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A Importância Dos Sistemas de Informação Na Competitividade Empresarial

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   A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL Este artigo pretende identifiar oneitos e pontos r!tios de s esso para as organi#a$%es ao n!&e' do pape' ( e os Siste)as de Infor)a$*o +SI, pode) ter na to)ada de deis%es de neg-io. N*o pretende dar regras de i)p'e)enta$*o/ ne) a'gorit)os estritos de e0e $*o. Trata1se por isso de ) artigo de identifia$*o e de an2'ise/ e) &irt de da e0peri3nia ( e ten4o tido e) i)p'e)enta$%es de SI. Todas as i)p'e)enta$%es s*o dependentes do onte0to organi#aiona' e) ( e se enontra)/ ont do e0iste) di&ersos fatores r!tios de s esso o) ns nas &2rias i)p'e)enta$%es de Siste)as de Infor)a$*o. 1- A importância da Competitividade Empresarial O )erado e)presaria' enontra1se 4o5e n ) rit)o de desen&o'&i)ento e de agressi&idade o)petiti&a ( e n na e0isti . Este fato o6riga a ) dina)is)o e'e&ado a &2rios n!&eis/ pois 52 n*o 6asta ser efia#/ 7 f nda)enta' ser efiiente e gerar no&os neg-ios. 8 por isso ( e a )oderni#a$*o das e)presas 7 ada &e# )ais ) desafio para todas as dire$%es e)presariais. 9 e) n*o o fi#er de for)a ont!n a e onstante/ neste )erado g'o6a'/ est2 ondenado a desapareer nat ra')ente da :adeia a'i)entar; e)presaria'/ < se)e'4an$a do ( e oorre na teoria desrita por Dar=in re'ati&a)ente < so6re&i&3nia das esp7ies.O aspeto r!tio onstr ti&o de o)o se ( estiona interna)ente e de for)a onstante se :esta)os a fa#er 6e)>; o :onde pode)os )e'4orar>; 7 r ia' para essa a to1an2'ise da &ida e) ( a'( er organi#a$*o/ a ( a' se dese5a o) f t ro. A e&o' $*o e )oderni#a$*o passa) por for)as )ais opti)i#adas e 2geis de )e'4orar os proessos internos/ 6e) o)o riar onstante)ente no&os prod tos e ser&i$os apa#es de a'a&anar/ o poteniar/ esse i'o de ino&a$*o neess2rio < onstante presen$a +e 'ideran$a, de )erado.  Esta agi'idade e &e'oidade de rea$*o ( e as e)presas neessita) de ter/ est*o 4o5e entradas na s a 6ase na e0ist3nia de ) forte s porte de Siste)as de Infor)a$*o/ apa#es de dotar a e)presa o) )a infra1estr t ra ( e n*o estrang 'oe os at ais e os no&os desafios de neg-io. Ai)a de t do/ os Siste)as de Infor)a$*o 52 n*o s*o ) aess-rio/ s*o 'ara)ente )a pe$a do )otor de prod $*o das organi#a$%es. A preo pa$*o e) ser 2gi' 7 ta)67) ) aspeto r!tio na o)petiti&idade. ?)a e)presa 2gi' 7 a( e'a ( e est2 )ais apta a reagir ao :deson4eido;/ ao fator o)petiti&o ( e n*o 7 esperado/ < onorr3nia )ais agressi&a e apa# de e'e&ar os n!&eis de o)petiti&idade a padr%es )ais e'e&ados e) &2rios seg)entos de )erado.Na gest*o da o)petiti&idade da e)presa o sa6er identifiar entre o ( e 7 Estrat7gio e Operaiona' e entre o Priorit2rio e ?rgente s*o e'e)entos 4a&e. O pape' do '!der de Siste)as de Infor)a$*o +CIO @ C4ief Infor)ation Offier, 7 de e0tre)a i)portnia na organi#a$*o/ pois as s as arater!stias profissionais t3) de '4e per)itir identifiar ( a' a p'atafor)a o so' $*o ap'iaiona' ( e 7 rgente o priorit2ria para o neg-io. Se n*o o so 6er/ o CIO o'oa e) riso os ti)ings da e)presa e da s a so6re&i&3nia no )erado.O aspeto r!tio dos Siste)as de Infor)a$*o enontra1se ada &e# )ais a este n!&e'/ isto 7/ sa6er ( e as e)presas 52 n*o f niona) se) teno'ogia/ )as ai)a de t do/ sa6er ( e as e)presas n*o s*o o)petiti&as se n*o 4o &er )a &is*o 'ara de Siste)as de Infor)a$*o. 8 por isso ( e a o)petiti&idade da e)presa est2 a'iada n*o s- aos proessos de 'ideran$a nat rais dos se s gestores de topo/ )as ta)67) < asserti&idade e &is*o e)presaria' de ( e) 'idera os Siste)as de Infor)a$*o. 2- O Plano Estratégico de Sistemas de Informação e o Alinar com o !eg cio  A pri)eira regra 4a&e na organi#a$*o/ e para infe'iidade dos :infor)2tios;/ 7 o)preender ( e ( e) 'idera a e)presa s*o as 2reas de neg-io e n*o os Siste)as de Infor)a$*o. Cont do/ 42 a sa'ientar ( e o pape' dos SI 4o5e 7 de ser pareiro estrat7gio de neg-io/ isto 7/ te) de ter ) pape' proati&o na india$*o das reais apaidades de e0e $*o +teno'-gia, perante os desafios de neg-io ( e s*o o'oados na organi#a$*o.?)a das preo pa$%es/ do CIO/ ser2 de anteipar desafios de neg-io e por isso te) de ter se)pre onsi3nia do pr-prio gra de )at ridade da organi#a$*o na adop$*o de Siste)as de Infor)a$*o. O ter )a &is*o 'ara dos SI a B o  anos 7 ) dos a'ieres para a )e'4or est*o da M dan$a e do a'in4ar o) o Neg-io/ dado ( e per)ite ter o aspeto r!tio de sa6er onde se est2 e para onde se ( er ir/ tendo )a &is*o trans&ersa' < organi#a$*o/ ( e6rando ) itos dos &!ios e :( intas; ( e por &e#es e0iste) nas e)presas.   A ria$*o de )a P'ano Estrat7gio de SI o6riga < dis ss*o o) as nidades de neg-io/ o6riga < defini$*o de pre)issas/ de o65eti&os a  )prir/ de datas de e0e $*o e )7trias de a&a'ia$*o. Para todos os efeitos/ este do )ento per)ite dispor de ) r )o e orienta$%es apa#es de garantir o a'in4a)ento o) o ( e se pro ra e) ter)os de neg-io. M ito se pode fa#er/ ) ito se pode fa'ar/ )as ae0e $*o e o prag)atis)o neess2rios de&er*o estar e0p'!itos de for)a a todos fa'are) a )es)a 'ing age). #- Cont$n%a Inovação  A &e'oidade onstante de ino&a$%es de so' $%es teno'-gias 7 por &e#es inaredit2&e'. Ao n!&e' dos Siste)as de Infor)a$*o/ esta ont!n a e onstante aposta na ino&a$*o 7 r!tia dentro das organi#a$%es/dado ( e a desade( a$*o teno'-gia o) o e)ergir de no&as teno'ogias/ por &e#es o)p'eta)ente disr pti&as perante o ( e e0istia/ pode) tornar 'trapassada toda a infra1estr t ra de s porte teno'-gio da e)presa/ o6rigando por isso a )a onstante reno&a$*o teno'-gia. O P'ano Estrat7gio de SI te)/ ta)67) a( i/ ) pape' r!tio e entra'/ pois 7 ne'e ( e est*o definidas as ar( itet ras teno'-gias 4a&e da e)presa/ no ( a' ) dos segredos est2 na )od 'aridade dos siste)as e ap'ia$%es/ da for)a estr t rada e faseada o)o se e&o' i e se ino&a.Ino&ar 7 ta)67) pensar )ais a'7) ( e o pr-0i)o ano/ 7 :a6rir o 'e( e de oport nidades;/ 7 a&a'iar en2rios e a)in4os poss!&eis/ 7 identifiar e apostar e) o)ponentes estrat7gios de In&estiga$*o e Desen&o'&i)ento. O i)p'e)entar deste prin!pio e) o'a6ora$*o e pareria o) ?ni&ersidades pode per)itir/ )ais fai')ente/ identifiar oport nidades f t ras e preparar a e&o' $*o da e)presa para anos &indo ros. A este n!&e' as pr-prias ?ni&ersidades t3) ta)67) de se adaptar e a6rir < soiedade/ dei0ando de ter apenas o pape' te-rio/ transfor)ando1se n ) pape' )ais pr2tio e prag)2tio da In&estiga$*o.De ) ponto de &ista )ais gera' de ino&a$*o/ reon4ee)os 4o5e o pape' dos Siste)as de Infor)a$*o e) oneitos e e0e)p'os de e6 .G o e6 H.G. Estes oneitos ( e se orienta) < for)a de intera$*oo) ti'i#adores/ o) e0e)p'os o)o o o T 6e/ Fae6ooJ/ T=itter o o tros/ est*o ta)67) e'es a riar ) oneito na ino&a$*o teno'-gia e de neg-io das pr-prias organi#a$%es/ riando o oneito Enterprise .G. Este oneito ino&ador de SI per)ite ( e a e)presa interna e e0terna)ente o) ni( e/ desen&o'&a proessos e fa$a neg-io de for)as diferentes. Estas s*o 2reas de ino&a$*o de SI ( e &iera) para fiar/ e so6re o ( a' as e)presas se de&er*o dotar teno'ogia)ente e riar no&os )ode'os de neg-io )ais a6ertos para reagir e at ar direta)ente/ de for)a a n*o sere) )eros espetadores de ) fi')e ( e ta)67) 7 se .
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