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BBVA LEASIMO Sociedade de Locação Financeira, S.A. RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 RELATÓRIO DE GESTÃO ÓRGÃOS SOCIAIS 3 2. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO Economia Internacional 2.2. Economia Portuguesa
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BBVA LEASIMO Sociedade de Locação Financeira, S.A. RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 RELATÓRIO DE GESTÃO 2010 1. ÓRGÃOS SOCIAIS 3 2. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO Economia Internacional 2.2. Economia Portuguesa EVOLUÇÃO DO SECTOR 9 4. ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA BBVA LEASIMO 4.1. Comercial 4.2. Financeira PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS RECONHECIMENTO PÚBLICO ANEXO AO RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 15 2 1. ÓRGÃOS SOCIAIS ASSEMBLEIA GERAL PRESIDENTE: MARIA DE CARMO DE ABREU BARBOSA SECRETÁRIO: Margarida Mateus da Cruz CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PRESIDENTE: JOSÉ EDUARDO VERA CRUZ JARDIM VOGAIS: Susana Nereu de Oliveira Ribeiro José Planes Moreno FISCAL ÚNICO ROC: DELOITTE & ASSOCIADOS, SROC, S.A. ROC SUPLENTE: Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro, ROC. 3 RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O Conselho de Administração da BBVA LEASIMO Sociedade de Locação Financeira, S.A., no cumprimento das suas obrigações legais e estatutárias de informação, vem apresentar à Assembleia Geral, relativamente ao exercício de 2013, o seu relatório sobre as actividades e resultados da sociedade, bem como as contas, acompanhadas da Certificação Legal de Contas e do Parecer do Fiscal Único. 2. Enquadramento Macroeconómico 2.1 Economia Internacional Depois de enfraquecimento geral da actividade económica em 2012 e nos primeiros meses de 2013, observou-se uma recuperação gradual e moderada da economia global, principalmente a partir do segundo semestre. Assistiu-se ao fim da recessão na Zona Euro, o PIB dos EUA manteve uma trajectória de aceleração ao longo de 2013, o que permitiu à FED iniciar a retirada gradual dos estímulos monetários, o crescimento do Japão começou a mostrar os efeitos positivos da política monetária ultra expansionista e algumas economias emergentes, com destaque para a China, recuperaram da queda registada no Verão, A melhor avaliação da conjuntura global também é o resultado de desenvolvimentos no âmbito da política económica, na medida em que contribuíram para reduzir a incerteza. Foi o que aconteceu nos EUA, onde se alcançou um acordo em matéria orçamental e, para além disso, onde a melhoria da actividade económica permitiu que a FED começasse, em inícios de 2014, a reduzir gradualmente o seu programa de expansão monetária (tapering) e na Europa, onde se tomaram medidas adicionais para a construção de uma união bancária as quais, conjuntamente com a determinação do BCE para enfrentar os riscos, deverão eliminar a ameaça representada pela fragmentação financeira. O panorama global seria mais claro, se não fosse o efeito que o tapering está a provocar nos mercados financeiros em algumas economias emergentes, nomeadamente naquelas com défices externos mais elevados e com maior peso de financiamento de curto prazo em moeda estrangeira e que, por isso, são mais vulneráveis a saídas de capital e a depreciação da taxa de câmbio, o que pode afectar o crescimento de algumas economias neste grupo. A previsível aceleração do crescimento não invalida que subsistam riscos no sentido descendente, no entanto estes estão longe de apresentarem o carácter sistémico que os caracterizou no passado. 4 2011S1 2011S2 2012S1 2012S2 2013S1 2013S2 2.2 Economia Portuguesa Pevisões de Crescimento PIB (a/a %) Mundo 4,0 3,2 2,9 3,6 EUA 1,8 2,8 1,8 2,5 UEM 1,6-0,6-0,4 1,1 América Latina 4,0 2,6 2,2 2,5 México 4,0 3,7 1,2 3,4 Brasil 2,7 1,0 2,2 2,5 Ásia-Pacífico 6,0 5,3 5,2 5,3 China 9,3 7,7 7,7 7,6 Japão -0,4 1,4 1,7 1,5 Fonte: BBVA Research A actividade económica em Portugal terá contraído 1,4%, menos do que o antecipado, beneficiando de uma menor contracção da procura interna e da continuação do desempenho positivo da procura externa. Desde o segundo trimestre de 2013 que se observam sinais de correcção e recuperação dos determinantes da procura interna, sinais esses que se reflectem numa recuperação gradual da despesa privada. O PIB cresceu 0,5% t/t no último trimestre de 2013 e subjacente a esta aceleração da actividade poderá ter estado a maior resistência tanto do consumo privado como do investimento, que se uniu ao bom desempenho das exportações. No que se refere aos indicadores de actividade, mantiveram comportamentos opostos: enquanto a produção industrial registou um aumento trimestral de 2,5%, encerrando 2013 com um aumento de 0,9% em relação a 2012, impulsionada principalmente pelas exportações, o comércio de retalho sofreu uma contracção de 1,7% no 4T13 e de 1,8% no conjunto do ano. 4% 3% 2% 1% 0% -1% -2% -3% -4% -5% Procura Interna Exportações líquidas PIB 5 Prossegue igualmente a tendência de declínio da taxa de desemprego. Apesar de continuar elevada e de, em termos médios anuais, ter sofrido um aumento, de 15,7% em 2012 para 16,3% em 2013, assistiu-se nos últimos trimestres a uma tendência consistente de ligeiro decréscimo. A taxa de desemprego caiu novamente em Dezembro para 15,4%, uma redução de 1,9pp nos últimos doze meses (17,3% em Novembro de 2012). Por outro lado, os últimos dados dos custos laborais registaram uma diminuição no 4T13 (-0,4% a/a) Jan08 Jan09 Jan10 Jan11 Jan12 Jan13 Jan14 Desemprego(esq.) Expectativas de emprego 'Ee' (dir.) ±1 desvio padrão 'Ee' (dir.) As exportações, principalmente de bens e serviços, cuja quota de mercado tem vindo a aumentar, continuam a apresentar uma evolução fortemente positiva. Segundo dados do INE, em 2013 as exportações cresceram 4.6 por cento, enquanto as importações aumentaram 0.8 por cento. Prossegue o rápido ajustamento do saldo da balança corrente e de capital que, segundo o Banco de Portugal (BdP), passou para uma situação de excedente (4,5% do PIB) em 2013.Embora parte dessa correção esteja relacionada com a recessão (e com a correspondente redução de importações), o dinamismo das exportações contribui decisivamente para este assinalável desempenho Dec07 Dec08 Dec09 Dec10 Dec11 Dec12 Dec13 Exportações totais (esq.) Importações totais (esq.) Conta corrente em % do PIB (dir.) 6 As baixas taxas de inflação ajudaram a compensar a queda dos rendimentos e melhoraram a vantagem competitiva das exportações. O IHPC diminuiu significativamente ao longo de grande parte do ano, situando-se a taxa de inflação média em 0,4%, face a 2,8% em 2012, 1pp abaixo da taxa média da Zona Euro. A inflação deverá atingir valores moderadamente superiores em 2014, acompanhando a previsível ligeira recuperação da procura interna Jan-08 Jan-10 Jan-12 Jan-14 IHPC geral IHPC subjacente O Governo cumpriu largamente o objectivo do défice de 5,5% para O elevado grau de cumprimento das medidas acordadas com a troika e a revisão em baixa das perspectivas de crescimento para a procura externa foram determinantes para a decisão, tomada depois da 7ª avaliação em Março de 2013, de suavizar as metas previamente definidas para o défice orçamental. O Governo passou a terá mais um ano para reduzir o défice abaixo do limite de 3% estabelecido pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento e os objectivos de défice foram revistos de 4,5% do PIB para 5,5 em 2013, de 2,5% para 4% do PIB em 2014 e a meta do défice para 2015 será de 2,5% do PIB. Dados preliminares indicam que o défice orçamental de 2013 ficou em torno de 4,5% do PIB (excluindo a recapitalização do Banif), situando-se abaixo da da meta definida. Este bom desempenho deveu-se principalmente à obtenção de maiores receitas fiscais enquanto as despesas permaneceram sob controle. 7 Millones de euros Previsão (Jan/2013) Objectivo Para 2014, ano em que termina o Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), antecipamos um crescimento do PIB um pouco superior a 1%. As exportações permanecerão como o principal motor de crescimento, devendo crescer novamente a um ritmo relativamente forte (a nossa previsão é de 5,3%) sustentadas pela aceleração do crescimento mundial, pelas perspectivas mais positivas para o conjunto da zona euro e pela nossa expectativa do enfraquecimento do euro nos próximos trimestres conjugado com o diferencial positivo de preços, dadas as baixas taxas de inflação. A robustez das exportações será determinante para a recuperação do investimento, mas o maior dinamismo das importações irá reduzindo o peso do contributo das exportações líquidas para o crescimento. Apesar da consolidação orçamental, a procura interna deixará de contribuir negativamente para o crescimento em O consumo privado e, principalmente, o investimento, vão melhorar gradualmente. O investimento continuará a beneficiar da pujança da procura global, da recuperação dos principais parceiros da união monetária e da melhoria da acessibilidade ao crédito e o consumo privado beneficiará da melhoria contínua da confiança dos consumidores. Como resultado, as nossas previsões reflectem um aumento moderado do investimento em 2014 (1,4%) e do consumo privado (cerca de 0,2%). Estas taxas, não obstante, serão muito mais moderadas do que as registadas antes da crise, em virtude da necessidade de se continuarem a corrigir os desequilíbrios acumulados. 8 3. EVOLUÇÃO DO SECTOR O ano de 2013 apesar de registar uma quebra da actividade económica, com uma contracção ainda significativa do investimento e do consumo, apresentou uma recuperação da procura interna a partir do 2º trimestre. Esta recuperação traduziu-se num aumento da produção total acumulada das empresas de locação financeira que, segundo a Associação Portuguesa de Leasing e Factoring (ALF), apresentou um acréscimo de 4,1% face ao ano anterior, atingindo os 1,6 mil milhões de euros em O número de contratos assinados ascendeu a 27,9 mil, mais 8,8% que em O acréscimo verificou-se no segmento de mercado mobiliário que, em termos de valor, apresentou uma variação positiva de 9,1%, enquanto que o segmento de leasing mobiliário registou uma queda de 5,3%. Valor dos Contratos Leasing Mobiliário Leasing Imobiliário No que respeita ao número de contratos, o comportamento foi positivo em ambos os segmentos, com o leasing mobiliário a crescer 8,5% e o leasing imobiliário a apresentar uma evolução positiva de 14,6% face ao ano anterior Nº de Contratos Leasing Mobiliário Leasing Imobiliário Assiste-se assim, em 2013, a um reforço da importância do leasing mobiliário na produção total do sector. Total do Financiamento % leasing Mobiliário leasing Imobiliário 68% 4. ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA BBVA LEASIMO S.L.F., S.A COMERCIAL A deliberação de reduzir a actividade comercial da BBVA Leasimo, já que a mesma é realizada, desde meados de 2005, no balanço do BBVA Portugal, focando-se a empresa na gestão da carteira actual de clientes, constitui o factor explicativo da inexistência de novos contratos. A composição do financiamento do leasing mobiliário no final do exercício, em percentagem, era a seguinte: Composição do Financiamento % Máquinas Outros equipamentos 66% 10 O Total de financiamento concedido, no final de 2013, distribuía-se da seguinte forma: Total do Financiamento ,2% Leasing Mobiliário Leasing Imobiliário 99,8% 4.2. FINANCEIRA De acordo com o Regulamento (CE) nº 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho de 2002 e com a sua transposição para o ordenamento jurídico português, através do Aviso 1/2005 do Banco de Portugal de 21 de Fevereiro, a BBVA Leasimo elabora as suas demonstrações financeiras de acordo com as Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA). O total do produto bancário da BBVA Leasimo, no final de 2013, foi de o que traduz um decréscimo de 55,0% face ao ano anterior. Evolução dos Proveitos (líquidos) Unidade: euros Var (%) Juros e Rendimentos Similares ,7 Outros Proveitos e Custos ,6 Produto Bancário ,0 Os custos de estrutura atingiram, em 31 de Dezembro de 2013, o valor de , o que representa um decréscimo de 13,2% face aos valores do período homólogo. É a componente Custos com Pessoal que, com uma variação negativa de 39,2% face ao período homólogo do ano anterior, contribuiu para o decréscimo dos custos de estrutura. Esta diminuição deveu-se à passagem de colaboradores da Leasimo para o Banco. 11 Unidade: euros Evolução dos Custos de Estrutura 2013 % 2012 % Var (%) Custos com Pessoal , ,4-39,2 Gastos Gerais Administrativos , ,6 2,3 Depreciações e Amortizações ,0 Total dos Custos de Estrutura ,2 A redução da actividade comercial, com a sua consequente transferência para o balanço do BBVA Portugal, reflecte-se numa quebra do Activo Total que registou, no final do ano, o valor de , valor inferior em 19,7% ao observado no ano anterior. O Resultado Líquido que, neste exercício, foi negativo em , compara com um resultado negativo de em A recuperação de provisões contribuiu para esta evolução menos negativa dos resultados face ao ano transacto. Unidade: euros INDICADORES RELEVANTES Var. (%) ,7 Activo Líquido Total Margem Financeira ,7 Resultado Líquido ,2 12 5. PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS O resultado líquido apurado no exercício foi de ,19 (menos trezentos e cinquenta e cinco mil, duzentos e setenta euros e dezanove cêntimos) O Conselho de Administração, nos termos das disposições legais e estatutárias, propõe a seguinte distribuição do resultado do exercício: Para resultados transitados: ,19 (menos trezentos e cinquenta e cinco mil, duzentos e setenta euros e dezanove cêntimos) 13 6. RECONHECIMENTO PÚBLICO Às pessoas e entidades que permitiram a consecução das metas e objectivos definidos para este exercício, nomeadamente às Autoridades Monetárias e Financeiras, aos nossos clientes, a todos os quadros e colaboradores, assim como aos restantes titulares dos Órgãos Sociais, quer o Conselho de Administração deixar expresso os seus agradecimentos pela colaboração demonstrada. O Conselho de Administração Lisboa, 13 de Fevereiro de 7. ANEXO AO RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO INFORMAÇÃO SOBRE OS ACCIONISTAS De acordo com os Artigos 447º e 448º do Código das Sociedades Comerciais e, em especial, relativamente ao ponto 4 deste último artigo, informa-se que o accionista Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (Portugal), S.A., detém a totalidade das acções representativas dos 100% do capital social da sociedade, pelo que nenhum titular dos órgãos sociais detém qualquer acção da sociedade. FACTOS RELEVANTES APÓS O TERMO DO EXERCÍCIO Não ocorreram factos relevantes após o termo do exercício. AUTORIZAÇÕES CONCEDIDAS A NEGÓCIOS ENTRE A SOCIEDADE E OS SEUS ADMINISTRADORES Não ocorreram autorizações concedidas a negócios entre a sociedade e os seus administradores. 15 BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E Provisões, Activo imparidade Activo Activo ACTIVO Notas bruto e amortizações líquido líquido PASSIVO E CAPITAL Notas Disponibilidades em outras instituições de crédito Recursos de outras instituições de crédito Crédito a clientes ( ) Provisões Outros activos tangíveis (34.504) - - Outros passivos Activos por impostos correntes Total do Passivo Outros activos ( ) Capital Outras reservas e resultados transitados Resultado líquido do período 12 ( ) ( ) Total do Capital Próprio Total do Activo ( ) Total do Passivo e Capital Próprio O Anexo faz parte integrante destes balanços. BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS E DE OUTRO RENDIMENTO INTEGRAL PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 Nota Juros e rendimentos similares Juros e encargos similares 15 (75.408) ( ) Margem financeira Rendimentos de serviços e comissões Encargos com serviços e comissões 16 (126) (127) Resultados de alienação de outros activos 17 (72.824) Outros resultados de exploração Produto bancário Custos com o pessoal 19 ( ) ( ) Gastos gerais administrativos 20 ( ) ( ) Provisões líquidas de reposições e anulações Correcções de valor associadas ao crédito a clientes e valores a receber de outros devedores (líquidas de reposições e anulações) ( ) Imparidade de outros activos líquidos de reversões e recuperações 9 ( ) ( ) Resultado antes de impostos ( ) ( ) Impostos Correntes 6 (6.456) (8.388) Diferidos 6 - (73.822) Resultado líquido do período ( ) ( ) Resultado integral do período ( ) ( ) Resultado por acção básico (0,24) (0,49) O Anexo faz parte integrante destas demonstrações. BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. DEMONSTRAÇÕES DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 Outras reservas e resultados transitados Reserva Reserva Resultados Resultado líquido Capital Legal Livre transitados Total do exercício Total Saldos em 31 de Dezembro de (50.132) Distribuição do resultado do exercício de 2011: Transferência para resultados transitados (50.132) (50.132) Rendimento integral de ( ) ( ) Saldos em 31 de Dezembro de ( ) Distribuição do resultado do exercício de 2012: Transferência para resultados transitados ( ) ( ) Rendimento integral de ( ) ( ) Saldos em 31 de Dezembro de ( ) O Anexo faz parte integrante desta demonstração. BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 ACTIVIDADES OPERACIONAIS: Nota Recebimentos de juros e comissões Pagamento de juros e comissões (75.534) ( ) Pagamentos ao pessoal e a fornecedores ( ) ( ) Outros recebimentos/pagamentos relativos à actividade operacional (40.874) Resultados operacionais antes das alterações nos activos operacionais ( ) ( ) (Aumentos)/diminuições de activos operacionais: Créditos a clientes Outros activos ( ) ( ) (Aumentos)/diminuições de passivos operacionais: Outros passivos (52.447) (33.066) (52.447) (33.066) Caixa líquida das actividades operacionais antes dos impostos sobre o rendimento Impostos sobre o rendimento pagos (3.943) (12.388) Caixa líquida das actividades operacionais Variação de caixa e seus equivalentes Caixa e seus equivalentes no início do período 23 ( ) ( ) Caixa e seus equivalentes no fim do período 23 ( ) ( ) O Anexo faz parte integrante destas demonstrações. BBVA LEASIMO SOCIEDADE DE LOCAÇÃO FINANCEIRA, S.A. Demonstrações Financeiras Individuais 31 de Dezembro de 2013 1. NOTA INTRODUTÓRIA A BBVA Leasimo Sociedade de Locação Financeira, S.A. (Sociedade) foi constituída em 22 de Dezembro de 1988 e tem por objecto social a realização de operações de locação financeira imobiliária e mobiliária. Durante o segundo semestre de 2005 a Sociedade deixou de realizar novas operações de locação financeira. Foi realizada, excepcionalmente, uma nova operação em Conforme indicado na Nota 11, a Sociedade é integralmente detida pelo Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (Portugal), S.A. (BBVA Portugal), uma sociedade do Grupo BBVA e, consequentemente, as suas operações são influenciadas pelas decisões do Grupo. Os principais saldos e transacções realizadas com as empresas do Grupo BBVA encontram-se detalhados na Nota 21. Em 13 de Fevereiro de 2007, o Conselho de Administração da Sociedade deliberou por unanimidade aprovar o Projecto de Fusão a realizar mediante transferência global para o BBVA Portugal do património da Sociedade. Esta operação foi autorizada pelo Banco de Portugal, caso a concretização do Projecto de Fusão ocorresse até 25 de Setembro de No entanto, a Sociedade suspendeu a contratação de novas operações, sendo a gestão da carteira existente a sua única actividade actualmente. As demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2013 estão pendentes de aprovação pela respectiva Assembleia Geral de Accionistas. No entanto, o Conselho de Administração da Sociedade admite que venham a ser aprovadas sem alterações significativas. 2. BASES DE APRESENTAÇÃO E RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS 2.1. Bases de apresentação As demonstrações financeiras da Sociedade foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, com base nos livros e registos contabilísticos mantidos de acordo com os princípios consagrados nas Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA), nos termos do Aviso nº 1/2005, de 21 de Fevereiro e das Instruções nº 9/2005 e nº 23/2004, do Banco de Portugal, na sequência da competência que lhe é conferida pelo número 3 do Artigo 115º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo
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