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Balanço Positiva 2017

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Encarte Demonstrações Contábeis e Pareceres ã Exercício 2016 Sicoob Credicapital Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres ã Exercício…
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Encarte Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 Sicoob Credicapital Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 3 Relatório da Administração Ao findarmos mais um exercício queremos prestar contas aos Senhores Associados dos resultados obtidos, bem como das atividades e ações desenvolvidas no exercício de 2016 na Cooperativa de Crédito de Cascavel e Região - Sicoob Credicapital Senhores Associados Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações financeiras do exercício de 2016 da Cooperativa de Crédito de Cascavel e Região - Sicoob Credicapital, na forma da Legislação em vigor. 1. Avaliação de Resultados No exercício de 2016 o Sicoob Credicapital obteve resultado de R$ 653 mil (seiscentos e cinquenta e três mil), representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 1,60%. 2. Ativos Em 31/12/2016 os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 122.131 mil (cento e vinte e dois milhões e cento e trinta um mil). Por sua vez, a carteira de crédito representava R$ 226.405 mil (duzentos e vinte seis milhoes quatrocentos e cinco mil). Em comparação ao exercício de 2015, observa-se um acréscimo de 17,59% 3. Captação As captações em 31/12/2016 eram da ordem de R$ 265.080 mil (cento e noventa e oito milhões novecentos e oitenta e três mil), havendo uma evolução em relação ao exercício de 2015 de 33,22%. As captações encontravam-se assim distribuídas: DEPÓSITOS 265.080 Depósitos à Vista 41.258 Depósitos a Prazo/Outros Depósitos 223.822 4. Patrimônio Líquido Em 31/12/2016, o Patrimônio Líquido do Sicoob Credicapital era de R$ 40.743 mil (quarenta milhões e setecentos e quarenta e três mil), representando uma evolução de 12,97%, em comparação ao exercício de 2015. O quadro de associados era composto por 18.660 cooperados. 5. Política de Crédito A Política de Crédito, também chamada, por alguns autores, de Padrões de Crédito, tem como objetivo básico orientar, de forma uniforme, as decisões de crédito. No Sicoob Unicoob a Política de Crédito é utilizada nos deferimentos de operações e nos planejamentos estratégicos e negociais das Cooperativas Singulares para com seus Associados. Para garantir rentabilidade em crédito com segurança, as Cooperativas de Crédito definem orientações na forma de políticas. As políticas de crédito compreendem, assim, um conjunto de macro orientações que visam garantir padrões de desempenho em crédito compatíveis com a boa técnica de mercado. O Sicoob Credicapital adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682. 6. Resumo da Descrição da Estrutura de Gerenciamento de Riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil – Sicoob 6.1 - Risco Operacional 6.1.1 O gerenciamento do risco operacional do Sicoob Credicapital objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.380/2006. 6.1.2 Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, o Sicoob Credicapital aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 6.1.3 O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria contínua dos processos. 6.1.4OusodaListadeVerificaçãodeConformidade(LVC)temporobjetivoidentificarsituaçõesderiscodenãoconformidade, que após identificadas são cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir). 6.1.5 As informações cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecido pelo Sicoob Confederação. Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 4 6.1.6 6. A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes às perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). 6.1.7 7. Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR). 7.1.8 8. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, o Sicoob Credicapital possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 6.2 - Risco de Mercado e Liquidez 6.2.1 1. 1. O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob Credicapital objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007. 6.2.2 2. 2. Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, o Sicoob Credicapital aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 6.2.3 3. 3. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). 6.2.4 4. 4. 4. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, o Sicoob Credicapital possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. 6.3 - Risco de Crédito 6.3.1 1. O gerenciamento de risco de crédito do Sicoob Credicapital objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. 6.3.2 2. Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o Sicoob Credicapital aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 6.3.3 3. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. 6.3.4 4.Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o Sicoob Credicapital possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 6.4 - Risco de Capital 6.4.1 1. A estrutura de gerenciamento de capital do Sicoob Cascavel objetiva garantir a aderência às normas viegentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN 3.988/2011. 6.4.2 2. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, O Sicoob Credicapital aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob LTDA (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br 6.4.3 O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo contínuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: a) avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos que as entidades do Sicoob estão sujeitas; b) planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob; c) adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nascondições de mercado. 6.4.4 4 Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. 7. Agradecimento Agradecemos aos nossos associados pela preferência e pela confiança e aos colaboradores pela dedicação. Cascavel/PR, 17 de fevereiro de 2017. Conselho de Administração e Diretoria Executiva Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 5 Balanço Patrimonial Fonte:CentralUnicoob-Contabilidade•Database:Dezembro/2016 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Em milhares de reais ATIVO 2016 2015 Circulante 241.254 221 160 Disponibilidades (Nota 4) 3.720 1.252 Relações interfinanceiras (Nota 4) 122.131 79.591 Operações de crédito (Nota 5) 111.395 137.359 Operações de crédito 116.054 142.208 (-)Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa (4.659) (4.849) Outros créditos 2.939 2.726 Créditos por avais e fianças honrados 430 126 Rendas a receber 1.512 1.016 Diversos (Nota 6) 1.570 1.758 (-) Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa (573) (174) Outros valores e bens (Nota 7) 1.069 232 Ativo realizável a longo prazo 100.977 47.416 Operações de crédito (Nota 5) 100.977 47.416 Operações de crédito 110.351 50.325 (-)Provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa (9.374) (2.909) Permanente 9.378 7.716 Investimentos (Nota 8) 4.394 4.392 Imobilizado de uso (Nota 8) 4.198 2.550 Intangível (Nota 8) 786 774 Total do ativo 351.609 276.292 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2016 2015 Circulante 302.414 235.565 Depósitos (Nota 9) 265.080 198.983 Depósitos à vista 41.258 30.160 Depósitos a prazo 223.822 168.823 Relações interdependências 1.105 1.993 Relações interfinanceiras (Nota 10) 29.250 27.464 Outras obrigações 6.979 7.125 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados 47 43 Sociais e estatutárias 939 1.298 Fiscais e previdenciárias 504 525 Diversas (Nota 11 ) 5.489 5.259 Exigível a longo prazo 8.452 4.662 Relações interfinanceiras (Nota 10) 8.452 4.662 Patrimônio líquido (Nota 13) 40.743 36.065 Capital social 36.195 31.396 Fundo de reserva 3.895 3.421 Sobras acumuladas 653 1.248 Total do passivo e do patrimônio líquido 351.609 276.292 Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 6 Demonstração de Sobras ou Perdas Em milhares de reais Exercícios findos em 31 de dezembro Semestre findo em 31 de dezembro de 2016 2016 2015 Ato cooperativo Ato não cooperativo Total Ato cooperativo Ato não cooperativo Total Ato cooperativo Ato não cooperativo Total Receitas da intermediação financeira 26.157 26.157 50.880 50.880 42.067 42.067 Operações de crédito (Nota 5) 26.157 26.157 50.880 50.880 42.067 42.067 Despesas de intermediação financeira (22.145) (22.145) (42.220) (42.220) (27.995) (27.995) Operações de captação no mercado (Nota 9) (14.782) (14.782) (27.486) (27.486) (20.176) (20.176) Operações de empréstimos e repasses (Nota 10) (1.380) (1.380) (2.485) (2.485) (1.191) (1.191) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (Nota 5) (5.983) (5.983) (12.249) (12.249) (6.628) (6.628) Resultado bruto da intermediação financeira 4.012 4.012 8.660 8.660 14.072 14.072 Outras receitas e despesas operacionais (1.931) 110 (1.821) (5.252) 219 (5.033) (8.786) 873 (7.913) Receitas de prestação de serviços (Nota 14) 2.355 478 2 833 4.358 866 5.224 3.074 1.594 4.668 Rendas de tarifas bancárias (Nota 14) 2.207 2.207 4.223 4.223 3.172 3.172 Despesas de pessoal (Nota 15) (6.023) (133) (6.156) (11.833) (238) (12.071) (10.035) (260) (10.295) Despesas administrativas (Nota 16) (7.711) (170) (7.881) (14.820) (296) (15.116) (11.795) (306) (12.101) Despesas tributárias (64) (65) (129) (114) (113) (227) (104) (155) (259) Outras receitas operacionais (Nota 17) 8.805 8.805 15.660 15.660 9.083 9.083 Outras despesas operacionais (Nota 18) (1.500) (1.500) (2.726) (2.726) (2.181) (2.181) Resultado operacional 2.081 110 2.191 3.408 219 3.627 5.286 873 6.159 Resultado não operacional 4 (78) (74) (135) (116) (251) 36 36 Resultado antes da tributação sobre lucro 2.085 32 2.117 3.273 103 3.376 5.286 909 6.195 Imposto de renda e contribuição social (366) (366) Provisão para imposto de renda (216) (216) Provisão para contribuição social (150) (150) Sobras ou perdas do semestre/exercicio 2.085 32 2.117 3.273 103 3.376 5.286 543 5.829 Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 7 Demonstração das mutações do Patrimônio Líquido Em milhares de reais Capital social integralizado Fundo de reserva Sobras acumuladas Total Em 1° de janeiro de 2015 21.614 2.512 1.037 25.164 Destinação das sobras acumuladas Distribuição de sobras (Nota 13) 1.037 (1.037) Integralizações de capital (Nota 13) 7.729 7.729 Baixas de capital (Nota 13) (2.113) (2.113) Sobras do exercício 5.829 5.829 Destinações legais e estatutárias FATES-legal (Nota 13) (113) (113) FATES - ato não cooperativo (343) (343) Fundo de reserva (Nota 13) 908 (908) Juros ao capital próprio (Nota 13) 3.209 (3.217) (8) Imposto de renda sobre juros ao capital próprio (80) (80) Em 31 de dezembro de 2015 31.396 3.420 1.248 36.064 Em 1° de janeiro de 2016 31.396 3.420 1.248 36.064 Destinação das sobras acumuladas Distribuição de sobras (Nota 13) 1.246 (1.248) (2) Integralizações de capital (Nota 13) 5.992 5.992 Baixas de capital (Nota 13 b) (4.488) (4.488) Sobras do exercício 3.376 3.376 Destinações legais e estaturárias FATES - Legal (Nota 13) (59) (59) FATES - ato não cooperativo (103) (103) Fundo de reserva (Nota 13) 475 (475) Juros de capital próprio (Nota 13) 2.069 (2.086) (17) Imposto de renda sobre juros ao capital próprio (20) (20) Em 31 de dezembo de 2016 36.195 3.895 653 40.743 Em 1° de julho de 2016 32.649 3.421 1.259 37.329 Integralizações de capital (Nota 13) 3.247 3.247 Baixas de capital (Nota 13 b) (1.750) (1.750) Sobras do semestre 2.117 2.117 Destinações legais e estatutárias FATES - Legal (Nota 13) (59) (59) FATES - ato não cooperativo (103) (103) Fundo de reserva (Nota 13) 475 (475) Juros de capital próprio (Nota 13) 2.069 (2.086) (17) Imposto de renda sobre juros ao capital próprio (20) (20) Em 31 de dezembro de 2016 36.195 3.895 653 40.743 Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 8 Demonstração dos Fluxos de caixa Em milhares de reais Semestre findo em 31 de dezembro Exercícios findos em 31 de dezembro 2016 2016 2015 Fluxos de caixa das atividades operacionais Sobras do semestres/exercício 2.117 3.376 5.829 Ajustes as sobras líquidas 2.971 7.444 6.916 Despesas de depreciação e amortização 427 807 133 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 2.058 6.274 6.628 Provisão para contingências 486 363 155 Variações patrimoniais 18.649 33.268 21.384 Relações interfinanceiras e interdependências 17.953 4.689 Operações de crédito (23.797) (33.872) (42.786) Outros ativos 664 (1.052) (741) Depósitos 24.733 66.097 53.778 Obrigações por empréstimos e repasses 13.553 Outras obrigações 1.181 (509) 797 Outros ativos e passivos, líquidos (2.085) (2.085) (3.217) Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 23.737 44.088 34.129 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisição de investimentos (1) (2) - Aquisição de imobilizado de uso (482) (1.222) (1.201) Aplicação no intangível (168) (274) (282) Imobilização em curso (978) (970) Outros ajustes 1 Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (1.628) (2.468) (1.483) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Variações patrimoniais 3.383 3.388 5.616 Aumento de capital 5.296 8.041 7.729 Baixas de capital (1.750) (4.488) (2.113) FATES (163) (163) Distribuição de sobras (2) Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamentos 3.383 3.388 5.616 Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa 25.492 45.008 38.262 Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre/exercício 100.359 80.843 42.581 Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre/exercício 125.851 125.851 80.843 Relatório Anual 2016 | Demonstrações Contábeis e Pareceres • Exercício 2016 9 Notas Explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2016 1 Contexto operacional A Cooperativa de Crédito de Cascavel e Região - Sicoob Credicapital (“Cooperativa”) é uma cooperativa de crédito singular, filiada à Central das Cooperativas de Crédito Unicoob - Sicoob Central Unicoob (“Sicoob Central Unicoob”). A cooperativa é uma instituição financeira não bancária, autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, que iniciou as suas atividades em 21 de junho de 2001 e tem por objetivos principais: (a) proporcionar, pela mutualidade, assistência financeira aos associados através de suas atividades específicas; (b) prestar, através da mutualidade, a assistência financeira aos associados em suas atividades específicas; (c) atuar na formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo; e (d) estimular o desenvolvimento econômico e interesses comuns dos associados. A execução das atividades obedece ao disposto na legislação pertinente, assim como aos atos regulamentares oficiais, ao estatuto social, e às normas internas do sistema Sicoob. 2 Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações (Lei n° 6.404/76, alterada pelas Leis n° 11.638/07 e n° 11.941/05 e n° 12.024/09) e as normas do Conselho Monetário Nacional - CMN e do Banco Central do Brasil - BACEN, e evidenciam todas as informações relevantes próprias das demonstrações financeiras, e somente elas, as quais estão consistentes com as utilizadas pela administração na sua gestão. Foram adotados os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC homologados pelos órgãos reguladores relacionados ao processo de convergência contábil internacional que não conflitaram com a regulamentação do CMN e BACEN, quais sejam: • CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - homologado pela Resolução CMN n° 3.566/08. • CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - homologado pela Resolução CMN n° 3.604/08. • CPC 05 (R1) - Divulgação de Partes Relacionadas - homologado pela Resolução CMN n° 3.750/09. • CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - homologado pela Resolução CMN n° 3.989/11. • CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro - homologado pela Resolução CMN n° 4.007/11. • CPC 24 - Evento Subsequente - homologado pela Resolução CMN n° 3.973/11. • CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes - homologado pela Resolução CMN n° 3.823/09. • CPC 33 - Benefícios a Empregados CMN n° 4424/15. • Pronunciamento Conceituai Básico (R1) - Estrutura Conceitual para Elaboração e divulgação de Relatório Contábil-Financeiro - homologado pela Resolução CMN n° 4.144/12. A divulgação dessas demonstrações financeiras foi autorizada pela Diretoria em 14 de fevereiro de 2017. 3 Principais políticas contábeis As principais políticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações financeiras estão apresentadas a seguir: (a) Apuração das sobras ou perdas As sobras ou perdas são apuradas de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e as despesas devam ser incluídas na apuração das sobras ou perdas do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixada
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