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B. Indústr. anim., Nova Odessa, SP, 42(1): , jan-ijun nosas arbustivas frente às gram íneas, como a capacidade de utilizar os nutrientes das camadas mais profundas do solo, de retirar água do subsolo durante o período de seca e a capacidade de fixar nitrogênio. Com tais qualidades, há em, outros países largo uso da leucena, sabidamente ótima forrageira, porém de difícil estabelecimento, dado seu lento crescimento na fase inicial. HUTTON & G RAy 7 citam para a leucena um teor de proteína médio de 18,5% nas folhas velhas e de 29,8% em tecidos foliares novos. Em experimento nas Filipinas, FARINAS 3 relata que o contínuo fornecimento de leucena para vacas leiteiras determinou uma eficiência de 91,6%, muito próxima de 94,3% obtida pelas vacas que não receberam a leguminosa. O mesmo A, relata que o pastejo contínuo de leucena determina um acúmulo de gordura de cor amarelada, condição essa desejável em certos países em detrimento à gordura branca. Contudo, essa leguminosa não é aceita por vários AA. como sendo boa forrageira. Assim, segundo HOLMES 6, a espécie, não-palatável, é causadora de bócio e provoca a queda de pêlos em ruminantes, devido a um alcalóide (mimosina) presente em suas folhas. Todavia, esse A. conseguiu aumentar a carga animal até 4,6 cabeças/ hectare, e os animais continuaram ganhando peso. Quanto à mimosina, HUTTON & G RAy7 citam para a leucena um teor de 1,63 a 3,79% na matéria seca (M.S.), enquanto a NATIONAL ACADEMY OF SCIENCES 10 relata teores de 3,0 a 5,0% do alcalóide na planta. Melhoristas já conseguiram, porém, reduzir essa taxa de 15% do original e, segundo Hutton, citado por A LcANT ARA et alii , esse nível não seria prejudicial aos animais, Outra desvantagem decorrente da ingestão de leucena, de acordo com FARINAS 3, é o aparecimento de um sabor no leite quando as vacas ingerem a leguminosa. Salienta o A. que, para contornar o problema, o fornecimento de leucena aos animais deve ser cortado pelo menos duas horas antes da ordenha e que o leite deve ser refrigerado imediatamente após a mesma. Com referência à produção, JONES II cita de 8 a kg de M.S./hectare/ano, para um ambiente favorável ao seu desenvolvimento, e, segundo OAKES & SKOV 11, tem-se relato de que em experimento nas Ilhas Virgens conseguiram-se rendimentos de 18,54 t de M.S./hectare quando se cultivou a leguminosa em uma densidade de plantas/hectare (45cm entre plantas e 75cm nas entrelinhas). VILELA 13 estudou o efeito de três densidades de semeadura, 20, 40 e 60 sementes/metro linear com linhas espaçadas de 2m no estabelecimento de leucena, conseguindo 6,50; 10,21 e 15,14 plantas estabeleci das respectivamente às densidades de semeadura. VI LE LA et alii 14 citam Hutton & Bonner, que trabalharam com a leucena na densidade de plantas/hectare, obtendo produções de 1.495kg/ha para o cultivar Havaí e kg/ha para o 'Peru'. Em fase posterior ao estabelecimento, VI LE LA et alii 14 mediram o efeito da densidade de semeadura na produção de matéria seca, verificando um aumento linear na produção segundo as densidades estudadas e para os primeiros quinze meses de avaliação (3? corte); a partir desse estádio, não houve diferença na produção de M.S. entre as densidades avaliadas. Vê-se, pelo exposto, que a leucena apresenta potencial como planta forrageira, tendo como empecilho para sua utilização o lento crescimento inicial. Quanto ao teor de proteína bruta (P.B.), GUEVARRA et alii encontraram teores de 25,81 a 28,25% na M.S. observando, todavia, teor bem inferior, 8,93% na fração haste. OAKES & SKOV 11 verificaram para leucena colhida aos sete meses de estabelecimento e mais dois cortes de rebrota espaçados de quatro a cinco meses, níveis de 14-16% de P.B. na M.S. quando a leguminosa foi cortada 5cm acima da superfície so solo. Segundo ALCANTARA et alii . essa planta desenvolve-se bem em altitudes que variam de 150 a 1.500m e em faixa de precipitação bastante ampla (700 a 4.000mm/ano). Já OAKES & SKOV 11 consideram que a leucena cresce bem em áreas com pluviosidade menor que mm/ano. Para FAR INAS 3, essa forrrageira nas Filipinas cresce melhor dentro dos limites de 635 a mm/ /chuva/ano. A maioria dos AA. concordam que o estabelecimento inicial da leucena é muito lento. Segundo FARINAS 3, a ocorrência de invasoras na cultura prejudica ou mesmo impede o estabelecimento dessa leguminosa, e sugere que nos três 122 B. Indústr. anim., Nova Odessa, SP, 42(1) : , jan.!jun primeiros meses de plantio, os cultivos sejam freqüentes, de três a cinco capinas. Sugere ainda que a leucena seja plantada com a semente de milho ou na entrelinha dessa cultura por ocasião do último cultivo. O preparo do terreno é de importância para o estabelecimento da leucena. eooksley2, estudando o estabelecimento da espécie, encontrou bons resultados quando queimou a vegetação do terreno. Quando, porém, o solo foi arado após a queima, o mesmo resultado não se repetiu. Argumenta o A. que a queima destruiu as sementes das invasoras e que, dessa maneira, a leucena cresceu livre de ervas daninhas nos seus primeiros meses após o plantio. De maneira generalizada, concorda-se que no estabelecimento de leguminosa a adubação nitrogenada é dispensável e mesmo prejudicial ao desenvolvimento da nodulação da planta. Outros AA. concordam que, para determinadas leguminosas, a adubação nitrogenada em doses mínimas é uma necessidade para estimular o crescimento inicial. Assim, a utilização de N na fase inicial da cultura de leguminosas ainda é bastante controvertida (MONTEIR0 9 e VILELA 13 ). Segundo HI LL s, uma dose de 30kg/ha de N é necessana para o bom estabelecimento da leucena. Em experimento na Nova Guiné, esse A. conseguiu aumentos contínuos na produção de forragem verde até o nível de 67,20kg/ha de N quando as parcelas não foram capinadas. Para as capinadas, as aplicações de 36,60 e 67,20kg/ha de N produziram um aumento na quantidade de forragem em relação ao nível zero de N, mas foram iguais entre si. Segundo o A., para a nodulação, não houve diferenças para as dosagens de N, e todas as parcelas nodularam bem, sendo que os nódulos pareciam bastante ativos. eooksley2, em ensaio com leucena, encontrou bons resultados no estabelecimento quando usou até 45kg/ha de N. Em outro experimento, verificou que a aplicação de 50kg/ha de N vinte dias antes da semeadura aumentou a produção de M.S. e que a dose de N não afetou a nodulação. Todavia, contradizendo esses AA. VILELA 13, estudando a aplicação de 50kg/ha de N em leucena, concluiu que a adubação não afetou significativamente o número de plantas estabelecidas e que, portanto, parecia não justificar o uso do elemento no estabelecimento daquela planta. MATERIAL E M~TODOS O experimento foi estabelecido em área da Estação Experimental Central do Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa, SP. O solo do local, classificado como Latossolo Vermelho-Escuro orto, apresenta a seguinte composição química: 3,1 de M.O.; 5,9% de ph; 0,1% de AI; 2,8% de Ca; 1,0% de Mg em mg/100ml de TFSA; 88% de K e 9,4% de P em Ji/ml de TFSA. Sementes: As sementes de leu cena foram escarificadas pelo método térmico de imersão em água a 60 0 e por vinte minutos e secas à sombra, segundo OLIVEIRA et alii 12. Para inoculação, usou-se inóculo próprio para o gênero. A peletização foi feita utilizando-se hiperfosfato simples e goma-arábica, secando-se as sement~s tratadas à sombra. O milho cujas sementes foram usadas no experimento foi o híbrido IAC de Plantio: Foi realizado em 10 de dezembro Para a semeadura, foi utilizada uma plantadeira-adubadeira de três linhas tracionada por trator, e regulada para permitir uma aplicação de 360kg/ha, aproximadamente, de mistura de adubo, que corresponde à aplicação de kg/ha de nitrogênio, fósforo e potássio respectivamente. Os adubos utilizados na mistura foram sulfato de amônio, superfosfato simples e cloreto de potássio. A mistura de sementes de leucena e milho nos tratamentos foi na proporção de 6kg de!eucena para 20kg de semente de milho. Tratamentos: O ensaio foi em blocos completos ao acaso com parcelas subdivididas, sendo os tratamentos repetidos quatro vezes. Os tratamentos estudados nas parcelas principais foram: 1. Semente de leucena escarificada, inoculada e peletizada misturada à semente de milho, semeada na densidade A. 123 B. Indústr. anim., Nova Odessa, SP, 42(1 ): , jan./jun Semente de leucena escarificada, inoculada e peletizada misturada à semente de milho, semeada na densidade B. 3. Semente de leucena escarificada e inoculada misturada à semente de milho, semeada na densidade A. 4. Semente de leucena escarificada' e inoculada misturada à semente de milho, serneada na densidade B. 5. Semente de leucena escarificada e inoculada, semeada na densidade de 6kg/ha. Densidade A: foi empregada no plantio uma chapa de seis furos, própria para plantio de milho e que permite a semeadura de seis a oito grãos/metro_ Densidade B: foi utilizada no plantio uma chapa de quatro furos, própria para o plantio de milho e que permite a semeadura de quatro a seis grãos/metro. Na subparcela, foi estudado o efeito da aplicação em cobertura de 40kg/ha de N, na forma de sulfato de amônio, 35 dias após o plantio. O efeito do uso de colhedeira de milho por ocasião da colheita desse cereal sobre o estabelecimento da leucena, foi estimado nas subsubparcelas. Cada parcela experimental com as dimensões de 40 x 25m, comportava o plantio de 24 linhas espaçadas de 1m. As subparcelas eram formadas por doze linhas, ficando assim oito linhas como bordadura e quatro linhas centrais, que eram amostradas. As subsubparcelas correspondiam às mesmas doze linhas das subparcelas, porém com 20m de comprimento. Amostragem: Aos 35 dias de plantio, por ocasião do último cultivo e da cobertura, foi estimada a densidade de plantas de leucena e de milho. Para isso, foram contadas as plantas de leucena e de milho nas subparcelas, em um espaço de 10m de comprimento. O estabelecimento da leguminosa foi estimado através de duas colheitas. A primeira, aos seis meses após o plantio e por ocasião da colheita do' milho. Realizou-se esse levantamento nas subsubparcelas, onde o cereal foi colhido manualmente, para evitar qualquer dano à leguminosa. A amostragem da leucena foi feita mediante uma desfolha total das plantas, incl~sive ramos novos (ponteiros) com aproximadamente O,5cm de diâmetro. Esse material foi colhido em uma área de 5m de comprimento, nas quatro linhas (20m 2 ) de amostragem da subsubparcela. A forragem colhida foi transportada para o laboratório para pesagem e secagem. A secagem foi feita em estufa de circulação forçada de ar, regulada para 65 0 C, permanecendo o material na estufa por 48 horas. O segundo levantamento da produção de leucena foi realizado após um ano de plantio. Nessa época, foi estimada a rebrota das plantas, que, por ocasião da colheita do milho (seis meses após o plantio), foram desfolhadas manualmente, e também a rebrota das plantas que, nessa mesma época, foram danificadas pela colhedeira mecânica do milho. A amostragem da leucena foi realizada cortando-se dez plantas da leguminosa por tratamento na subsubparcela. Esse material era conduzido para o laboratório, onde, após ser separado em folhas mais ramos novos (O,5cm de diâmetro aproximadamente), era pesado e colocado para secar em estufa de circulação de ar forçada, regulada para 65 0 C, por 48 horas. Esse método de amostragem (dez plantas por tratamento), foi preferido, uma vez que a leguminosa estava bastante desenvolvida (na maioria acima de 2m de altura), e devido principalmente à densidade de plantio desuniforme da mesma. Tal procedimento elimina os prováveis erros devidos à desuniformidades no plantio. RESULTADOS E DISCUSSÃO Densidade de leucena + milho Nos tratamentos onde a semeadura foi realizada através de uma mistura de sementes de leucena + milho, na proporção de 6kg de leguminosa para 20kg de cereal, a densidade da cultura não diferiu dos demais. Todavia, houve superioridade entre os tratamentos 1, 2, 3 e 4 sobre o tratamento 5, no qual a leguminosa foi plantada 124 B. Indústr. anim., Nova Odessa, SP, 42( 1) : , jan.ljun exclusivamente, utilizando-se 6kg de sementes/ hectare. Verificou-se ainda que não houve diferença entre o tratamento 2 e o 5. Densidade do milho Para a densidade do milho nos tratamentos 1, 2, 3 e 4, foi verificada diferença mínima significativa somente entre o tratamento 3 e os demais, com superioridade para este. Pode-se verificar, pelo método de plantio, que os tratamentos 1 e 3, e 2 e 4 foram semeados com densidades diferentes. Essa diferença não foi obtida na prática, pois apenas o tratamento 3 foi superior aos demais; todavia, nesse tratamento, houve uma queda na densidade de leucena. Nota-se ainda que a densidade conseguida para o milho, 4,05 plantas/metro, é bem próxima da recomendada para o cultura exclusiva. Densidade da leu cena A densidade de leucena nos diferentes tratamentos não diferiu estatisticamente. Pode-se então dizer que, com o plantio mecânico através de plantadeira-adubadeira, regulada para o plantio do milho, chega-se a um bom stand, pois consegue-se uma semeadura ao redor de 6kg/hectare. A densidade média de leucena obtida na eu Itu ra foi de 3,04 plantas/metro. Entretanto, deve-se tomar cuidado especial no momento da semeadura, para que, ao movimentar a plantadeira, as sementes de leucena por serem menores não vão para o fundo do recipiente, o que pode levar a uma semeadura bastante desuniforme na área. O quadro 1 mostra as médias dos tratamentos (plantas/metro linear) para toda a cultura, para o milho e para a leucena, bem como os valores de F, DMS e S. A densidade de 6,50 plantas por metro linear, em linhas espaçadas de 2m (VILELA é bem próxima da obtida no presente trabalho, 3,04 plantas por metro linear, em linhas espaçadas de 1m, que também se aproxima de plantas/hectare de OAKES & SKOV 11. Produção de matéria seca A produção de matéria seca aos seis meses do plantio (corte em 10/6/81) foi baixa, o que confirma seu lento desenvolvimento inicial. Esse material tinha um teor de 28 a 31% de matéria seca a 65 0 C. O quadro 2 mostra a produção de matéria seca aos seis meses (forragem comestível), por tratamento, e os valores de F, DMS e S da análise estatística. Verifica-se que entre os tratamentos 1, 2, 3 e 4, nos quais a leucena foi plantada juntamente com o milho, não houve diferença significativa, embora o tratamento 3 desse uma produção bastante inferior. Todavia, pode-se observar (Quadro 1) que nesse tratamento havia maior densidade de plantas de milho e menor QUADRO 1. Média dos tratamentos para toda a cultura, para o milho e para a leu cena Tratamentos Cultura Milho Leucena F DMS 5% (Tukey) S 7,17 5,99 7,29 7,03 3,92 9,93 2,87 plantas/metro 4,05 3,18 4,99 3,98 11,67** 1,35 linear 3,12 2,81 2,31 3,05 3,92 1,57 NS 1,2729 0,6110 1,3202 QUADRO 2. Produção de matéria seca a 65 0 C de Leucaena leucocephala aos seis meses Tratamento Tratamento com cobertura Tratamento sem cobertura Média 1 448,24 422,04 435, ,05 366,69 351, ,69 411,54 277, ,14 591,35 448, ,94 636,76 747,35 F 0,51 NS 3,33* DMS 418,57 S 262,66 269,90 Obs.: Produção de matéria seca = gramas de matéria seca a 65 0 C/m 2 (subparcela). 125 B. IndCJstr. anim., Nova Odessa, SP, 42(1): , jan./jun densidade de plantas de leucena. Essa situação pode ter levado a uma maior competição pelos fatores de crescimento. Por outro lado, embora não houvesse diferença mínima significativa entre os tratamentos 1, 2, 4 e 5, a produção do tratamento 5 tendeu a ser superior aos demais. Pode-se considerar que, além da maior densidade de plantas de leucena (Quadro 1), no tratamento 5, havia ainda menor competição pelos fatores de crescimento, uma vez que a densidade da cultura nos tratamentos 1, 2, 3 e 4 era praticamente o dobro da verificada no tratamento 5. Assim, a diferença mínima significativa entre esse tratamento e o de número 3 fica explicada, uma vez que ele apresentou a menor densidade de plantas de leucena e a maior de milho. A produção de matéria seca aos doze meses do plantio (corte em 19/1/82) foi maior que a verificada aos seis meses (corte em 10/6/81). O material separado (folhas e ramos novos), a exemplo do colhido aos seis meses do plantio, também apresentava uma porcentagem de matéria seca a 65 0 C entre 28 e 31 %. O quadro 3 mostra as médias das produções de matéria seca a 65 0 C (média de 10 plantas) por tratamento, o efeito da cobertu ra e do uso de colhedeira mecânica na colheita do milho, no estabelecimento da leucena, bem como os valores de F e S da análise de variância. Verifica-se que não houve diferença mínima significativa entre os tratamentos; contudo, pode-se notar maior produção do tratamento 5, onde a leucena foi planta exclusiva. Esse melhor desenvolvimento pode ter sido devido à falta de competição oferecida pelo milho nos outros tratamentos, planta essa que tem um crescimento bastante rápido, de ciclo anual e de grande poder de absorção dos nutri entres. Não se observaram diferenças para o uso da cobertura e da colhedeira de milho no estabelecimento da leucena. A inexistência de efeito para cobertura (40kg de N/hectare, 35 dias após o plantio) sugere que -a leguminosa deveria estar fixando nitrogênio, a uma proporção semelhante à aplicação do nutriente. A ausência do efeito da colhedeira do milho no estabelecimento da leucena, pode ser explicada por duas hipóteses: 1~ ) houve QUADRO 3. Produções de matéria seca a 65 C de Leucaena leucocephala (média de dez plantas), efeito da cobertura e efeito do uso de colhedeira mecânica de milho nos cinco tratamentos estudados Tratamentos Com cobertura Sem cobertura SUC(I) Média de tratamentos 1 49,35 gramas/m ,27 70,87 49,92 56, ,74 51,80 56,17 63,70 60, ,29 42,09 54,54 85,97 54, ,35 79,23 38,21 54,09 76,80 74,06 44,64 68,83 44,32 74,73 cl cob (3) si cob (4) 55,61 60,21 CUC 59,67 SUC 56,15 F tratamento = NS F cobertura = 0,667 NS F colhedeira = 1,082 NS S tratamento = 37,04 S cobertura = 19,04 S colhedeira = 15,12 (I) Sem uso de colhedeira. (2) Com uso de colhedeira. (3) Média dos tratamentos que receberam cobertura. (4) Média dos tratamentos que não receberam cobertu ra. 126 B. Indústr. anim., Nova Odessa, SP, 42( 1) : , jan./jun tempo suficiente (seis meses) para a planta rebrotar, tanto na base do caule como nos ramos; e 2? ) quando a planta foi ceifada pela colhedeira (15-20cm da superfície do solo), a brotação foi da base do caule, com formação de duas a quatro plantas,. enquanto nas plantas desfolhadas manualmente (houve a manutenção do caule),' a rebrota foi de ramos secundários, a partir de gemas do caule primário. Essa diferença de rebrota pode 'ter equilibrado a produção de matéria seca. Pelos resultados, verifica-se que o estabelecimento da leguminosa pode ser através de cultura de milho, uma vez que os tratamentos com e sem o cereal não deram diferença, embora a produção de matéria seca da leucena exclusiva fosse um pouco maior. Por outro lado, o emprego de cobertura (40kg de Nzhectare). ainda que não desse resultados na produção de matéria seca de leucena, pode ser recomendado tendo em vista grande resposta na produção do milho. O uso de colhedeira de milho por ocasião da colheita (seis meses após o plantio) não afetou a produção de matéria seca da lequrninosa seis meses após o emprego do implemento, podendo-se dessa maneira sugeri-io em áreas extensas. Para melhor visualização do estabelecimento da leucena, foi realizada análise para produção de matéria seca/rn , levando-se em conta a densidade de plantas por tratamento e a produção (média de dez plantas/tratamento). O quadro 4 apresenta as médias dos tratamentos para produção de matéria seca da leucena, os efeitos do uso de cobertura e colhedeira e os valores de F, DMS e S da análise estatística. Pode-se notar' o efeito para densidade de plantas, pois o tratamento 5, o de maior densidade (Quadro 1), deu também a maior produção de matéria seca (Quadro 3). e, em conseqüência, foi estatisticamente superior aos demais para produção por área. Da mesma maneira
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