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BENFICA - BELENENSES

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BENFICA - BELENENSES Teixeira, que n8o aparece na fotografia, rematou c:om perigo. Capelo, o grande jogador da tarde, lançou-se em v6o - mas seria batido se a bola n8o embatesse c:om o poate. Vasc:o, Franc:lsco
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BENFICA - BELENENSES Teixeira, que n8o aparece na fotografia, rematou c:om perigo. Capelo, o grande jogador da tarde, lançou-se em v6o - mas seria batido se a bola n8o embatesse c:om o poate. Vasc:o, Franc:lsco ferrelra, Fellc:lono Júllo batem-se como podem. S.raftm est6 em 9'Nlrda nas redes! NO LA '1fibid!di Casos de «off-side» E,\ TRE a1 d1101 Federaçi1e1. a po1 tug11e.a e a c11pm1hola, :ht!gnu a folar- e n11m ár bilro in;:lés J nra a dircrçao do J ortugal-J;11pa11ha de J I de ftlarç . A E panha opó.t rcurm.~. - Porquéí' Pela simple.- raz lo dm inglese& (/(Irem ltirga.y ao jógo, nilo p11nindo carga.v q11e 1 11/gnrmenle selo p11nida no futeho/ da Peninwla. ()11cre dizer, a Federação t!.vpanhola ru11nou árbitro-pelos razijcb que Portugal dt!vcria rt!cusar. Já no& lém preg11ntado qual dt!reria 11ér, cm nomo enlender a 1elecçdo porl111:11ew de futebal. Me11 /Jeu... J 1nl1am-no.t fodoa 011 problemas-111eno11 éne. Niio querem 01 que arda 'J roia. A noua ulecçilo uria uma se lerçdo diferente de lôdaa a1 outras,tlberlo Come&, no rjltimo /reino, mo trou a técnfra na pa11agem. A bola foi &empre parar ao1 pü do homem colocado, e numa rcrira1 0//a do jrlgo. Re ta.taber se 11. iomc., terti fôlego para a hora e meia. Hem sabemos que há jo1radore1, mesmo um imo a que.. e chama f6tego, melhorcr que outros. :;empre é, no entanto, um problema. O desconhecimento da11 Re1rrna produz casos pitorc.tcos. Outro dia, quando arbilrtframos um de- 11ofio-wmos capll:c.v de l11dolo capitão de um grupo e:rigfo que nwrciís~cmo.y gonl, cm 11irludc de um le/csll agarrar a bola com li mrl quando ela ia mesmo a u/lrapassar a linha. -llo111e111, a bolando entrou... - l'em 11a.t Re1:ras que se det c Cf!ncedcr goal Mataa circu11sl inc1as. -Sem a bola ler enlradoí' - l'em nm Re1:raal Cario., Conutv (of punido com a 8U«péMàO de {j(j dia.,. t: euuaodo d1ur os ra:lle que m liuarom o ca~tigo-um ra:do a/- 1:uma. I :. no entanto,.se há árbitro# que merecem um pouco de con.oideraçdo, Cario C:anulo t um dt le. Certo, tem um gral't! defeito - arlitrnr bem!.l!a.f porque ndo u llle perd6a eue de(ei/01 1 A t edaçõe derem e&tar uficienleme11te o(ullada.f do limi/11 do campo para ndo cau~arem dono aott jogadorea, nott lancea desenrolado., na linha lateral. De clll e t:ir-11(10. Del'iam e1- lar-porquc há campo& 011 k e&111 perigo exule. PORTUGAL-ESPANHA A selecção portuguesa tle futebol Mossa contribuição O prohlcma da selecção portuguc n de futt'bol vi e na ordem do dia. Mesmo por que o ci m peonato nacional est:i a dar as úllimns e in en lvelmente lôdns as ntenções se oltam para o grande jõgo que 5e vai projectar no Estádio Nacional, inaugurando-o no ponto de \'ista de compeliçáo. Ainda porque, desta vez, há érias probabilidades de uma Yitória portuguesa, que seria a primeira Yálida no campo das relaçõe inlernacionais. Pdo menos, nunca, como agorn. as fõrças c li vc rft m tão manife tamente equilibradls. Ora se foi passivei, noulros tempos, cm que ha, ia um de.nhcl enlre o dois palses, chegar an emp.,lc. porque nã' admitire acreditar num belo lriunfo do futebol português no próximo 11 de ~farço? A Federação de Futebol tem proporcionado, na preparação e sderçio da equipa, tôdas as condições de ~xilo. Nunca se foi Ião longe-neste capílulo. Elaboração de um plano, tempo suficiente de escolha e prep.. raçáo e adopção de medidas que,,ão ao ponlo dos escolhidos abandonarem pràlicamenle o seu clnbe, Já não podendo dar ponlapés com os seus companheiros. Vamos. Medidas como esla nunca se lomaram. Por isso deverá exigir-se aos seleccionadores a melhor larefa possível. E não discutiremos se era indispcnbávcl êste sacrifício clubisla, que tira aos treinadores tôdas as pos~ibilidndcs de lrabalho. Joaquim l,.erreira, desde que tomou conta do Sporting, ainda não conseguiu reiinir uma só vez lodo o leam. No Benfica, como no Belenenses, Biri e Peics quásl que não podem lrabalhar. Ora, num plano bem estudado, tendo em conta ª' realidades da compeliçáo que se dispula, podia servir-se a selecção nacional não perturbando a vida lécnica dos clubes. Ma, não queremos discutir êsle ponlo. Mal o enunciámos. Em principio, tudo que se faça a favor da representação porh guesa - e~lll certo. A selecção tem treinado activamente. Selecção - não é lermo bem empregado. A verdade é que, por enquanlo, não há ainda leam nadun I, estando a terminar o regime da obsen ação e das experi~ncins, demas1adamenle longo. Todavia, a exi&lência de um pldno que não conhecemos em pormenor - nós, nem ninguém - dá, contudo, a idéia de um estudo, de ldéias próprias e alheias 0 ~~s: i~li:r~o:.~~~ut::1~~~ 1 t r e na e p r e p a r 8 5 e leam de Espanha, interro- direclrizes, de normas a s~gt1ir, método que jâ rcprc enta nlguma coi Não para aqu~ l cs que defendem o futebol de inipr11vi o, mas para nós, que cnlcndcmos que nada se de, er:1 deixar ao acaso, antes tudo se dcvcnd estudar, o minuciosamcule. Sabe -se que os jogado cs, efcetivo' ou suplentes, desde quarln-feira paszada se encontram em regime de est~gio, no Hotel do P.lrque, no E toril, vindo h suas ocup. ç6ee profissionais mas regrm ando tõdas as tardes ao Esloril. Pelo menos, aqueles que 1:1 não puderem per ma neeer todo o dia. No progr3ma da prt'paração figuram mais doid trdnos de conjunto, um que bc realiza hoje conh a o Fo,foro~, e outro no próximo dia 28, conlra o Futebol B 'nfica, ambos no lot'al da lula, o Esl:\dio Nadonal-c trabalho individual com abola, alt'm de gimnáslica. Sõbre o eslllgio falaremos, pos h elmcnle, noutra altura. Por agora, aceitemos as coi as como elas são. Para se dar uma idéia da eslrutura do leam apont.iremos, por lugare, os nomes dos seleccionados. Guarda-rMcs-Azevedo e Valongo; defe a.. direi/os-cardoso e Gaspar Pint ; defesa 1 esquerdos-manuel Marques e I e liciano; méclio direi/o-pacheco; mt dios centros-llarrosa e Moreira; médioy csq11crdo.y-francisco Ferreira e Serafim; c:x:lrcmos dircito.s-lourcnço, Micnel e Espirita Santo (o úllimo n ser chamado); i11leriorc1 dircito,, Gomes da Cosia e Alberto Gomes; am11çado ce11tro-per.roleo; interiores e1q11erdos- feixeira e Quaresma; c:i:lremo eiquerdo R3'ael. Como se vl', Li,boa dá grande conlingente. Apenas nos urgem três nomes da província. No exame a fozcr de, erá ler - e em conta que algun, jogadores p..derão ser de,locados dos us p stos-fazendo oulros lugares para os quai, identementc, sio tam ~ém dexlros. NJo indo mais longe. E o caso de Gaspar, de S 'rafim e Francisco Ferreira, de 1'. pirito Sanlo, Gomes da Costa e Alberto Gomes.!'ião há, nesle lote - uma revelação. Os seleccionadores nlo pecam por audácia. Em no so entender, h:1 jogadorea escolhidos que seriam bem subbliluídos por outros que ficaram de fora. Um exemplo: Calolino, jogador de ( Conlinua na pá./{ina J 6) gado sõbre a já velha que lão - jul1:a o futebol ar/ual melhor Jue o anterior -respondeu o segui nte: «Nem melhor nem pior. Simplesmente, diferente. O futebol evolucionou de tal forma, inclusivó regulamentarmenle, que se modificou muito, pois existem ngora faltas que se execulam de forma diferente. Ainda que pareça paradoxal, por se tralar do mesmo desporto dos tempos antigos, aquela razão é também causa de não poder eslabelecer-ae comparação entre uma e GUtra época-. Não ''amos disputar um Portugal-F.spanha. Vamos dispular dois Porlugal-Espanha. Alguém já pensou-os seltecionadores, cerlamenle-que o leam de Porlugal a apresentar na Corunha poderá ser diferenle djquele que alinha no E'ládio Nacional e que lhe compele a mais dura tarefa? NJo se deverá esquecer-embora haja quem erradamente apr~goe que o ambiente não exerce qualquer influência num /com e no jõgo-que os desafios fora do JJ Ís são muito mais d i f íce ia. 1 : preciso que o jogador tenha grande fõrça de vontade, ou verdadeira cla&&c, para não se deixar sucumbir. Ponha-se a questão: jogadores artistas, ou jogadores à base da energia-para êsses jogos? Claro qne a junção das duas qualidades dá o lipo ideal. Mas na impossibi!idade de o con eguir- é um caso para estudar caulelosamente. O arti ta desaparece com mais facilidade do que o lulador, de sorte que, em muitos casos, não será de mau critério a escolha do jogador (orle e feio, que nunca desanima e jamais se considera balido. Tem-se discutido muito a marcaçilo no jõgo. Até nós melemos a colher no problema. S m Cnlrarmos na maléria, já SU ficientemenle esclartcida, pode di. er-se que os jogadores da defesa alendem sempre ao perigo, venha !le donde vier, convergindo P. ª o homem mais perig)so tfo ataque tõda a sua alenção. Hienzi, critico espanhol de grande c.'leguria, d~-nos êste exemplo expreui º comentando o A\'iaçlo-S.,badel: Juncosa era o único perigo na vanguarda metropolitana. Por isso mesmo, a defesa valle1ana encarrtgou-se de o vigiar tão estreitamente, tão vigorosamente, que aquilo, mais que uma vigilància, parecia uma flas Jação 3 O GRANDE CAMPEONATO A POSSE DO TITULO num. f uturo de :incertezas TINH1\t\OS raz&o. Não era dllfcil, de resto. uer o problem11.1\pre- sent11uo-se reolmentc a fase mnis difícil yora 11 carreira uito- riosa e orortona do Jeader, o Benfica. Os factos encarregaram-se de confirmar o idélo. t\esmo, no entanto, qae o Benfica tlpesse passado o obstdcolo azol, nem por isso oqaelo opreclaç&o deixnria de estar certa. lnespcrndamentc. porém, \lerilieoa-se a vitória belenense. T~mo-111 como sarpr~so. Nao olostondo esse desfecho do mando da ló~lco, parece-nos incontrollerso qoe os melhores trianlos est111111m do lado dos encarnados. Os 2-1 arrnncados pelo Belenenses no Campo Grande tiueram o cond6o de obrlr no\las perspecti11as b eompetiç6o qae, na hipótese oposta, estaria liqaidada. Qoe sorte poro os cofres federati11os e clobistasl O Belenenses, nnm repente, e o ombicionado títalo oo sea alcance. Bem snbemos que o focto dependerd mols do leadcr do qoe dele próprio. No entanto, 11 esperança Ilumina 11 soa Ilida e o loz brilha. Porque nfto M-de tropeçar o Benlien?-interrogo-se o Bele nenses. Vem ai Olh6o... Por oatro lodo, o Sporting renasce para a qoesuso do tftolo. É certo qoe asna sltuoçao é multo prccdrfo, dado ho11cr dois concorrentes na saa frente, e o mnpn dos dcsallos que ioltam nlio lhe dar grande margem para realler o perdido, no toreln da rccoperaçlio. t\os como até o fim hd espcrançns, o Sporlfng delta-se o contas com probabilidades e hipóteses de resultodos, concluindo pelo fórmula m~fs satisfatória. Pelo menos, por aquela que mais lhe agrada: Ainda podemo11 conquistar o terceiro. Qoere isto dizer qoc llamos ter competlçfio o sério, Incertezas, ddvidas até b meta da longa carreira de fundo? De momento, o pro blemo nllo estd resolllldo. Ficou odiada 11 soo soluç60. 1\té qoando? 1\ dd11ld11 tanto pode durar oito dias como mais tempo. Na t3. 1 jornada verflicaram-se os scgofntes resoltados: Benfica t - Belenenses Olh11nense Sporting... 4 Vítórla (Gaimarãcs) f'õrto... O Salgoeiros Vitória (Setóbal)... 5 Estoril \cadémfca... t O Olhanense regressou 11 cosa, da qoal Jd qodsl não se lembraua. Compelfo lhe emb11roç11r os mo11imentos dos leões. f\esmo porqae os algan ios se encontrem nam11 posiç6o no barómetro da Prova qoe indica bom tempo. 1\ilnol-o Sporting, que precisava de uencerpassoa a tormento. Qaere dizer, tlll\lez houvesse a esperar mais do Olh11nense e menos do Sporting. l\s contas n6o est11uam certas. Os l'itórias contlnunram na subida. O de Seldbol, dado serem sempre dilíceis os desafios fora de coso, deu boa conto do recado. O de Gofmorlles execde11 11 espectnthni, fornecendo 11ma sorprêsa com tributos. Vencer o Põrto por ~-é sempre um bom resultado. Neste intrólto, deuemos ainda frisor qne 11 derroto da 1\cadémfca, tão honrosa foi, ntio deslustra o leam. Q11olqucr grupo, inclaindo os melhores, pode perder na 1\moreiro pelo tan11ente, e olé por om resultado qoe diga mais qualquer coiso. O Estoril montelle-se n11 brecha -noma carreira regalar. Qoonto 110 mollimento de Jogadores- os teams nllo soirem transformações de osslnnlar, pelo S 'u objectfuo ou significado. l\qal e all, om nome no\lo. Um suplente que sobe, oo topa om boroco, em geral de\lfdo a lesao do Ulular,!Is llezes o castigo. 1\ssim, registaram se poucos revelações. /\o chegarmos oo llm será Interessante o lleri llcoçtio do seguinte: Qoontos jogodorcs de c11tegorio nasceram na compeliç60 que se disputa? Por isso, é de destocor o nouo gnarda -r~dcs belenense, Copcla. Desde que o ropoz se meteu nlls balizas-o team sabia. No decorrer dos tempos, e com 11 m11gnlflca exibiç!ío do Campo Grande, concloi Sl que o seu comportamento deuerd ter inlluido nessa ascer.s6o. Trota-se de um jogador de magnfficas condi ções físicas e que parece ter Igualmente condições de ordem técnica. AS NOSSAS SEPARATAS A publlcaçlo de EMBLEMAS A CÔRES CONTINUA. at' o fim do mi a ttcepçllo de emblemu do. clulce, para a rcprodu1-ão a e3tte publicação em H parata, como temn anunciado. P~lo motjvoe cu j' referimo - 6 pode.remo começar a elaltor sln- a tricrom depoi da.deeção d a m a ioria da. dc... boa-ped lmo l Dire çÕ doe dubu qae a hre Íem a re.meaa do me mo cle: c.o.loe.. CAPITAES DAS EQUIPAS DA 1 DIVISAO Ne te números a s. parata deeta no cria-a foto P-afla de RAFAEL, caphilo do arupo d e honra do CLUBE DE FUTEBOL OS BELENENSES». Bom iôgo - Surprêsas - Espectativa Crónica de TA V A R E S DA S ll V A Do quarto põsto para baixo. os lagares sao ocupados na tabela pelos seguintes concorrentes: Põrto, Vitória (Setdbaf), Olhanense, Estoril, Vitória (Gafm11r&es), /\cadt mfca e Salgoeiros. /\ ordem vai ser re11ista nas jornndas que faltam, no supremo eslõrço de todos os concorrentes. Se a luto pelo tltolo absorllc, tombém é certo qoe os campeonatos se dcsdobr1:1m cm tantos campconntos quantos s!ío os lugares. Isto- mesmo sem o drama do dfllmo põsto em almoeda de passagem. Benfiea-Bclenen.e. Como o domlnlo pode favorecer o dominado O desafio Benffea-Beicnenscs estd na linha dos grandes encontros que o campeonato nacional nos tem dado: ropfdez, ordenaçllo de conjunto, cmoç&o; e ainda neste coso pnrticufar todo agnçodo poi; se trotar de 0111 encontro que resolllfa um problema. Niio se tratava de orna final. t\as que mofs é preciso paro assim se designar um de salio? Na hipótese de 1lftórf11 ben!iquense - a competição, decidido, deixaria de interessar. Os Jogos nindn Inscritos paro se realizarem apareceriam como peso morto. Um fllrdo de que todos desejariam llêr se lillres. Qoando os dcsolios tem semelhantes coracterlsticas sao geralmente bons desafios. Caso presente. O Beniica, embora llencldo, Jogoa mais do qae o seu adllcrs6rio. /'\ostroo esplendida org11nizaç60, potente na conjugoçllo das \lárlas células, no esfõrço colccli\lo de tõdas ns unidades llisando o mesmo fim, com a \lalorizoç&o de uma energlo e de om espírito de luta qoe já nllo chegam 11 admirar, pois s&o os atribotos tradicionais do team que ootra coisa nllo é sentio uma express6o de clube. Nem tõdas as jogadas foram llmpidas. Viu-se, porém, o salfclente paro se gostar do jõgo benfiqaense. Lances b base da energia, am pooco com sacrifício do chamado latebol geométrico, tombém t~m soa beleza! O Benfica entroo na liça rcsoluido 11 todo. Principalmente a n6o deixar o aduersdrio ntacor, o qae Imediatamente en\lohie a decisl!o d~fe próprio atacar. Pois o leam põs em prduca essa ldeio, tomando a direcçtio da partida e n&o mais o perdendo, em todos os momentos, enquanto as coisas lhe correram bem e nos perlodos em qoe a no11em da dcsqraça cobria o seo eslõrço. Deste modo, o Benfica dominou de om modo geral, Jog11ndo no território do 11duersdrio dorante bostante mais tempo do que na saa metade de terreno. /'\ais intensamente em certo período do segando tempo do que noutras Iases. Sempre tendo nas m&os o fio do jõgo. Qaando om acidente lhe Uroo o chefe do ataque - nem porisso essa causa, capaz de esmorecer qoolqcrer grupo, consegala abalor-lhe o moral. O Benfica esta11a ao ataque, e ao ataque continooa. Tendo dominado - qual 11 raz6o que dltoo a soa derrota? Falta, oa mao remate, hesitações em frente das rmes? Noda disso. O Benfica nllo fez goa/s de\lido ao trab11lho do defesa aduers6ria e também li falta de chance. /'\11fs nmo uez se lembra nllo ser lnd!ierente pora o caso a interucnçao do lllctor sorte. Ele pesa tanto num desafio como o próprio jõgo dos tcams. O Belenenses foi um leam \lfgoroso e excepcfonalmente forte no capítulo de defesa. Os componentes desse sector deuiom estar extenuados no final da partida, tllo grande foi a soa octillidnde. O guard11-rêdes teue delesas maglstrols, do melhor vfsl!o, e com um aprumo e autoridade qae só têm os Jogadores ecima da média. Feli chrno transformou-se, apoiado por Vasco, no grande esteio do grupo, 11ctoando com energia e acorrendo 11 todos os terrenos. Pode dizer-se qoe a moior porte dos problemas da defeso foram solaclonados pelo delesa esquerdo. Os m~dfos também estfllcram batalhodores 110 máximo, e de Inferiores no dar do Jõgo b frente (preocopaç60 qoe nl!o pode deixar de se sofrer quando o lnlml110 o toco), compridores no capítolo de taparem o caminho e no de inatilizarem o esfõrço dos contrários. Daqui se deduz qae, em nosso entender, a linha 11uonçada licoo longe de om rendimento em corrcspondencfa com o das oatras céfal11s, tafoez em oirtadc dos Interiores n&o lhe terem dado o impafso de11ido e necessdrlo. Sem onfdades que liguem os teams no aspecto de- fensi\lo com a ofensilla, n6o hd hoje possibilidode de Jogar bem no ataque. É que o jõgo fndf11ldoal, qmisf de eleitos nolos qoando n&o seruido por homens de excepclonal categoria, e o fotebol de conjunto obriga aos bons lançamentos e 110 dar da bola em condições de, estando ama onidade a jogd-la, Jogarem todos. 1\ possibilidade de desmarcação. Esta imdgem de Jõgo, de domlnfo do Benlfca e de boa lata do Belenenses, n&o é exagerada. Coisa carioso, tafllez que o \lencedor deuesse a esse domlnfo do Benfica o sen magnifico trlanlo. Sempre que um team assenta o seu jõgo no campo do oduersário, delrontnndo ama delesa unida e forte, capaz de fnutllfzar os scos eslõrços, sa bendo-sc defender, nllo hd dd\lfd11 que ~le se encontro exposto aos maiores perigos cm tõdas os ocasiões em que o aloque do grupo dominado, sob o lmpofso da soa própria delesa, se desen\lolllll, encon- (Continua na pál{ina 11) NOVO TIMONEIRO...,.._ ~ ~. J V#. ..,. que foi bom entre os melhores jogadores portugueses retoma contacto com o futebol como treinador Primeiras confid nclas do novo orientador das equipas do Sporting H ZNJUQUl. COSTA I.eoPOI.. Mocllo11or Vieira, Ãat6alo Piai.o 1MC91 1ftldra 1 C.rloa.ll..., G.i.tta TelMfra o malo - o ]014 SlaS..; Gupar Ptato, Maa.. t M.,.. C Al.. ro C.rdo10.. Slo l1t11, ella ele.i...u aa.11, u... de,...,,.. l ort ' to 'º' '' ,.ça. jo... on C.. C elf.. 1 l:oao º... r1.. oleaat... foao.. 6da - ao C11 o....a. pülteo Bao11 CD proaldlela alaà liol ra~lo rupdto. Zsceptua.. 01 ua. -1tlaoa cltoclo1, alaà ud.t a..,..,,.,taato.,..., oatroe 1oa1oe ~ ao fuumi. Slo llu o uelaollor Culoa At... oa...,.1... e.aelne,._ u ,,...,... 4!.a... coatrllt..ja... o s,.m., º pr1...,a... f..tokl udoula 1or Vidra, aoeooa SoP4lore1 aalo pope'an1, at - 1ala&o...ir... o1eecata r... 1r,.,... a1w... o.ou..i.1-' '..,.do -11-.,.,., 1o4loe...,_ 1 Vl ln. 4lopol1clukUo.arop 11ka do ~. U... o - li - AIMuo. coa o tlcalco - 4.lrf,.ate. 1oocrata Perrdra ohoa _,. a.. tu.. rolho, Hd.. coatrala ftra J o coa o ooa ull o elialte para trolaaclor du eclllpu looat.... t clhl 1llllao, proef11a1nl a prop61lto ela dtaef&o, 11a ªª ' ooapa-01, C-0 apar1eoa ]0011Ula!'orrofra eaeanej1do cla afulo dlflcll e cleueado cle trelou 11 ecatp.. cle - jraacl1 'elaltet Qa1 odoa~lo ' ' '' 11jalrt Coa c111a 1 coa Ca eoatot- olo pro a to cao o afldoaoclo, partleularm.1n11 o alapetboato cio ela!. looalno, ' '' formalaclo lallaaa1n11 1 b Caa.11, por ªº º lntera 1.lo, o ull o.. toro10 lnlerauloaol.... cl... do aaa olaoalo ao coa lll (... 1 procaru rotpoader. Ãalu, poria, aa poaco cio lilt16rla..!du ll.t.u cio l OC~lo, -pre,.elol pora CU- CoeMH o Pauaclo - 1 ateuárlu paia 01 oauo1, O Jqador 1 oacala!' orrdro - toa a carreira
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