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BBVA Leasimo Sociedade de Locação Financeira, S.A.

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BBVA Leasimo Sociedade de Locação Financeira, S.A. Relatório de Gestão 2014 BBVA Leasimo Relatório de Gestão 2014 ÍNDICE 1. ÓRGÃOS SOCIAIS 3 2. ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA BBVA LEASIMO S.L.F., S.A
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BBVA Leasimo Sociedade de Locação Financeira, S.A. Relatório de Gestão 2014 BBVA Leasimo Relatório de Gestão 2014 ÍNDICE 1. ÓRGÃOS SOCIAIS 3 2. ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA BBVA LEASIMO S.L.F., S.A Comercial Financeira 5 3. PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS 7 4. RECONHECIMENTO PÚBLICO 8 5. ANEXO AO RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 9 2 BBVA Leasimo Relatório de Gestão ÓRGÃOS SOCIAIS ASSEMBLEIA GERAL PRESIDENTE: Maria de Carmo de Abreu Barbosa SECRETÁRIO: Margarida Mateus da Cruz CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PRESIDENTE: José Eduardo Vera Cruz Jardim VOGAIS: Susana Nereu de Oliveira Ribeiro José Planes Moreno FISCAL ÚNICO ROC: Deloitte & Associados, SROC, S.A. ROC SUPLENTE: Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro, ROC. 3 BBVA Leasimo Relatório de Gestão 2014 RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O Conselho de Administração da BBVA LEASIMO Sociedade de Locação Financeira, S.A., no cumprimento das suas obrigações legais e estatutárias de informação, vem apresentar à Assembleia Geral, relativamente ao exercício de 2014, o seu relatório sobre as actividades e resultados da sociedade, bem como as contas, acompanhadas da Certificação Legal de Contas e do Parecer do Fiscal Único. 2. ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA BBVA LEASIMO S.L.F., S.A Comercial A deliberação de reduzir a actividade comercial da BBVA Leasimo, já que a mesma é realizada, desde meados de 2005, no balanço do BBVA Portugal, focando-se a empresa na gestão da carteira actual de clientes, constitui o factor explicativo da inexistência de novos contratos. A composição do financiamento do leasing mobiliário no final do exercício, em percentagem, era a seguinte: Composição do Financiamento % Máquinas Outros Equipamentos 68% 4 BBVA Leasimo Relatório de Gestão 2014 O Total de financiamento concedido, no final de 2014, distribuía-se da seguinte forma: Total do Financiamento ,1% Leasing Mobiliário Leasing Imobiliário 99,9% 2.2. Financeira De acordo com o Regulamento (CE) nº 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho de 2002 e com a sua transposição para o ordenamento jurídico português, através do Aviso 1/2005 do Banco de Portugal de 21 de Fevereiro, a BBVA Leasimo elabora as suas demonstrações financeiras de acordo com as Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA). O total do produto bancário da BBVA Leasimo, no final de 2014, foi de o que traduz um decréscimo de 190,1% face ao ano anterior. O aumento dos outros proveitos e custos deveu-se à venda de imóveis recuperados. Unidade: euros Evolução dos Proveitos Var(%) Juros e Rendimentos Similares ,0 Outros Proveitos e Custos ,1 Produto Bancário ,1 Os custos de estrutura atingiram, em 31 de Dezembro de 2014, o valor de , o que representa um decréscimo de 9,2% face aos valores do período homólogo. É a componente Custos com Pessoal que, com uma variação negativa de 32,9% face ao período homólogo do ano anterior, contribuiu para o decréscimo dos custos de estrutura. Esta diminuição deveu-se à passagem de colaboradores da BBVA Leasimo para o Banco. 5 BBVA Leasimo Relatório de Gestão 2014 Unidade: euros Evolução dos Custos de Estrutura 2014 % 2013 % Var(%) Custos com Pessoal , ,2-32,9 Gastos Gerais Administrativos , ,8-0,8 Total dos Custos de Estrutura ,2 A redução da actividade comercial, com a sua consequente transferência para o balanço do BBVA Portugal, reflecte-se numa quebra do Activo Total que registou, no final do ano, o valor de , valor inferior em 31,2% ao observado no ano anterior. O Resultado Líquido que, neste exercício, foi negativo em , compara com um resultado negativo de em A recuperação de provisões contribuiu para esta evolução menos negativa dos resultados face ao ano transacto. Unidade: euros Indicadores Relevantes Var(%) Activo Líquido Total ,2 Margem Financeira ,0 Resultado Líquido ,8 6 BBVA Leasimo Relatório de Gestão PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS O resultado líquido apurado no exercício foi de ,81 (resultado negativo de duzentos e oitenta e oito mil, quinhentos e noventa euros e oitenta e um cêntimos). O Conselho de Administração, nos termos das disposições legais e estatutárias, propõe a seguinte distribuição do resultado do exercício: Para resultados transitados: ,81 (resultado negativo de duzentos e oitenta e oito mil, quinhentos e noventa euros e oitenta e um cêntimos). 7 BBVA Leasimo Relatório de Gestão RECONHECIMENTO PÚBLICO Às pessoas e entidades que permitiram a consecução das metas e objectivos definidos para este exercício, nomeadamente às Autoridades Monetárias e Financeiras, aos nossos clientes, a todos os quadros e colaboradores, assim como aos restantes titulares dos Órgãos Sociais, quer o Conselho de Administração deixar expresso os seus agradecimentos pela colaboração demonstrada. O Conselho de Administração Lisboa, 13 de Fevereiro de BBVA Leasimo Relatório de Gestão ANEXO AO RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO INFORMAÇÃO SOBRE OS ACCIONISTAS De acordo com os Artigos 447º e 448º do Código das Sociedades Comerciais e, em especial, relativamente ao ponto 4 deste último artigo, informa-se que o accionista Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (Portugal), S.A., detém a totalidade das acções representativas dos 100% do capital social da sociedade, pelo que nenhum titular dos órgãos sociais detém qualquer acção da sociedade. FACTOS RELEVANTES APÓS O TERMO DO EXERCÍCIO Não ocorreram factos relevantes após o termo do exercício. AUTORIZAÇÕES CONCEDIDAS A NEGÓCIOS ENTRE A SOCIEDADE E OS SEUS ADMINISTRADORES Não ocorreram autorizações concedidas a negócios entre a sociedade e os seus administradores. 9 BBVA LEASIMO SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. Demonstrações Financeiras 31 de dezembro de 2014 BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (Montantes expressos em Euros) Provisões, Ativo imparidade Ativo Ativo ATIVO Notas bruto e amortizações líquido líquido PASSIVO E CAPITAL Notas Disponibilidades em outras instituições de crédito Recursos de outras instituições de crédito Crédito a clientes Provisões Outros ativos tangíveis Passivos por impostos correntes Outros ativos Outros passivos Total do Passivo Capital Outras reservas e resultados transitados Resultado líquido do exercício 12 ( ) ( ) Total do Capital Próprio Total do Ativo Total do Passivo e Capital Próprio O Anexo faz parte integrante destes balanços. BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS E DE OUTRO RENDIMENTO INTEGRAL PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (Montantes expressos em Euros) Nota Juros e rendimentos similares Juros e encargos similares 15 (68.031) (75.408) Margem financeira Rendimentos de serviços e comissões Encargos com serviços e comissões 16 (4.026) (126) Resultados de alienação de outros ativos 17 ( ) (72.824) Outros resultados de exploração 18 (6.741) Produto bancário ( ) Custos com o pessoal 19 ( ) ( ) Gastos gerais administrativos 20 ( ) ( ) Provisões líquidas de reposições e anulações Correções de valor associadas ao crédito a clientes e valores a receber de outros devedores (líquidas de reposições e anulações) Imparidade de outros ativos líquidos de reversões e recuperações ( ) Resultado antes de impostos ( ) ( ) Impostos Correntes 6 (95.787) (6.456) Diferidos Resultado líquido do exercício ( ) ( ) Resultado integral do exercício ( ) ( ) Resultado por ação básico (0,19) (0,24) O Anexo faz parte integrante destas demonstrações. BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. DEMONSTRAÇÕES DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (Montantes expressos em Euros) Outras reservas e resultados transitados Reserva Reserva Resultados Resultado líquido Capital Legal Livre transitados Total do exercício Total Saldos em 31 de Dezembro de ( ) Distribuição do resultado do exercício de 2012: Transferência para resultados transitados ( ) ( ) Rendimento integral de ( ) ( ) Saldos em 31 de Dezembro de ( ) Distribuição do resultado do exercício de 2013: Transferência para resultados transitados ( ) ( ) Rendimento integral de ( ) ( ) Saldos em 31 de Dezembro de ( ) ( ) O Anexo faz parte integrante desta demonstração. BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (Montantes expressos em Euros) ATIVIDADES OPERACIONAIS: Nota Recebimentos de juros e comissões Pagamento de juros e comissões (72.057) (75.534) Pagamentos ao pessoal e a fornecedores ( ) ( ) Outros recebimentos/pagamentos relativos à atividade operacional ( ) (40.874) Resultados operacionais antes das alterações nos ativos operacionais ( ) ( ) (Aumentos)/diminuições de ativos operacionais: Créditos a clientes Outros ativos ( ) (Aumentos)/diminuições de passivos operacionais: Outros passivos ( ) (52.447) ( ) (52.447) Caixa líquida das atividades operacionais antes dos impostos sobre o rendimento Impostos sobre o rendimento pagos (6.745) (3.943) Caixa líquida das atividades operacionais Variação de caixa e seus equivalentes Caixa e seus equivalentes no início do período 23 ( ) ( ) Caixa e seus equivalentes no fim do período 23 ( ) ( ) O Anexo faz parte integrante destas demonstrações. 1. NOTA INTRODUTÓRIA A BBVA Leasimo Sociedade de Locação Financeira, S.A. (Sociedade) foi constituída em 22 de dezembro de 1988 e tem por objeto social a realização de operações de locação financeira imobiliária e mobiliária. Durante o segundo semestre de 2005 a Sociedade deixou de realizar novas operações de locação financeira. Foi realizada, excecionalmente, uma nova operação em Conforme indicado na Nota 11, a Sociedade é integralmente detida pelo Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (Portugal), S.A. (BBVA Portugal), uma sociedade do Grupo BBVA e, consequentemente, as suas operações são influenciadas pelas decisões do Grupo. Os principais saldos e transações realizadas com as empresas do Grupo BBVA encontram-se detalhados na Nota 21. Em 13 de fevereiro de 2007, o Conselho de Administração da Sociedade deliberou por unanimidade aprovar o Projeto de Fusão a realizar mediante transferência global para o BBVA Portugal do património da Sociedade. Esta operação foi autorizada pelo Banco de Portugal, caso a concretização do Projeto de Fusão ocorresse até 25 de setembro de No entanto, a Sociedade suspendeu a contratação de novas operações, sendo a gestão da carteira existente a sua única atividade atualmente. As demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 estão pendentes de aprovação pela respetiva Assembleia Geral de Acionistas. No entanto, o Conselho de Administração da Sociedade admite que venham a ser aprovadas sem alterações significativas. 2. BASES DE APRESENTAÇÃO E RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS 2.1. Bases de apresentação As demonstrações financeiras da Sociedade foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, com base nos livros e registos contabilísticos mantidos de acordo com os princípios consagrados nas Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA), nos termos do Aviso nº 1/2005, de 21 de fevereiro e das Instruções nº 9/2005 e nº 23/2004, do Banco de Portugal, na sequência da competência que lhe é conferida pelo número 3 do Artigo 115º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei nº 298/92, de 31 de dezembro. 2 As NCA correspondem em geral às Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS), conforme adotadas pela União Europeia, de acordo com o Regulamento (CE) nº 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de julho, transposto para o ordenamento nacional pelo Decreto-Lei nº 35/2005, de 17 de fevereiro e pelo Aviso nº 1/2005, de 21 de fevereiro, do Banco de Portugal. No entanto, nos termos do Aviso nº 1/2005, existem as seguintes exceções com impacto nas demonstrações financeiras da Sociedade: i) Valorimetria do crédito a clientes e valores a receber de outros devedores (Crédito e contas a receber) os créditos são registados pelo valor nominal, não podendo ser reclassificados para outras categorias e, como tal, registados pelo justo valor; e ii) Provisionamento do crédito e contas a receber - mantém-se o anterior regime, sendo definidos níveis mínimos de provisionamento de acordo com o disposto no Aviso do Banco de Portugal nº 3/95, com as alterações introduzidas pelo Aviso do Banco de Portugal nº 8/03, de 30 de junho e pelo Aviso do Banco de Portugal nº 3/2005, de 21 de fevereiro (Nota 2.2.). iii) Os ativos tangíveis são obrigatoriamente mantidos ao custo de aquisição, não sendo deste modo possível o registo pelo justo valor, conforme permitido pela Norma IAS I6 Ativos fixos tangíveis. Como exceção, é permitido o registo de reavaliações legalmente autorizadas, caso em que as mais - valias resultantes são registadas em Reservas de reavaliação Instrumentos financeiros a) Crédito a clientes O custo dos bens locados, líquido de quaisquer descontos obtidos ou antecipações de rendas, é registado como crédito a clientes. A amortização do crédito concedido é calculada usando o critério da amortização financeira. De acordo com este método, a amortização calcula-se tendo em consideração a taxa de juro implícita, resultante do capital desembolsado, plano de rendas acordado e valor residual dos contratos. 3 Esta rubrica regista igualmente os adiantamentos por conta do fornecimento de bens de equipamento que se destinem a ser objeto de contratos de locação financeira, bem como as despesas efetuadas com a construção, ampliação ou grandes beneficiações de imóveis destinados a locação financeira, enquanto não se verifica a sua conclusão. Abrange igualmente os adiantamentos efetuados por conta de imóveis, designadamente a título de sinalização. Conforme descrito na Nota 2.1., estes ativos são registados de acordo com as disposições do Aviso nº 1/2005, do Banco de Portugal. Deste modo, os respetivos proveitos, nomeadamente juros e comissões são reconhecidos ao longo do período das operações de acordo com o método pro rata temporis, quando se tratem de operações que produzam fluxos residuais ao longo de um período superior a um mês. Sempre que aplicável, as comissões e custos externos imputáveis à contratação das operações subjacentes aos ativos incluídos nesta categoria são igualmente periodificados ao longo do período de vigência dos créditos. Crédito vencido Nesta rubrica são registados o capital, juros e outros valores vencidos incluídos nas rendas por cobrar há mais de 30 dias relativas a contratos de locação financeira ainda em vigor. Estes montantes são classificados por classes temporais contadas a partir da data de início do incumprimento. O capital, os juros e outros valores vencidos e não cobrados, relativos a um mesmo contrato de locação financeira, são registados na classe de risco em que se encontram os montantes por cobrar há mais tempo. Nesta rubrica são ainda registados os créditos relativos a operações de locação financeira em que os respetivos contratos tenham sido rescindidos, mas cujos bens não tenham ainda sido recuperados. O valor registado em crédito e juros vencidos, inclui também o capital vincendo na data da rescisão. O capital vincendo associado a contratos não rescindidos, mesmo que tenham rendas vencidas, mantém-se classificado como crédito em situação normal. 4 De acordo com o Aviso do Banco de Portugal nº 3/95 ( Aviso ), de 30 de junho, com as alterações subsequentes, a Sociedade constitui as seguintes provisões para riscos de crédito: - Provisão para crédito e juros vencidos Destina-se a fazer face aos riscos de cobrança de capital, juros e outros valores vencidos, relativos a contratos de locação financeira. Esta provisão é calculada por aplicação das percentagens mínimas de provisão estabelecidas no Aviso acima referido, segundo a antiguidade dos saldos vencidos e não cobrados e a existência ou não de garantias. Para efeito da constituição de provisões, o valor de mercado dos bens em locação financeira imobiliária é considerado como garantia real. Para contratos de locação financeira mobiliária apenas é considerado como garantia real o valor de mercado de ativos imobiliários dados como garantia para todas e quaisquer responsabilidades resultantes dos contratos de locação celebrados. - Provisão para crédito de cobrança duvidosa Destina-se à cobertura dos riscos de realização do capital vincendo relativo a créditos concedidos que apresentem prestações vencidas e não pagas de capital ou juros, ou que estejam afetos a clientes que tenham outras responsabilidades vencidas. São considerados créditos de cobrança duvidosa, os seguintes: - As prestações vincendas de uma mesma operação de crédito em que se verifique, relativamente às respetivas prestações em mora de capital e juros, pelo menos uma das seguintes condições:. Excederem 25% do capital em dívida, acrescido de juros;. Estarem em incumprimento há mais de:. Seis meses, nas operações com prazo inferior a cinco anos;. Doze meses, nas operações com prazo igual ou superior a cinco anos mas inferior a dez anos;. Vinte e quatro meses, nas operações com prazo igual ou superior a dez anos. Os créditos nestas condições são considerados vencidos apenas para efeitos da constituição de provisões, sendo provisionados com base nas taxas aplicáveis ao crédito vencido dessas operações. 5 - Os créditos vincendos sobre um mesmo cliente se, de acordo com a classificação acima definida, o crédito e juros vencidos de todas as operações relativas a esse cliente excederem 25% do crédito total, acrescido de juros. Os créditos nestas condições são provisionados com base em metade das taxas aplicáveis aos créditos vencidos. Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 não foram registadas provisões para cobrança duvidosa adicionais face aos mínimos regulamentares. - Provisão para riscos gerais de crédito A provisão para riscos gerais de crédito destina-se a fazer face aos riscos associados à realização do crédito concedido relativo a contratos de locação financeira. A provisão constituída corresponde a uma percentagem de 1% sobre o capital vincendo dos contratos de locação financeira, exceto no que se refere a: - Operações de crédito ao consumo, relativamente às quais as provisões a constituir correspondem a 1,5% dos respetivos valores; - Operações de crédito garantidas por hipoteca sobre imóvel destinado à habitação do mutuário, relativamente às quais as provisões a constituir correspondem a 0,5 % dos respetivos valores. À base de cálculo são deduzidos os créditos relativos aos contratos realizados com entidades da Administração Pública, os concedidos a instituições de crédito ou por elas garantidos e os considerados no cálculo da provisão para créditos de cobrança duvidosa. Anulação de juros De acordo com a regulamentação aplicável, são anulados todos os juros faturados e não cobrados relativos a contratos sem garantia real, desde que incluídos numa classe de risco com antiguidade superior a 90 dias. 6 b) Empréstimos e contas a receber São ativos financeiros com pagamentos fixos ou determináveis, não cotados num mercado ativo, e não incluídos em qualquer uma das restantes categorias de ativos financeiros estabelecidas pelas IFRS. Dada a restrição imposta pelo Aviso nº 1/2005, esta categoria inclui apenas os valores a receber de outras instituições de crédito (disponibilidades em outras instituições de crédito). No reconhecimento inicial estes ativos são registados pelo seu justo valor, deduzido de eventuais comissões incluídas na taxa efetiva, e acrescido de todos os custos incrementais diretamente atribuíveis à transação. Subsequentemente, estes ativos são reconhecidos em balanço ao custo amortizado, deduzido de eventuais perdas por imparidade. Reconhecimento de juros Os juros são reconhecidos com base no método da taxa efetiva, que permite calcular o custo amortizado e repartir os juros ao longo do período das operações. A taxa efetiva é aquela que, sendo utilizada para descontar os fluxos de caixa futuros estimados associados ao instrumento financeiro, permite igualar o seu valor atual
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