Magazine

Boletim ANAI - n.º22 .abril 2016

Description
EDITORIAL A cor e despedida da primavera Caros Associados, Professores e Alunos, Chega o tempo da primavera e dá satisfação ver a natureza a espirrar e crescer do…
Categories
Published
of 7
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
EDITORIAL A cor e despedida da primavera Caros Associados, Professores e Alunos, Chega o tempo da primavera e dá satisfação ver a natureza a espirrar e crescer do dia para a noite; observar as plantas a brotar em gomos e a revestirem-se de verde tenro; admirar as flores que atapetam tudo de cores variadas, mais vistosas umas, outras mais discretas e esmaecidas, humildes e meãs outras ainda... Resolveu a ANAI, em especial a sua UTL, celebrar a pujança e esplendor da primavera na primeira quinzena de junho, com um conjunto de colóquios ou sessões, em que cada turma, coletivamente ou representada individualmente por uma pessoa, apresentaria um ou mais trabalhos, de vinte a trinta minutos, que versassem a temática da primavera: brotar e renovo da natureza, o renascer das árvores que revestem de folhas o esqueleto que eram no inverno; o florescer e as múltiplas cores que as flores tomam e manifestam... Enfim, o esplendor da primavera. Gostaríamos que todas as turmas ou cursos participassem e sei que não será difícil cada turma encontrar um ou mais assuntos para o fazer: a primavera na pintura ou na arte, a primavera na poesia ou aspetos dela na literatura, a História e a primavera, a música e a celebração da primavera; também ao Inglês ou às Conversas de Filosofia não será complicado descobrirem um assunto... Assim como os outros cursos. De acordo com o número de trabalhos organizaríamos algumas sessões de um dia ou meio dia, em que essas participações seriam apresentadas. Cul- minaria no dia 17 numa sessão, na Quinta do Outeiro, em Tentúgal, a começar às 15h00. Poderia ter o nome de ‘Festa da primavera’ ou ‘Cor e despedida da primavera’ (ou outro que possa surgir mais adequado) e seria constituído por uma ou duas palestras, por momentos musicais, por leitura de poemas ou de trechos literários, por danças e cantares... Tenho a certeza de que, com a vossa colaboração e empenho, faremos uma condizente celebração e despedida da primavera, que também coincidirá com a festa de encerramento do ano letivo de 2015/2016. Esperamos a colaboração de todos para, no dia 17 de Junho, celebrar- mos na Quinta do Outeiro. Saudações muito cordiais O Presidente da Direção da ANAI ANAI | ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE APOIO AO IDOSO 1 de Abril de 2016 Numero 22 BOLETIM DA ANAI Nesta edição: Editorial 1 UTL | Universidade do Tempo Livre: Camões, o Homem depois do Homem UTL | Universidade do Tempo Livre—Encontro com… Ana Paula Arnault 2 UTL | Universidade do Tempo Livre—Visita a Montemor-o-Velho UTL | Universidade do Tempo Livre: Ciclo—A Natureza” 3 UTL | Universidade do Tempo Livre—Um passado que renasce sempre que se revisita 4 OFCI | Oficina do Idoso / Centro de Dia: Dia Internacional da Mulher OFCI | Oficina do Idoso / Centro de Dia: Visita à Sé Velha OFCI | Oficina do Idoso / Centro de Dia: Sessão de Sensibilização UTL | Universidade do Tempo Livre— Dia 5 Contactos Aconteceu... Agenda 6 Página 2 BOLETIM DA ANAI UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: CAMÕES, O HOMEM DEPOIS DO HOMEM Veio-me esta ideia, o homem depois do homem, a propósito da visita à exposição de livros de Camões, da colecção de D. Manuel II, na Fundação Gulbenkian. Talvez por isso fosse sensato começar estas notas por Era uma vez Luís Vaz de Camões… e continuar, por aí adiante, um recitativo invariável. Ora Camões de enfadonho teve muito pouco e quem disso me lembrou, enquanto escutava o saber do Professor Cardoso Bernardes, magnificamente exposto, foi Zaratustra, o profeta do evangelho de Nietzsche, que disse que «a transição do homem já tinha começado, estava a tor- nar-se outro». Foi talvez por razão parecida que Don Manuel II, no drama do seu exílio britânico, intuiu no Épico o outro homem de que falava o filósofo. Tomou diligência e foi reunindo muitas das edições da sua obra fundamental, plantadas ao longo de quatro séculos. Camões, depois de ausen- te tornava-se presente como símbolo de um povo, através da sua obra fundamental: Os Lusíadas. Poema surgido em pleno apogeu da época renascentista, logo congregou os favores dos eruditos pela sua aproximação a Homero e Virgílio. Com o último verso escrito em 1556, conheceu a primeira impressão, em duas edições de 1572, por alvará régio desse mesmo ano e com parecer favorável do Santo Ofício, exarado pelo punho de Frei Bartolomeu Ferreira. Raríssimas, as duas edições de 1572 distin- guem-se, entre outras particularidades de somenos, pelo frontispício: na segunda, o pelicano volta- se para a direita, e o da primeira surge virado para a esquerda. Além desta edição princeps, mereceram tempo de paragem com alguma demora duas outras, feitas no século XIX, e justamente consideradas dois monumentos bibliográficos, literários e artísticos, criados para honra e memória do Épico: uma feita a expensas do morgado de Mateus, fidalgo ilustre, que a distribuiu entre amigos e ofereceu a personalidades e a corporações literárias e religiosas; a outra foi mandada imprimir no Porto, em comemoração do tricentenário do poeta, em 1880, é da autoria de Faria e Sousa. Muitas outras ganharam vida entre os séculos XVI e XX, num contributo rico de auxílio para a compreensão da metamorfose do espírito de Camões enquanto sopro patriótico, atual e acuante, no devir sociopolítico da pátria. Apenas o século XVIII, ao susten- tar a primazia da razão em relação ao sentimento e à vontade, tratou menos bem o legado camonia- no. Representações do poeta, com interpretações da sua imagem, distribuíam-se, criteriosas, com destaque particular para os retratos de António Carneiro, Domingos Sequeira e Júlio Pomar, entre outros. A exposição fechava com a projeção de um vídeo com enfoque no tempo de exílio de Don Manuel II. Em boa hora organizou a turma de Literatura Portuguesa esta visita, que permitiu, a todos os que nela tomaram parte, a fruição de momentos ímpares de cultura. Carlos M Rodrigues Mais uma vez tivemos o privilégio de ouvir a Professora Ana Paula Arnault, trazer-nos renovados olhares sobre o roman- ce post-modernismo, desta vez sobre O Delfim, romance de José Cardoso Pires que, em 1968, inaugurou o post- modernismo em Portugal. É uma obra que representa uma re-invenção de tradições estéticas da escrita, uma obra que abriu caminho a novos rumos ficcionais do post-modernismo, muito próximo de correntes da literatura norte-americana. Foi focada a importância do sentido simbólico na obra, que diz respeito à vida da população da Gafeira, numa perspetiva ideológica e empenhamento neo-realista de critica social onde interagem opressores, poderosos, ricos e a classe dos pobres, trabalhadores dominados, escravizados. É evidente a preocupação social do autor-narrador nas várias marcas de hipotextos da obra, na riqueza pluridiscursiva do texto e na técnica interseccionista tão presente ao longo de toda a tessi- tura narrativa, contribuindo para a criação de um universo diegético “extraordinariamente fascinante”. Deixou-nos esta conferencista um forte desejo de releitura de O Delfim, atentos às constantes interpelações do autor para, como disse A. P. Arnaut, podermos corresponder aos apelos à “competência do leitor no encaixe semântico dos estilhaços” que vão sendo facultados nas estéticas do modernismo/post-modernismo. A. P. Arnaut deixa-nos sempre mais e mais ávidos das suas excelentes lições. M. Edite Ferreira UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: ENCONTRO COM ANA PAULA ARNAULT Página 3 BOLETIM DA ANAI Após uns dias muito chuvosos, surgiu o dia 5 de abril, com um sol radioso que animou e alegrou os alunos de História da Cidade de Coimbra III, pois tinham combinado com o Prof. Sér- gio Neto uma visita a Montemor-o-Velho. À hora combinada, encontrámo-nos junto ao Castelo, onde fomos recebidos pela Sr.ª Dr.ª Cristina que muito simpaticamente nos acompanhou durante quase 3 horas. Visitámos o Castelo, a maior fortificação do Mondego. Foi-nos recordada a sua história, desde a origem até aos dias de hoje, e entrámos na Igreja de Santa Maria de Alcáçova que remonta ao séc. XI. Aqui apre- ciámos os belos revestimentos cerâmicos nos degraus de acesso às capelas e os que estão colocados junto à pia batismal. Nas duas capelas laterais, são de realçar a “Virgem da Expecta- ção”, entre “Santa Luzia” e “Santa Apolónia”, e o “Anjo da Anunciação” de Mestre Pêro. Passámos pelas ruínas da Capela de Santo António (séc.XI), paralela à barbacã. Dirigi- mo-nos para o Teatro Esther de Carvalho, que ainda hoje alberga o festival de teatro mais antigo do país, o Citemor, como nos foi explicado Dr. Deolindo Pessoa. Por último visitámos o Convento de Nossa Senhora dos Anjos, pertencente aos frades eremitas de Santo Agostinho; a sua edificação ficou a dever-se a Diogo de Azambuja - fidalgo da Casa Real que se notabi- lizou nas conquistas africanas -, e cujo túmulo, decorado com as armas dos Azambuja, se encontra na capela-mor. Mª Fernanda Valle Teixeira Que bela tarde se passou no dia 16 de Março, na Mata do Choupal! O passeio ao Choupal, foi um pronúncio da Primavera... O dia estava solarengo, uma temperatura e uma luz maravilhosas que dava toda a predisposição para passar uma ótima tarde. Estiveram presentes muitos associados da ANAI que trouxeram também amigos. Obrigada a todos pela partipação. Os temas abordados estiveram a cargo do Ex.mo Sr. Engº Américo Augusto Quadros que, como sempre, estimula o Saber e o fascínio pela Natureza, com as coisas boas que ela nos transmite, e também nos dá a conhecer a ação do homem , para a melhorar ou nem sempre... Foi dada a explicação histórica da existência desta Mata, que nasceu da necessidade de quebrar a impetuosidade das cheias do rio Mondego sendo portanto sua função diminuir o assoreamento provocado pelo rio. No passeio pudemos observar algumas das árvores que desde o sec. XIX desafiam o tempo como os Plátanos, Lourei- ros , Faias e Eucaliptos. Observámos também a vegetação rasteira e a explicação da sua utilidade nas matas. Neste dia celebramos antecipadamente o Dia Mundial da Poesia, com a leitura de vários poemas da "Seleção e Antologia de Poemas"- Nascer da Primavera - com poemas de Luís Vaz de Camões, Camilo Pessanha, António Feijó, Cesário Ver- de, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Miguel Torga, Sophia Mello Breyner Andresen, Eugénio de Andrade, Luísa Freire, Albano Martins, Nuno Júdice. Prefiro rosas, meu amor, à pátria, E antes magnólias amo Qua a glória e a virtude. Odes de Ricardo Reis Seguidamente cada um participou com um lanche (e que lanche!), confraternizámos e ficamos animados para a próxima etapa na Serra do Açor no próximo dia 11 de Maio 2016. Maria Laura Sobrall UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: VISITA A MONTEMOR-O-VELHO UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: “CICLO—A NATUREZA” Página 4 BOLETIM DA ANAI Foi precisamente o que aconteceu no fim de semana de 19 e 20 de Março, quando se realizou a viagem, organizada pela ANAI, ao interior do país, mais concretamente, à cidade de Portalegre, terras da Idanha e Belmonte. Territórios marcados por um extraordinário património material e imaterial, atravessados por notáveis civilizações e cul- turas, que lhe imprimiram um cunho particular de vivências e transcendências, que fizeram deles o invólucro de autênti- cas relíquias. O Museu de Tapeçarias Guy-Fino e a Casa Museu José Régio, em Portalegre, evidenciam um cuidado esmerado, um gosto e um particular empenho, em preservar e divulgar um passado importante de memórias locais . O primeiro expõe um conjunto notável de tapeçarias, nas quais se cruzam designs, concebidos por pintores de renome (Júlio Pomar, Graça Morais, Vieira da Silva, Almada Negreiros e tantos outros), com uma técnica engenhosa de entre- laçamento manual de fios, que resulta em verdadeiras e valiosas obras de arte. A segunda apresenta um acervo extraordinário de peças de arte sacra e popular, tornado possível pela laboriosa tarefa de recolha, restauro e conservação, levada a cabo pelo poeta José Régio, homem de muitos talentos, que as foi adqui- rindo ao longo da vida, aos vários mosteiros, igrejas e colecionadores de arte de Portalegre e arredores. Em terras de Idanha, Nova e Velha, não houve tempo para fruir a extraordinária herança patrimonial, nascida da imbri- cação de um conjunto complexo de civilizações ancestrais – visigótica, sueva , romana, judaica, muçulmana e cristã. De registar, no entanto, um ambiente festivo em toda a região, que se adivinhava no anúncio de uma série de iniciativas, onde fervilhavam curiosas atividades performativas de cariz religioso e popular, própria da época da Semana Santa, onde não faltou um momento de reflexão destas práticas culturais, através da realização do 3º Curso de Religiosidade Popular, a decorrer em Idanha-a-Nova e de que se teve conhecimento por mero acaso. Pena foi não se ter previsto a possibilidade de integrar um destes eventos no programa da viagem. Finalmente Belmonte! É sempre um fascínio visitar uma cidade que se orgulha de ter um conjunto patrimonial tão vasto, rico e concentrado em tão exíguo espaço: Castelo, Museu dos Descobrimentos, Igreja de Santiago, Panteão dos Cabrais, Museu Judaico, Sinagoga, Museu do Azeite e Ecomuseu do Zêzere, emergem como sinais emblemáticos da memória ancestral de uma região, onde se espelham feitos notáveis de outras eras, determinantes para marcar o rumo dum povo e a história dum país. Aqui o nome do ilustre navegador, Pedro Álvares Cabral, parece ecoar em cada uma das pedras da calçada, tão forte e emblemática é a presença dos Cabrais nesta cidade. Foi precisamente no Castelo que habitou esta nobre família, depois de lhe ter sido concedida alcaidaria pelo rei D. Dinis. Mas não só o Castelo recorda a família dos Cabrais., também o contemporâneo Museu dos Descobrimentos, instalado no Solar dos Cabrais, é uma evocação constante à memória do navegador, à epopeia das Descobertas Portuguesas e sobretudo, ao “achamento “do Brasil. A Igreja de Santiago e o contíguo Panteão dos Cabrais traz para a ribalta, uma vez mais e de forma particular, o nome deste clã proeminente e até o Ecomuseu do Zêzere, que narra o percurso deste rio, tão importante para a região, cujas margens acolhem uma variada fauna e flora, se encontra instalado na tulha dos Cabrais. Curiosa é a coexistência do Museu Judaico e Sinagoga com o Museu dos Descobrimentos no mesmo espaço territorial, e tanto mais curiosa se torna, quanto é do conhecimento geral quão importante foi a colaboração dos judeus na desco- berta das terras de além-mar! Senhores de vastos e profundos conhecimentos científicos, a sua contribuição foi decisiva para o sucesso deste empreendimento. Mas a presença do Museu Judaico e Sinagoga, deve-se, sobretudo, aos resulta- dos de pesquisas levados a cabo pelo engenheiro de minas de nacionalidade polaca, Samuel Schwarz, que descobriu existir na região uma importante e antiga comunidade sefardita (judeus originários da Península Ibérica) que, ao longo de séculos, preservou e praticou sigilosamente a religião judaica. O Museu do Azeite, bem preservado e meticulosamente organizado, narra a história de práticas de outras eras na produ- ção de azeite, numa zona caracterizada pela abundância de azeitona Em suma, esta viagem permitiu uma reflexão cruzada num tempo e num espaço de histórias, memórias, ritos e mitos que nos remetem para um imaginário, onde o sagrado, emanação do divino, ao entrecruzar-se com o pagão, permite ao homem, com determinação e força hercúlea, criar, empreender, inovar e desenvolver, de forma engenhosa, espaços territoriais, tantas vezes, afastados da centralidade do poder. Rosa Morais Pereira UTL| UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: UM PASSADO QUE RENASCE SEMPRE QUE SE REVISITA Página 5 BOLETIM DA ANAI No dia dedicado à mulher, a ANAI, levou a efeito, na Oficina do Idoso, um “Almoço Conví- vio” (caldo-verde, frango de churrasco, com o devido acompanhamento além dos tradicio- nais doces, fruta e café) Para este dia estava destinado, uma “ida ao Teatro “D. Quixote (de Coimbra)”, mas devido a um imprevisto acidente do actor… esta visita foi adiada. Para menorizar o prejuízo momentâneo dos utentes e convidados do evento da ANAI, foi representado um pequeno excerto de uma comédia, “brincando com a morte” … interpretado pelo utente da nossa Oficina de Teatro, Arménio Teixeira, e depois houve quem contasse anedotas e desse lar- gas à garganta com belíssimas cantorias. Foi um dia bem passado! Arménio Teixeira No passado dia 13 de abril, os utentes do centro de dia da Oficina do Idoso visitaram a Sé Velha de Coimbra. A visita foi organizada no âmbito de um estágio no Mestrado em Ciências da Educação, com a finalidade de promover uma manhã diferente aos utentes e incentivar à promoção de um envelhecimento ativo e redução de sedentarismo. Chegados à Sé velha, os nossos utentes ficaram espantados com o espaço que a Igreja ofe- rece e também com as imagens que rodeiam a parte central do monumento, que represen- tam alguns dos santos mais importantes da religião católica. Apreciaram a música ambiente, de fundo, durante a visita guiada, que os “transportou” para a época da história associada ao monumento da Sé Velha. Para terminar, foi-lhes proporcionado uma manhã diferente, associado ao tema da religião (que é maioritariamente do interesse dos utentes) e todos esperam ansiosamente por uma próxima visita. “ Achei a igreja muito bonita, não esperava que fosse tão bonita” (M. Luísa Paulo) Cátia Mendes Decorreu no dia 19 de abril, na Oficina do Idoso, uma sessão de sensibilização sobre o tema “Segurança pública e segurança em nossas casas” orientada pelo agente Lopes, da Polícia de Segurança Pública de Coimbra. A sessão começou com a apresentação do Agente que explicou as suas funções, enquanto mem- bro da Esquadra da Polícia de Coimbra. De seguida, referiu os cuidados que os idosos devem ter a nível de segurança pessoal e nas suas casas, demonstrando com vários exemplos, como os idosos se devem proteger e defender dos perigos. Foi muito verdadeiro e honesto nas suas afirma- ções, e demonstrou as situações mais diversas que podem acontecer caso os idosos não saibam manter-se em segurança. Em geral, os utentes gostaram imenso da sessão, principalmente do agente: “era muito simpático e expressivo, e só disse verdades“. Ficam à espera de uma próxima sessão. Cátia Mendes OFCI / CD | OFICINA DO IDOSO/CENTRO DE DIA: DIA INTERNACIONAL DA MULHER Assistimos a belos momentos de poesia cantada e tocada, com que a Turma de Cavaquinho da ANAI nos presenteou. Aconteceu a 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, na Casa Municipal da Cultura. Com um reportório que percorre o fado de Coimbra, o cancioneiro português e alguns temas brasileiros, transmitiu muita alegria e demonstrou que aprender faz bem. A turma está de parabéns. Ficamos a aguardar por novas atuações. Francelina Dinis OFCI / CD | OFICINA DO IDOSO/CENTRO DE DIA: VISITA À SÉ VELHA OFCI / CD | OFICINA DO IDOSO/CENTRO DE DIA: SESSÃO DE SENSIBILIZAÇÃO UTL| UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: DIA MUNDIAL DA POESIA Com um gesto simples e sem qualquer encargo pode prestar um gran- de apoio à Associação Nacional de Apoio ao Idoso e contribuir para uma sociedade mais solidária. Certamente, já sabe que pode contribuir com 0,5% do valor líquido do seu IRS para uma Instituição Particular de Solidariedade Social ou Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, reconhecimentos que a ANAI possui. Ao preencher os impressos de declaração do IRS, no Modelo 3, Anexo H, procure o quadro 9 e escreva aí o Número de Identificação Fiscal (NIF) da ANAI: 503 375 683. Desse modo, 0,5% do valor coletado do seu IRS, em vez de ir para o Estado, será enviado à ANAI. Antecipadamente grato pelo seu apoio e disponibilidade, solici- tamos que passe a palavra a amigos, sobre esta possibilidade. Contribua para a ANAI ao preencher o seu IRS Www.anai.pt AGENDA OFICINA DO IDOSO Rua João Cabreira, n.º 18 3000-223 COIMBRA Telefone: 239852720 Telemóvel: 969831537 E-mail: anai.ofci@sapo.pt BOLETIM DA ANAI Página 6 Ficha Técnica Edição: Associação Nacional de Apoio ao Idoso Coordenação e Redação: Sónia Vinag

x

Aug 11, 2017
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks