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Administração dos Sistemas de Informação

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1 lntormacao 1.1 0 que ~~ J1lt_~~ 0 Conceitos Basicos para Gerenciamento da e urn modelo? Uma consideracao essencial para a cornpreensao do gerendamento da inrcrrnacao consiste no entendimento dos modelos de declsao, rnsnsuracao e tntorrnacao, bem como na analise do modo que impactam entre si e sao lrnpactados. Antes de caracteriaar esses modelos de forma individualizada, necessario conceituar a palavra mode/a. faz-se Desenvolver 0 conhecimento, rnuitas vezes, implica trabathar com abstrac
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  1 ~~J1lt_~~ Conceitos Basicos para 0 Gerenciamentoda lntormacao 1.1 0 que e urn modelo? Umaconsideracaoessencialparaacornpreensaodogerendamentodainrcrrnacaoconsistenoentendimentodosmodelosdedeclsao,rnsnsu-racaoetntorrnacao,bemcomonaanalisedomodoqueimpactamentresi esao lrnpactados.Antesdecaracteriaaressesmodelosdeformaindividualizada,faz-senecessarioconceituarapalavra mode/a. Desenvolver 0 conhecimento,rnuitasvezes,implicatrabatharcomabstracossdanatureza.ParaasfinalidadesdesteIlvro,essasabstracoasrepresentamrnodelos.Urnmodelorepresenta OU descreveoselementosrelevantesdeurnprocessooudeumasituacaoeasinteracoesexistenlesentreeles.Pe-leias 1 afirmaque a partirdaescolhad,eurngrupodevarfavelseumeespecfficar;aodesuas uuer-retecoee, projetadaspararepresenterurnptocesso ou sistemareal,totaloupareia/menle,ummodele e a oescticeo dofuncionarnentodeumsistema,representandournaoonstruceoemparticular,ufilizando·sedateorle,aqualIheservecomosuporte concettuer. Aconcepcaodeurnmodelolemporffnalldadefacilltar 0 entendimen-toeamanlpulacaodasrelacoesqueocorrementreasdiversasvariavelsqueintegramumsistemaouprocesso,abstrafdasdeumarealidade. 1.PELEIAS.lvarnRicardo. Avalla;;liodeaesempenro: urnenfoquedegestaesconoml-ca.Dlssartacao(Meslradoj-FaculdadedeEconornla.Adminislrao;aoeContabilidad9.SaoPaulo: Unr versldacedeSaoPaulo.1992.p.30.  18 GERElI:crAI.!ENTODArNFOR~.'A~AO o arquiteto,pormeiodeuma maquete ,visuatizaacasaasercons-lruida.Dessalorma,eleconsegueobservarmelhoroselementoseinter-relacoesemanahseseperceberquaisasrnudancasquedevemserIeitas, o gestor,pormeiodeurnmodelodeorqanizacao,podecompreen-dermelhoraeslruturaeasrelacoescomplexas,e,porconsequencia,asmudancasaseremestudadaseimplementadasnaorqanlzacao.Acontabilidade,hamuitotempo,vernusandoatecnicadaconstru-yaodemodelos.Urnexemploquepermitevisualizar 0 usadeurnmodele e 0 balancepatrimonial,queterncomoprincipalobjetivodemonstrarasi-tuacaopatrimonial-financeiradaempresaemdeterminadomomento.Ou-troexemplo e ademonstracaoderesultados,cujomodelelemporlinali·dadeidentiticarasrnudancasocorridas,entredoisbalances,nopatrirnonioliquido.Deimediato,observa-seque 0 usadeurnmodele traz vantagensedesvanlagenspara 0 usuarlo,Noqueconcemeasvanlagens,entreelas,podem-seapontarasseguintes:ãemergesobaformagnilica.pararepresenlara realidadeaprendida emdaterminadomomonto;ãsimplificaa visualizacao daamplitudedas variavals semalterara essen- cia; ãnjudnn Idolllllrcnr vruias IOIn0;:6us possrvorsnntruos 011111101110'; ria rO;III- dodo; ãpormite comproondor rolacocscornploxas: ãservocomobasepara ostabelecsreaprirnorarparametres. o desenvolvimcntoeauutizacaodemodelostarnbernapresentamalgumasdesvantagens,asaber: ãlimitacoesnaidonnncacno do todas as vanavoisrotevantes, quo inlluen- ciamemdetsrmlnadasituacao:ãproblemasnadefinio;:aoprecisadaspropriedadesaseremmensuradasenoesoecuicaeaodeprocedimenlosparatal:ãdificuldadesdeenlendimentoentreasprovedoreseasusuariesdainlor- maeao, Apesardisso,urnmodelocaracteriza-secomoumaimportanteterra-mentaparaconceberalgoerepresenlar,sirnularouidealtzaressarealida-depormeiodeobjetos,f1uxos,ideiasoupalavras,poiselesumarizaosetoitoserelacionamenlosmaisrelevantesdedeterminadasituacaoouproblemaespecilico. CONCEITOSBASICOSPARA0GERHJCIAI/,ENTODAINFORMAyAO 19 1.2Modelodedeclsao Oecisoesdizemrespeito a identiflcacaodocursodeeventostuturos.Umeventopodesercaracterizadocomoumaclassedetransacoes,porexemplo,umconjunlohornoqeneodetransacoesdecompras(aordemdecompra, 0 levantarnentodeprecos,aformadepagamento, 0 prazodeen-tregaetc.)forma 0 eventocompras(comprasdemateriais).Guerrelro''destacaque o modelodedecisiiodeveserespecificoparacadanaturezadeeventoecorresponderaoprocessotiecisorlofogicoulilizadopelogestor, 0 qualnorteia a escolhadeaflemalivas . Aconfigura!iaodomodelodedecisao e apresentadanaFigura1.1. I[ I EVENTO I !~ I--:-A----=LTc-::E-=-RN,--:-A:-TCC IV-Gj ! I[B[~ 0 eM I 1 I MODELOOEl -- .1 OTIMIZACAO00 I DECISAo 1 ' I RESULTAoO j ã l SISTEMADEINFORMA~OES j 1 j ----y------- j AVALIACAOOASALTEANATIVASSELECAOAiA'l ,- k Al An 1-)- RESULTAoO RI ResulladoResulladoBesultadoAesullado R, R2 R:J An R,,>RI '>_ãã ,>R n -- Fanta:CATELLI.Armando, NotesaoEluradadisc/plinaAnJ/isf)deCustos Sao Paulo: FENUSP.1992(auaptado). Figura1.1 Mode/odedecisso. Observa-se,pois,que 0 processodelomadadedecisoespressupoeaexistenciadealternativasvlaveise,portanto,disponiveispara 0 gestor. 2.GUERREIRO.Reinaldo.A meladaempress: seualcancesamrnisterlos. Sao Paula:Atlas, 1996.p,99,  20 GERENCIA!.lENTODAINFORMACAO Pressupoe,tarnbern,umadecisaoeletivatornadaque,em 0 sendo,irnpli-ca 0 abandonodasdemaisalternativas.Todavia,paraefeitosdeavalia-<;aodedesempenhodosgestoresedaanalisedoresultadodaareaderesponsabilidade,podeserutlladotar,comourndosparametres.asalter-nativasabandonadas.GlautiereUnderdowrr'explicitamque 0 processodetomadadedeci-seespodeservistocomoumasequencia16gicadeeventoseanalisadopelasseguinleslases:ãreconheceraexistenciadeurnproblemaouanecessidadedetornaruma decisao: ãdelinirtodasasaltemativasdesolucaopara 0 problema;ãcoletartodasaslnlormacoesrelevantesparaasalternativasdesolucao:ãavaliareclassiticar 0 meritodasaltemativasdesolucao:ãdocldirsobroamolhornltorn tivadosotucuo,solocionnndoarnrusbom clnssittcada: ãvalidaradocisaopormeiodaslntormacoesde toeatmck. Houvesseessalacllidade,porcertonaoseriataocomplexocaracte-rizarosmodelosdecis6riosdosgestores.Urndoslatoresquecontribuiparadilicultarestatarefa, e que 0 tomadordedecisoespodetermaisdeumatuncao-obletlvoamaximizar.Entretanto,arnatordtliculdade,certa-mente,residenograudeincertezaemretacaoaofuturo,namaioriadassltuacoesdetomadadedeclsoes,Dilerentesmodelosdedeclsaopoderaoseradotados,deacordocomanaturezadasltuacaodecis6ria.Aescolhadomodelomaisadequa-dodependeradoconjuntodevariaveisenvolvidas,dograudecontroleso-breasvarlaveis,doniveldecertezaassociado a decisao,dosobjetivosdodecisor,entreoutroslatores.0Ouadro 1.1 evidenciadiferentestiposdemodelodedecisao.Note-sequeosdiversostiposdemodelodedecisaoencontram-sedisponfveisnaliteratura.Entao,aquelaraaditerenca e aopcaoadotadapelotomadordedecisoes.Logo,seuinstrumentaltecnico,ouseja,suacapacidadedeestabelecerasmaiscomplexasrelacoesdeanaliseparadetermlnadosmodelos, e fundamental.Issoternimplicac;:6esnaformacaodogestor,nosentidodebuscarumamultidisciplinaridadedeconhecimento. 3.GLAUTIER.M.W.E.,UNDERDOWN.B. Accoun~'ng: theoryandpractice.Londres;Pitman.t976.p.30. CONCEITOSBASICOSPARA0GERENCIAMENTODAINFORMACAO 21 Quadro 1.1 Tiposdemoaetodeaeclseo. TiposCaracteriza~aoModelosdedsclsaoSaomodelosquepermitemaformula aoeavaliacaode slmutacao dealternativas,antesdalmplernentacaodequalquer tJy delas.0decisorpodecriarcenariosfuturospossiveisetestaralternativas.:ModelosdedeclsaoEssesmodelossaoestruturados.geralmenle,porre- i de otlrnizacao tJy laccesmaternatlcas.paraselecionarurnaunicaaltar-nativaotlrna,tendocomoorientacaoafunr;ao-objeli-vododecisor. 1 ModelosdedsclsaoSaoaquelesquepormeioderetinas,geralrnente i heuristicoscornputadorizadas,perrnitemencontrarurnasolucao , ~ satislat6ria.Aheurlstica €I urnconjuntoderegrasde , decisaoqueeliminaaltemativasinadequadaspara J solucaodoproblornascornotoxos. I Fonto:KOTLER,Philip. Adminlsrrill;.aodemarkoting. analise,planejamentoecontrole.3.ed.SiloPaulo:Atlas.1993.p.160-165. Hendriksen dizque,emborasejapossivelestabelecerosmodelosdedecisaocombasenapercepcaodecomoosusuariesefetivamenle 10- mamsuasdecrsoesedequaistntorrnacoeselesnecessitam,esseproce-dimenlopodenaoconduziraosmethoresresultadosporqueasusuariesestaolimitadospelalntorrnacaodisponivelouporquepodemnaoestarusandoosmelhoresmodelosdedecisao.Portanto,aconcepcaodeurnsistemadelnformacoesqueauxilie 0 gestorarnelhorarsuasdecisoesnaodependeapenasdatdentlficacaodosrnodelosdecis6riosdosgestoresedesuasnecessidadesinformati-vas.Muitasvezes,Iaz-senecessariorepensar 0 propriomodelededeci-sao,alerndeutilizarinforma<;aoadicionalparadeterminaraprobabilidadedeocorrenciadecadaestadodanatureza,alimdereduzir 0 problemadaincerteza. 1 \ ! II 'l I 1.3 Modelode rnensuracao Ostomadoresdedecisaoprecisamdemsnsuracoesadequadasparadarsuporteaseusmodelosdecis6rios.Russell 5 explicaquemensu- 4.HENDRIKSEN,EldonS. AccountingIheory. 3.ed.Homewood:RichardD.lrwin.1977.p.117.5.RUSSELL.Bertrand. Principlesofdemathematics. 2.ed.NewYork:Norton,t938.p. 176.  \ 22 GERENCIAI.IENTODAINFORMA<;:AO racaodeumagrandeza(umconjuntodepropriedadesouumobjeto) e, emsentidomaisample,umrnetodonoqualumacorrespondencia(micaereclproca e estabelecidaentretodasoualgumasdasvariedadesdegran-dezasetodosoualgunsdosnurneros(integrais,racionaisoureais,comofor 0 caso).GlauliereUnderdown, usando 0 conceitodeChambers,dizemquernensuracaotemsldodefinidacomoaatribuicaodenurnerosaobjetosdeacordocomregras,especificando 0 objetoasermedido,aescalaaserusadaeasdimensoesdaunidade.Emsatratandodoobjctoasermcdido.osbarra-so,imediatamenle.nofalortempo.Mensurarobjetoseeventospassadosjtt e umatarefacon-sagrudapelacontabilidade.Estruturar,porern,ummodelodernensuracaoquepossaseraplicadoaobjetosoueventosqueaindaestaoporsereali-zar,certamente, e maiscomplexo,vistoqueessasmedidassereferemaeslimativassubjehvase,consequcntemente,menosIidediqnas.En!re!anto,apreclsaoeafidedignidadedospadroesdernensuracaosaodefundamentalimportancianoprocessodefazerrnensuracoesecornparacoesexatas,atimdeproverlntorrnacoesvafidas,confiavels.opropriadas 0 econ6micas,paracadalipodedocisaoasertornada.Vali-desporrepresentarosverdadeirosatributosdosobjetosoueventos-al-vos.Confiaveisdizrespeilo a nao-existenciadeerronoprocessodemen-suracao.Apropriadasestarelacionado a pertinenclaenecessidadedainformacaoparaatomadadedecisoes,Econcrnlcas,emtermosdareia-caocustoxbeneficioqueainformacaoproporciona.Noqueconceme a escalaaserusadanoprocessodernensuracao,sabe-sequeela e bastanlevariada,isto e, arepresentacaodeumatributopodeserfeltadediversasformas.Nocamponumerico,porern,autlnza-<;:aodeumaescalaaltemativas6 e admissfvelseelanaoalteraapreclsao16gicadeumadernonstracaonurnerlca.Porexemplo,escalaspertencen-tesaumamesmacategoria(realed61arougrausCelsiuseFahrenheit)podemserrelacionadasentresl,pormeiodeconversoes.Emseatribuindonurnerospararepresentarumatributodeumobjetoqualquer,faz-seumainteracaoentreconjuntosdenumeroseobjetos.Essaatribuicaodenumerosaobjetosoueventos e viabilizadapelosiste-madernensuracao,.Karn?referequearnensuracaoenvolveavlnculacaodosistemafor-mal, 0 sistemanurnerico,comalgunsaspectosdosobjetosoueventos,pormeioderegrasestabelecidas.EssasregrasconsistememdefiniQaes 6.GLAUTIER,M.W.E.,UNDERDOWN,B. Accounting: theoryandpractice.Londres:Pilman,1976.7,KAM,Vemon. Accountingttieory, NewYork:JOhnWi~ey,1986,o,331. CONCEITOSBASICOSPARA0GEREt~GIAMENTODAINFORMA<;:AO 23 operacionaisparasefazeraconexao.Dessemodo,amensuracaosoocorrequando ha lnter-relacaodecertascaracterlstlcasdosistemanurne-ricocomasrelacoesentreosobjetosoueventos,pormeiodesuaspro-priedades.Portanto,quando 0 modelomatematicoreflete 0 relacionamen-toentreosobjetosoueventos,entaoapropriedadedosobjetosoueventos e consideradamensurada,isto e. umaescalatemsideestabele-cida.Entretan!o,naoesuficienteatribuirnurnerosaobjetosparacaracteri-zarumalributo. E precisodefiniraunidadedemansuracaoaserusadaparaexpressar 0 significadoespecfficodoalvo.Assim,existemlnumerossistemasrelacionaisnurnencosquepodemseratribuldosaumunlcosis-temarotacionalempirico. Eo 0 casodeumarnaquina,emque 0 sistemare-lacionalnumericopoderepresentar 0 valor,comprimento,altura,largura,oupesodarnaquina.Aestruturabasicaqueconsubstancia 0 modeleformaldernensura- cao e aprescntadanaFigura 1.2. r (NAS)SistemaRelacional m:A -> I Numerico: <I, S... ~--------~----~ (ERS) ~J SistemaRelacionatEmpirico: <A, R.>' Conjuntosde numeros: Reais I ou p:, 2,3,',. N) Conjuntos de relacces: Sou (+~) ,Conjuntos deobjetos: 1 ,Aou (a a2,' an) J ! Conjuntosde ralacoas:IRou(O~)_ -m-> Fonte:MOCK,TheodoreJaye. Mmsuremontandaccountingtntommtioncriteria. Florida:AmericanAccounlingAssociation,1976.p.10 11. Figura 1.2 Estruturaoesic«da mensiusceo. Essescomponentesbaslcos.queintegram 0 modeloformaldemen-suracao,tern 0 seguintesignificado:a.sistemarelaclonalempirico(ERS)representaosobjetosqueelstlva-mente serao mensuradoseos varies relacionamentosque ernpirlca- menteexistementreosobjetos(porexemplo, 0 objeto a, podesermaiscompridodoque 0 a2); b.aescaladernensuracaocompreendeummapeamento (m) dosistemarelacionalempiricoemnumericoemque,paracadaobjeto,edetermi-nadainicialmentesomenteumamedidaouumnumeral;ec. 0 sistemarelacionalnumerico (NRS! e compostoporumconjuntodenurneroseumconjuntoderela<;oesnumericas.taiscomo malsque e iguala .
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