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BENEFICIÁRIOS DE PLANOS E SEGUROS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E O IDHM BRASIL PDF

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BENEFICIÁRIOS DE PLANOS E SEGUROS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E O IDHM BRASIL 2013 Boletim da Saúde Suplementar ed. especial outubro Apresentação A FenaSaúde Federação Nacional de Saúde Suplementar
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BENEFICIÁRIOS DE PLANOS E SEGUROS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E O IDHM BRASIL 2013 Boletim da Saúde Suplementar ed. especial outubro 2013 Apresentação A FenaSaúde Federação Nacional de Saúde Suplementar apresenta a edição especial do Boletim da Saúde Suplementar Beneficiários de planos e seguros privados de assistência à saúde e o IDHM Brasil Esta publicação reúne um conjunto de indicadores das associadas à FenaSaúde e da saúde suplementar, dados recentes sobre a conjuntura econômica e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). A fonte primária são os dados do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), extraídos do Tabnet/ANS, e do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, recém-publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Em junho de 2013, as 31 operadoras atualmente associadas à FenaSaúde totalizaram 25,4 milhões de beneficiários, o equivalente a 37,1% dos vínculos do mercado de saúde suplementar. Na comparação com junho de 2012, houve um crescimento de 4,3% no número total de beneficiários da assistência médica e exclusivamente odontológica. No mercado, período de junho de 2012 a junho de 2013, o crescimento foi de 3,5%, alcançando 68,4 milhões de beneficiários. No primeiro semestre de 2013, observase que este aumento não foi expressivo, sendo de apenas 0,9%, o que revela uma diminuição no ritmo de crescimento dos planos e seguros de saúde também em todo o setor. Algumas relações estatísticas encontradas nesta edição do Boletim são particularmente interessantes. A primeira diz respeito à relação entre beneficiários e desenvolvimento humano. Observa-se que nas regiões com alta presença de planos de saúde, o IDHM é Alto, ou Muito alto. Nestas localidades também se observa um elevado padrão de saúde, medido pelo índice de longevidade, além do grau de escolaridade e renda superiores quando comparados com as demais regiões. Esses dados revelam que os 44 municípios com IDHM Muito alto, detêm 33,7% dos beneficiários de planos de assistência médica e 38,3% de assistência exclusivamente odontológica. Uma segunda relação interessante é observada em municípios com maior presença relativa do setor privado. Nestes municípios, o IDHM Alto, ou Muito alto, é alcançado com menos esforço financeiro do setor público pois o setor privado tem elevada parcela de contribuição. No estado de São Paulo, a taxa de cobertura é de 42,9% nos planos de assistência médica, a despesa pública per capita em saúde é de R$ 346,02 e a renda per capita média é de R$ 1.084,46. Em contrapartida, no estado do Acre, apenas 6,3% da população possui planos de assistência médica, a despesa pública per capita com saúde é de R$ 712,77, mais que o dobro na comparação com São Paulo, e a renda per capita média de R$ 522,15. O que essas correlações sugerem é que, em certa medida, o setor privado tem atuação duplamente positiva sob o ponto de vista social pois contribui para o desenvolvimento humano das pessoas ao mesmo tempo em que desonera o setor público. Boa leitura! Marcio Coriolano Presidente José Cechin Diretor-executivo Rio de Janeiro Outubro de 2013 Sumário Apresentação Sumário executivo Cap.1 Beneficiários Evolução do setor Evolução por modalidade de operadora Evolução por tipo de contratação Evolução por região brasileira Evolução recente FenaSaúde e Mercado Grandes regiões Taxa de cobertura por região e capital Cap.2 Saúde suplementar e o IDHM Municípios Taxa de cobertura Renda per capita Cap.3 Saúde suplementar e as dimensões do IDHM IDHM Renda IDHM Educação IDHM Longevidade Saúde suplementar e desenvolvimento econômico Referências Sobre a FenaSaúde Esta publicação está disponível para consulta e download no site da FenaSaúde: Sumário executivo Nas associadas à FenaSaúde, no período de junho de 2012 a junho de 2013, considerando os planos médicos e odontológicos separadamente, houve uma retração de 1,7% no número de beneficiários nos planos de assistência médica, que totalizaram 14,4 milhões, o equivalente a 29,2% do mercado de saúde suplementar. Nos planos exclusivamente odontológicos, houve crescimento de 13,3%, contabilizando 10,9 milhões de beneficiários, com participação de 57,4% do mercado. No mesmo período, a análise por modalidade de operadora entre as 31 associadas mostra que ocorreu uma redução de 10,1% na quantidade de vínculos dos planos médicos nas medicinas de grupo, e um aumento de 10,0% nas seguradoras especializadas em saúde. Com relação aos planos exclusivamente odontológicos, não se observa retração em nenhuma das modalidades e o maior crescimento foi de 41,7%, observado nas seguradoras especializadas em saúde. Atualmente, o setor de saúde suplementar é responsável pelo atendimento de 68,4 milhões de beneficiários de planos e seguros privados de assistência à saúde. São 49,2 milhões de vínculos aos planos de assistência médica (25,1% da população) e 19,1 milhões aos odontológicos (9,6% da população). Desde o ano 2000, os planos coletivos empresariais têm sido os mais contratados para garantir a assistência médica na saúde suplementar. Em 2000, os 7,6 milhões de beneficiários deste tipo de contratação respondiam por 24,4% do setor, alcançando 60,4% em Nos dias atuais, representam 64,5% dos vínculos de planos de saúde médicos. Isso ocorre também na assistência exclusivamente odontológica, que em 2000 representavam 29,1% dos beneficiários do setor, atingindo 64,4% em Atualmente, quase 70% dos vínculos dos planos odontológicos são da contratação coletiva empresarial. Considerando às regiões do País, entre junho de 2012 e junho de 2013, a trajetória de crescimento dos planos médicos foi mais acentuada no Centro-Oeste (7,4%), Norte (7,1%) e Nordeste (5,6%). Na assistência exclusivamente odontológica, o maior aumento em número de beneficiários foi observado nas regiões Norte (20,2%), Nordeste (14,9%) e Sul (8,0%). A média de crescimento dos planos de assistência médica no País foi de 2,7% e nos odontológicos 5,5%. Com relação ao IDHM, a análise realizada pela FenaSaúde traçou um paralelo entre este índice e o percentual de beneficiários cobertos por planos e seguros de saúde por Município e por Estado no ano de No Brasil, o último resultado foi divulgado no fim do mês de julho de 2013 pelo Pnud, e considerou o período de 2000 a Os dados revelam que 93,7% dos beneficiários de planos de assistência médica e exclusivamente odontológicos estão em municípios classificados com IDHM Muito alto e Alto. Trata-se de municípios, 34,7% do total, que concentram 67,1% da população brasileira. A maior taxa de cobertura dos planos de assistência médica é observada nas regiões com IDHM Muito alto, 51,0% dos beneficiários, onde se concentra 15,7% da população brasileira. No Rio de Janeiro e Espírito Santo observam-se as maiores taxas entre os municípios classificados nesta faixa do IDHM, 62,7% e 62,1%, respectivamente. Entre as Regiões, no Centro-Oeste, Brasília foi a única cidade a apresentar IDHM Muito alto - a melhor de cinco faixas do índice. Na data da pesquisa que definiu o índice, 25,5% da população da cidade possuía planos de assistência médica, um total de 655 mil pessoas. 5 BENEFICIÁRIOS O número de beneficiários de planos e seguros de saúde em junho de 2013 indica a desaceleração da taxa de crescimento do setor. Os planos de assistência médica apresentam um ritmo de expansão de 2,7% ante uma taxa de crescimento média anual de 4,8% nos últimos cinco anos. Nos planos exclusivamente odontológicos, a taxa de crescimento foi de 5,5% ante uma taxa média anual de 18,3% no mesmo período. Atualmente, o setor de saúde suplementar é responsável pelo atendimento de 68,4 milhões de beneficiários de planos privados de assistência à saúde. São 49,2 milhões de vínculos aos planos de assistência médica (25,1% da população) e 19,1 milhões aos odontológicos (9,6% da população). Nos últimos anos, em especial a partir de 2011, a ANS intensificou suas ações de gestão do cadastro para melhorar a qualidade da informação, eliminar as discrepâncias e evitar as flutuações excessivas ocorridas no passado, em razão do não envio periódico, do sub-registro ou de falhas no processamento desses dados. Muitos ajustes ainda são necessários para alinhar as informações dos sistemas da saúde suplementar, de forma a melhorar cada vez mais a assimetria de informações, entretanto, pode-se afirmar com convicção que o setor amadureceu e que as bases de dados estão mais consistentes, espelhando com maior fidelidade a sua evolução. O plano de saúde é um dos principais desejos do cidadão brasileiro, conforme demonstram as pesquisas de opinião. Nos últimos anos, o avanço da economia do País possibilitou que um importante contingente de pessoas, em especial nas regiões Centro- Oeste, Nordeste e Norte, pudesse usufruir da assistência privada à saúde. Evolução do setor 7 Com relação à evolução do setor, entre 2000 e 2013, o que se observa é um crescimento do mercado superestimado, principalmente em algumas modalidades de operadoras, em razão da necessária e esperada melhoria dos sistemas de informação da ANS e das operadoras. As grandes variações, provavelmente, resultam do esforço da ANS em obter informações consistentes e regulares sobre os vínculos de beneficiários de planos privados de saúde, ao mesmo tempo em que as operadoras se aprimoraram para atender às inúmeras exigências regulatórias, com investimentos cada vez maiores em tecnologia de informação. Assim, aumentos expressivos na quantidade de beneficiários, em especial até a metade desse período, não significam, necessariamente, um crescimento do setor. Podem traduzir ajustes nas bases de dados e maior regularidade no envio de informações à ANS. Evolução por modalidade de operadora O gráfico 1 mostra a evolução dos beneficiários de planos de assistência médica por modalidade de operadora, desde março de 2000 até junho de O maior aumento no número de vínculos de beneficiários é observado nas cooperativas médicas, 138,4%. Na sequência, estão às medicinas de grupo, 53,1%, as seguradoras especializadas em saúde, 35,8%, e as filantropias, 31,7%. As filantropias passaram de 1,1 milhão de beneficiários em 2000 para 1,5 milhão em As seguradoras especializadas em saúde, de 4,9 milhões para 6,7 milhões, respectivamente. As autogestões tiveram uma retração de 0,16%, o que significa uma subtração de 8,3 mil beneficiários dos 5,3 milhões contabilizados no ano de 2000. Gráfico 1 Evolução de beneficiários de planos de assistência médica segundo a modalidade da operadora mar/00 jun/ Beneficiários (em milhões) mar/00 jun/00 set/00 dez/00 mar/01 jun/01 set/01 dez/01 mar/02 jun/02 set/02 dez/02 mar/03 jun/03 set/03 dez/03 mar/04 jun/04 set/04 dez/04 mar/05 jun/05 set/05 dez/05 mar/06 jun/06 set/06 dez/06 mar/07 jun/07 set/07 dez/07 mar/08 jun/08 set/08 dez/08 mar/09 jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11 mar/12 jun/12 set/12 dez/12 mar/13 jun/13 Seguradora especializada em saúde Medicina de grupo Cooperativa médica Autogestão Filantropia 8 Fonte: Tabnet/ANS - Extraído em 1/9/13. Gráfico 2 Número índice Beneficiários de planos de assistência médica segundo a modalidade da operadora mar/00 jun/ Número Índice (base 100) mar/00 jun/00 set/00 dez/00 mar/01 jun/01 set/01 dez/01 mar/02 jun/02 set/02 dez/02 mar/03 jun/03 set/03 dez/03 mar/04 jun/04 set/04 dez/04 mar/05 jun/05 set/05 dez/05 mar/06 jun/06 set/06 dez/06 mar/07 jun/07 set/07 dez/07 mar/08 jun/08 set/08 dez/08 mar/09 jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11 mar/12 jun/12 set/12 dez/12 mar/13 jun/13 Seguradora especializada em saúde Medicina de grupo Cooperativa médica Autogestão Filantropia Fonte: Tabnet/ANS - Extraído em 1/9/13. Evolução por tipo de contratação Graças ao crescimento econômico da última década e, em especial, do crescimento do emprego com carteira assinada, pode-se aumentar de forma substancial a penetração do setor na população brasileira. Desde o ano de 2000, conforme revelam os dados da tabela 1, os planos coletivos empresariais tem sido os mais contratados para garantir a assistência médica na saúde suplementar. Em 2000, os 7,6 milhões de beneficiários deste tipo de contratação respondiam por 24,4% do setor, alcançando 60,4% em Nos dias atuais, representam 64,5% dos vínculos de planos de saúde médicos. Também para os planos odontológicos, desde 2000, a contratação coletiva empresarial tem respondido pela maior quantidade de vínculos no setor. Em 2000, eram 759 mil beneficiários, o equivalente a 29,1% do total do setor. Depois de 10 anos, passou para 9,4 milhões de vínculos, ou seja, 64,4% do total. Atualmente, 69,8% dos beneficiários de planos de assistência exclusivamente odontológica são contratados por empresas. Considerando os períodos especificados na tabela 1, constata-se que a proporção de planos individuais comparada aos planos coletivos, tanto na cobertura médica quanto odontológica, não superou a 20,9%. Na assistência médica, em 2000, 2010 e 2013, representam, respectivamente, 18,3%, 20,9% e 20,2%. Na assistência exclusivamente odontológica, esses percentuais são 13,1%, 16,5% e 18,0%. Embora a representatividade em termos percentuais do tipo de contratação individual tenha se mantido quase no mesmo patamar desde o ano 2000, a evolução no número de beneficiários entre 2000 e 2010 foi bastante significativa para os planos odontológicos, passando de 341 mil vínculos para 2,4 milhões (606,7%). Nos planos médicos o crescimento nesses 10 anos foi mais contido, 67,8%, se comparado à contratação coletiva, que aumentou 214,3%. Em 2000, eram 5,7 milhões de beneficiários nos planos médicos individuais, passando para 9,5 milhões em Os dados da tabela 1 mostram que o crescimento do número de beneficiários ocorreu de forma acelerada nos planos exclusivamente odontológicos. O segmento odontológico é bastante diferenciado, principalmente porque a longevidade da população não aumenta necessariamente os custos. A demanda ao tratamento odontológico decorre de uma situação de dor ou desconforto, diferente dos planos médicos, em que há maior propensão à utilização abusiva ou desnecessária. Outro fator importante, é que o plano odontológico não tem a cobertura complexa dos planos médicos. As ações de prevenção são bastante resolutivas. Em razão disso, a previsibilidade das despesas é alta, permitindo um gerenciamento eficaz por parte da operadora. Essas características permitem que o segmento continue crescendo e oferecendo serviços importantes à população. 9 Os planos coletivos empresariais sempre tiveram maior representatividade em número de beneficiários. Em 2000, os 8,3 milhões de beneficiários deste tipo de contratação respondiam por 24,8% do setor, alcançando 36,9 milhões (61,4%) em Nos dias atuais, representam 66,0% dos vínculos de planos de saúde, o equivalente a 45,1 milhões de beneficiários. Tabela 1 Beneficiários por cobertura assistencial e tipo de contratação Mercado valores por mil 10 Tipo de contratação Dez/00 Dez/10 % 1 Jun/12 Jun/13 % 2 Assistência médica Total , ,7 Coletivo , ,6 Empresarial , ,8 Por adesão , ,3 Individual , ,5 Assistência excl. odontológica Total , ,5 Coletivo , ,7 Empresarial , ,3 Por adesão , ,2 Individual , ,4 Total Total , ,5 Coletivo , ,9 Empresarial , ,8 Por adesão , ,6 Individual , ,9 Fonte: Tabnet/ANS - Extraído em 1/9/13. Notas: 1 Variação entre dez/00 e dez/10. 2 Variação entre jun/12 e jun/13. 3 Inclui os beneficiários identificados como Não informado. 4 Inclui os beneficiários identificados como Coletivo não identificado. Evolução por região brasileira Entre 2000 e 2010, os planos de assistência médica cresceram mais intensamente nas regiões Norte, Sul e Nordeste, 146,6%, 84% e 66,9%, respectivamente. A média de crescimento neste período no Brasil foi de 46,6%. No período recente, de junho de 2012 a junho de 2013, a trajetória de crescimento dos planos médicos foi mais acentuada no Centro-Oeste (7,4%), Norte (7,1%) e Nordeste (5,6%). Na assistência exclusivamente odontológica, o maior aumento em número de beneficiários foi observado nas regiões Norte (20,2%), Nordeste (14,9%) e Sul (8,0%). A média de crescimento dos planos de assistência médica no País foi de 2,7% e dos planos odontológicos, 5,5% (tabela 2). Embora venha se destacando por um crescimento mais expressivo que as demais regiões, a região Norte ainda é a menor tanto de número de beneficiários, atualmente com 1,8 milhão nos planos médicos e 826 mil nos planos odontológicos (tabela 2), quanto em taxa de cobertura 1, 10,9% e 4,3%, respectivamente. Em junho de 2013, a taxa de cobertura dos planos de saúde no País foi de 25,1% (assistência médica) e 9,6% (assistência odontológica). A região Sudeste continua tendo a maior quantidade de beneficiários, registrando 42,5 milhões de vínculos em junho de 2013, entretanto, apresentou a menor taxa de crescimento (1,6%) quando comparada a junho de A trajetória de crescimento dos planos médicos tem sido mais acentuada no Centro-Oeste (7,4%), Norte (7,1%) e Nordeste (5,6%). No segmento odontológico, o maior aumento em número de beneficiários foi observado nas regiões Norte (20,2%), Nordeste (14,9%) e Sul (8,0%). Atualmente, a média de crescimento dos planos de saúde no país é de 3,5%. 1 Tabnet/ANS. Extraído em 1/9/13. Tabela 2 Beneficiários por cobertura assistencial e região brasileira Mercado valores por mil Região Dez/00 Dez/10 % 1 Jun/12 Jun/13 % 2 Assistência médica 3 Brasil , ,7 Centro-Oeste , ,4 Nordeste , ,6 Norte , ,1 Sudeste , ,6 Sul , ,0 Assistência excl. odontológica 3 Brasil , ,5 Centro-Oeste , ,8 Nordeste , ,9 Norte , ,2 Sudeste , ,5 Sul , ,0 Total 3 Brasil , ,5 Centro-Oeste , ,5 Nordeste , ,8 Norte , ,9 Sudeste , ,6 Sul , ,3 11 Fonte: Tabnet/ANS - Extraído em 1/9/13. Notas: 1 Variação entre dez/00 e dez/10. 2 Variação entre jun/12 e jun/13. 3 Inclui os beneficiários classificados como exterior e UF não identificada. Evolução recente FenaSaúde e Mercado FenaSaúde Em junho de 2013, as 31 operadoras atualmente associadas à FenaSaúde totalizaram 25,4 milhões de beneficiários, o equivalente a 37,1% dos vínculos do mercado de saúde suplementar. Na comparação com junho de 2012, houve um crescimento de 4,3% no número total de beneficiários da assistência médica e exclusivamente odontológica. Nos planos de assistência médica, houve uma retração de 1,7% 2 no número de beneficiários, que em junho de 2013 totalizaram 14,4 milhões, o equivalente a 29,2% do mercado de saúde suplementar. Nos planos exclusivamente odontológicos, houve crescimento de 13,3% no mesmo período, que contabilizaram 10,9 milhões de beneficiários e representam 57,4% do mercado (tabela 3). Esse crescimento foi semelhante ao observado entre junho de 2011 e junho de A análise por modalidade de operadora entre as 31 associadas, mostra que ocorreu uma redução de 10,1% na quantidade de vínculos dos planos médicos nas medicinas de grupo, e um aumento de 10,0% nas seguradoras especializadas em saúde, no período de junho de 2012 a junho de Com relação aos planos exclusivamente odontológicos, não se observa retração em nenhuma das modalidades e o maior crescimento foi de 41,7%, observado nas seguradoras especializadas em saúde (tabela 3). Mercado Os beneficiários de planos privados de saúde totalizaram 68,4 milhões e cresceram 0,9% no primeiro semestre de Nos últimos doze meses, o crescimento foi de 3,5%. 2 Considera as 31 empresas associadas à FenaSaúde em junho de 2013. Tabela 3 Beneficiários por cobertura assistencial, segundo a modalidade da operadora FenaSaúde e Mercado valores por mil Modalidade da operadora Jun/09 Jun/10 Jun/11 Jun/12 Jun/13 % 1 Assistência médica FenaSaúde ,7 Medicina de grupo ,1 Seguradora especializada em saúde ,0 Mercado de assistência médica ,7 Assistência excl. odontológica FenaSaúde ,3 Medicina de grupo ,6 Odontologia de grupo ,9 Seguradora especializada em saúde ,7 Mercado de assistência excl. odontológica ,5 Fonte: Tabnet/ANS - Extraído em: FenaSaúde 1/12/2009 (jun/09), 10/10/10 (j
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