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Aula 2 Evans-Pritchard - Bruxaria Oraculos e Magia

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  ( .. Il,\,' AN I !l( 11'01 O( ,11\ 'O( 11\1 dlllI f, i ,i1hl'll\! \'1' 111 ã) RI ,) I ) I~, lVl \ I ri II. \I!tall ã AN RPr 10 IA C UI I lHAL tdn (1 .. 1 ã( I SPIRII ) MIlIfAI( ã (h M'''IARIS I A RU'liBIICA ( lho ( SIIII ã DA Vmll NIRVO\A IUI1 1'111,'11.1 IIU.1I (, ãSR AIIIA, ORAl [,lOS I M L,IA [ -IR O' AIAM)1 I I 1\.111 1'11 ,h.u.! ãGAROTA\ ')[ (ln RAMA 1111.1 I )ulu ( ISp.1I ã N,) II II lOURE A Ar. 1110POLOc.IA ã R~(IlVAAlDO o 1 LA 1I1Ullldi, /ll ãO )1I0IA '0 OA PI)IIl A h.H 11 J li dlim ãUl UIlA ' UM (ON 1110 AWRO: li 0(,1 O R ljUl' d II.ln , 1.1I.IU ã AI WRIDADr N. Arno 1\ I 111 II 1 ,j, h 1111 r ãC IIIHIA 11 1 OR I XII \ \ <llllll';\ I. I~gll ã IlIllmA IRlIlAO rllllll lll ã II 1111'> I I Il l\ I ORIII . \I.I h .1I 1 <;,I ltll' ãOs MANIJIIHlN'l tvll1 l1c,Rmm I hT.lhl'l h 11.I\ h'O' ã ANlIltll'OIOl.lA U RBANA ã Dr WIO r DI V [I ((, l NC I II ã I NIJIVlllUt\lI'lMO I CU I T URII ã rllPJlIO I MllA~IOl! r m l ã SUI'JI TlVIDAlJl [ Soe I[ nllD [ ãA UrOPIA U RBANA ( lhcll<1 \'dlto ãp[ QUISAS URBANAS (.ilhcl (o \'dho 1\:. 11 i II . I , hllir ãO MUN I 10 f UNK CARIOCA ãOM 1m RU [lu SAMI 'A 11,1111.1110\'1 11 111.1 ã B[II RRA DA SII VA: PRUDU [I) [ lU MOIU(O I rlllld \'1 . 11110 ·n MUNDO [lA As H )I l) (,IA \ 111 \ '<1 .1 11 ,, \ t11! e ll .1 - E.E. Evans-Pritchard Bruxaria, Oráculos e Magiaentre os Azande Edição resumida e introdllção: Em Gillies Tradllçtlo:Edl/ardo \fil 't iroS de C,btro h)rgl'Z lha r hhtor RIO ,I ' .U1 t lr , E '=' u  (.t.PI/'/o/ A bruxaria é Ufn fenômeno orgânico e hereditário I Os Azande acreditam que certas pessoas são bruxa,; e podem Ih fazer m' J m virtude de uma qualidadeintrínseca. Um bruxo não pratiu nto nau pr rencantações enãopossui drogas mágicas. Um ato de bruxaria e um aí J>\quico.El es crêem aindaqueos feiticeiros podem fazé-Ios adoecer por meIO d.t execução de ritos mágicosque envolvem drogas maleficas. OAzande do. Ín- guemclaramenteentre bruxos e feiticeiros.Contra ambo empregam :iI nhos,oráculos e drogas mágICas. O objeto deste li,ro são a R,a_o~ entressas crenças eritos.Descrevo a bruxariaem primeirolugar, por se tratar deuma base ind ~ pensável para a compreensãodas demaiscrenças. Quando o Azande alD.Sill- tam os oráculos,suapreocupação maior são os bruxos. Quando empreg madivinhos,fazem-no com omesmoobjeti, o. O curandemsmo e a confrana que o praticamsãodirigidoscontra o mesmo inimigo: Não tive dificuldadeemdescobriro que pensam os Azande sobre a bru- xaria,nem em observar oquefazem para combatê-la. Tai- idei~ e prau . a5 J.l- 7emàsuperfíciedesua vida; elas são acessín'i~ a quem quer quevi, a om d em suas casas por algumassemanas. Todo zande e uma autoridade em brm .I- ria. Não ha necessidadede consultJr especiali.~tas. '\em me. mo e preci - ÍD- terrogâ- Ios sobre esse as~unto, porque as informaçõe~ tluemli\Temen > dsituaçõesrecorrentesem sua idasocial, e tudo o que \e tema faz r ob ~'f\ar eouvir. Mangll, bruxaria , (01 umadas pnmelra~ p.l!Jwa que oun na t rr. lande, e continueia OU\ i 1.1 diaapós dia no correr do:. me . Os Alanue acreditamque.! brux.ni.1 é um.! \Ulh(.'in i.1 e i tt'ntn . rp<' d()~ bru\()~ . Fsta t:' uma cren<,.1 encontr.1d.1 entn.: mLito'i p)\ dJ \tOdo Ct.D- tr.I1 e Ocilknt,11 O território z. lJ1de 0 o limite Ilorde~te d,ua di tribut,j . E () Íl'ltOI ,Ie\l' l.UlhUh.lI ti ,\pt'rtd , I, qUl rr ~ Ulll ~Ill .. J t nn J \.111, J'flt,h.lld II.' tr.,dll\., d,' 'rI,,, lIIu~,h\ r.ltl It;: .. I I l A/.ll1d, ('I I)  ,fifi 11\ r ~I Ir \jU I ,I~\ 1~lllIl\ ll.I' (\ 1.1111.11 ru .lIi.1 . Ulh.' \'i l' S.I suh, t n I llru ,111,1 hun n I nu ti III 1.11 til' nt,l \.lllllllUIll.II'CqUUl.1 b . b.I .. 1I m hil ao UI II: 1.1 Il I\ II Ic:ntro d.1 YII.I' li tU1ll,1 \l'r l'llllllltr.HI.1 UIll.1 V.I ri lad dl pt'\lUllIll III, t). )u,mdo os A/,lI1dl' dCSlH'\'l'1ll SU.l form.l, cm ~t:ral \'1( nt m I .u. o uh \,dl) do br,l\ u I1l' 1011.1.10. l' lju.lI1do dl'\l H'\'l'm ~U,I ln 111 .U m I Ir.\llI ,I Jrc.1 10gll .lh,lixo d.1 lartilagl'm xifoide.I,' que. di/l'Jll,r ohr uh 1.1Ilu.1 hruxarla , l'gllndo eles: I'~,t.í prc\,1 :1 beir.1 do flg.ldo, )uando .. br 1 h.lrrig.l, h.lsl,1 fur,lr ,I subslalllia-brux.lri,I, ljUl' da l'\plllde \m um I: tal I, )U\ I 0.1 dlzc:rem que doi ,lpresent,1 U)f ,I\'crmclhada l' conlem se-m nt d ahubora, g rgelim ou quaisquer outras plalllas ljue lenham sidod \orada por um bruxo nas roças de \eus vizinhos, <.h Azande conhl'cem a I xahza ãodauh tancia-bruxaria porque, no passado, eI,1 coslumava ser extr.uda em autóp ias. 'uspeito que sej.l o inleslino delgado cm cerlas fases di g t 'a, E te orgão foi-me sugerido pel.1s descriçúes ,lzanJe da\ aut6psias l' por aquilo que me foi apontado como contendo suhsláncia-brux.lria no ven tr de um bode. l m bruxo não apresenta sintllma\ exteflHh de sua condiçao, embora opO\o diga: I: pelos olhos vermelhos que se conhece um bruxo. 2 A bruxananão é apena:. um traço físico, mas também algo herdado. É trans mitida por descendência unilinear. dos genitores a seus filhos. Os filhos de umbro o são todos bruxos, mas suas filhas, não; as filhas de umabruxa são todasbruxas, mas seus filhos, não. A transmissao biológica da bruxaria - de umdo gemtore para todos os filhos do mesmo sexo que ele -está em complementaridade com as opiniões azande sobre a procriação e com suas crençasescatologica . COll5idera-se que essa concepção deve-se a uma união das pro priedade p íquicas do homem e da mulher. Quando a alma do homem émal forte, nascerá um menino; quando a alma da mulher é mais forte. nascera uma menina. Assim, uma criança participa das qualidades psíquicas de.Imbos o pai, mas uma menina tem mais da alma da mãe, e um menino. mal da alma do pai. No entanto, certos atributos são herdados e c1usiva mente de apena um dos genitores, como as características sexuais, a alma wrporea e a ub tanCla-bruxaria. Há uma crença vaga, que dificilmente se oI .. J!,olIk .... taJ . yn< w qu I rffillla IIIlrnunll~nle o eikTno (N 1 ) pode J (k rC\ia 'lIlO IIOld duulrnu W1!~ndo du.ls lfIl.l, um ã t.orpilr.l uUlrat.orpor .1 tr.lIl\fOrlll.1 !>C Jlum anunallollál,*o 1J.1 ~e UIll e~pcllrn e leva uma eXI I 'Ia .m .. pjwd_.CI ..... ~ d'.Igu.I.r..luit.Isenledl7.4Uea Ima orpóradc toléllllUI do d.1 de seu pai, ao pas50 q~ a aJmaOJl . ... 41IIt1~ ... IlJ sc II .lnilll.11 loternlLO do I de .ua mJe A primcir.1 VlstJ, pode parecer tranho aljamlf ãã miss.1\I m.lIrilinear numa ouedade mar ada por ncar, m.ls a bruxaria, como a aJma corpórea. faz pade .f .. t. <H ,omp.lIlha .1 tran missao de caractensticas m C U ou d.1 m.lc.Em nm o modo de ver, seria e Idente que, se um hOIllClul ..... i mente bruxo, entao todos os de seu da ao 'pso facto brux UIl1 grupo de pe soas ligada biologicamente entre ,em lintu m.;u,çulÍlna. Az.lllde ~ nlendem perfeitamente o argumento. ma refubm ,IS qUJI , c ,H:eitJs, torn.lri.un contradllória toda a noçao de bru J1il tiLa, ao considerado bruxos apena o parente paterno mal pr'osjftll(K um bruxorewnheLido. E omente em teoria que des ~tendem u.I imlpcl~;.ão ,I todos os membro do ela do brw'o. Se, para a opinião publica , pa;~DelIIIo de homicídio por bruxaria marca o parentes do culpado mo bnD~ exame post-mortem que não revele a e 1 tência de substincia-bruxuia ... homem isenta de suspeita seus parentes paterno. Aqui novamenk ra:iocú .. ríamos que, se o exame post-mortem não descobre a substãncia-b ......... todo o clã do morto seria imune, ma o Azande não agnn como tIC bllaa desta opinião. Elaborações adicionais da crença libertam o Azande da neo ta+ dr admitirem aquilo que pard nós seriam as consequências Ióp da ..... uma transmissão biológica da brw aria. ficar indubitudmm e Pl'lJQdo que um homem é bruxo, seus parentes podem, para Rivl . dia r _:Jd-=u para si mesmos, lançar mão do proprio prindpio ~ro qur sob suspeita. Ele admitem que o homem é um bruxo. mas Mpll1 membrodo clã deles. Dizem que era um bastardo, pois mIR Azaack homem é sempre do clã de seu gmitor. e não do u píltn _ tanm- bém que ele podem então forçar a mãe ( amda esta era u amante, espancando-a e pergunt ndo; que Vo para arranjar bruxaria om adult rio1 . tnquentftDeoIt. POR: .. ta- ram apena que o bru o de e ter ido um bas,tlrIiIo. na em eu corpo, portanto ele alega 0, CItam a em que memb  Il\n: d~ hrll '.trI.i ã .lO t. prcn.l\·ej quI.' oulras peS~(I.h .Ileltemlal .Irgll- 11 nlo mJ' na<' II e, c I'l'dldo que o .ldmital11 Oll releltem.dl utnn.l z.mdc mc.lUl 1,lInbem.1 noç.lode ljllC.I1ll mO <file um I < li 1 em t.)a filho de um bruxo e ll'nhJ sllb~tjncl.l-hrux.lrla em ,eu corpo. de pode nao 11 1 b, Ela permJn~(erj lI1oper,lnte, fria , cornodl/,cm eh Alande.du r Jllte lod.l J 'UJ \ ida.e um hOl11ul1 dificilmente pode ser cl.1s~ific,ld() LOmo bru II se sua hruxJrta nunC,i funclon.l.ã .1 \'erd.tde.oç A/.Inlk geralmente enwr.lm ,I brux.lria cornolima c.uaderística JIldi\'idudl. e .lssim d.1 ~ tratad,l. a despl'lto de ~ua .1~S<Ki,l~O com oparcl1tôco. [)e~ e modo. 110 tempodo rei<..bud\\e. certo:; dãs tJl1ham .1 reputação de hruxo~. MJ~ ningucm pensamal de umhomem pelosimples f,lto de ser membro de um dôscs dã~. Os AlÀndc naopen,ebema lont radl\Jo como nós a percebemos. porque nJO pmsuem um intefl'Sse teúrico no a~sunto, e a'i situaçóe~ emque manifest,lmsu .... crenÇ<l~ nd hruxaria ndO Ihe~ obrigam a enfrentar o problema. Umhomem nunw perguntaaos oráculo -único poder capaz dedetectar aloca hzaÇ.1O da 'iul> tanóa brux.trla nos \ i\ entes -se um determinddoindivíduo e ou não bruxo. O que de paguntd é se,IKsse momento. 'Il]uele homem lhee táfd;rendnbrux.m.1. O que St; prolllra ~abel e se um indivíduo estáfazendobruxdrJapara alguem em ClrcumlallLias determinada\, e não se ele é um bru xo de IldSCenç-.l. Se ()~ orállllo~ dI/emqueccrtohomem está fazendomal a océno pre<ente.vOlé entao Jheque ele é um bruxo; mas se os oráculos di /em que, naquele momento. ele nao estálhe fazendo mal, você não sabe seele e um bruxo ou nao, e nao temo menor interesse em aprofundar o assunto. Saber:;e ele é um bruxo rouco lhe importa, desde que você não seja sua vítima. Lmlande seinteressa pela bruxaria apena!> enquanto esta é um poder agente em OL1SioC$ definidas.e apenas em relação a seus próprios interesses,e nao como uma LOlldiçao perm,\J1ente de alguns indivíduos. Quando adoece,ele normalmente n.to dll: Bem,vam05 ver quem são osbruxosnotóriosda \lIinhan'ra, paraculocarseus nomes diante do oráculo de veneno. A questão nao é t;onsideradade !>e ponto de vista; o que ele se pergunta é quem.dentre us vlllnhu~. tem queixas contra ele. e entao procura saber do oráculo de ve nrno se algumdeles está neste momento lhe fazendo bruxaria. Os Azande in teressam-se dpenaspela dinamica dabruxaria em situações particulares.Pequenos infortúnios sao rapidamente esquecidos. Aqueles que os <:au \ardm .10 tidm pela vítima e I>ua família como tendo-lhes feito bruxaria na qut:la oca 1.10, e ndO l.omo bruxos comprovado. Somentepe soas que sao con tantementedenunciadas pelolO oráculos como responsáveis por doenças )U ptrda S,IO tIda por bruxm confirmados' e nos velhos tt'mpos, era apen.t\ (jL Jlldo um bruxo matava alguém que se turnavaum humem mMl.ado na lO I uJ1ldad . ã 3 A morte é resultado de bruxaria, e deve ser vmpda Tocbs.ck ... pr.ICíICII ligadas ii hruxaria se acham resumidasna açJo da vinga~. Em no ii ) ce.=s to de discussão,é suficiente indicar que. na q,oca pré-europér.a. ii ''Fqz podiaser perpetrada tanto diretamente-àsvezespel(UMM.IPIfcHtobnao outras vezes aceitando-se uma compensaçao - como por magJa leal Só muito raramente um bruxoera assassinado; isso acont«la quando um h0- memcometia seu segundo ou terceirohomicídio. ou quando matava uma pessoa importante. O príncipeentão permitia sua exea.ção. Sob o dom-uo britânico. apenas o método mágico é empregado.A vingança parece ter sido menos oresultado de um sentimento de raiva ou ódio que o cumprimenro de um dever piedoso e uma fonte de lucro. 'un ca ouvi dizer que, ttôjeem dia.os parentes deum homemmorto, após realiza dasua vingança, tenharri demonstradoqualquerrancor com relação a família do homem cuja magia o abateu, nemque no passado houvesse hostilidade prolongada entre os parentes do morto e os parentes do bruxo que pagaramindenização por seu crime. Hoje em dia. se um homem mata uma pe oa por bruxaria, o crime é de suaúnica responsabilidadt',e seus parentes não est.io vinculados à culpa. Antigamente eles o ajudavam no pagamento da indenízação, não em virtude deuma responsabilidadecoleti\'a. mas pelaohrigacõessociais que se devem a um parente.Seus parentes por afinidadee irmãos de sangue também contribuíam para o pagamento. Atualmente, tãologo um bruxo é abatido pela magia- 011, nopassado, quando morria a golpes de Ia.n ça ou pagava indenizaçãu -, o a~sunto e (on~iderado t'ncerrJdo.Alem do mais. trata-se de uma questãoentre a part'ntela do morto e a parentela do bru xo. e outras peSSOdS nada têm a ver com isso. porque seuç \'In(uloscom ambJ.as partes !><lO osmesmos.Hoje em dia é extremamente diflcilllhter informaçóe, ~ohre \'lIim.1 de magia de vingançJ. th próprios A/,1I1de n.lda ~abem arespeito. J. n.lo r que sejam membro~ do cm:ulo mai., Intimo dm p.lrente, de um homem a 1 í nado. Quando se lIot.l que e e\ r.lrente~ ce '.If.Il11 de oh~er\'ar o tabu do IlIto. is.,oilldil,i que '>11.1 m.lgi.l 1'1I111prill a mi.,,>.\n, nu, de nad.1 .ldl.lOta pe-r gllnt.lf Ih~'~ quem foi ,I \,lIil11.l. I'0i, ~Ie~ n,IJ,1 dlr.lO.Trata- t' de um J.; unt LJue UJnUTI1~ apl.'l1.1\ ,I ele . ,~, .I/cm dISSO. de UJll ,egredo entre ele e u pnn lIpe. !-stl' de\ eserIIlform<ido do l'f~lt() ti I 1ll,lgIJ. poi (: n .lHO qu e'lI IIIdudodtvelltlJ(lconfilll1('lI01.icu!o(k,enellotlo p.H~nt' ant q t, P()~'.111J ~\I~pt'ndt'r olutoAlém do 111.lb tr.II.1 ~ de l!JIl \tr lidl ,t I rde \l'11~110, l' 11,10 se d~Vl' Li/.lr de Sll~re\c1.I~.ll',.1 n peno J ~ km.l
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