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Aux e Tec. e controle de infeccao hospitalar em CC

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RELATO DE PESQUISA Enfermagem Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e controle de infecção hospitalar em cirúrgico: centro cirúrgico: mitos e verdades NURSING AUXILIARIES AND TECHNICIANS AND HOSPITAL INFECTION CONTROL IN SURGICAL CENTERS: MYTHS AND TRUTHS AUXILIARES Y TÉCNICOS DE ENFERMERÍA Y CONTROL DE INFECCIÓN HOSPITALARIA EN CENTRO QUIRÚRGICO: MITOS Y VERDADES Sônia Regina Melon Kunzle1, Cristiane de Sousa Pereira2, Kátia Cristiane Alves3, Nilza Teresa Rotter Pelá4, Elucir Gir5 1 Enfermeira
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  Rev Esc Enferm USP2006; 40(2):214-20 . www.ee.usp.br/reeusp/ 214 Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e controle de infecçãohospitalar em centro cirúrgico: mitos e verdades Kunzle SRM, Pereira CS, Alves KC, Pelá NTR, Gir E. NURSING AUXILIARIES AND TECHNICIANS AND HOSPITAL INFECTION CONTROLIN SURGICAL CENTERS: MYTHS AND TRUTHSAUXILIARES Y TÉCNICOS DE ENFERMERÍA Y CONTROL DE INFECCIÓN HOSPITALARIAEN CENTRO QUIRÚRGICO: MITOS Y VERDADES Sônia Regina Melon Kunzle 1 , Cristiane de Sousa Pereira 2 , Kátia Cristiane Alves 3 , Nilza Teresa RotterPelá 4 , Elucir Gir 5 RESUMEN Este estudio analítico descriptivotuvo como objetivo detectar con-ceptos que traduzcan mitos yverdades relativas a la infecciónhospitalaria entre auxiliares ytécnicos de enfermería en el centroquirúrgico de tres hospitales. Elinstrumento de recolección de datoscontenía 28 afirmaciones (15verdaderas y 13 falsas) que con-templaba factores relacionados alpaciente, equipo quirúrgico, am-biente, procedimientos. Las afir-maciones contienen escala en trespuntos (concuerdo, tengo duda,desacuerdo). Obtuvimos respuestasadecuadas en el 72% y no adecuadasen el 28%, indicando el conoci-miento satisfactorio de la enfermeríaperioperatoria relacionadas al con-trol de la infección hospitalaria. Enlos items uso de botas quirúrgicas,anillos y otros objetos, pelo comopatógeno, cepillado de las manos,uso del mandil y campo quirúrgicohumedecidos, cirugía infectada yrutina de limpieza, enfermedadesocupacionales, infección hospita-laria, infección del área quirúrgica ytiempo operatorio, pudimosdetectar mitos y rituales referentesal control de infección, que estánrelacionados sobre todo a la culturade quienes los practican, perpe-tuando resistencia a los cambios. DESCRIPTORES Infección hospitalaria (enfermería).Centro quirúrgico hospitalario.Auxiliares de enfermería. RESUMO Este estudo analítico descritivoobjetivou detectar conceitos quetraduzem mitos e verdades rela-tivos à infecção hospitalar entreauxiliares e técnicos de enferma-gem no centro cirúrgico de trêshospitais. O instrumento para co-leta de dados possui 28 afir-mações (15 verdadeiras e 13 fal-sas) contemplando fatores rela-cionados ao paciente, equipe ci-rúrgica, ambiente, procedimen-tos. As afirmações contêm escalaem três pontos (concordo, tenhodúvida, discordo). Obtivemosrespostas adequadas em 72% enão adequadas em 28%, indican-do o satisfatório conhecimento daenfermagem perioperatória rela-cionadas ao controle infecçãohospitalar . Nos itens uso de pro-pé, alianças e outros objetos, pêlocomo patógeno, escovação dasmãos, uso de avental e campocirúrgico umedecidos, cirurgiainfectada e rotina de limpeza,doenças ocupacionais, infecçãohospitalar, infecção sítio cirúrgicoe tempo operatório, pudemosdetectar mitos e rituais referentesao controle de infecção, que estãorelacionados sobretudo à culturade quem os praticam, perpe-tuando resistência a mudanças. DESCRITORES Infecção hospitalar (enfermagem).Centro cirúrgico hospitalar.Auxiliares de enfermagem. ABSTRACT This analytical and descriptivestudy is aimed at detecting con-cepts that translate myths andtruths on hospital infection amongnursing auxiliaries and techniciansat the surgical centers of threehospitals. The data collection ins-trument consisted of 28 affir-mative statements (15 true and13 false) encompassing factorsrelated to the patient, the surgicalteam, the environment, and pro-cedures. The statements containa three-point scale (I agree, I amin doubt, I disagree). We received72% of adequate answers and28% of non-adequate, whichindicates that perioperative nur-sing professionals have satis-factory knowledge of hospitalinfection control. In the items useof safety footwear, rings and otherobjects, hair as a pathogen, handscrubbing, use of humid gown andsurgical area, infected surgery andcleaning routine, occupationaldiseases, hospital infection,surgical site infection and surgerytime we were able to detect mythsand rituals about infectioncontrol, which are mainly relatedto the culture of those whopractice them, thus perpetuatingresistance to change. KEY WORDS Cross infection (nursing).Surgery department, hospital.Nurses’ aides. R E L AT  O   DE  P  E  S  Q UI   S A AAAAAuxiliares e Técnicos de Enferuxiliares e Técnicos de Enferuxiliares e Técnicos de Enferuxiliares e Técnicos de Enferuxiliares e Técnicos de Enfermagem emagem emagem emagem emagem econtrole de infecção hospitalar emcontrole de infecção hospitalar emcontrole de infecção hospitalar emcontrole de infecção hospitalar emcontrole de infecção hospitalar emcentro cirúrgicocentro cirúrgicocentro cirúrgicocentro cirúrgicocentro cirúrgico: mitos e verdades: mitos e verdades: mitos e verdades: mitos e verdades: mitos e verdades 1 Enfermeira do Hos-pital São Franciscode Ribeirão Preto, SPsrmkunzle@netsite.com.br.2 Enfermeira da SantaCasa de Pedrinópolis,MG cristiane-sousa@zipmail.com.3 Enfermeira da SantaCasa de Franca, SPkatianurse@hotmail.com.4 Enfermeira. ProfessorTitular (Aposentado)da Escola de Enfer-magem de RibeirãoPreto da Universidadede São Paulo (EERP-USP)ropela@eerp.usp.br5 Enfermeira. ProfessorTitular da EERP-USPegir@eerp.usp.br   Recebido: 20/04/2004Aprovado: 03/03/2005  Rev Esc Enferm USP2006; 40(2):214-20 . www.ee.usp.br/reeusp/Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e controle de infecçãohospitalar em centro cirúrgico: mitos e verdades 215 Kunzle SRM, Pereira CS, Alves KC, Pelá NTR, Gir E. As crenças e práticasem relação ao controlede infecção dopaciente cirúrgicosão caracterizadasem quatro temas:relacionados aopaciente, equipecirúrgica, ambiente eprocedimentos. INTRODUÇÃO A infecção do sítio cirúrgico representa um grande ônussócio-econômico às instituições em decorrência dos custoshospitalares e em relação ao paciente pelo prolongamentodo período de afastamento de suas atividades profissionaise familiares (1) . Constatou - se que o paciente que evolui parauma infecção pode levar a um gasto de até três vezes o valorcomparado ao paciente que não teve infecção (2) .Estudos revelam que problemas de natureza infecciosapodem estar relacionados a fatores intrínsecos das condi-ções do paciente, ou seja, deve-se lembrar que a maioria dasinfecções é de srcem endógena, como também é de funda-mental importância lembrar que muitos pacientes podemadquirir infecções através de práticas iatrogênicas decor-rentes de mitos e rituais que também podem favorecer oaumento do índice de infecção no pós-operatório (1) .Mito e ritual são crenças mais baseadas na tradição queem fatos (3) , é uma forma de pensamento opos-ta à do pensamento lógico e científico (4) , qual-quer coisa que o enfermeiro acredite mas não possa legitimar, torna-se um mito e quandoexecuta ações costumeiras sem entender asrazões práticas de utilização, pode ser um ri-tual. Mito foi definido como sendo uma falsaidéia que se sobrepõe à realidade, é mais ba-seado em tradições convictas que em fatos (3) .Destaca-se ainda que a resistência àsmudanças está fortemente enraizada nascrenças e ações . Há muitos mitos e rituaissendo utilizados em centro cirúrgico e salasde operações que continuam sendo passa-dos para os alunos de graduação para que os enfermeirosexperientes possam manter a base de poder sobre os nova-tos de diferentes formações (3) .As crenças e práticas em relação ao controle de infecçãodo paciente cirúrgico são caracterizadas em quatro temas:relacionados ao paciente (preparo de pele, tricotomia, roupaprivativa, retirada de adornos), equipe cirúrgica (unhas, ador-nos, roupa privativa e as paramentações cirúrgicas),ambiente (limpeza de sala operatória, piso, padrões de circu-lação) e procedimentos (assepsia, escovação cirúrgica, co-locação de campos esterilizados, validade da esterilização emanuseio do material estéril) (3) . Desmistificar a prática do enfermeiro em centro cirúrgico,relacionado ao controle de infecção hospitalar, pressu-põe antes de tudo, admitir que neste ambiente existemmitos (5) . Observações cotidianas em nosso ambiente de trabalhopermitiram-nos constatar que ainda existem entre os profis-sionais de enfermagem muitas dificuldades em aceitar no-vas práticas de controle de infecção hospitalar, apesar deexistirem protocolos já estabelecidos com essas práticas emcada uma dessas instituições. Sendo assim, a investigaçãosobre os mitos e rituais que fazem parte das crenças e valo-res no centro cirúrgico pela equipe de enfermagem, servi-rão como primórdio de reflexões para mudanças de hábi-tos, práticas e comportamentos, podendo assim abolir oscostumes rotineiros e desnecessários ainda utilizados, quecausam desconforto e risco ao paciente e elevação doscustos hospitalares. OBJETIVOS Detectar conceitos que traduzem mitos e verdades relati-vos à infecção hospitalar entre os membros da equipe deenfermagem (auxiliar e técnico de enfermagem) do centrocirúrgico em hospitais de pequeno, médio e grande porte.Analisar os conceitos à luz dos padrões mínimos para ocontrole de infecção hospitalar no centro cirúrgico da equi-pe de enfermagem. METODOLOGIA O estudo foi realizado no período de se-tembro de 2002 a novembro 2003 em três hos-pitais: um hospital de pequeno porte emPedrinópolis-MG, com 18 leitos, uma sala ci-rúrgica, onde se realizam duas cirurgias sema-nais; um hospital de médio porte em RibeirãoPreto- SP, com 150 leitos, 9 salas cirúrgicas e30 cirurgias/dia; um hospital de grande porteem Franca- SP com 352 leitos, 7 salas cirúrgi-cas e 35 cirurgias/dia, sendo que os autores não tiverama intenção de comparar os resultados entre os hospitais,mas sim de identificar os mitos e verdades relativos à infecçãohospitalar entre os membros da equipe de enfermagem.Nos hospitais pesquisados constatou-se um total de 56auxiliares e técnicos de enfermagem que atuavam no centrocirúrgico. Destes, 51 se prontificaram a responder o instru-mento de coleta de dados e cinco se recusaram, ficando aamostra constituída de 51 sujeitos.O tipo de estudo é analítico descritivo; composto por 28afirmações, sendo 15 verdadeiras e 13 falsas, e que contem-plam os quatro temas propostos na literatura (2,6) . No final decada afirmação, há uma escala de três pontos (concordo,tenho dúvida, discordo).O instrumento construído para coleta de dados foi sub-metido a juízes que realizaram a validação aparente e de con-teúdo. Foi realizado um projeto piloto com 5 técnicos deenfermagem, por considerarmos que teriam mais condiçõesde validar o instrumento e que não participaram da amostra  Rev Esc Enferm USP2006; 40(2):214-20 . www.ee.usp.br/reeusp/ 216 Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e controle de infecçãohospitalar em centro cirúrgico: mitos e verdades Kunzle SRM, Pereira CS, Alves KC, Pelá NTR, Gir E. por terem testado o instrumento para coleta de dados. Cons-tatamos que o mesmo foi considerado claro e adequado pe-los juízes.Todos os sujeitos que concordaram em participar toma-ram conhecimento dos objetivos da pesquisa e de seus di-reitos como sujeito de pesquisa; leram e assinaram o Termode Consentimento Livre Esclarecido. O projeto de pesquisafoi submetido ao Comitê de Ética e pesquisa da Escola deEnfermagem de Ribeirão Preto - USP (processo número 0374/ 2003), tendo recebido parecer favorável.Para tratamento e análise dos dados foi utilizado o pro-grama Excel e estatística descritiva. RESULTADOS Os questionários foram aplicados a 51 sujeitos, sen-do 41(80%) auxiliares de enfermagem e 10 técnicos deenfermagem (20%).A maioria dos sujeitos estudados (68%) tem mais de 10anos de exercício profissional, característica essa maior en-tre os auxiliares de enfermagem, pois 70% têm mais que 10anos de exercício profissional e entre os técnicos de enfer-magem, 60%. Neste contexto, 60% dos técnicos de enferma-gem têm idade acima de 35 anos, e entre os auxiliares deenfermagem 65% têm mais que 35 anos.Para a análise das respostas dadas (concordo, tenhodúvida, discordo) as mesmas foram classificadas, com basena literatura como adequada e não adequada. Considerou-se não adequada quando o respondente assinalou a alter-nativa tenho dúvida ou discordo quando tinha que concor-dar e concordar quando tinha que discordar. Os Quadros 1 e2 apresentam a adequação das respostas segundo os qua-tro temas propostos pela literatura.Na Tabela 1 encontram-se as situações segundo aadequacidade ou não das respostas. Quadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1Quadro 1 - Situações onde a resposta adequada é a concordância - Ribeirão Preto - 2003 ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS ETNEICAPOA ocigrúricoití sodoãçcef niariunimidarapiubirtnocoirótarepo-érpohnabO.4 )8-7,2( .edotnemivlovnesedonocsiredrotaf etnatropmiéoirótarepo-érpoãçazilatipsohedodoí repO.5 ocigrúricoití sodoãçcef ni )7-6,2( .oãçarepoasópasaid03étaadaredisnocresevedocigrúricoití sodoãçcef niA.82 )6,1( .ACIGRÚRICEPIUQEÀ oregetorp:seõçnuf saudmeussopacigrúricepiuqeadsorbmemsolepsadazilitusavulsA.6 etnemlaicnetopeugnasedoãigruricoregetorpeoãigruricodsoãmsadatoiborcimadetneicap odanimatnoc )7-6( .-nubussotielesiatigidretnisoçapsesoertneoirássecenéóssoãmsadoãçavocsearazilaeR.7 sadanoiccirf resmevedsoçarbetnaesoãmsadsaerásiamedsa;siaeug )8,6,2-1( .es,acigrúricalasadadartneanodnauq,ziraneacobadotodnirbocadasuresevedaracsámA.9 otsopxerevitseocigrúriclairetamoodnauquoodnaçemocrevitseaigrurica )9-6,2( ..41 acigrúricalasanadartneadodnauqaçebacadsolebacotelpmocroprirbocárevedorrogO )11-01,7,2( ..51 odicedemuodnauqomsem,avitef earierrabamurarugessamevedocigrúricopmacoelatnevaO )11-01,2( .ETNEIBMAOA .11 ocigrúricoití sodoãçcef niadelortnocoarapiubirtnocalasansaossepedoremúnoratimiL )01,7,2( .OTNEMIDECORPOA sierétseesievátracsedresmasicerpsoãmsadmegavaledsavocsesA.8 )6( .,aigruricaagnolsiamotnauq:oirótarepootaodoãçarudàlanoicroporpéoãçcef niedocsirO.71 oãçcef niedaxataroiam )8,6( ..91 ralatipsohoãçcef niedelortnoceoãçneverpanlatnemadnuf lepapmumetsoãmsadmegavalA )21,2( .siatipsohsonarienitoracitárpamuresevededúasedlanoissif orparapBetitapeHanicavadosuO.52 )31( .rasueved,ranomlupesolucrebutmocetneilcoaodadiucratserpodnauq,edúasedlanoissif orpO.62 sióssoreaarapseõçuacerp )21( .otnemidnetao,etnatrocoruf replairetammocedúasedlanoissif orpodoãçisopxeamusópA.72 sadauqedasadidemratodaassopeuqarapetnemataidemiodacinumocresárevedodazilaicepse )41( .  Rev Esc Enferm USP2006; 40(2):214-20 . www.ee.usp.br/reeusp/Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e controle de infecçãohospitalar em centro cirúrgico: mitos e verdades 217 Kunzle SRM, Pereira CS, Alves KC, Pelá NTR, Gir E. Quadro 2Quadro 2Quadro 2Quadro 2Quadro 2 - Situações onde a resposta adequada é a discordância - Ribeirão Preto - 2003TTTTTabela 1abela 1abela 1abela 1abela 1 - Distribuições das situações conforme adequacidade da resposta por hospital (n= 51) - Ribeirão Preto - 2003 ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET ODANOICALERAMET OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS OÃÇAUTIS ETNEICAPOA -ovaf edop,ocigrúricortneconetneicapolep,laosseposuedsote jbosortuouoaçnailaedosuO.2 ocigrúricoití sodoãçcef nirecer )3( .aimotocirtropodariterresevedossiropeonegótapedetnatropmietnof amuéolêpO.3 )01,8-6,2( .-imocnocsocitpés-itnasoirávrasusomevedetneilcodelepadaicpessitnaeoãçamregedaraP.31 etnemetnat )7-6,1( .ACIGRÚRICEPIUQEÀ oití sodoãçcef niedaxatadoãçiunimidanriubirtnocarapetnatropmiéép-orpedosuO.1 ocigrúric )11-01,6,3,1( .ETNEIBMAOA .21 oirótarepootaoetnarudsatrebaracif medopsairótareposalassadsatropsA )01,2-1( ..61 laicepseazepmiledanitorrecelebatsesomevedsadatcef nisaigruricevuohednosalasmE )7-6,2( ..12 seralatipsohsadaredisnocoãssianoicapucosaçneodsA )31( .OTNEMIDECORPOA etnemaliüqnartodasuresedopoãhconuiaceuqodaziliretseetocapO.01 )51( .edlanoissif orpoarapotrof nocsedsanepaodnasuac,airássecensedacitárpamuéIPEedosuO.81 odasuodnauqedúas )61,31( ..02 etneilcodocitsóngaidosomebasodnauqetnemosodadnemocerresevedoãrdap-seõçuacerpedosuO )21,8( .otatnocededadilibissoparitsixeodnauqsadasuresmevedsierétseoãnsotnemidecorpedsavulsA.22 odanimatnocmetireuqlauqeargetní oãnelep,seõçercxeeseõçerces,soeróprocsodiuqí l,eugnasmoc )01,8( .etneipiceredodnatissecenoãn,mumocoxilmeotief resevedetnatrocoruf replairetamedetracsedO.32 oirpórp )21( ..42 etneipicerodaimonocemissaodnezaf ozerpsedarapagniresadahlugaaratcenocsederpmessomeveD )21( . oãçautiS oãçautiS oãçautiS oãçautiS oãçautiS AlatipsoH AlatipsoH AlatipsoH AlatipsoH AlatipsoH BlatipsoH BlatipsoH BlatipsoH BlatipsoH BlatipsoH ClatipsoH ClatipsoH ClatipsoH ClatipsoH ClatipsoH latoT latoT latoT latoT latoT latoT latoT latoT latoT latoT *dA *dA *dA*dA *dA -AN -AN -AN-AN -AN ***********dA *dA *dA*dA *dA -AN -AN -AN-AN -AN ***********dA *dA *dA*dA *dA -AN -AN -AN-AN -AN ***********dA *dA *dA*dA *dA -AN -AN -AN-AN -AN **********ép-orpodosU.1 sote jbosortuo / saçnailaedosU.2 onegótapomocolêP.3 oirótarepo-érpohnaB.4 oirótarepo-érpoãçazilatipsohodoí reP.5 avuladoãçnuF.6 soãmoãçavocsE.7 sierétse / sievátracsedsavocsE.8 aracsámedosuodoãçacif icepsE.9 osu / sodaziliretsesetocapedadeuQ.01 alasmesaosseporemúN.11 atrebaatropmocoãçarepoedalaS.21 etneilcelepaispes-itna,oãçamregeD.31 orrogosuoãçacif icepsE.41 sodicedemuocigrúricopmac / latnevA.51 azepmiledanitor / adatcef niaigruriC.61 oãçcef niedocsir / ocigrúricotaodoãçaruD.71 IPEedosU.81 oãçcef niedelortnoc / oãmoãçazineigiH.91 etneilcocitsóngaid / oãrdap-seõçuacerP.02 ralatipsohoãçcef ni / sianoicapucosaçneoD.12 avuledosuodoãçacif icepsE.22  / etnatrocoruf replairetamedetracseD.32 oirpórpetneipicer agnires / ahlugaetracsedoãçacif icepsE.42 BetitapehanicavedanitoR.52 ranomlupesolucrebuT / sióssoreaedoãçuacerP.62 sadauqedasadidem / etnatrocoruf repmocetnedicA.72 oirótarepo-sópopmet / ocigrúricoití soãçcef nI.82 322756368778482165863687858356613252-11-4-6723-252-1-3-53162025102802127112817112014518112719021291121212985191161311-4-34-117163-4211-2---2101111221028612291020291225361312291861222222022252112121012416-3223-719169-3416---2-71629584236491241534846404157187363152402241584156415715224643915239-83511-43344151-9139-3-5-4315151515151515151515151515151515151515151515151515151515 Ad*- adequadoN.A**- não adequado
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