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Boletim ANAI - n.º9 .janeiro 2013

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Sei que não acontecerá, porque a ANAI será o que os associados quiserem que ela seja. E a colaboração de cada um sensibiliza-a e torna-a grata. Tenho inclusive a certeza de que este sentimento de família ainda se vai fortalecer quando inaugurarmos, em início de janeiro, o novo espaço que aglutinará as atividades da UTL e que proporcionará convívio mais estreito. Espero a visita assídua de todos, porque o espaço será dos associados. E quanto mais vivo, mais frequentado e mais utilizado, quer por alunos, quer por associados, mais acolhedor será. Quem pára, quem não convive deixa de aprender e de ter interesse pela vida e logo se torna velho, quer tenha vinte ou oitenta anos. Sublinha-o Henry Ford nesta máxima: «só é verdadeiramente velho o homem que pára de aprender, quer tenha vinte ou oitenta anos». Conheço também os colaboradores e funcionários que dia a dia procuram tornar a ANAI mais eficiente e mais próxima de quem a ela recorre; sei da sua dedicação e sensibiliza-me a sua preocupação com o futuro da Instituição. Mas eu gostaria que, se possível, fossem mais além. É que o homem, por natureza, nunca deve sentir-se satisfeito e acomodado. Natal de 2012 José Ribeiro Ferreira EDITORIAL Festa da família e da paz Celebrámos o Natal, que é uma festa da família e da paz. Foi uma festa simples, mas significativa. Pena que as condições da Sala não tenham permitido um melhor aproveitamento da parte cultural. Dezembro é mês e época do ano em que, nas mentes, nos corações, nas palavras, pairam sensações e desejos de paz, de concórdia, de harmonia, de compreensão. Estamos no mês do Natal, portanto muito sob o efeito do nimbo que parece emergir dos olhos sorridentes do Menino Jesus; muito associado ao seu nascimento, ao presépio, à família de Nazaré. E assim não se estranha que dezembro seja mês e época, em que a todos nós, mesmo os não crentes, parece envolver-nos os olhos ternos e encantados da Mãe e do Menino numa bênção de paz e de reconciliação. São muitas as repercussões disso na literatura e na arte. Os poemas, contos, páginas de romance ou meras descrições sobre o Natal formariam longas e volumosas antologias. Por sua vez, os presépios – com a adoração dos pastores e a chegada dos Reis Magos –, quer em pintura, quer em escultura, quer em peças de cerâmica, dariam exposições com inúmeros exemplares, para não dizer quase incontáveis. A própria ANAI teve a decorrer exposições, em que predominaram os presépios com diversas formas e tamanhos, fruto da atividade da sua Oficina de Cerâmica liderada por Eduarda Sá: além da Oficina do Idoso (na rua João Cabreira) que é permanente, estiveram abertas ao público duas outras, temporárias, a aproveitar a quadra – no espaço do Metro Mondego (de 10 a 21 de dezembro) e no Hotel D. Luís (de 14 a 17 de dezembro), a quem, reconhecidos, agradecemos. Por associação à Família de Nazaré, e naturalmente porque as famílias aproveitam a quadra para se reunirem em consoada e celebração do Natal, o mês de dezembro é dedicado à família, quer seja no sentido mais restrito de família consanguínea, quer lhe atribuamos um âmbito mais alargado, estendendo-o aos que, dia a dia, connosco convivem e labutam por determinados objetivos e princípios: é neste sentido que se pode aplicar a todos os que trabalhamos em prol da ANAI, que a acarinhamos, que a queremos fazer progredir – os associados, os professores, os alunos, os funcionários. Pelo menos é essa a minha convicção íntima que não gostaria de perder. ANAI | ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE APOIO AO IDOSO 1 de janeiro de 2013Numero 9 BOLETIM DA ANAI Nesta edição: Editorial 1 UTL | Universidade do Tempo Livre— Papel de Rascunho UTL | Universidade do Tempo Livre— Recordando… Viagem a Guimarães 2 UTL | Universidade do Tempo Livre— Recordando… Viagem ao Porto UTL | Universidade do Tempo Livre— Visita à Tapada e Palácio de Mafra 3 UTL | Universidade do Tempo Livre— Passeio Visita ao Castelo de S. Jorge UTL | Universidade do Tempo Livre— Visita de Estudo em 05/11 4 OFCI | Oficina do Idoso / Centro de Dia — Atividades de Natal OFCI | Oficina do Idoso / Centro de Dia — Caixa de Memórias 5 Contactos Campanha de Angariação de Sócios Agenda 6 Página 2 BOLETIM DA ANAI UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: PAPEL DE RASCUNHO SINFONIA DE OUTONO Nem todas as árvores são assim. Algumas, mal chega o Outono, sem nunca temerem os frios, despem-se devagar nas manhãs borralhentas. Fazem-no sem pudor, num ritual ameno. As folhas voam num sussurro colorido, tecem paciente tapete no chão. Eram assim, estes plátanos da Avenida Navarro, na cidade de Coimbra. Todos os anos, antes dos frios, os homens, quando caminhavam, procuravam aí o silêncio. Um silêncio adormecido no parque ali ao lado. Repartido também com o rio embrulhado em névoa de preguiça. Árvores de sombra generosa, os plátanos são merecedores de morar nas áleas sonolentas de um parque real. A ânsia de colher a luz o mais alto possível, leva-as a ser vítimas de podas verdadeiramente desapiedadas. O Outono chega e, todos os ramos são decepados. Fica apenas o tronco degolado à espera do fogo da Primavera para lhe curar as cicatrizes. Os plátanos da Navarro não sofrem mais dessa desumana tortura. Durante décadas cresceram na sua dignidade plena. Como os homens, morreram também. O crepitar dos passos sobre as folhas, apagou-se. Agora é cidade que engole a suave melancolia do Outono. Carlos M. Rodrigues Plátanos de Coimbra UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: RECORDANDO… VIAGEM A GUIMARÃES Com a partida agendada para as 7h45m, de 17 de novembro de 2012, o grupo revelou-se interessado e pontual, esperançado no bom tempo daquele dia e na facilidade da viagem, graças à melhoria das redes viárias que parece encurtar as distâncias. Chegámos, então, rapidamente, ao local mais emblemático da Cidade, a zona do Castelo. Aí nos esperava uma simpática guia que logo soube criar laços de empatia e entusiamo com os visitantes, dando inicio à Visita programada, com explicações relativas às figuras ligadas ao Castelo, à Capela, ao Palácio dos Duques… às Origens, toponímicas e históricas, do espaço que nos envolvia. O nosso olhar ia sendo orientado pelas suas palavras, seguindo a Rua de Santa Maria. Eram as casas senhoriais, na maior parte restauradas e ainda habitadas—a Casa dos Valadares e a Casa do Arco, por exemplo, ou a Casa da Senhora Aninhas, com direito a placa e poesia alusivas a essa figura tão ligada à vida e tradição estudantis. Observadores atentos, fomos surpreendidos pela beleza pictórica e escultural, de uma estação de Via Sacra, ali, em plena rua. Parece que outras se seguiriam mais além… Joias dispersas mas abundantes, que nos obrigam a parar, em cada canto ou curva. Tudo é limpo, asseado, histórico e significativo. Chegados ao Largo da Oliveira, o olhar expande-se. Sala de Visitas e Sala de Espetáculos, por excelência. Diríamos um anfiteatro ao ar livre, onde os edifícios renovados pela mão de arquiteto(s) inspirados servem de cenário. São painéis e expositores dos grandes mestres carpinteiros tão típicos de arquitetura regional seiscentista e setecentista. Ficaríamos ali mesmo, espectadores sem tempo urgente, presos ao encanto de cenas imaginadas e imaginárias, invocadas, também, pelo Padrão do Salado, ali no Largo, frente à Igreja. A Igreja da Oliveira, com a sua história e beleza diversificada nos estilos presentes, é bem a prova de que visitar e conhecer Guimarães exige tempo e saber. Do Românico ao Barroco esplendoroso, presente, também, na Igreja de São Francisco, que visitámos ainda de manhã, são a prova de que o seu interior tem de ser visto. Não se pode descrever a beleza e raridade que os olhos desfrutam. A manhã soalheira apelava a um passeio pelo Toural, conduzindo-nos às ruas estreitas, com edifícios de traça encantada de segredos… Contudo, era preciso retemperar forças e apreciar a gastronomia regional. A oferta é variada. O grupo divide-se, dando satisfação às preferências e deleites de cada um. Os relatos, mais tarde, fariam “crescer água na boca”. Terá de voltar-se… Já o horário do programa apontava a visita ao Museu Alberto Sampaio. E o artesanato? E as “lembranças” a comprar? E as ruelas a conhecer? O tempo urge. O interior do Museu iria compensar-nos pelo seu acervo. Não só “O Enxoval da Madre de Deus”, mas, também, “peças-jóias” permanentes. Impõe-se, a cada um, a sua visita. Confrontar a perenidade de peças que nunca pensei poder observar, relacionadas com figuras e momentos cruciais na nossa existência como nação independente, é privilégio pessoal. De novo no espaço inicial, junto ao Paço dos Duques. Uma entrada mais cuidada na Capela próxima do Castelo, possibilitou observar a Pia Batismal onde D. Afonso Henriques recebeu o batismo, na data gravada em pedra junta, exposta para sustentar (?) tal posição. Ali, as árvores genealógicas mais remotas e controversas vêm à memória… Da visita ao Paço dos Duques, já um pouco apressada, a ideia de Outros Tempos, tempos de grandeza, domínio e contrastes. O cair da tarde iluminava este espaço de origens e aproximava-se a hora da partida. A cidade, contudo, queria que desfrutássemos, ainda, de um espetáculo “ao vivo”! Cruzando connosco na direção do autocarro, eis que surge o cortejo dos NICOLINAS—”estudantes novos e velhos, juntos numa idade que não tem tempo nem número” - atroando os ares com sons estridentes de tambores e colorido. Era o convite para voltar e conhecer o que ainda existe na cidade e que não foi possível ver. De Guimarães a Coimbra, um sono / sonho. Maria Augusta Reis Página 3 BOLETIM DA ANAI UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: RECORDANDO… VIAGEM AO PORTO No dia 3 de Novembro de 2012, partimos rumo ao Porto para visitar dois espaços culturais, para mim absolutamente desconhecidos, mas em relação aos quais tinha altas expectativas: o Museu Nacional de Soares dos Reis e a Casa da Música. Fomos recebidos na entrada do Museu por uma colega aposentada, a fazer o seu serviço de voluntariado numa casa que nos deu a conhecer como se fosse a sua própria. O seu discurso era absolutamente envolvente e todo o grupo se sentiu cativado. Mais uma vez verifiquei que o primeiro estádio da aprendizagem se faz pelo coração. O nosso esteve com a nossa guia durante toda a visita. Ficámos a saber que este museu é o primeiro museu público de arte do país, tendo sido fundado em pleno liberalismo. O edifício sofreu várias obras de adaptação à sua função de museu. Já em plena república, 1911, a criação do museu inscreve-se numa política museológica descentralizada e tendente a especialização, e recebe o nome que tem hoje, do primeiro pensionista do estado em Escultura pela Academia Portuense de Belas Artes, António Soares dos Reis, famoso pela sua criação, entre muitas outras, do Desterrado. Anos mais tarde, no Estado Novo, o Museu adquire o estatuto de Museu Nacional. A instalação definitiva no Palácio das Carrancas faz-se em 1940 tendo este edifício neoclássico sofrido adaptações às novas tendências museológicas de exibição e iluminação. As intervenções mais recentes acontecem na última década do séc. XX, altura em que o arquiteto Fernando Távora é designado para proceder à sua remodelação. Quanto às várias obras e coleções ali expostas, não ouso emitir qualquer opinião. Convido apenas todos os que ainda não visitaram este espaço a fazê-lo com a brevidade possível na certeza de que serão cativados. Durante a tarde tivermos outra visita guiada, mas agora à Casa da Música. Aqui tudo é moderno e novo e o entusiasmo da manhã continuava presente nos nossos guias, também eles novos. E foram as suas explicações que me ajudaram a perceber aquele edifício, concebido em 1998 pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas (que recebeu o Pritzker em 2000) com a finalidade de servir a música, toda a música, em condições de excelência para todos. Depois da visita guiada – que recomendo – tivemos o privilégio de assistir a um concerto na sala Guilhermina Suggia, que tem condições acústicas absolutamente perfeitas, seguido de jantar no restaurante da Casa. Um dia perfeito, pelo menos para mim. O meu agradecimento à ANAI por estas iniciativas tão prazenteiras e enriquecedoras. Conceição Simões UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: VISITA À TAPADA E PALÁCIO DE MAFRA O Palácio de Mafra foi mandado edificar por D. João V para cumprir um voto de sucessão. É o mais importante monumento do barroco em Portugal. A sua construção em pedra lioz da região, com 1200 divisões, 4700 portas e janelas e 156 escadas e dois carrilhões com 92 sinos só foi possível devido às receitas do ouro vindo do Brasil. A Tapada de Mafra foi criada em 1747 com o objetivo de proporcionar um adequado envolvimento ao Palácio e de constituir um espaço de recreio venatório do Rei e da corte. Com uma área de 1187 hectares, a Real Tapada de Mafra é rodeada por um muro de alvenaria de pedra e cal, com uma extensão de 16 Km. A nossa visita começou na TAPADA com a entrada no Museu de Carros de Tração Animal que apresenta uma interessante coleção de carros, principalmente do séc. XIX, bem como belos apetrechos de equitação. Seguiu-se o percurso em comboio turístico, com visita guiada, para observação da flora e da fauna. A grande diversidade de habitats presentes na Tapada (bosques, pastagens, matos e linhas de água) permite a existência de um grande número de espécies animais embora fossem o gamo e o veado os mais visíveis. Efetuou-se uma paragem no Museu da Caça onde puderam ser apreciados animais embalsamados de diferentes espécies, armas antigas e colecções de hastes de veado e de gamo. A viagem terminou com uma Demonstração de Falcoaria. Após o almoço iniciou-se a visita guiada ao PALÁCIO que foi complementada com a teatralização de cenas da vida quotidiana da época. Foram admiradas as peças de mobiliário e as obras que restam, encomendadas a Mestres Portugueses e Italianos. Surpreendeu a extraordinária Biblioteca do séc. XVIII com cerca de 38000 volumes com algumas encadernações gravadas a ouro. Testemunham a extensão do conhecimento ocidental dos séculos XIV ao XIX nos mais diversos domínios. De referir a existência de uma segunda edição de Os Lusíadas. Não passam despercebidas as estantes de madeira estilo rococó situadas em duas filas laterais, separadas por um varandim. O pavimento é revestido a mármore rosa, cinzento e branco. A visita prosseguiu para a Basílica onde fomos brindados com um concerto de seis órgãos históricos recentemente recuperados. Francelina Dinis Página 4 BOLETIM DA ANAI UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: PASSEIO VISITA AO CASTELO DE S. JORGE No dia 9 de Dezembro, rumámos a Lisboa para mais um passeio promovido pela ANAI, desta vez para visitar o Castelo de São Jorge na parte da manhã, e assistir à tarde a um Concerto no Teatro Nacional de São Carlos. Estava um belo dia de sol o que proporcionou um passeio muito agradável. Subimos a pé até ao Castelo de São Jorge localizado na freguesia de Santa Maria Maior, anteriormente freguesia do Castelo, na cidade e concelho de Lisboa. O nome atual deriva da devoção do castelo a São Jorge, santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas, feita por ordem de D. João I no século XIV. Ao longo do tempo o castelo, assim como as diversas estruturas militares de Lisboa, foi sendo remodelado ao ponto de, na primeira metade do século XX, estar já em avançado estado de ruína. Na década de 40 foram empreendidas monumentais obras de reconstrução, levantando-se grande parte dos muros e alteando-se muitas das torres, dando-lhe assim um “carácter medieval”. Este monumento fica situado numa posição dominante sobre a cidade de Lisboa, cujo miradouro proporciona uma vista maravilhosa sobre a cidade e o estuário do rio Tejo, que nos encantou e que apreciámos demoradamente. Quem como eu, não conhecia bem a paisagem, era ajudado pelos colegas a localizar os diversos locais da cidade, o que nos divertiu imenso. Dirigimo-nos então ao interior do castelo, onde estava programada uma encenação bélica, a que todavia não foi possível assistir, mas permitiu-nos observar uma praça de armas bélicas, reportada ao séc. XII, com catapulta e balista, onde uma equipa de “engenheiro e artilheiros de cerco” faziam uma demonstração dessas armas. Subimos ainda, quase todos, as íngremes escadas de acesso aos torreões, onde a nossa juventude esteve presente, para continuarmos a contemplar o panorama da cidade. Após o almoço livre e um passeio pela zona do Chiado, dirigimo-nos para o belo e sempre agradável Teatro de São Carlos para vermos a ópera em versão de concerto THAIS de Jules Massenet, interpretada pelo Coro do Teatro Nacional de São Carlos e pela Orquestra Sinfónica Portuguesa. Conta a história de um monge cenobita que tenta converter Thais, uma cortesã de Alexandria e devota de Vénus, à cristandade. A interpretação da personagem principal foi magnífica superando as nossas expectativas. O regresso fez-se logo após o concerto em alegre convívio pensando já no próximo passeio. Maria da Conceição Cortesão UTL | UNIVERSIDADE DO TEMPO LIVRE: VISITA DE ESTUDO DE 5 DE NOVEMBRO A visita de estudo integrada na disciplina de Conservação, Restauro e Museologia, contemplou vários espaços urbanos da cidade de Coimbra. Assim, os alunos desta disciplina com o professor Vieira Duque puderam analisar “in loco” a História e evolução dos espaços urbanos: Jardim da Sereia, Praça de República, Rua Alexandre Herculano, Arcos do Jardim e Páteo da Universidade de Coimbra. Durante este dia trabalhámos a contextualização urbanista no passado e no presente, considerando os momentos históricos, relevância no quotidiano coimbrão ao longo dos tempos, as implicações arquitetónicas e políticas, a profusão de estéticas e estilos, a socialização espacial, e a observância contemporânea do uso destes mesmos espaços urbanos. Em conclusão, a sociomuseologia pode assumir as respostas inerentes à urbanização e a respetiva implicação social nas nossas cidades e, ainda, estudar formas sustentáveis de preservação do Património e o seu aproveitamento para um turismo responsável. Vieira Duque No dia 14 de dezembro decorreu mais um workshop na Oficina do Idoso, desta vez sob a temática da Decoração de Natal. Com a orientação do Professor Tiago Abel Simões, as alunas aprenderam a elaborar arranjos de flores, coroas de Natal e outros objetos de Decoração Natalícia. Página 5 BOLETIM DA ANAI OFCI | OFICINA DO IDOSO / CENTRO DE DIA: ATIVIDADES DE NATAL OFCI | OFICINA DO IDOSO / CENTRO DE DIA: PROJETO “REDE URBANA DE CASTELOS E MURALHAS MEDIEVAIS DO MONDEGO A nossa Caixa de Memórias: Quando no passado mês de abril de 2012, nos foi proposto pela “Rede de Castelos e Muralhas Medievais do Mondego”, o desafio para elaborar uma “CaixaCaixa de Memóriasde Memórias”. Fomos informados que, além da execução da mesma, deveríamos visitar os referidos Castelos e Muralhas Medievais, o que cumprimos. A tarefa foi executada com perfeição, elegância e beleza. O trabalho realizado dignifica a nossa Instituição, sem esquecer sobretudo a complementaridade histórico-cultural, que a mesma teria forçosamente de circunscrever. É pois com orgulho e satisfação e, porque não, alguma vaidade, que aqui apresentamos a nossa Caixa de Memórias, que contém no seu interior as miniaturas artesanais dos Castelos que fazem parte da respetiva Rede de Castelos e Muralhas Medievais do Mondego. Estas miniaturas foram executadas por algumas das nossas artesãs, da Oficina de Olaria e Pintura, com a colaboração do professor Tiago Abel Simões, da Oficina de Pintura, e instaladas sobre uma plataforma grotesca e artesanal vulgo “platex”, levada a efeito pelo nosso colaborador Voluntário, Arménio Gomes Teixeira. A mesma contém ainda todo o material recolhido nas visitas: depoimentos escritos dos participantes, um Livro com resumos da história dos locais visitados, um Livro com a transcrição dos referidos depoimentos e um DVD com Fotos, filmes e Power Point’s de recolhas índole histórica. Arménio Teixeira Teve lugar no dia 18 de dezembro , a Festa de Natal da Oficina do Idoso. Com início por volta das 15 horas, os ute
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