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ATIVIDADE FÍSICA E TERCEIRA IDADE: ADERÊNCIA DE IDOSOS À ATIVIDADE FÍSICA EM UMA ACADEMIA DE PONTE NOVA-MG

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ATIVIDADE FÍSICA E TERCEIRA IDADE: ADERÊNCIA DE IDOSOS À ATIVIDADE FÍSICA EM UMA ACADEMIA DE PONTE NOVA-MG RESUMO Samuel Gonçalves Pinto Taylon Silva Arruda de Lima Guilherme Ítalo Nunes de Oliveira Faculdade
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ATIVIDADE FÍSICA E TERCEIRA IDADE: ADERÊNCIA DE IDOSOS À ATIVIDADE FÍSICA EM UMA ACADEMIA DE PONTE NOVA-MG RESUMO Samuel Gonçalves Pinto Taylon Silva Arruda de Lima Guilherme Ítalo Nunes de Oliveira Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ponte Nova O número de indivíduos classificados como idosos tem aumentando cada vez mais nas ultimas décadas e atividade física vem com de encontro a esse grupo como forma a ajudar na manutenção da saúde e independência (KOPILER, 1997). Diante disso, Maciel (2010) citado por De Souza et al. (2015, p.56) diz que o envelhecimento também é um processo gradual, universal e irreversível, pois provoca perda funcional progressiva no organismo e que é caracterizado por diversas alterações orgânicas ele ainda cita exemplos dessas alterações como: redução de equilíbrio, da mobilidade, e induz a modificações psicológicas. Diante disso, o objetivo deste artigo é perceber a importância da atividade física na vida de idosos que aderiram ao programa de musculação em uma academia da cidade de Ponte Nova/MG, uma vez que a atividade física é o meio mais pratico e barato para se prevenir doenças, além de aprimorar e preservar as capacidades funcionais que vamos perdendo ao longo dos anos. O presente estudo de característica exploratória descritiva qualiquantitativa buscou em uma academia da cidade de Ponte Nova/MG coletar o numero de alunos classificados como idosos que aderiram à pratica de atividade física neste espaço no período de seis meses e comparar com o numero dos mesmos que haviam antes. Chegou a conclusão então de que o número de mulheres idosas que aderiram à prática de atividade física nesta academia da cidade de Ponte Nova MG é maior do que a dos homens também idosos, também foi possível perceber que o número de indivíduos que só aderiram a este novo estilo de vida só é maior devido ao fato de seus médicos orientarem a desenvolver tal atividade. No que diz respeito a academia onde foi realizado este estudo, foi possível perceber um aumento de mais da metade do número de alunos que contrataram os trabalhos oferecidos por ela. Palavras chave: Envelhecimento, atividade física, idosos INTRODUÇÃO Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), são considerados idosos em países em desenvolvimento (como o Brasil) indivíduos com idade cronológica igual ou superior à 60 anos e em países desenvolvidos, indivíduos com idade cronológica igual ou maior que 65 anos. O número de indivíduos classificados como idosos tem aumentando cada vez mais nas ultimas décadas e atividade física vem com de encontro a esse grupo como forma a ajudar na manutenção da saúde e independência (KOPILER, 1997). O envelhecimento biológico é um processo inevitável, ele começa a se a dar Sinai em nosso organismo influenciando em fatores como a perda da massa muscular e a diminuição das capacidades físicas dos mesmos. Diante disso, Maciel (2010) citado por De Souza et al. (2015, p.56) diz que o envelhecimento também é um processo gradual, universal e irreversível, pois provoca perda funcional progressiva no organismo e que é caracterizado por diversas alterações orgânicas ele ainda cita exemplos dessas alterações como: redução de equilíbrio, da mobilidade, e induz a modificações psicológicas. Pensando em tais traumas que podem ser causados pelos efeitos do tempo, Neri (1993) diz que para se atingir uma velhice satisfatória é necessário uma qualidade de interação entre os indivíduos em transformações, relacionando numa sociedade em mudança. A Organização Mundial da Saúde (OMS, 2006), citada por Maciel (2010, p.1024), diz que um dos componentes mais importantes para se obter uma boa saúde está no estilo de vida dos indivíduos os mesmos citam exemplos como: alimentação, uso de drogas lícitas e/ou ilícitas, prática de atividades físicas regulares, dentre outros. Para Clarck e siebens (2002), citados por Soares (2007, p.10): o processo de envelhecimento e o aumento da expectativa de vida demandam ações preventivas, restauradoras e reabilitadoras, já que desencadeiam alterações nas funções orgânicas e vitais da população, ou seja, paulatinamente, ocorre a perda da capacidade de adaptação do organismo devido à interações de fatores intrínsecos (genéticos), que não são passiveis de intervenção e extrínsecos (ambientais), sobre os quais se pode intervir. SOARES (2007), sobre a atividade física na terceira idade: reduz o risco de quedas, pois mantém a flexibilidade das articulações e a força, o equilíbrio e a coordenação muscular. Os exercícios de relaxamento e de alongamento também são importantes durante o envelhecimento, quando a pessoa está mais sujeita ao enrijecimento dos músculos e das articulações. Seguindo esse raciocínio, Campos; Neto (2004) citados por Silva et al. (2012, p.2) diz que atividade física na forma de exercícios que possam tanto recuperar como conservar as capacidades funcionais, é fundamental para qualquer ser humano independente da fase de vida em que ele se encontra. OBJETIVO OBJETIVO GERAL Perceber a importância da atividade física na vida de idosos que aderiram ao programa de musculação em uma academia da cidade de Ponte Nova/MG. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Quantificar os idosos que aderiram à prática de atividade física em uma academia da cidade de Ponte Nova/MG no período de seis meses; Identificar os motivos que levaram os idosos à pratica de atividade física nesta academia; JUSTIFICATIVA A atividade física é o meio mais pratico e barato para se prevenir doenças, além de aprimorar e preservar as capacidades funcionais que vamos perdendo ao longo dos anos. Para justificar esta afirmativa, este trabalho busca apresentar a crescente de aderência dos idosos à pratica de atividade física. METODOLOGIA O presente estudo de característica exploratória descritiva qualiquantitativa buscou em uma academia da cidade de Ponte Nova/MG coletar o numero de alunos classificados como idosos que aderiram à pratica de atividade física neste espaço no período de seis meses e comparar com o numero dos mesmos que haviam antes. Juntamente com tais dados coletados, foi aplicado um questionário para saber os motivos que levaram tais indivíduos à praticar atividade física neste espaço. Após coletados os dados, foram apresentados e discutidos ao longo deste trabalho. Os objetivos deste trabalho foram apresentados aos responsáveis da academia que assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) autorizando a pesquisa no estabelecimento. NO segundo momento, foram abordados os indivíduos que de forma voluntaria, aceitaram participar da pesquisa e assinaram o TCLE após terem ciência e entenderem os objetivos desta pesquisa. REFERENCIAL TEÓRICO A atividade física e o idoso Segundo Telles et al. (2014, p.85), O advento das atividades físicas, impulsionado pelos conceitos da promoção da saúde nos últimos trinta anos, tem se tornado recorrente nas discussões que atrelam de forma significativa às condições de vida e de saúde da população. ACOB FILHO (2006), afirma que vivemos, portanto, um momento marcante e inusitado na história do homem: nunca tantos viveram tanto. E o mesmo autor ainda nos chama atenção dizendo que temos que escolher o nosso futuro modificando de forma eficaz, o nosso modelo de envelhecimento, ou se não estaremos fadados a viver em meio a uma grande comunidade de idosos dependentes e mal assistidos. A partir da década de 1970, o Brasil teve um aumento bastante significativo de sua população idosa, passando assim a despertar uma atenção maior para as questões sociocultural do envelhecimento (TELLES, et al 2014). Alves Jr. (2004), citado por Telles (2014), informa que, no contexto mundial, as iniciativas, no que diz respeito ao campo do idoso, começam a ser recebidas a partir da década de 1950, na Franca por Pierre Laroque, ao ser convidado a desenvolver um relatório diagnosticando o panorama das pessoas idosas da França. Este relatório acabou originando uma politica interventiva acerca do cidadão idoso, que se tornou efetivas nos vinte anos subsequentes. Apoiado em Goldman (2003), Telles (2014) afirma que nos primeiros estudos sobre o envelhecimento, apontavam que a velhice era considerada degenerescência física, um processo de evolução ou até involução, muitas vezes vinculado ao binômio saúde/doença. Segundo Carvalho (1994), citado por Telles (2014), as atividades físicas para idosos surgiram no Brasil relacionada com as atividades para adultos, e nos anos de 1930, com o professor Oswaldo Diniz de Magalhães, onde os idosos usavam o rádio para realizarem atividades físicas em suas próprias casas. Telles (2014) ainda complementa dizendo que a atividade física para os idosos no Brasil parece sofrer influência dos preceitos do campo da saúde. Este mesmo autor ainda ressalta que a importância da atividade física como veiculo à promoção da saúde faz o campo politico começar a desenvolver politicas que buscavam inculcar um ativismo a todos. Fechando seu raciocino, Telles (2014, p.100) conclui que a atividade física surge como um caminho à vida saudável, pois a saúde não é mais a ausência de doenças, e sim um constructo multifatorial. Complementando sua conclusão ele acrescenta ainda que a atividade física surgiu como possibilidade de favorecer esse novo habitus, hoje socialmente aceito e amplamente difundido Para Tribess e Virtuoso Júnior (2005), a atividade física tem sido considerada uma excelente forma de atenuar as degenerações causadas pelos efeitos do envelhecimento dentro dos diversos domínios físicos, psicológicos e sociais. BORGES e MOREIRA (2009), ainda citam Novais et al (2005), que relatam que quanto mais ativa é a pessoa, menos limitações ela tem, concluindo que a atividade física é um fator de proteção funcional não só na velhice, mas em todas as idades. Segundo Salin et al. (2011), cientistas enfatizam cada vez mais ao importância da atividade física em ser parte fundamental, uma vez que neste novo milênio a inatividade física é considerada o principal problema da saúde publica. Tal autor complementa sua informação dizendo que no Brasil, mesmo com a existência de outros programas destinados aos idosos, foi possível observar que a atividade física só é possível quando são averiguadas as características e necessidades dos idosos, pois não adianta investir em determinada modalidade ou tipo de atividade se a mesma não se adapta as necessidades e realidades daquele grupo. Salin et al. (2011) ainda nos alerta que para que os idosos pratiquem atividade física regularmente, eles devem entender e conhecer seus benefícios e buscar superar seus seus vícios e comportamentos considerados inadequados e desenvolver hábitos que sejam propícios à prática. Segundo Borges e Moreira (2009), a prática regular de atividades físicas na terceira idade tem se firmado de forma determinante para a manutenção da qualidade de vida de do bem estar dos indivíduos considerados idosos. BORGES e MOREIRA (2009), apresenta o fato de se tornarem dependentes devido à idade e as deficiências motoras, fazem com que o idoso sinta-se desvalorizado, o mesmo autor ainda chama atenção para o fato deste fator desencadear problemas psicológicos nesses indivíduos. Juntamente com isso, Jacob Filho (2006), citado por Borges e Moreira (2009), o sedentarismo pode ser, isoladamente, responsável por grave estado de limitação da saúde do idoso, mormente os mais longevos Complementando o assunto anterior, Borges e Moreira (2009), traz as falas de Amorim (2002), quando o mesmo diz que atualmente podemos dizer que uma boa estratégia para evitar a perda da autonomia consiste na incorporação de um estilo de vida mais saudável, estando aí incluídas as atividades físicas. Para Tribess e Virtuoso Júnior (2005): O declínio nos neveis de atividade física habitual para idos contribui para a redução da aptidão funcional e a manifestação de diversas doenças, como consequência a perda da capacidade funcional. Neste sentido, tem sido enfatizada a prática de exercícios como estratégias de prevenir as perdas nos componentes da aptidão funcional (TRIBESS e VIRTUOSO JUNIOR (2005). VIDMAR et al (2011, p.418), nos informa que a atenção para as capacidades funcionais tem atraido a atenção, devido ao fato da incapacidade trazer com sigo o aumento de doenças cronicas, além das dificuldades dos indivíduos de manter sua autonomia durante a velhice, fato esse que tem fortes ligações com o estilo de vida da pessoa. Usando Matsudo et al. (2001), Vidmar et al. (2011) nos informa que: um modelo de qualidade de vida na velhice foi elaborado por Lawton (1991), englobando quatro dimensões conceituais: a competência comportamental, condições ambientais, qualidade devida percebida e bem estar subjetivo. A inserção do idoso em atividades físicas resulta em maior capacidade de autonomia, o que por sua vez, pode melhorar a qualidade de vida. KOPILER (1997, p.109) Afirma que a programação da atividade física no idoso não é muito diferente da empregada com os indivíduos mais jovens. O que diferem são alguns cuidados que devem ser levados em consideração caso, haja algum tipo de restrição, que pode estar relacionada às modificações progressivas da idade ou patologias das mais diversas (cardiovasculares, osteoarticulares, outras.). Para Corazza(2001) apud Argento(2010), o envelhecimento é um processo complexo que envolve muitas variáveis que interagem influenciando a maneira pela qual envelhecemos ele ainda nos alerta para o fato de que o processo não é igual para todos os seres humanos, não basta atingir certa idade cronológica para se tornar velho. Citado por Argento (2010), Shephard diz que: o objetivo da prática de exercícios na terceira idade é preservar ou melhorar a autonomia, bem como minimizar ou retardar os efeitos da idade avançada, além de aumentar a qualidade de vida dos indivíduos. Diante do que foi relatado acima, cabe chamar a atenção para a importância de um planejamento sério e que respeite a individualidade biológica, dom idoso, levando em consideração seus resultados observados na avaliação e as morbidades presentes. RESULTADOS E DISCUSSÃO Com a pesquisa de campo realizada em uma academia da cidade de Ponte Nova- Minas Gerais, foi possível perceber como mostra o Gráfico 1, que em janeiro de 2016 haviam 31 alunos registrados na academia e que são considerados idosos, enquanto quem no mês de agosto de 2016 já haviam 56 indivíduos encaixados nesta mesma categoria. Entre o período de janeiro até agosto de 2016 o número de idosos que aderiram a prática de atividade física na academia subiu 55,36%. Tal vês a resposta possa estar no relato de Shephard (2003) citado por Vidmar; et.al (2011) ao dizer que o envolvimento regular em atividade física pode retardar os declínios normais relacionados à idade nas funções de vários sistemas fisiológicos, como também os efeitos e número de doenças debilitantes Relação de alunos em uma academia (Período de 7 meses) Quantidade Janeiro de 2016 Agosto de 2016 Período de mês Gráfico 1 relação de alunos em academia de Ponte Nova- MG Já no gráfico 2 podemos perceber que o número de mulheres são maiores do que o número de homens considerados idosos que aderiram à prática de atividade física em uma academia da cidade de Ponte Nova MG no período de 7 meses. Gráfico 2: Relação homem x mulher na academia Quantidade Masculino Feminino 0 Janeiro de 2016 Agosto de 2016 Meses Em um terceiro momento procuramos saber através de um questionário o motivo pelo qual essas pessoas resolveram aderir a prática de atividade física nesta academia. Na pergunta deixamos duas resposta para escolha do candidato e como podemos perceber no gráfico 3, mais da metade (58,92%) dos idosos aderiram á prática de atividade física por orientação médica, enquanto 41,08 % foi por vontade própria. Para explicar isso, me apoio nas palavras de Tribess e Virtioso Junior (2005), ao dizerem que os objetivos da prescrição de exercícios devem evidenciar a melhora da aptidão física, a promoção da saúde, uma redução dos fatores de risco para doença crônica e assegurar cuidado durante a participação em exercícios. A atividade física em si é o remédio mais barato para o combate a doenças e a ajudar na manutenção da saúde, diante disso, Vidmar; et al. (2011) cita Santos e Knijnik (2006) ao falar que: A maior parte do declínio da capacidade física dos idosos deve-se ao tédio, à inatividade e à expectativa de enfermidade. Além disso, grande parte deste declínio é provocada pela atrofia por desuso resultante do sedentarismo. Gráfico 3: Motivo de adesão à atividade física 41% 59% Orientação Médica Vontade Própria CONCLUSÃO A partir do presente estudo foi possível concluir que o número de mulheres idosas que aderiram à prática de atividade física nesta academia da cidade de Ponte Nova MG é maior do que a dos homens também idosos, também foi possível perceber que o número de indivíduos que só aderiram a este novo estilo de vida só é maior devido ao fato de seus médicos orientarem a desenvolver tal atividade. No que diz respeito a academia onde foi realizado este estudo, foi possível perceber um aumento de mais da metade do número de alunos que contrataram os trabalhos oferecidos por ela. Diante disso, podemos sugerir maiores estudos voltados para esta temática, uma vez que o número de indivíduos idosos vem crescendo bastante ao longo do tempo. Também sugiro um maior preparo por parte dos profissionais da área par poder saber lidar melhor às necessidade deste grupo REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES JUNIOR, Edmundo Drumond. A pastoral do envelhecimento (Tese de Doutorado). Rio de Janiero: UGF, AMORIM, P. R. S. Estilo de vida ativo ou sedentário: Impacto sobre a capacidade funcional. Revista Brasileira de Ciência do Esporte, Campinas. São Paulo, v.23, n.3, p ARGENTO, Rene de Souza Vianello. Benefícios da atividade física na saúde e qualidade de vida do idoso. Trabalho de Conclusão de Curso. Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas São Paulo BORGES, Milene Ribeiro Dias; MOREIRA, Ângela Kunzler. Influencia da prática de atividades físicas na terceira idade: estudo comparativo dos níveis de autonomia para o desempenho nas AVDs e AIVDs entre idosos ativos fisicamente e idosos sedentários. Motriz, Rio Claro, v.15, n.3, p , jul/set CARVALHO, Sergio. Hora da ginástica: resgate da obra do prof. Oswaldo Diniz de Magalhães. Santa Maria: Sergio Carvalho, CORAZZA, M. A. Terceira idade e atividade física. 1 ed., São Paulo: Phorte, DE SOUZA, William Cordeiro; MASCARENHAS, Luis Paulo Gomes; GRZELCZAK, Marcos Tadeu; JUNIOR, Douglas Tajes; BRASILINO, Fabrício Faitarone; DE LIMA, Valderi Abreu. Exercício Físico na promoção da saúde na terceira idade. Revista Internacional Saúde e Meio Ambiente. V.4, n.1, p.56, jan./jun Disponível em: Acesso em: 29 de julho de FERREIRA, Taciany Karine de Almeida; PIRES, Vitória Augusta Teles Netto. Atividade física na velhice: avaliação de um grupo de idosas sobre seus benefícios. Revista enfermagem integrada Ipatinga: Unileste, v.8 n.1, jul./ago IBGE. Este é o nosso país. Disponível em Acesso em 20/09/2016. JACOB FILHO, W. Atividade física e envelhecimento saudável. XI Congresso Ciências do Desporto e Educação Física dos Países de Língua Portuguesa. 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