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ADITIVOS ORGÁNICOS EN LAS RACIONES DE JUVENILES DE JUNDIÁ. EFECTO SOBRE EL CRECIMIENTO Y LA SUPERVIVENCIA

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RESUMOS 2 Índice Título P. ADITIVOS ORGÁNICOS EN LAS RACIONES DE JUVENILES DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen). EFECTO SOBRE EL CRECIMIENTO Y LA SUPERVIVENCIA - David R. Hernández, Sebastián Sánchez, Juan J. Santinón
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RESUMOS 2 Índice Título P. ADITIVOS ORGÁNICOS EN LAS RACIONES DE JUVENILES DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen). EFECTO SOBRE EL CRECIMIENTO Y LA SUPERVIVENCIA - David R. Hernández, Sebastián Sánchez, Juan J. Santinón y Hugo A. Domitrovic... 5 ATIVIDADE DA ACETILCOLINESTERASE EM ESPÉCIMES DE JUNDIÁ, Rhamdia quelen, ADAPTADOS A DIFERENTES SALINIDADES DA ÁGUA - Thaylise V. Parodi, Alexssandro G. Becker, Carine Colpo, Jamile F. Gonçalves, Amanda M. Fiorenza, Fátima H. Abdalla, Maria Rosa C. Schetinger, Vera M. Morsch, Bernardo Baldisserotto... ATIVIDADE DA NTPDase EM ESPÉCIMES DE JUNDIÁ, Rhamdia quelen, ADAPTADOS A DIFERENTES SALINIDADES DA ÁGUA - Alexssandro G. Becker, Thaylise V. Parodi, Carine Colpo, Rosélia M. Spanevello, Margarete D. Bagatini, Amanda M. Fiorenza, Maria R. C. Schetinger, Vera M. Morsch, Bernardo Baldisserotto ATIVIDADE DE MALTASE E AMILASE EM JUVENIS DE JUNDIÁ ALIMENTADOS COM DIFERENTES PROPORÇÕES DE AMILOSE/AMILOPECTINA - Suziane Martinelli, Fabio A. Pedron, Cristiano C. Ferreira, Marco A. DellaFlora, Vania L. Loro, João Radünz Neto... 8 AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE DO EUCALIPTOL NA INDUÇÃO DE ANESTESIA EM JUVENIS DE JUNDIÁ - Eduarda Z. Gai, Clarissa G. Heldwein, Mariane G. Perin, Thaylise V. Parodi, Bernardo Baldisserotto, Berta M. Heinzmann... 9 COMPORTAMENTO DE JUVENIS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) EM RESPOSTA ÀS SUBSTÂNCIAS DE ALARME INTRA E INTERESPECÍFICAS - Carina Vogel, Carla Lang, Paula Weber e Bernardo Baldisserotto COMPOSIÇÃO CORPORAL E DEPOSIÇÃO DE NUTRIENTES EM JUVENIS DE JUNDIÁ ALIMENTADOS COM INGREDIENTES ENERGÉTICOS VEGETAIS - Viviani Corrêia, Cristiano C. Ferreira, Giovani T. Bergamin, Suziane G. Martinelli, Daniel Maschio, João Radünz Neto COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE FILÉ DO JUNDIÁ (Rhamdia quelen) ALIMENTADOS COM DIETA ENRIQUECIDA DE ÓLEO DE LINHAÇA - Vanessa B. Viera; Juliana B. Rodrigues; Luciano O. Garcia; Fábio de A. Pedron; Giovani T. Bergamin; Claudia S. da Rosa; Bernardo Baldisserotto COMPOSIÇÃO CENTESIMAL E ANÁLISE DE COR DE FILÉS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) TRATADOS POST MORTEM COM EXTRATO DE Lippia alba - Ana P. L. Veeck; Bruna Klein; Vinícius Amaral; Vanessa Knapp, Amanda R. Ruviaro; Andréia Quatrin, Tatiana Emanuelli CRESCIMENTO COMPARATIVO ENTRE JUVENIS DIPLÓIDES E TRIPLÓIDES DE Rhamdia quelen - Jhon E. Jimenez, Ana Carolina V. Zanandrea 4, Marcos Weingartner, Evoy Zaniboni-Filho CRESCIMENTO E SOBREVIVÊNCIA DE ALEVINOS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) SUBMETIDOS A DIETAS COM DIFERENTES ÍNDICES DE PROTEÍNA ANIMAL E VEGETAL - Alvaro Graeff; Raphael L. Serafini CRESCIMENTO E SOBREVIVÊNCIA DE PÓS-LARVAS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) SUBMETIDAS A DIFERENTES DENSIDADES DE ESTOCAGEM NO PERÍODO DE ALEVINAGEM - Raphael L. Serafini; Alvaro Graeff DESARROLLO ONTOGÉNICO DE LA COLUMNA VERTEBRAL Y DEL ESQUELETO CAUDAL EN LARVAS DE Rhamdia quelen BAJO CONDICIONES DE CULTIVO - David R. Hernández, Carlos H. Agüero, Sebastián Sánchez; Alfredo O. González; Hugo A. Domitrovic... 17 3 DESEMPENHO E NÍVEL DE CORTISOL PLASMÁTICO DE JUVENIS DE JUNDIÁ E CARPA HÚNGARA EM DUAS DENSIDADES DE ESTOCAGEM - Alexandra Pretto, Viviani Corrêia, Fernanda R. Goulart, Suzete Rossato, Bruno B. Loureiro, Leila P. Silva DESEMPENHO E RENDIMENTO DE CORTES DE JUNDIÁ, CARPA HÚNGARA E CARPA CABEÇA GRANDE CULTIVADOS EM TANQUES-REDE - Marco A. Della Flora, Jaqueline I. Golombieski, Daniel Próis, Felipe Tonetto, Naglezi Lovatto, Leila P. da Silva DESEMPENHO ZOOTÉCNICO, REPRODUTIVO E PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS DE FÊMEAS DE JUNDIÁ Rhamdia quelen ALIMENTADAS COM DIFERENTES NÍVEIS DE PROTEÍNA NA DIETA - Ivanir J. Coldebella, João Radünz Neto, Carlos A. Malmman, Leonardo J.G. Barcellos, Cátia A. Veiverberg, Giovani T. Bergamin, Fabio de A. Pedron, Lilian F. Nitz DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS TOXICOLÓGICOS E METABÓLICOS EM JUNDIÁS (Rhamdia quelen) EXPOSTOS A UMA FORMULAÇÃO COMERCIAL DE 2,4- DICLOROFENOXIACÉTICO (2,4D) - Bárbara Clasen, Vania L. Loro, Roberta Cattaneo, Alexandra Pretto, Charlene C. Menezes DISTINTOS BIOTIPOS DE LARVAS DE Rhamdia quelen. EFECTO SOBRE LOS PARAMETROS BIOMETRICOS - Santinón, Juan J.; Hernández, David R.; Sánchez, Sebastián; Domitrovic, Hugo A EFEITO DA GELATINIZAÇÃO E DA RELAÇÃO AMILOSE/AMILOPECTINA DO AMIDO NO CRESCIMENTO DO JUNDIÁ - Glauber Possani, Fabio A. Pedron, Lucas Nunes, Bruno Ferrigolo, Giovani T. Bergamin, Leila P. Silva EFEITO DA POLPA DE RESÍDUOS DA FILETAGEM DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) NAS PROPRIEDADES QUÍMICAS E SENSORIAIS DE FORMULAÇÕES DE SALSICHA MISTA - Jaqueline Piccolo; Alberto M. Santos; Vanessa Knapp; Ana P. L. Veeck; Ernesto H. Kubota; Tatiana Emanuelli EFEITO DA POLPA RESÍDUOS DA FILETAGEM DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) NO PERFIL LIPÍDICO DE SALSICHAS MISTAS COM TEOR DE GORDURA CONVENCIONAL E REDUZIDA - Jaqueline Piccolo; Alberto M. Santos; Vanessa Knapp; Ana Veeck; Ernesto H. Kubota; Tatiana Emanuelli EFEITOS SOBRE PARÂMETROS METABÓLICOS E TOXICOLÓGICOS DE JUNDIÁS (Rhamdia quelen) EXPOSTOS À FORMULAÇÃO COMERCIAL DO HERBICIDA 2,4- DICLOROFENOXIACÉTICO (2,4-D) - Roberta Cattaneo, Milene B. da Fonseca, Vania L. Loro, Alexandra Pretto, Bárbara Clasen, Charlene C. de Menezes, Bibiana S. Moraes EVALUACIÓN DEL DESEMPEÑO DE LARVAS DIPLOIDES Y TRIPLOIDES DE JUNDIA (Rhamdia quelen) - Jhon E. Jimenez, Rodrigo Stallbohm, Marcos Weingartner, Evoy Zaniboni-Filho EXTRATO DE PRÓPOLIS COMO PROMOTOR DE CRESCIMENTO PARA O JUNDIÁ - Juliano Uczay, Rafael Lazzari, Patrícia I. Monbach, Dirleise Pianesso, Taida J. Adorian, Junior A. Decarli FONTES LIPÍDICAS DA DIETA NO CRESCIMENTO DE JUVENIS DE JUNDIÁ - Patrícia I. Monbach, Rafael Lazzari, Dirleise Pianesso, Taida J. Adorian, Juliano Uczay, Junior A. Decarli, Fabio A. Pedron FONTES LIPÍDICAS VEGETAIS NA DIETA ALTERAM A COMPOSIÇÃO CORPORAL DO JUNDIÁ NA FASE INICIAL - Dirleise Pianesso, Rafael Lazzari, Patrícia I. Monbach, Taida J. Adorian, Juliano Uczay, Junior A. Decarli, Cátia A. Veiverberg... 30 4 FONTES PROTÉICAS ALTERNATIVAS NA ALIMENTAÇÃO DO JUNDIÁ: COMPOSIÇÃO CORPORAL E DO FILÉ - Luciana V. Siqueira, Cátia A. Veiverberg, Bruno Z. Ferrigolo, Bruno B. Loureiro, Denize Tysca, João Radünz Neto FONTES PROTÉICAS ALTERNATIVAS NA ALIMENTAÇÃO DO JUNDIÁ: ENZIMAS DIGESTIVAS - Cátia A. Veiverberg, Alexandra Pretto, Suzete Rossato, Luciana V. Siqueira, Denize Tysca, João Radünz Neto FONTES PROTÉICAS ALTERNATIVAS NA ALIMENTAÇÃO DO JUNDIÁ: RENDIMENTO DE CORTES E ÍNDICES CORPORAIS - Lucas M. C. Nunes, Cátia A. Veiverberg, Suziane G. Martinelli, Naglezi M. Lovatto, Glauber Possani, João Radünz Neto 33 INCIDENCIA DE MALFORMACIONES ÓSEAS DE LA COLUMNA VERTEBRAL Y DEL ESQUELETO CAUDAL EN LARVAS DE Rhamdia quelen.- David R. Hernández, Juan J. Santinón, Sebastián Sánchez, Juan P. Roux, Hugo A. Domitrovic PARÂMETROS SANGUÍNEOS EM ESPÉCIMES DE JUNDIÁ, Rhamdia quelen, ADAPTADOS A DIFERENTES SALINIDADES DA ÁGUA - Alexssandro G. Becker, Thaylise V. Parodi, Carine Colpo, Amanda M. Fiorenza, Bernardo Baldisserotto PARÂMETROS DE ESTRESSE OXIDATIVO EM JUNDIÁS (Rhamdia quelen) EM RESPOSTA AO FUNGICIDA TRIFENIL - Charlene C. de Menezes, Bárbara Clasen, Roberta Cattaneo, Vania L. Loro, Thais Lópes, Jossiele Leitemperger ph PREFERENCIAL EM Rhamdia quelen ACLIMATADOS EM DIFERENTES NÍVEIS DE ph - Ana P. K. Riffel, Luciano O. Garcia, Bruna Bertagnolli, Bruna R. S. Corrêa, Francine C. de Ré, Francis M. B. Zambra, Greice Lubini, Marcela C. Pires, Sinara Jardim, Bernardo Baldisserotto PRODUÇÃO DE MONOSEXO DE JUNDIA Rhamdia quelen, ATRAVÉS DO USO DE ESTRÓGENOS PARA A FEMINILIZAÇÃO - Karen C.Cechinel, Hilton A. Junior, Silvano Garcia, Giovanni L. Mello PROPORÇÃO DE AMILOSE/AMILOPECTINA NA DIETA DO JUNDIÁ: METABÓLITOS NO FÍGADO - Giovani T. Bergamin, Fabio A. Pedron*, Alexandra Pretto, Jossiele W. Leitemperger, Vania L. Loro, Leila P. Silva PROPORÇÃO DE AMILOSE/AMILOPECTINA NA DIETA DO JUNDIÁ: METABÓLITOS NO MÚSCULO - Daniel Maschio, Fabio A. Pedron, Viviani Corrêia, Jossiele W. Leitemperger, Vania L. Loro, Leila P. Silva RELAÇÃO ENTRE TAMANHO DO JUNDIÁ E EFICÁCIA DO MS-222 COMO AGENTE ANESTÉSICO - Luciane T. Gressler, Ana Paula K. Riffel, Thaylise V. Parodi, Sílvio T. da Costa, Bernardo Baldisserotto RESPOSTA GLICÊMICA DE JUVENIS DE JUNDIÁ ALIMENTADOS COM DIFERENTES PROPORÇÕES DE AMILOSE/AMILOPECTINA - Fabio A. Pedron, Viviani Corrêia, Cristiano C. Ferreira, Suzete Rossato, Daniel Maschio, Leila P. Silva... 42 5 ADITIVOS ORGÁNICOS EN LAS RACIONES DE JUVENILES DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen). EFECTO SOBRE EL CRECIMIENTO Y LA SUPERVIVENCIA. (*) David R. Hernández, Sebastián Sánchez, Juan J. Santinón y Hugo A. Domitrovic. Instituto de Ictiología del Nordeste, Facultad de Ciencias Veterinarias, Universidad Nacional del Nordeste. Sgto. Cabral 2139, (3400) Corrientes, Argentina. La piscicultura es una actividad que en la última década adquirió importancia en el NEA debido a la incorporación de nuevas tecnologías de producción, la realización de numerosos estudios científicos que permiten optimizar los recursos disponibles, y la constante y creciente demanda de sus productos por el mercado consumidor. En jundiá, la mayoría de los estudios realizados apuntan a evaluar los requerimientos nutricionales de los peces desde el estadio larvario, optimizar las condiciones físicas y químicas del agua y disminuir las incidencias del estrés, con el fin de aumentar el crecimiento y la supervivencia. En este sentido, se abordaron estrategias tales como la elaboración de raciones adecuadas para cada categoría, el incremento de las densidades de cultivo y mejoras en los sistemas de cría, entre otros. Como en otras especies de peces, las condiciones de cultivo en altas densidades y las variaciones en la calidad del agua, generan en los organismos un estrés constante que se traduce en disminuciones en las tasas de crecimiento y de la eficiencia alimenticia, favoreciendo la ocurrencia de enfermedades. Para evitar estos inconvenientes, numerosos estudios se centraron en el uso de suplementos alimenticios dirigidos a identificar alternativas que favorezcan el crecimiento, la salud y la capacidad de resistir enfermedades por parte de los peces. Entre las alternativas más utilizadas se encuentra la adición de probióticos, acidificantes orgánicos, extractos de levaduras y otros estimuladores de crecimiento en las dietas con el objeto de promover el bienestar de los organismos cultivados. Con estos antecedentes, se propuso evaluar el efecto de tres alimentos diferentes, uno de ellos suplementado con un reparador metabólico a base de flavonoides y el otro con una combinación de ácidos orgánicos y pared de levadura, sobre parámetros de crecimiento y supervivencia en juveniles de R. quelen. Se utilizaron nueve lotes de 42 ejemplares repartidos en tanques de mampostería a cielo abierto de 16 m 3. Se evaluaron tres tratamientos alimentarios: A: control, B: FLAVOXIN, y C: UNIWALL MOS 50, los que se asignaron a los 9 estanques de acuerdo a un diseño en cuadrado latino 3x3, donde las filas y columnas se consideraron para controlar el efecto de la incidencia lumínica (eje este-oeste) y de los vientos (eje norte-sur). Cada formulación contenía levadura de pan 57%, huevo de pescado 35%, lecitina de soja 2% y premix vitamínico-mineral 6%, en los tratamientos B y C se adicionó los probióticos FLAVOXIN y UNIWALL MOS 50 al 2%, respectivamente, asignándose tres réplicas por cada uno. El experimento tuvo una duración de 60 días. Al finalizar la experiencia se procedió a la evaluación de los parámetros biométricos, tasa de crecimiento específica (TCE), porcentaje de supervivencia (S) y biomasa final (BF). El análisis estadístico de los resultados obtenidos, permitió detectar una importante influencia de las columnas (P 0,05), al tiempo que las filas presentaron valores muy cercanos a la significación (P = 0,051). La eliminación de la variabilidad aportada por filas y columnas permitió detectar diferencias significativas entre tratamientos solamente para el porcentaje de supervivencia, estimándose guarismos estadísticamente superiores para los grupos B y C respecto del control, evidenciando que la adición de los aditivos orgánicos mejora la supervivencia de los peces (P 0,05). Cabe destacar finalmente que se repitió el análisis estadístico de los resultados obtenidos mediante un ANOVA a una vía y no pudieron detectarse diferencias entre tratamientos, lo que evidencia la utilidad del diseño experimental utilizado en el presente trabajo, al tiempo que indica la necesidad de considerar la mayor cantidad de variables en ensayos a realizarse en estanques, ya que las condiciones ambientales no pueden controlarse como en experiencias de laboratorio. (*) Financiamiento Laboratorio Vetanco S.A. 6 ATIVIDADE DA ACETILCOLINESTERASE EM ESPÉCIMES DE JUNDIÁ, Rhamdia quelen, ADAPTADOS A DIFERENTES SALINIDADES DA ÁGUA Thaylise V. Parodi 1, Alexssandro G. Becker 1, Carine Colpo 1, Jamile F. Gonçalves 2, Amanda M. Fiorenza 3, Fátima H. Abdalla 3, Maria Rosa C. Schetinger 2,3, Vera M. Morsch 3, Bernardo Baldisserotto 1 1.Departamento de Fisiologia e Farmacologia, UFSM; 2. Departamento de Bioquímica, UFRGS; 3. Departamento de Química, UFSM. O jundiá (Rhamdia quelen) é uma espécie nativa estenoalina encontrada principalmente na água doce. Entretanto, a realização de estudos nos quais seja avaliada a capacidade de adaptação à salinidade é de grande importância para o melhor entendimento da fisiologia desta espécie. Portanto, o objetivo deste trabalho foi verificar a atividade da enzima acetilcolinesterase (AChE, E.C ) em cérebro total e sangue de juvenis de jundiá adaptados a diferentes salinidades da água. Espécimes de jundiá (328,7 ± 21,4g; 28,9 ± 1,3cm) foram adquiridos de uma piscicultura da região de Santa Maria e transportados ao Laboratório de Fisiologia de Peixes/UFSM, sendo mantidos em aclimatação durante uma. Os espécimes de jundiá foram gradualmente adaptados as diferentes salinidades da água (0, 4 e 8 g/l de sal marinho), sendo posteriormente mantidos durante 10 dias em cada uma delas. Após o período de adaptação à respectiva salinidade, amostras de sangue foram obtidas da veia caudal por meio de seringas (3 ml) contendo EDTA, as quais foram mantidas em recipiente com gelo e logo em seguida, uma alíquota (40 µl) deste sangue foi separada e diluída em 4 ml de solução hemolisante contendo TRITON X 100. A atividade da AChE sanguínea foi expressa em mu/µmol Hb. Após a coleta de sangue, os animais foram submetidos à eutanásia por meio de secção da medula espinhal com a finalidade de retirar o cérebro total o qual foi transferido para tubos de ensaio contendo 2mL de Tris HCl 10 mm ph 7,4, homogeneizado e em seguida centrifugado (1000 g por 10 minutos). O sobrenadante obtido foi utilizado pra verificação da atividade da AChE cerebral, a qual foi expressa em µmol AcSCh/h/mg de proteína. Os dados foram analisados por ANOVA de uma via seguido do Teste de Tukey utilizando o software Statistica ver. 5.1 (StatSoft, Tulsa, OK), com nível de significância de 5% ( P 0,05). A atividade da AChE sanguínea não apresentou diferença significativa com a alteração de salinidade. Por outro lado, a atividade da AChE cerebral diminuiu significativamente com o aumento da salinidade. Pode se sugerir a partir dos resultados obtidos que a inibição da atividade da AChE cerebral seja uma resposta a uma situação de estresse gerado pela exposição dos animais a diferentes salinidades. Além disso, sabe-se que o aumento de radicais livres pode prejudicar o funcionamento desta enzima e estas mudanças na atividade da AChE indicam que os peixes estão iniciando uma condição de adaptação fisiológica para sobreviverem a este ambiente salino. Palavras-chave: AChE, cérebro, sangue, jundiás. Apoio Financeiro: CNPq, CAPES, FAPERGS. ATIVIDADE DA NTPDase EM ESPÉCIMES DE JUNDIÁ, Rhamdia quelen, ADAPTADOS A DIFERENTES SALINIDADES DA ÁGUA Alexssandro G. Becker 1, Thaylise V. Parodi 1, Carine Colpo 1, Rosélia M. Spanevello 2, Margarete D. Bagatini 2, Amanda M. Fiorenza 2, Maria R. C. Schetinger 2, Vera M. Morsch 2, Bernardo Baldisserotto 1 1.Departamento de Fisiologia e Farmacologia, UFSM; 2. Departamento de Química, UFSM. Ecto enzimas capazes de hidrolisar ATP e ADP (NTPDases) estão presentes no sistema nervoso central (SNC) de várias espécies de animais, inclusive em peixes. Em vista disso, este trabalho objetivou verificar a atividade da enzima NTPDase (ecto-nucleosídeo trifosfato difosfohidrolase ou apirase, E.C ) em cérebro total de juvenis de jundiá adaptados a diferentes salinidades da água. Os exemplares de jundiá (328,7 ± 21,4g; 28,9 ± 1,3cm) foram adquiridos de uma piscicultura da região de Santa Maria e transportados ao Laboratório de Fisiologia de Peixes/UFSM, sendo mantidos durante uma semana em aclimatação às condições de laboratório. Os peixes foram gradualmente adaptados as diferentes salinidades da água (0, 4 e 8 g/l de sal marinho), sendo posteriormente mantidos durante 10 dias em cada uma delas. Após o período de adaptação à respectiva salinidade, os animais foram submetidos à eutanásia por meio de secção da medula espinhal com a finalidade de retirar o cérebro total. A atividade da NTPDase foi determinada utilizando meio de reação contendo 5 mm KCl, 1,5 mm CaCl 2, 0,1 mm EDTA, 10 mm glicose, 225 mm sacarose e 45 mm Tris HCl, ph 8,0, em volume final de 200 µl. Primeiramente, 20 µl de material enzimático (8-10 µg de proteína) foi adicionado ao meio de reação e pré incubado por 10 min a 37ºC. A reação foi iniciada pela adição de ATP ou ADP em concentração final de 1,0 mm e prosseguida por 20 min. A atividade da enzima NTPDase foi expressa em nmol Pi/min/mg de proteína. Os dados foram analisados por ANOVA de uma via seguido do Teste de Tukey utilizando o software Statistica ver. 5.1 (StatSoft, Tulsa, OK), com nível de significância de 5% (P 0,05). A hidrólise de ATP não foi significativamente alterada com o aumento da salinidade. Por outro lado, a hidrólise de ADP foi significativamente aumentada com o aumento da salinidade da água. Estes resultados indicam que no cérebro de peixes submetidos ao estresse por salinidade ocorreu aumento da concentração de AMP através da degradação de ADP. Estudos posteriores serão realizados para este mesmo modelo de estresse com a finalidade de avaliarmos a atividade da enzima 5 - nucleotidase a qual hidrolisa AMP em adenosina, um importante nucleosídeo neuromodulador que poderia atuar protegendo o SNC destes peixes de possíveis complicações neurológicas. Palavras-chave: NTPDase, cérebro, NaCl, jundiás. Apoio Financeiro: CNPq, CAPES, FAPERGS. 7 8 ATIVIDADE DE MALTASE E AMILASE EM JUVENIS DE JUNDIÁ ALIMENTADOS COM DIFERENTES PROPORÇÕES DE AMILOSE/AMILOPECTINA Suziane Martinelli 1, Fabio A. Pedron 1 *, Cristiano C. Ferreira 1, Marco A. DellaFlora 1, Vania L. Loro 2, João Radünz Neto 1 1 Laboratório de Piscicultura Departamento de Zootecnia/UFSM-RS 2 Laboratório de Bioquímica Adaptativa Departamento de Química/UFSM-RS Avenida Roraima, nº 1000, CEP , Santa Maria/RS * A atividade das enzimas digestivas é diferente conforme o substrato ao qual o trato intestinal esta adaptado. Peixes em geral apresentam capacidade adaptativa da produção de enzimas com variações na sua alimentação. O amido apresenta diferentes formas moleculares, que são a amilose (cadeia linear de glicoses unidas por ligações α 1-4) e a amilopectina (cadeia ramificada de glicoses unidas por ligações α 1-4 e α 1-6). Essas diferentes formas apresentam diferentes velocidades de digestão, o que pode causar alterações na atividade enzimática dos peixes, principalmente em relação a enzimas glicolíticas. Com isso, o objetivo do trabalho foi avaliar a atividade de maltase e amilase no jundiá (Rhamdia quelen) alimentado com diferentes proporções de amilose/amilopectina na dieta. Os peixes foram criados em sistema de recirculação de água constituído de 12 tanques de 280L, com 20 peixes por tanque e peso inicial de 34,3±4,3g, durante 60 dias. Foram testadas três dietas variando nas proporções de amilose/amilopectina do amido: 417=com 26% de amilose, 416=com 16% de amilose e MOCHI=com 0% de amilose. Os peixes foram alimen
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