Valor centesimal relativo total da linha / total geral Cliente 1: Cliente 2: Cliente 3: Cliente 4: Cliente 5: Total Geral Necessidade 1: _ Necessidade 2: _ Necessidade 3: _ Necessidade 4: _ Necessidade 5: _ 15 Passo 3: Identificação das necessidades Os clientes demandam diversas necessidades (o que o produto do projeto tem que atender). Para o atendimento destas, é necessário que elas estejam corretamente estabelecidas, e isso deve ir bem além das necessidades genéricas. Esta etapa pode envolver entrevistas e análises com os clientes, já que muitas destas necessidades podem ser implícitas. Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Passo 4: Priorização das necessidades Assim como os clientes, nem todas as necessidades são criadas igualmente. Um método para a priorização de necessidades utiliza a matriz em forma de L desenvolvida para a priorização das necessidades, aplicando-a para as necessidades individuais de cada cliente e ao final combina todos os resultados em uma matriz de prioridades para o projeto. A seguir, preencha a matriz em forma de L individualmente para as necessidades, utilizando a ótica de cada cliente: Priorização das necessidades: Cliente 1: _ Total da linha Valor centesimal relativo total da linha / total geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Total Geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: 16 Priorização das necessidades: Cliente 2: _ Total da linha Valor centesimal relativo total da linha / total geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Total Geral Priorização das necessidades: Cliente 3: _ Total da linha Valor centesimal relativo total da linha / total geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Total Geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: 17 Priorização das necessidades: Cliente 4: _ Total da linha Valor centesimal relativo total da linha / total geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Total Geral Priorização das necessidades: Cliente 5: _ Total da linha Valor centesimal relativo total da linha / total geral Necessidade 1: Necessidade 2: Necessidade 3: Necessidade 4: Necessidade 5: Total Geral Cliente 1: Cliente 2: Cliente 3: Cliente 4: Cliente 5: Total da linha Posição relativa 18 Passo 5: Matriz balanceada de necessidades e clientes A última etapa é a combinação dos resultados da priorização dos clientes com os resultados das priorizações das necessidades de forma a se obter uma priorização balanceada de requerimentos e clientes. Isso é realizado multiplicando-se o valor centesimal da priorização do cliente pelo valor decimal da sua necessidade individual: Priorização balanceada das necessidades N 1: N 2: N 3: N 4: N 5: 19 Passo 6: Desenvolvimento de especificações Em geral, normas técnicas são uma forma descrita de se fazer alguma coisa. Para os projetos, as normas guiam a sua implementação. As especificações são o detalhamento das necessidades. Normalmente, as necessidades são genéricas, enquanto que as especificações são exatas. Por exemplo, uma necessidade poderia ser descrita como atendimento eficiente por telefone, enquanto que uma especificação desta necessidade poderia ser descrita como responder 99% das ligações telefônicas em menos de dois toques. Para o desenvolvimento das especificações, devemos seguir este processo: 1. Identificar a necessidade 2. Desenvolver uma definição operacional 3. Desenvolver um valor específico contra o qual o desempenho será medido Tarefa: desenvolva as definições operacionais das 5 necessidades levantadas no caso: Necessidade 1: Definição operacional: Valor a ser medido: Necessidade 2: Definição operacional: Valor a ser medido: Necessidade 3: Definição operacional: Valor a ser medido: Necessidade 4: Definição operacional: Valor a ser medido: Necessidade 5: 20 Definição operacional: Valor a ser medido: Passo 7: Garantir a qualidade A garantia da qualidade descreve as atividades necessárias que o time do projeto deve executar para checar a performance do projeto contra o que foi planejado. Estas tarefas incluem: 1. A seleção da norma ou especificação apropriada 2. Utilizando as definições operacionais, defina uma atividade que coletará dados e compare os resultados com o plano. Desenvolva e aplique métricas. 3. Defina e providencie recursos 4. Atribua responsabilidades 5. Junte as atividades em um plano de garantia da qualidade Tarefa: desenvolva uma atividade de garantia da qualidade para as especificações vistas no tópico anterior. Necessidade 1: Atividade de garantia da qualidade: Necessidade 2: Atividade de garantia da qualidade: Necessidade 3: Atividade de garantia da qualidade: Necessidade 4: Atividade de garantia da qualidade: Necessidade 5: Atividade de garantia da qualidade: Passo 8: Controlar a qualidade O controle da qualidade está relacionado com o monitoramento de resultados específicos do projeto, checando se os mesmos estão aderentes aos padrões de qualidade estabelecidos, identificando formas de eliminar resultados insatisfatórios e sendo realizado durante todo o projeto. 21 Entre as ferramentas normalmente utilizadas, podemos citar as folhas de verificação, Histogramas, Gráfico de Pareto, Fluxogramas, Diagrama de causa e efeito, Diagrama de dispersão, Brainstorming, Carta de controle, etc. Cada uma pode ser aplicada de acordo com a necessidade do projeto. Passo 9: Melhorar a qualidade Conforme visto em aula, não basta resolver pontualmente a questão da qualidade. Ela deve ser continuamente melhorada, SEMPRE. Para a melhoria da qualidade, há muito se aplica o ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act), proposto por Shewhart em Clientes Necessidades A C P D Especificações Controle da Qualidade Atividades de Garantia da Qualidade Plano de Garantia da Qualidade Passo 10: Desenvolver o plano de gerenciamento da qualidade Utilize o template fornecido no item 1.7 desta apostila para desenvolver o seu plano de gerenciamento da qualidade. Esta metodologia proporciona uma infraestrutura para o desenvolvimento do gerenciamento da qualidade para projetos. Os passos descritos descrevem atividades que os gerentes de projeto deve fazer para gerenciar a qualidade nos seus projetos, e podem ser utilizados em qualquer tipo de projeto. Esperamos que seja útil para você! 22 5. Alguns livros que eu recomendo 1. ACEMOGLU, DARON. WHY NATIONS FAIL: THE ORIGINS OF POWER, PROSPERITY, AND POVERTY 2. ALLEN, PAUL. IDEA MAN: A MEMOIR BY THE COFOUNDER OF MICROSOFT. 3. ANDERSON, CHRIS. MAKERS: THE NEW INDUSTRIAL REVOLUTION. 4. ARIELY, DAN. PREDICTABLY IRRATIONAL 5. ARIELY, DAN. THE (HONEST) TRUTH ABOUT DISHONESTY. 6. BATELLE, JOHN. A BUSCA. 7. BAZERMAN, MA. NEGOTIATING RATIONALLY. 8. BERNSTEIN, PETER. DESAFIO AOS DEUSES. 9. BLAINEY, GEOFFREY. UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO. 10. BRANDT, RICHARD. ONE CLICK: JEFF BEZOS AND THE RISE OF AMAZON.COM 11. BROOKS, FREDERICK. THE MYTHICAL MAN MONTH. 12. BROOKS, JOHN. BUSINESS ADVENTURES: TWELVE CLASSIC TALES FROM THE WORLD OF WALL STREET. 13. CALDEIRA, LÉLIS. GURGEL, UM BRASILEIRO DE FIBRA. 14. CAMPBELL, CLARK. THE ONE-PAGE PROJECT MANAGER 15. CARNEGIE, DALE. COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS. 16. CARR, NICHOLAS. A GRANDE MUDANÇA. 17. CARROLL, PAUL. LIÇÕES DE 1 BILHÃO DE DÓLARES. 18. CHABRIS, CHRISTOPHER; SIMONS, DANIEL. O GORILA INVISÍVEL. 19. CHANCELLOR, EDWARD. SALVE-SE QUEM PUDER. 20. CHESBROUGHT, HENRY. OPEN SERVICES INNOVATION RETHINKING YOUR BUSINESS AND COMPETE IN A NEW ERA. 21. CHRISTENSEN, CLAYTON. THE INNOVATOR S DILEMMA. 22. CLINTON, BILL. MINHA VIDA. 23. COLLINS, JIM. EMPRESAS FEITAS PARA VENCER 24. COLLINS, JIM. COMO AS GIGANTES CAEM. 25. COMPTON, WILLIAM. LIVING AND WORKING IN SPACE: A HISTORY OF SKYLAB 26. CONNELLAN, TOM. NOS BASTIDORES DA DISNEY. 27. CONSTANTINO, RODRIGO. PRIVATIZE JÁ. 28. CORREA, CRISTIANE. SONHO GRANDE. 29. CO, CATHERINE. APOLLO. 30. CROWE, ANDY. ALPHA PROJECT MANAGERS: WHAT THE TOP 2% KNOW THAT EVERYONE ELSE DOES NOT 31. DIAMANTIS, PETER. ABUNDANCE: THE FUTURE IS BETTER THAN YOU THINK 32. DOLABELA, FERNANDO. O SEGREDO DE LUÍSA. 33. DOMINGOS, CARLOS. OPORTUNIDADES DISFARÇADAS. 34. EDWARDS, DOUGLAS. I M FEELING LUCKY. 35. ELLENBERG, JORDAN. O PODER DO PENSAMENTO MATEMÁTICO. 36. FERGUSON, NIALL. ALWAYS RIGHT. 37. FISHER, ROGER. GETTING INTO YES: NEGOTIATING AGREEMENT WITHOUT GIVING IN. 38. FRIDMAN, THOMAS. O MUNDO É PLANO. 39. FRIEDMAN, GEORGE. OS PRÓIMOS 100 ANOS. 40. GARDNER, DAN. RISCO - A CIÊNCIA E A POLÍTICA DO MEDO. 41. GAWANDE, ATUL. THE CHECKLIST MANIFESTO. 42. GERSTNER, LOUIS. QUEM DISSE QUE OS ELEFANTES NÃO DANÇAM? 43. GLADWELL, MALCOLM. BLINK 44. GLADWELL, MALCOLM. O PONTO DA VIRADA 45. GLADWELL, MALCOLM. OUTLIERS 46. GODIN, SETH. MARKETING IDEAVIRUS. 47. GOLDRATT, ELIYAHU. A META. 48. GOMES, LAURENTINO GOMES, LAURENTINO GOMES, LAURENTINO GOVINDARAJAN, VIJAY; TRIMBLE, CHRIS. REVERSE INNOVATION: CREATE FAR FROM HOME, WIN EVERYWHERE. 52. GRANDI, GREG. FORDLANDIA. 53. GREENE, ROBERT. AS 48 LEIS DO PODER. 54. GREENWALD, GLENN. SEM LUGAR PARA SE ESCONDER: EDWARD SNOWDEN, A NSA E A ESPIONAGEM DO GOVERNO AMERICANO 55. GROVE, ANDREW. SOMENTE OS PARANOICOS SOBREVIVEM. 56. GUARACY, THALES. O SONHO BRASILEIRO. 57. HAMMERSLEY, BEN. 64 THINGS YOU NEED TO KNOW NOW FOR THEN: HOW TO FACE THE DIGITAL FUTURE WITHOUT FEAR. 58. HAREN, FREDRIK. THE DEVELOPING WORLD. 59. HARRIS, BLAKE. CONSOLE WARS: SEGA, NINTENDO, AND THE BATTLE THAT DEFINED A GENERATION 60. ISAACSON, WALTER. OS INOVADORES. 61. ISAACSON, WALTER. STEVE JOBS A BIOGRAFIA. 62. JACKSON, JOE. THE THIEF AT THE END OF THE WORLD. 63. JOHNSON, JIM. MY LIFE IS FAILURE. 64. JOHNSON, STEVEN. HOW GOOD IDEAS COME FROM THE NATURAL HISTORY OF INNOVATION. 65. JOHNSON, STEVEN. COMO CHEGAMOS ATÉ AQUI. 66. KAHNEY, LEANDER. A CABEÇA DE STEVE JOBS. 67. KIM, CHAN. A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL. 68. KISSINGER, HENRY. SOBRE A CHINA. 69. KUERTEN, GUSTAVO. GUA, UM BRASILEIRO 70. KURZWEIL, RAY. THE SINGULARITY IS NEAR. 71. LANSING, ALFRED. SHACKLETON S INCREDIBLE VOYAGE. 23 72. LASHINSKY, ADAM. INSIDE APPLE. 73. LEHRER, JONAH. IMAGINE: HOW CREATIVITITY WORKS. 74. LEITÃO, MIRIAM. A SAGA BRASILEIRA. 75. LEVINSON, MARC. THE BO: HOW THE SHIPPING CONTAINER MADE THE WORLD SMALLER AND THE WORLD ECONOMY BIGGER 76. LEVITIN, DANIEL. THE ORGANIZED MIND; THINKING STRAIGHT IN THE AGE OF INFORMATION OVERLOAD. 77. LEVITT, STEVEN D. FREAKONOMICS. 78. LEVITT, STEVEN D. PENSE COMO UM FREAK. 79. MCKEE, ANNIE. RESONANT LEADERSHIP. 80. MEIRA, SILVIO. NOVOS NEGÓCIOS INOVADORES DE CRESCIMENTO EMPREENDEDOR NO BRASIL. 81. MEZRICH, BEN. BILIONÁRIOS POR
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