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BERTHOLD Margot Historia Mundial Do Teatro PDF 1 8

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  r  istória undial EquipedeR e li :: arüo doTeatro M RGOTBERTHOLD Sup crvis úaedítoríul Asxt Horiaeditoriui RevisãoTrad uçãoj di ct CapacProjrtoGráfico PrOl llçci J. Guinshurg PlínioMartins FilhoIn gridBasílio cOlgaCafalcchio Mar ia Paula V. Zurawski. J. Guinshurg SérgioCoelhocClovis Gar cia San draMarthaDofinvky Adriana Garcia Ricar do \ \ . Neve s.Adrianu Garcia t HcdnMariaLopes ~\\ ~   ITO R PERSPE TIV ~ ~  Títulodooriginalcmalemão   L ~c s chi cl 1f   dcs Thcoters © 1968hy AlfrcdKrõnerVerlag iII Stut tgart DadoslnternacionaisdeCmalogaçâonaPublicação(CIP) (CâmaraHrasilciradoLivro,SIl, Bras il) T Sumário RO\I.-\___   _   , 139 Introdução_.._..139 OsLudiRornani,oTeatroda ResPublica _.. 140 Co médiaRomana144 DoTabladode Made iraaoEdifícioCênico 148 OTeatronaR oma Imperial151OAntiteatro:Pãoe Circo ..155AFábulaAtelana [(  I MimoePantomi ma ......162 Mim oCristológico167 B Iz..\NCIO__._-.... ã 171 Introdução._.___._._.-.   171 Bcrthold.MargotHistóriaMundialdoTeatro/1\1argotBerthold: [traduç ãoMariaPaulaVZurawski, J. Guinsburg Sérgio CoelhocClóvisGarcia],--São Paulo: I crspcctiva,200I. Títulooriginal:\\\:Itgc sc hichh:dcs Thca tcrs Bibliografia, ISAN 85·273-0nX-4 I. Teatro-História I. Titulo 013650CDD-792.0 J --   -_._   .   - índicesparacatálogosistemático: I.Teatromundia l; Artedramática:História 79 .09 I ~ edição-I reimpressão Direitosreservadosemlínguap ortuguesa à EDITORAPERSPECTIVAS.A. Av. llr igodeiroLuisAntônio, 302501401-000- São Paulo-SI -Br asil Telerax: (II) J8ôS  83ôSwww .cditorapcrspcctivaxom.hr 2001 SO BRE ESf \ E Dl çAo- J  lIiI/   I  [  ~g   PREF cIO . o TEATRO PRI ~l T \ O . EGITO EANTIGO OR IEJ TE. Introdução-. EgiIO. Mesopotâmia_. As O\ It.lZAÇÕES I   I \~ lI   _. Introdução_-. Pérsia.Turquia.As Ct vII.IZ·\Ç()ES [ 1 [)o·P   K iFll ·,-\S. Introdução_. Índia__._. Indonésia_._.._-.  H INA___-  Introdução--. Origenscos CcruJogos . OsEstudantcsdoJar dim dasPeras O Caminh oparaoD rama .DramadoNortecDramadoSul. APeçaMusicaldoPeríodo Ming A Concep çãoArtísticada Ópe radePequim.OTeatroChinêsHoje   .lwAo_. _---_. Introdução. [X XI 77 8 [6 19 1920 23 2929 32 4453535458 61 6[ (,666 707575 Kagura  Gigaku  Bug  ku   Sarugaku e Dengaku Precursoresdo  ô   .-..  ô _. Kyogen _---. OTeatrodeBonecos.--.- Kabuki . Shi mpu -.-. Shi ng k i _   _-- GRÉCIA. lntrodução   ... Tragédia....... Co média.OTeatroHelenístico. OMimo.76 78 78 80 81 878790 99 99 10310310411813()136  His t o rí u M u ndía í do  ea tr   TeatrosemDrama172 TeatronaArena.................177 OTeatronaIgreja   OTeatro naCorte................18 I Com med iadcl  r tc eTeatroP opular 353OTeatroBarrocoEspanhol367 OsAteres Ambul antes374 Sobre estaEdição Do   U I IS~ l AO PI{[ SE NTE 451 A EI{ ADA CtrJ DANIA BUR GUESA.   .   . 38] í NDI CE 553Introdução 3RIO Iluminismo 3R  Classicismo Alem ão413R omantism o 429 Realismo440enas ciências.S ob esteângulo M ar gotBerthold realizou umtrabalhonotávelcom sua História  undial doT eat ro  inte grand o de umaman eir a que sepoderiadizerprim oro sa abusca documental  oregistroocorrencialeo poderde sínt eseescritural.Naverdade este volume é deumaabrangênciasurpreendente quefazumjogomuitobemequilibrado entr eestéticaehist ória  indivíduocriadoresocie dadecondicionanteerecepcionante de mod oque  com asuari quí ssimaiconografia elapo deráatender sobretudocomrespeitoaos perí odosmais represen tativosdaevoluçãodotea tro.àsnecessidadesdeinformaçãoediscus sãodeseuleitor.IstoporsipareceuàEdi tora Perspectiva quejáseriaumfatorarec om endarplen ament esuapublicaçãoemlín gua portuguesae apesa rdasdificuldadesdesuatra duçãoedoscuidadosexigidosporsua ediç ão oque import ouemumlongotrabalhodenos saequipe  é comgrandeprazerquenos é per mitidodizer:Aquiestáumaobrade imp ortância para a bibliot ecateatralbrasileira. 1 Guinsburg Emprincípio umaHistóriadoTeatropode tera amplitude dapesquisaedareduçãoque seuautorlheder.Comporumacrônicaeuma análisedoquefoiodesenvolvim ento daarte dram áticaatravésdotempo deseusm omen- tos maissign ificativosedesuasr ealizaçõ esmaisdignasdepermanênciacomom em óriadeumpassado oucomoatualid ade deuma fun ção poderia ocupar uma biblioteca deAlex andria ou comooc orre t ambém umre suminh onaInternet.Odifíciléreunirnum sóconjuntodealgumascentenasdep ágin as port anto  aoalcancedequ alquer leitorinte ressadoouestudiosodoternaumapanhadoque dêconta críticaehist oricam ente destevasto uni verso derealizaçõesecri açõe s que seinscrevenohistóricoenosentidodoexistirdo h om emnestemundoedesuatransc end ênciaemrelaçãoàscondiçõeseosrequisitosmais primári os par aoseuviver isto é  odasuaca pa cid adcdecriarobjetosin existent esnanatu rezabrutaeelaboraroseuespíritoemfe içõescad avez mai snovas c omo éocasodopapel desuasváriasexpressõesnacultura nasartes -541 Introdu ção 451ONaturalismoCénico452 AExperim entaç ãodeNovasF ormas462 OTeatroEngajado494 ShowBusiness na Bro a dwa y__.513 OTeatro ComoExperiment o 519 OTeatrocmCrise }521 OTeatroeosMeiosde Comuni caçãodeMassa523 OTeatrodo Dir etor_529 I3I BU O õ{AII. A ID. IJE Mrrn- 185Introdução I   RepresentaçõesReligiosas.........186 AutosProfanos242 A RENASCENÇA...ãã...ã...ãã....... 269Introdução269 OTeatrodos Humani stas270OsFestivaisdaCorte292 ODramaEscolar 300 As Rcderijkers 304Os Meistersinger 30R OTeatroElizabetano3[2 O BARR O 323Introdução 323 Óperae Singspiel 324 O Balletde COI/r 33 BastidoresDeslizanteseMaquinaria dePalco335 OTeatroJesuíta_338 França:Tragédia Clá ssicaeComédia deCaracteres344 ã1    refá io Numadastradicionaiscenasda Commc- diadcll arte um bufã o aparece emcenaeten tavenderumacasa,elogi and o-agrandemente,descrevendo-acom brilh oe.paraprovarseu pontodevista. apre s entauma única p edra daconstrução.Damesmaforma,falardoteatrodomundo éapresentarumaúnicapedracesperarqueo leitorvisualizeaestruturatotalapartirdela.O sucessodeumatentativa como essadependeda capacidadedepersu adir dobufão,daforçaex pressivadapedraedaimaginaçãodoleitor. Escrever   livrosobreoteatrodomun doéuma taref a ousad a.Oesforçoparadesco brir,dentrodo panorama het cro gênco,osdeno minadores comun s que caracterizamofenôme nodo t eatr o atravésdost emp osrepresenta umgrandedesafio.Ae strutura necessariamentere strita deume studo comoesse impõ eseletividade,om issõe s.concisão,col ocand oassimfat ores subjetivosem jo go.Aprópria naturezaíntimadoa ssunt otornaaobjctivida dedifícil.Os problem assurgemtãologoéfei taumatentativadeseiralémdoque é puramentefatuale apre end erostraçosquecarac terizamumaépoca.Contudo,épreci sament enessepontoqueafas cina çãopeloprocessoar tísticodoteatrocomeça:oleitor é entãocolo cadofaceafacecomaexigêncianão expressa deprosseguir,porconta própria nosassuntosmeramenteto cado s.Omistériodote atro residenumaaparen tecontradição.Comoumavela,oteatrocon- someasimesmonopr óprio atodecriaraluz. Enqu anto um quadro ouestátuapos suem existênciaconcretaumavezt erminad ooatodesuacriação.um espetáculo teatralquetermina desapareceim ediatam entenopassado. Embora oteatronãosejaum mus eu.as múltipla sf orma scontemp orâ nea sdeteatroconstituemalgocomoum /11/1 ,. inmginaire: um mus irnagjnairc capazdeser tran s formado emexp eriênci aim ediat a. Toda sasn oit esoferecem-seaohom em mod erno dramas,encenaçõesemétodosde direção que foram desenvolvidosaolongodosséculos. Es seselem ent os são adaptadosao gos to contemporâneo :sãoestilizados.objetificados. e stilhaçad os,r etr abalhados.Diretoreseato resre criam no s:osauroresr ef ormulam temastradi cionai semadaptações moderna s.Deter minado sr eformadore s qua sede stro emotextodecertaspeças,intro duzind o ef eitosagres sivose criando o teatr ot alai . imp rovisado.Umesforçobem-sucedidoenfeitiçaoespec t ador , cria r esistência , prov ocadiscussõese fazpensar. N enhuma formateatral,n enhum antiteatroétãonovoquenãotenha analogia nopassado. Ot eatrocom oprovoc ador  )Oteatroemcrise ) Nenhum adessas questões ouprobl em assão especificamentemodernos:todossurgiramno passado.Oteatropulsadevidaesemprefoi vulnerávelàs enfermidade sdavida,Masnão hárazãoparasepreocupar.ouparaprevisões comoasdeCassandra.Enquantooteatrofor

bblio

Apr 21, 2018
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