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B INFORMAÇÕES EXIGIDAS POR DIPLOMAS LEGAIS C DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RESPECTIVO ANEXO

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A RELATÓRIO DE GESTÃO A.01 CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL A.02 ÓRGÃOS SOCIAIS A.03 MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO A.04 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE DA SOCIEDADE A.05 OUTROS FACTOS OCORRIDOS
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A RELATÓRIO DE GESTÃO A.01 CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL A.02 ÓRGÃOS SOCIAIS A.03 MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO A.04 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE DA SOCIEDADE A.05 OUTROS FACTOS OCORRIDOS DURANTE O EXERCÍCIO A.06 FACTOS RELEVANTES OCORRIDOS APÓS O TERMO DO EXERCÍCIO A.07 EVOLUÇÃO PREVISÍVEL DA SOCIEDADE A.08 PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS B INFORMAÇÕES EXIGIDAS POR DIPLOMAS LEGAIS C DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RESPECTIVO ANEXO C.01 BALANÇO INDIVIDUAL C.02 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS C.03 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO C.04 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS FLUXOS DE CAIXA C.05 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS D RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS D.01 RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO D.02 CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS A01 CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL Nos termos legais e estatuários e a pedido do Conselho de Administração da Sociedade, convoco os Senhores Acionistas do SporRng Clube de Braga Futebol, S.A.D., pessoa colerva nº , com sede no Estádio Municipal de Braga, Parque Norte Monte Castro, Apartado 12, freguesia de Dume, Braga, com o capital social de ,00 (seis milhões de euros), para reunir em Assembleia Geral Ordinária, no Auditório do Estádio Municipal de Braga, sito no Parque Norte Monte Crasto, freguesia de Dume, em Braga, no dia 31 de Outubro de 2014, pelas 18 horas, com a seguinte, ORDEM DE TRABALHOS Ponto Um Deliberar sobre o relatório de gestão e contas do exercício findo; Ponto Dois Deliberar sobre uma proposta de aplicação de resultados; Ponto Três Aprovar o Orçamento da Sociedade (arrgo 13º, alínea a), dos Estatutos da Sociedade); Ponto Quatro Proceder à apreciação geral da Administração e Fiscalização da Sociedade.. A Assembleia desrnase exclusivamente a Acionistas da Sociedade (ou seus representantes), os quais, para efeitos de parrcipação na Assembleia e exercício dos respecrvos direitos, deverão preencher os seguintes requisitos, legais e estatutários que abaixo se indicam.. Nos termos do arrgo 9º dos Estatutos da Sociedade, apenas poderão parrcipar na Assembleia e exercer o direito de voto aqueles que comprovem ser Rtulares ou representantes de Rtulares de ações que confiram direito, incluindo a hipótese de agrupamento, a pelo menos um voto e desde que sejam pelo menos no oitavo dia anterior à data da realização da Assembleia Geral, ou estejam registadas em seu nome nos livros da Sociedade.. Nos termos estatutários da Sociedade, a cada dez ações corresponde um voto, só sendo consideradas para efeitos de voto as ações já derdas à data acima referida. 11 . Os acionistas possuidores de menos de dez ações poderão agruparse de forma a completarem o número exigido ou um número superior e fazerse representar por um dos agrupados. Os acionistas sem direito a voto apenas poderão assisrr à Assembleia.. Para comprovarem a sua qualidade e o número de ações derdas e não registadas nos livros da Sociedade, devem os Senhores Acionistas solicitar ao intermediário financeiro (Banco ou outra InsRtuição) onde as suas ações se encontrem inscritas, dandolhe conhecimento da presente convocação.. As declarações podem referirse a datas anteriores ao oitavo dia que precede a Assembleia, visto que as ações que dela sejam objecto, ficam bloqueadas até à mesma Assembleia, nos termos legais.. A representação voluntária de qualquer Acionista poderá ser comerda a outro Acionista, a membro do Conselho de Administração ou a cônjuge, descendente ou ascendente do Acionista.. Os instrumentos de representação voluntária de Acionista na Assembleia Geral (cartas mandadeiras) deverão ser remerdas para, ou entregues na sede social da Sociedade, dirigidas ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.. As pessoas colecrvas podem ser representadas na Assembleia Geral pela pessoa que para o efeito nomearem, por simples carta, a remeter ou a entregar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.. Serão colocadas à disposição dos Acionistas, na sede social, durante 15 dias, anteriores à data da Assembleia Geral, as informações preparatórias a que se refere o arrgo 289º do Código das Sociedades Comerciais, incluindo o Relatório de Gestão, as Contas de Exercício e demais documentos de prestação de contas. Braga, 30 de Setembro de 2014 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, (Dr. António Manuel Rodrigues Marques) 12 A02 ORGÃOS SOCIAIS Assembleia Geral: Presidente: António Manuel Rodrigues Marques VicePresidente: Carlos Manuel Gomes Coelho Teixeira Ferreira Secretário: Gabriela do Carmo Gonçalves Araújo Gomes Sequeira Secretário: Nuno Filipe Barros Rodrigues dos Santos Conselho de Administração: Presidente: António Salvador da Costa Rodrigues Administrador: Manuel Rodrigues Sá Serino Administrador: Gaspar Barbosa Borges Administrador: Paulo Jorge de Castro Resende Administrador: Hernâni Castanhas Portovedo Conselho Fiscal: Fiscal Único EfeRvo: Gaspar Castro, Romeu Silva & Associados SROC, Lda., inscrita na Ordem dos Revisores Oficiais de Contas sob o nº 153, representada por Gaspar Vieira de Castro, ROC nº Caros Acionistas, É com muita honra que conrnuamos a trabalhar para tornar o SporRng Clube de Braga uma referência entre os grandes de Portugal. A aposta na formação de jovens, na contratação de atletas nacionais e na solidez financeira, são marcas da estratégia que nos tem permirdo consolidar uma elevada expectarva nos resultados desporrvos. Hoje, todos os observadores antecipam um elevado desempenho do SporRng Clube de Braga, e esta é uma responsabilidade que nos orgulha assumir e para a qual mobilizaremos todos os nossos esforços. A conquista do Campeonato Nacional de Juniores e o reconhecimento do valor dos nossos jogadores, recorrentemente chamados a representar a Seleção Nacional, confirmam a sustentabilidade futura da marca SC Braga, que pretendemos a um alto nível de excelência. Liderar uma insrtuição como o SporRng Clube de Braga conduznos à humildade de reconhecer que teremos de fazer sempre melhor, para podermos estar à altura da sua história. Renovamos o compromisso! O Presidente do Conselho de Administração, António Salvador da Costa Rodrigues 16 17 A.04. Evolução da advidade da Sociedade O Conselho de Administração da Spordng Clube de Braga Futebol, SAD, com sede no Estádio Municipal de Braga, Parque Norte Monte Castro (Dume), em Braga, vem, de acordo com as normas legais e estatutárias cumprir o dever de prestação de informação de natureza económica e financeira, relarva ao exercício económico compreendido entre 01 de Julho de 2013 e 30 de Junho de Este documento foi elaborado de acordo com o quadro normarvo vigente, nomeadamente o disposto no Código das Sociedades Comerciais, nas Normas ContabilísRcas e de Relato Financeiro previstas no (novo) Sistema de Normalização ContabilísRca (SNC) em vigor para exercícios económicos iniciados em 1 de Janeiro de 2010 ou data posterior e demais legislação vigente em Portugal Advidade despordva A época desporrva 2013/14 Rnha vários objervos delineados para a SporRng Clube de Braga Futebol, S.A.D. transversais a todo o futebol do Clube. Para a equipa principal, a militar na Primeira Liga, um dos objervos imediatos passava pelo apuramento para a Liga Europa através de um playoff obrigatório tendo em conta a performance desporrva da temporada transata. Depois de uma vitória por 10, na Roménia, frente ao Pandurii a equipa teve uma noite manifestamente infeliz em casa permirndo que a formação romena pudesse dar a volta a eliminatória com um inesperado triunfo por 20, em Braga. Outra das metas propostas passava pela conquista de um ~tulo, depois do feito inolvidável vivido na época anterior com a vitória na Taça da Liga frente ao FC Porto. Nesta mesma comperção, o SporRng Clube de Braga começou por estar incluído na fase de grupos onde defrontou Estoril, BeiraMar e Belenenses. Nestes três encontros, foram conseguidas outras tantas vitórias com passagem incólume às meiasfinais da comperção. Para reperr o acesso à final, o SporRng Clube de Braga Rnha que vencer o Rio Ave, em Vila do Conde, mas uma noite de extrema infelicidade para o árbitro da parrda opinião unânime de todos os quadrantes do futebol português impediu a equipa de chegar ao encontro decisivo da comperção. Na Taça de Portugal, a final do Jamor era também um objervo definido desde início. Também nesta prova, o SporRng Clube de Braga alcançou as meiasfinais derrotando Gafetense, Olhanense, Arouca e DesporRvo das Aves. Seguiuse o Rio Ave, numa meiafinal disputada a duas mãos e que começou com um empate sem golos em Braga. Na deslocação a Vila do Conde uma derrota por 20 impediu o acesso ao derradeiro encontro da prova. 19 No campeonato, as metas traçadas apontavam para a conquista de um lugar que desse acesso às comperções europeias (Liga dos Campeões ou Liga Europa). Após duas vitórias nas duas rondas inaugurais da Liga, o SporRng Clube de Braga sofreu a primeira derrota em Barcelos, mas nem os dois triunfos seguintes (diante de Estoril e Arouca) evitaram que a equipa entrasse numa crise de confiança que levou a uma sequência de resultados negarvos. A equipa viria a terminar o campeonato no 9º lugar. Durante esta época desporrva, e face aos resultados claramente aquém dos objervos, o SporRng Clube de Braga decidiu proceder a uma alteração no comando técnico. O professor Jesualdo Ferreira acabaria por sair em Fevereiro através e um acordo amigável alcançado com esta Sociedade, entrando para o seu lugar Jorge Paixão. Em virtude da alteração não ter procedido os efeitos desejados na equipa, o técnico não prolongou a sua ligação ao Clube após o final do campeonato. Apesar dos resultados desporrvos aquém das expectarvas, a SporRng Clube de Braga Futebol S.A.D. conseguiu, uma vez mais, valorizar jogadores no mercado nacional e internacional. A Sociedade apostou em jovens valores como Pardo, Rafa e Mauro que se notabilizaram no panorama futebolísrco nacional. Mantevese, igualmente, nesta época desporrva a forte aposta na equipa B com a chamada de vários jogadores à equipa principal como foram os casos de Núrio, PiqueR e Erivaldo, todos eles jovens formados no SporRng Clube de Braga e que foram promovidos à imagem do que já se havia passado com Santos e Mauro na época anterior. Fator que não pode ser dissociado da menor performance desporrva alcançada na equipa principal foram as muitas lesões que assolaram o plantel principal na fase decisiva da temporada. Jogadores como Baiano, Custódio, Alan, Ruben Micael, Rafa e Éder foram alguns dos impedidos de dar o seu contributo à equipa por questões sicas. O SporRng Clube de Braga assumiuse, uma vez mais, como um dos clubes que mais jogadores forneceu à Seleção Nacional de Portugal. Aliás, só o Real Madrid conseguiu colocar também três jogadores entre a lista final de 23 eleitos do selecionador Paulo Bento para o Campeonato do Mundo que se disputou no Brasil. Eduardo, Rafa e Éder foram os três jogadores do SporRng Clube de Braga presentes no Mundial. 20 A equipa B do SporRng Clube de Braga cumpriu o propósito principal que passa por preparar e fornecer jogadores à equipa principal. A equipa terminou no 20º lugar da II Liga garanrndo assim o objervo que passava por assegurar a manutenção. Contudo, para além da classificação que a equipa B obteve na II Liga, existem outros objervos que jusrficaram a sua consrtuição e que importa destacar, designadamente:. Possibilita que os atletas provenientes das camadas jovens da Braga SAD possam completar o seu percurso de formação, evoluindo num escalão profissional, que pressupõe um maior grau de exigência e comperrvidade;. Permite a integração de novas promessas estrangeiras de elevado potencial que por esta via têm uma adaptação mais fácil;. Dá ritmo de jogo a atletas que integram o plantel principal quando estão a recuperar de uma lesão ou está eminente a sua urlização na equipa principal;. Garante que a equipa técnica principal tenha um leque de soluções mais alargado, possibilitando a inscrição de um maior número de atletas jovens. Um dos grandes feitos da época desporrva 2013/14 foi a conquista do ~tulo nacional de juniores reperndo assim um feito alcançado apenas uma vez (1976) na história do SporRng Clube de Braga. Com uma fase final verdadeiramente irrepreensível, a equipa júnior conseguiu sagrarse campeã nacional, ganhando a corrida a adversários de respeito como FC Porto, Benfica e SporRng. Esta conquista demonstrou, uma vez mais, que a forte aposta que se tem feito na formação tem dado frutos. Em suma, a época 2013/14 acabou por não corresponder às expectarvas no que a resultados da equipa principal diz respeito, mas teve aspetos de grande relevância como foram a promoção e valorização de vários jogadores do plantel do SporRng Clube de Braga, nomeadamente com a presença de três atletas na Seleção de Portugal que disputou o Campeonato do Mundo no Brasil. O ~tulo nacional de juniores foi, igualmente, um marco histórico alcançado. 21 4.2. Advidade económica Os resultados económicos e financeiros da SporRng Clube de Braga Futebol S.A.D. foram, no período de 2013/14, influenciados de forma significarva por diversos fatores, designadamente:.a eliminação precoce da Liga Europa frente ao Padurii (Roménia). Numa eliminatória a duas mãos, a equipa começou bem ao vencer na Roménia por uma bola a zero, no entanto, não foi capaz de evitar que, em Braga, o adversário pudesse dar a volta ao resultado (02). Um resultado que acabaria por vedar o acesso à fase de grupos da prova e consequentemente o encaixe de algumas receitas manifestamente importantes para o equilíbrio financeiro da Sociedade;. Face ao reposicionamento/alteração da estratégia de markerng e comunicação da AXA em Portugal, este importante patrocinador não procedeu à renovação do naming do Estádio Municipal de Braga ;. A alienação dos direitos financeiros que a Sociedade ainda dernha do atleta Diego Costa, aquando a transferência do mesmo do Club AtléRco Madrid para o Chelsea Football Club;. A manutenção de um forte invesrmento ao nível do plantel de futebol, capaz de cimentar a presença de forma comperrva da Braga SAD em várias provas. Esta aposta na constante valorização do plantel refletese nos encargos diretamente associados aos atletas, nomeadamente os gastos com pessoal e amorrzações;. A situação económica em geral, e à qual Portugal não é alheio, com implicações diretas no poder de compra / limite ao consumo por parte das famílias e das empresas e a crescente onerosidade na obtenção de crédito. 22 Resultado Líquido Depois de quatro exercícios consecurvos com resultados posirvos, que na globalidade ultrapassaram os 19 milhões de euros, a Sociedade, durante o exercício em análise, não foi capaz de evitar um resultado líquido negarvo em 2,3 milhões de euros. Na análise das contas da Braga SAD, à semelhança de outras sociedades desporrvas, deve terse em consideração três componentes: resultados operacionais excluindo passes de atletas, resultados relacionados com passes de atletas e resultados financeiros, ao que se aplica, posteriormente, o imposto sobre o rendimento do exercício. A primeira componente tem um caracter mais estável uma vez que traduz os rendimentos e gastos decorrentes da arvidade normal / operacional da Sociedade e que resultam, essencialmente, de contratos estabelecidos a longo prazo. A segunda, relacionada diretamente com passes de atletas, tem um caráter de maior volarlidade uma vez que reflete a polírca de gestão do plantel no que a aquisições, manutenções e dispensas/alienações de atletas diz respeito. Esta componente é essencial para o equilíbrio e estabilidade da Sociedade uma vez que, os resultados financeiros que são apresentados em cada exercício económico dependem significarvamente das decisões tomadas a este nível. Por úlrmo, os resultados financeiros resultam das necessidades de tesouraria da Sociedade. 23 Resultados Operacionais (excluindo rendimentos com Passes de atletas) O quadro seguinte permite uma melhor perceção da evolução dos rendimentos operacionais (excluindo rendimentos com Passes de atletas): Rendimentos Operacionais 2013/ /2013 % Receita de bilheteira % Participação em competições % Direitos de transmissões % Publicidade / Pacotes corporate % Indemnizações % Quotização (20%) % Outros % % O montante global dos rendimentos operacionais (excluindo rendimentos com Passes de atletas) ascendeu, no período em análise, a 8,9 milhões de euros, verificandose um decréscimo de 62% face ao período homólogo anterior. A receita de bilheteira inclui os bilhetes vendidos jogo a jogo, os montantes recebidos pela venda de lugares anuais e a comercialização dos pacotes sócio empresa, registandose, face ao ano transato, uma quebra de 52%. Este facto deveu- se, essencialmente, à eliminação precoce das comperções europeias, com a consequente diminuição do número de jogos realizados no nosso estádio. Ao contrário da época passada, onde disputamos a fase de grupos da Liga dos Campeões e recebemos no nosso estádio equipas como o Manchester United e Galatasary, durante a época desporrva em análise apenas realizamos um jogo europeu no nosso estádio, frente à equipa romena do Pandurii. Consequentemente, o desempenho da equipa principal da Braga SAD, aquém do seria esperado, reduziu o acesso a prémios de desempenho desporrvo de montante significarvo, registandose uma diminuição, face a igual período transato, de 95%. Este decréscimo também se verificou nos casos em que os valores a receber pela comercialização de publicidade / patrocínios estavam contratualmente dependentes dos resultados desporrvos alcançados. 24 Os valores indicados na rubrica Direitos de transmissões compreendem, essencialmente, as contraparrdas financeiras pela cedência, em exclusivo, à sociedade PPTV Publicidade de Portugal e Televisão, SA, dos direitos de comunicação audiovisual respeitantes aos jogos em que a equipa principal da Braga SAD dispute, na condição de visitada, a I liga de futebol profissional bem como os direitos de exploração comercial da publicidade estárca e virtual nos termos do contrato celebrado entre as partes. O montante indicado na rubrica indemnizações corresponde aos montantes recebidos das companhias de seguros decorrentes da inaprdão temporária para a prárca desporrva de determinados atletas ocasionada por eventuais lesões ou incapacidades sicas. O valor das quorzações apresentado no quadro supra referese à percentagem de quorzação cobrada aos sócios do Clube (20%) a que a Sociedade tem direito, pela atribuição aos associados deste de condições especiais no acesso a espetáculos desporrvos em que a Braga SAD parrcipe. Na rubrica Outros está evidenciado o montante de 1,1 milhões euros decorrente da atribuição ao AS Mónaco FC, SA do direito de observação / preferência na contratação dos atletas Bruno Almeida, Miguel Pinto, Gil Dias, Luis Azevedo, Núrio Fortuna e Jorge Fernandes. De um modo geral, não podemos descontextualizarmonos da situação agreste que o país e a economia global atravessam. É notória a diminuição do poder de compra das famílias e empresas em geral, atento ao intenso programa de ajustamento que tem vigorado nos úlrmos anos. Gastos Operacionais 2013/ /2013 % Fornecimentos e serviços externos % Gastos com o pessoal % Depreciações e amortizações (1) % Outros % (1) Excluindo amortizações de Passes % Globalmente, os gastos operacionais da Sociedade (excluindo Passes de atletas) registaram uma redução na ordem dos 16%. 25 Os fornecimentos e serviços externos apresentam um decréscimo de 1,4 milhões de euros (23% face ao período homólogo anterior), essencialmente, como o reflexo da constante implementação de uma polírca de contenção. Adicionalmente, verificou- se uma descida dos gastos diretamente relacionados com a parrcipação nas comperções europeias, nomeadamente gastos com deslocações e estadias e despesas de organização de jogos. Os gastos com pessoal, tradicionalmente com elevada representarvidade na estrutura de gastos da Sociedade, como é normal neste setor de a
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