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BENFICA, 1 FC PORTO, 1 Empate LONDRES DEVERÁ HONRAR TODOS OS COMPROMISSOS

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BENFICA, 1 FC PORTO, 1 Empate agrada mais ao FC Porto Pelo menos, foi o que se viu nos últimos minutos do jogo, com Casillas a queimar tempo. Para os portistas o empate até foi um mal menor... DESPORTO
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BENFICA, 1 FC PORTO, 1 Empate agrada mais ao FC Porto Pelo menos, foi o que se viu nos últimos minutos do jogo, com Casillas a queimar tempo. Para os portistas o empate até foi um mal menor... DESPORTO NAS PÁGINAS 27, 28, 29 E 31 Nº 190 Ano 11 1 Abril 2017 Director: Daniel Santos Mensal Gratuito REINO UNIDO DONE! A primeira-ministra britânica, Theresa May, assinou a carta enviada à União Europeia que acciona o artigo 50 do Tratado de Lisboa. O que está feito... feito está, já não há volta a dar a este processo cujas negociações se têm mostrado, desde o início, complicadas para ambas as partes... ESCÓCIA INSISTE EM NOVO REFERENDO REINO UNIDO VAI SER A SINGAPURA DA EUROPA? LONDRES DEVERÁ HONRAR TODOS OS COMPROMISSOS Quem o afirmou foi Donald Tusk, Presidente do Conselho Europeu, na apresentação das orientações para as negociações do Brexit. Nós devemos assegurar que o Reino Unido honrará todos os seus compromissos financeiros e as dívidas contratadas enquanto Estado-membro, adiantou Donald Tusk, numa conferência de imprensa em La Valetta. Para o presidente do Conselho Europeu, trata-se de uma questão de justiça para com todos as pessoas, comunidades, agricultores, cientistas, etc., a quem nós, os 28, prometemos e devemos dinheiro. Todo o noticiário do Reino Unido nas páginas, 3, 4, 5 e 6. PORTUGAL Caixa vai encerrar 61 dependências Desemprego cai para dez por cento Crimes diminuem mas o terrorismo preocupa polícias Consumidores estão mais confiantes Novo Banco vendido sob coro de protestos Todas as notícias de Portugal e artigos de opinião nas páginas 8, 10, 12 e 13. RONALDO A atribuição do seu nome ao Aeroporto do Funchal gerou alguma polémica. E o busto em sua homenagem também tem sido muito criticado! PÁGINAS CENTRAIS ANÁLISE BRITÂNICOS COM UM PÉ FORA E OUTRO DENTRO DA UNIÃO EUROPEIA Página 22 SAIBA COMO VOTAR NA PÁGINA 15 COMUNIDADES PÁGINAS 19, 20 E 21 PORTUGUESES APOIAM TERRY JERMY EM THETFORD Terry Jermy é o candidato trabalhista à Câmara de Thetford e figura muito conhecida na nossa comunidade PUB. 2 1 Abril 2017 ENTRE NÓS Populismos Jornal AN Ltd Administração e Publicidade Sede e Redacção Charles Burrell Centre Staniforth Road, Thetford, IP24 3NL CRÓNICA Em 1990, na (re)inauguração do Aeroporto de Pedras Rubras, que passou a chamar-se Aeroporto Francisco Sá Carneiro, estiveram presentes o Presidente da República (PR), Mário Soares, e o Primeiro-Ministro (PM), Cavaco Silva; em Maio de 2016, o Aeroporto da Portela foi rebaptizado com o nome de Humberto Delgado, numa cerimónia que contou com as presenças do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Primeiro- Ministro, António Costa; há dias, mais precisamente a 29 de Março de 2017, ao Aeroporto Internacional do Funchal foi acrescentado o nome de Cristiano Ronaldo, numa cerimónia que contou também com a presença de António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa. Já sabíamos disso tudo, dirá o leitor mais atento. É verdade, estas primeiras linhas não acrescentam nada ao que já está escrito na nossa História, mas isso não invalida que emitamos a nossa opinião, livre como se quer num país democrático pelo que, antes de mais delongas, aqui nos apressamos a registar o nosso desacordo quanto à populista decisão do Presidente do Governo Regional da Madeira, prontamente seguida pelos actuais PR e PM, que se deslocaram à Pérola do Atlântico para assistirem a um jogo de futebol medíocre e consumarem um acto que o tempo se encarregará de julgar. Não somos admiradores incondicionais de Cristiano Ronaldo. Embora gostemos muito de futebol, não nos atrevemos a misturar a pessoa com o atleta a maior parte das vezes o craque madeirense até joga bem, o que será sempre de elogiar... mas repudiamos as suas incomensuráveis vaidades e os seus frequentes laivos de arrogância, admitidos, consentidos e extrapolados por uma comunicação social, na qual não me revejo, sempre pronta à bajulação e à criação de mitos que garantem shares e vendem papel! Para mim, e para que não restem dúvidas, o atleta Cristiano Ronaldo é fruto do seu trabalho, da sua persistência e do seu talento, é um desportista de elite que contribui para que o nome de Portugal seja conhecido, e reconhecido, um pouco por toda a parte já o cidadão Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, com os seus exibicionismos gratuitos, com a sua constante rejeição às críticas, com a impunidade de que goza mesmo nas acções mais incorrectas, com as suas beneméritas campanhas concertadas com uma profissional equipa de marketing, está longe de merecer o apreço que tenho pelo futebolista, incontestavelmente um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. Mas... continuo a achar despropositada esta homenagem, celebrada com pompa e circunstância por duas das maiores figuras do nosso actual regime, também elas sempre dispostas a tirar dividendos do populismo que condenam em Donald Trump, Marine Le Pen, Geert Wilders, Recep Tayyip Erdogan e tantos outros. Depois de ver o seu nome consagrado numa praça do Funchal, num museu muito particular e excessivamente narcisista, numa estátua morfologicamente desproporcionada e amiga, eis que agora o senhor Miguel Albuquerque, esquecendo por completo outros grandes nomes, madeirenses ou não, que celebram a belíssima ilha atlântica como o navegador João Gonçalves Zarco, o inesquecível Max ou Alberto João Jardim entendeu (re)baptizar o seu aeroporto com o nome de Cristiano Ronaldo, numa decisão política e administrativa para a qual nem os indígenas foram ouvidos ou achados! A isto chama-se prepotência e populismo, este último bem patente nos despropositados e caricatos pulinhos de contentamento com que o Presidente do Governo Regional da Madeira nos brindou durante o evento. Sei que algumas pessoas não estão de acordo e, volto a dizer que não sou hipócrita, algumas dessas pessoas estão aqui neste momento. Somos livres, vivemos em democracia e todos temos direito à nossa opinião, afirmou Cristiano Ronaldo durante a homenagem tem toda a razão, senhor Bola de Ouro, é por concordar consigo que me atrevo a discordar da acoplagem do seu nome ao Aeroporto Internacional do Funchal, uma infraestrutura de todos os madeirenses e não a coutada particular dos populistas Albuquerque, Costa, Marcelo e companhia... Direcção Geral Carlos Ribeiro Director Daniel Santos Publicidade Talita Andreacci. Design Daniel Santos. Coordenação da Redacção João de Noronha. Redacção J. Reis, Tânia Silva. Colaboradores Marques dos Santos (Desporto), I. Santos, J. Bandeira (Londres), Nuno Pereira (Sul de Inglaterra). Revisão Redacção. Distribuição Própria com UPS e Levo&Trago. Tiragem exemplares distribuídos em 259 localidades na Inglaterra, País de Gales, Escócia, Irlanda do Norte e Ilhas de Guernsey e Jersey. Colaboração Jornal da Madeira. Nota da Direcção - A publicidade publicada neste jornal, cadernos e inserções é da inteira responsabilidade dos anunciantes. Os artigos de opinião são também da inteira responsabilidade de quem os subscreve e podem ou não transmitir a opinião do jornal. A sua publicação inserese na responsabilidade democrática que temos em aceitar a liberdade de expressão, de opinião e o direito à diferença. t Tenho aqui falado insistentemente sobre as divisões e o distanciamento da realidade na maioria das instituições que, por viva força, pretendem, ou desejam, tomar o vazio há muito deixado na representação da comunidade portuguesa no Reino Unido. Por JOÃO DE NORONHA Nada do que fazem parece atrair a adesão ou militância dos que representam e, a pouco e pouco, vão caindo todas as actividades que ainda nos uniam, nomedamente o Dia de Portugal. Parece que a apatia tomou conta da nossa existencia e Portugal (ser português) deixou de ter significado ou ser importante. No entanto, vamos viver um período cheio de desafios e, apesar de já ter sido entregue em Bruxelas o Artigo 50 pelo Governo britânico, não há reacção, como se o que se vai passando à sua volta fosse resolvido por este toque de indiferença. Adopta-se uma atitude de não há razões para alaridos, nem o facto da necessidade de voltar ao principio e iniciar novo ciclo de integração e a apresentação de nova documentação os aflige. Dois anos é uma infinidade problema, PROBLEMA, será quando faltarem duas semanas de prazo ou começarem a chegar a Portugal os primeios repatriados. E se a nossa comunidade ignora os desafios que tem de enfrentar, tudo parece igual nas comunidades à nossa volta, onde a realidade é substituída por uma visão imperialista musculada, sem visão, num padrão de vida alcoolicamente para dentro ignorando-se uns aos outros. Chegou-se ao aprumo do egoísmo e da divisão. Por mais que se queira justificar, buscar as culpas editorial Comunidades do nosso descontentamento de uns e de outros, arranjar desculpas esfarradas para o que vai acontecendo e sofrendo as consequências dos nossos actos e decisões, seja em forma de atentados terroristas, como da semana passada em Londres, tudo vai continuar a ocorrer, enquanto a classe política não se comprometer pela união entre a sociedade de índole cristã e a mulçumana. Enquanto não conseguirem que ambas actuem patrioticamente juntas e pelos mesmos objectivos, os atentados e a destabilização das populações vão continuar. Tal como em França, os terroristas que aqui actuam são britânicos, que se julgam politico/socialmente afastados da cidadania, da religião que professam, da sociedade e das oportunidades que surgem que lhes passam ao lado. A política moderna parece afastada e amedrontada em tomar medidas que fomentem a união entre estas comunidades e o resultado é o abrir das portas ao fundamentalismo e extremismos. Actua-se desconcertadamente conforme os acontecimentos e sempre que a opinião pública o exija. Por fim a Europa e o compromisso com uma pequena minoria, ignorando a divisão latente de um estado onde ninguém quer arriscar uma previsão sobre o futuro. Um país dividido, em que a saída da União Europeia pode ser mesmo um tiro no pé. Uma divisão que nos afecta e que nos isola à mercê do imponderável e do imprevisível. Ninguém nos diz qual vai ser a solução e 3 milhões e meio de pessoas são pedras no xadrez de quem está dependente da decisão de 27 adversários para ir a jogo. Para onde nos virarmos e para onde nos encaminharmos, hoje o nosso sucesso na vida dependerá, tão somente, do equilíbrio e estabilidade das comunidades com quem escolhermos viver e integrar. Montra única de Portugal no Reino Unido A organização do The Portuguese Offer esteve em Portugal a convite da ExpoBraga para a 50ª Feira Agro- Alimentar de Braga, onde foi convidada para a Grande Gala de aniversário. Durante o evento, a organização conseguiu angariar mais expositores e marcar duas importantes reuniões com várias empresas da região para a apresentação do evento. Mais tarde, em Lisboa, a The Portuguese Offer continua a sua senda de apresentação e lançou o seu novo folheto, muito elogiado por vários clientes e edilidades presentes na apresentação na capital portuguesa. Estamos na recta final e já nos falta muito pouco para atingirmos os nossos objectivos, disse-nos Carlos Ribeiro, um dos responsáveis pelo evento. Segundo a organização ultimam-se os preparativos finais para a Website e o filme de apoio ao evento. Este encontro de negócios e exposição de natureza B2B (business to business) a realizar no Business Design Centre em Londres, compreende stands de empresas ligadas a produtos e serviços portugueses dos setores da alimentação, ourivesaria, relojoaria, mobiliário, decoração, têxtil, textil-lar, turismo, imobiliária, materiais de construção, moda e calçado. Terá um especial enfoque nas pequenas e médias empresas britânicas como Centrais de Compras de THE PORTUGUESE OFFER Hotéis e Restaurantes; Compradores de pequenos e médios distribuidores; Escanções, barmen e corretores de vinho; Gerentes de Hotéis, Restaurantes e Pubs (Bares); Cash & Carry e Armazenistas; Importadores, Agentes e Distribuidores; Pequenos e médios comerciantes; Retalho generalista e especializado; Plataformas informáticas; Agências de Turismo; Operadores de Viagens; Transportes aéreos, ferroviários, marítimos e camionagem; Operadores internacionais de bens imobiliários; Construtoras e lojas de materiais e construção, decoração e jardim; Relações Publicas, jornalistas da especialidade e Bloggers; Pessoas e Individualidades apaixonadas dos produtos Made in Portugal. De salientar o acordo comercial com empresas do sector que garante a ocupação total do segundo piso nos sectores de imobiliária e turismo, que anunciaremos dentro em breve, no novo Website e Facebook, terminou Carlos Ribeiro. A segunda exposição do The Portuguese Offer acontece a 20 e 21 de Outubro deste ano, no Business Design Centre em Londres, e promete ser o maior acontecimento do género no Reino Unido, promovendo a internacionalização de empresas portuguesas nos sectores acima indicados, num local onde os visitantes encontrarão uma montra única de produtos, imobiliária, turismo e serviços de Portugal. O SEU JORNAL NO REINO UNIDO 1 Abril 2017 DONALD TUSK PRESIDENTE DO CONSELHO EUROPEU Londres deverá cumprir todos os seus compromissos O Reino Unido deverá honrar todos os compromissos financeiros assumidos enquanto Estado-membro da União Europeia, disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, na apresentação das orientações para as negociações do Brexit. Nós devemos assegurar que o Reino Unido honrará todos os seus compromissos financeiros e as dívidas contratadas enquanto Estadomembro, disse Tusk, numa conferência de imprensa em La Valetta. Para o presidente do Conselho Europeu, trata-se de uma questão de justiça para com todos as pessoas, comunidades, agricultores, cientistas, etc, a quem nós, os 28 [Estados-membros] prometemos e devemos dinheiro. Esta é a terceira de quatro orientações que Tusk apresentou para as negociações com Londres para o Brexit e a primeira das quais é assegurar os direitos das pessoas, nomeadamente dos cidadãos europeus que trabalham, estudam e vivem no Reino Unido. Precisamos de definir o seu estatuto e situação após a saída através de garantias recíprocas, aplicáveis e não-discriminatórias, disse Tusk. Em segundo lugar, salientou, há que evitar um vazio legal para as empresas europeias que operam no Reino Unido, uma vez que, concluída a saída, a legislação europeia deixa de se aplicar no país. Depois do respeito dos compromissos financeiros por Londres, Bruxelas quer encontrar soluções flexíveis e criativas para evitar uma fronteira rígida entre a Irlanda do Norte e a Irlanda, sublinhando Tusk que este ponto é de importância crucial para apoiar o processo de paz no Ulster. A potencial imposição futura de controlos fronteiriços entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda tornou-se uma preocupação por receio do regresso de tensões sectárias. Donald Tusk disse ainda que a União Europeia (UE) tem a obrigação de minimizar as incertezas e as graves perturbações causadas pela decisão do Reino Unido. Londres notificou formalmente a UE, na quarta-feira, da invocação do artigo 50.º do Tratado de Lisboa, que permite a saída de um Estadomembro. No dia 29 de Abril os líderes europeus reúnem-se a 27 para definir a posição da UE nas negociações para a saída do Reino Unido. REINO UNIDO UE AVISA THERESA MAY Primeiro falamos do Brexit depois das nossas relações A União Europeia avisou a primeira-ministra britânica Theresa May que primeiro é preciso concordar nos termos da saída do Reino Unido da União Europeia (UE) e só depois começar a negociar a relação futura entre ambos. Angela Merkel, chanceler alemã, e o presidente francês, François Hollande, reiteraram esta ideia numa conversa telefónica com Theresa May. Na carta com que a primeira-ministra britânica iniciou oficialmente a negociação do Brexit, estava escrito e repetido, por quatro vezes, que queria que as discussões fossem feitas em paralelo, com Downing Street a dizer que a posição dos líderes europeus é uma táctica de negociação. Um porta-voz do governo britânico afirmou que este é apenas o início da negociação. Estávamos à espera de posições duras no início e vamos ver para onde vamos a partir daqui. Acreditamos que as negociações devem ocorrer em paralelo. A nossa posição é clara. E é claro, no artigo 50.º (do Tratado de Lisboa), que qualquer futuro acordo com o país que sai deve fazer parte do processo do artigo 50.º, afirmou o porta-voz. O artigo 50 estabelece o prazo de dois anos para negociar a saída da UE, diz que o país deve negociar e celebrar um acordo que estabeleça as condições da sua saída, tendo em conta o quadro das suas futuras relações com a União. É este o argumento usado por Downing Street para defender que é necessário acordar os termos da nossa futura parceria ao lado dos da nossa saída da UE. Primeiro temos de começar as discussões sobre os termos da saída, especialmente dos direitos dos cidadãos e das obrigações que vêm dos compromissos que o Reino Unido fez, disse Hollande a May, segundo o Palácio do Eliseu. Este último aspecto prende-se com a factura que Londres terá de pagar, cerca de 60 milhões de euros. Com base no progresso feito, podemos abrir as discussões sobre o quadro das futuras relações entre o Reino Unido e a União Europeia, acrescentou. A secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Margarida Marques, disse que do ponto de vista formal, o processo de negociação da saída e o do estabelecimento de um acordo de parceria são sequenciais, ou seja, um a seguir ao outro. No entanto, de um ponto de vista político, os dois processos não podem ser separados completamente um do outro. Michel Barnier, principal negociador europeu, reafirmou: Não é muito cedo para começar a estabelecer os contornos da nossa nova parceria, mesmo que seja muito cedo para começar a negociar. 3 PUB. 4 1 Abril 2017 REINO UNIDO PUB. ALEMÃES ESTÃO PREOCUPADOS Reino Unido será a Singapura do Ocidente? O governo alemão está preocupado com possíveis reduções de impostos e medidas especiais para atrair as empresas para o Reino Unido. A verificarem-se ambas, esta noval situação será encarada pela Europa como uma situação de dumping fiscal. O governo da chanceler alemã, Angela Merkel, prefere não falar, nem pensar, sobre esta suposta massiva redução de impostos para empresas no Reino Unido. A preocupação na Europa e na Alemanha é que Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido, prefira retomar a ameaça de converter o Reino Unido na Singapura do Ocidente, com impostos extremamente reduzidos e medidas especiais para atrair as empresas, algo que seria visto, por parte da Europa, como um claro caso de dumping fiscal. O secretário de estado da Economia alemã, Matthias Machnig, disse que qualquer futuro acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Reino Unido apenas será possível se houver um conjunto de condições razoáveis em matéria de impostos, regulação e similares. Não queremos introduzir barreiras ao comércio, mas precisamos de uma negociação justa. GABINETE DE ESTATÍSTICA REVELA PIB aumentou 1,8% O Reino Unido teve um dos melhores desempenhos entre os países industrializados e só foi ultrapassado pela Alemanha. O Gabinete Britânico de Estatística (ONS) confirmou o aumento do PIB em 1,8%, em A economia britânica cresceu no conjunto de No entanto, o ONS informou que, entre Outubro e Dezembro, o PIB britânico progrediu 0,7%, graças a uma forte evolução do consumo e ao desempenho do sector dos serviços. Porém, o investimento empresarial recuou 0,9%. Os dados são um resultado limitado da vitória do sim à saída do Reino Unido da União Europeia, mas a situação parece estar a mudar desde o início de As últimas estatísticas mostram que o ratio de poupança dos britânicos afundou 3,3%, atingindo mínimos históricos. O poder de compra dos cidadãos do Reino Unido recua desde o final de 2016 e acredita-se que a subida da inflação poderá penalizar ainda mais o consumo, sendo este o motor da economia britânica. A primeira contracção, em quase um ano, que o sector dos serviços registou, ocorreu em Janeiro. Os britâ
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