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Boletim Ano 2 Número 3 Março de 2004 Informativo do Grupo de Pesquisa Matemática Computacional
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Boletim Ano 2 Número 3 Março de 2004 Informativo do Grupo de Pesquisa Matemática Computacional UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS (UCG) DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO Núcleo de Pesquisa em Informática EDITORIAL Neste Boletim, gostaríamos que observassem a mudança do nome Grupo de Pesquisa Operacional para Grupo de Pesquisa, intitulado agora, Matemática Computacional. Assim, este Boletim é o Informativo do Grupo de Pesquisa Matemática Computacional. Observem, também, que mantemos a numeração (Ano e Número), porque entendemos que a estrutura do grupo é, basicamente, a mesma. Isto se deve a uma nova postura do Núcleo de Pesquisa em Informática (NPI) quanto aos grupos de pesquisa. Quer dizer, os nomes e as linhas de pesquisa devem obedecer a proposta de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Computação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O Grupo de Pesquisa Matemática Computacional possui agora três linhas de pesquisa: Computação Científica, cujo objetivo é a criação e aplicação de modelos e métodos matemáticos e computacionais para a solução de problemas científicos e tecnológicos; Otimização, cujo objetivo é estudar, desenvolver, implementar e aplicar algoritmos para problemas de otimização linear; e Probabilidade e Estatística, cujo objetivo é aplicar técnicas de Estatística nas áreas científica e tecnológica. Na linha de pesquisa Computação Científica, contamos com o pesquisador Baleeiro, Clarimar e Zimmermann e os estudantes Anderson, Carla, Daniel, Gustavo, Leonardo e Leoncio; na linha de pesquisa Otimização, o pesquisador Marco Antonio, o técnico Elivelton e os estudantes Bernhar, Erika, Hebert e Leizer; enquanto na linha de pesquisa Probabilidade e Estatística, participa o pesquisador Zimmermann com o seu aluno Leoncio. Nossa nova postura é concentrar e aproximar nossas pesquisas, em contraposição à postura anterior. Afinal, somos um GRUPO de pesquisa! Marco Antonio Figueiredo Menezes Líder do Grupo 1 PERGUNTAS E RESPOSTAS: Sobre Pós-Graduação. Aqui, a nossa idéia é a de levantar algumas perguntas para os alunos da Computação que venham a esclarecer, viabilizar e integrar a sua formação. Em seguida, forneceremos as devidas respostas através de entrevistas com responsáveis pela área. O que é especialização? Especialização ou curso de pós-graduação lato sensu, oferecidos por instituições de ensino superior ou por instituições especialmente credenciadas para atuarem nesse nível educacional, independem de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento e devem atender ao disposto na Resolução CNE/CES, N. 1, de 3 de abril de 2001, a saber: Incluem-se na categoria de curso de pós-graduação lato sensu os cursos designados como MBA (Master Business Administration) ou equivalentes; Os cursos de pós-graduação lato sensu são oferecidos para matrícula de portadores de diploma de curso superior; Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos a distância deverão incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso; A instituição responsável pelo curso de pós-graduação lato sensu expedirá certificado a que farão jus os alunos que tiverem obtido aproveitamento seguindo os critérios de avaliação previamente estabelecidos, assegurada, nos cursos presenciais, pelo menos, setenta e cinco por cento de freqüência. (Parte da Resolução CNE/CES, N. 1, de 3 de abril de 2001). O que é mestrado? Curso de pós-graduação strictu senso que atende a legislação específica do Ministério da Educação, órgão responsável pelo reconhecimento e fiscalização junto as Instituições de Ensino Superior que ministram os cursos. O programa de mestrado exige apresentação e defesa de dissertação e tem duração média de dois anos. O Mestrado Acadêmico caracteriza-se pela formação de profissionais de alto nível para atuarem em instituições de pesquisa e/ou ensino superior. O Mestrado Profissionalizante foi criado recentemente para suprir o mercado não acadêmico, dessa forma, os títulos de mestrado profissionalizantes, embora também sejam stricto sensu, possuem seus objetivos voltados ao mercado. Por este motivo, a própria dissertação, por exemplo, é modificada, podendo ser um projeto ou mesmo um produto. A demanda por cursos de mestrado tem aumentado nos últimos anos o que dificulta o ingresso aos programas. A seleção de candidatos é feita através de provas específicas, análise de currículo e avaliação de plano de trabalho. A entrada nos cursos é facilitada para alunos cujo interesse ou afinidade é comum com as áreas de interesse dos professores/pesquisadores do programa. Uma prática que facilita a entrada do aluno é a consulta prévia a professores do programa para a confecção de um plano de trabalho a ser desenvolvido durante o curso. Outra coisa que conta bastante é a experiência do aluno em atividades de pesquisa (iniciação científica, por exemplo) ou monitoria. Existem várias fontes de recursos para o financiamento de bolsas para alunos de mestrado tanto no Brasil quanto no exterior. O fato de ser aceito em um programa de mestrado não assegura o acesso automático do aluno à bolsa de estudo. É preciso verificar 2 com antecedência se o programa dispõe de algum recurso para a concessão de bolsas. As instituições de fomento a pesquisa de estados como São Paulo (FAPESP) e Minas Gerais FAPEMIG, por exemplo, oferecem bolsas para alunos de mestrado vinculados a projetos financiados por estas instituições. O valor da bolsa varia muito. É preciso verificar caso a caso para se planejar antes de entrar no programa. O valor pago pela CAPES e CNPq para alunos de mestrado atualmente é de R$ 855,00 mensais. (Professor Dr. Clarimar José Coelho Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Informática da UCG). O que é doutorado? O doutorado é uma pós-graduação stricto sensu sujeito às exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento previstas na legislação, que confere o título de doutor. Erroneamente, acredita-se que, principalmente, médicos e advogados, são doutores. Na verdade, são médicos com graduação em Medicina geralmente com uma pós-graduação lato sensu (a chamada Residência), e advogados com graduação em Direito munidos de uma carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Erroneamente, também, acreditase que PhD é mais do que Dr. Na verdade, PhD = Ph. Dr., significando Doutor em Filosofia (em respeito à tradição de que no início só existia a Filosofia enquanto Ciência), e Dr = Dr. Sc., significando Doutor em Ciências. Quer dizer, se um indivíduo é PhD e outro é Dr, significa que eles são doutores, realmente. A União e os Governos custeiam alunos de doutorado, através de órgãos de fomento à pesquisa no nosso País, por exemplo: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Atualmente, o valor de uma bolsa de doutorado é R$1.267,00 mensais, com período de quatro anos. Geralmente, no primeiro ano são cursadas disciplinas, no segundo ano são realizados Exames de Qualificação, e nos terceiro e quarto anos é desenvolvida, escrita e defendida uma Tese. Existe Doutorado Sanduíche, ou seja, o aluno inicia o doutorado aqui, vai para o exterior (ou para outro centro no próprio País) e retorna para a sua finalização, através de uma Tese. O diploma de conclusão de doutorado, obtido de instituições de ensino superior estrangeiras, para terem validade nacional, devem ser reconhecidas em universidades brasileiras que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior ou em área afim. (Professor Dr. Marco A. F. Menezes Departamento de Computação da UCG) O que é pós-doutorado? O pós-doutorado, ao contrário do que muitos pensam, não é um curso que se faz para se conseguir mais um título. É na verdade, um treinamento avançado onde uma pessoa, já detentora do título de doutor, tem a oportunidade de consolidar e atualizar seus conhecimentos, adquirir novas habilidades, e explorar novas áreas de pesquisa. Para candidatos recém-doutores, o pós-doutorado é geralmente visto como uma iniciação à vida acadêmica, possibilitando aquisição de experiência em ensino de graduação e pós-graduação, organização de palestras e eventos, escrita de projetos a 3 serem submetidos a fontes de financiamento, liderança de grupos, e é claro ao estudo aprofundado de problemas relevantes da área de estudo escolhida. Candidatos já maduros e experientes se utilizam desta oportunidade de treinamento avançado para aprimorar seus conhecimentos em assuntos já conhecidos, ou muitas vezes partem para uma re-orientação completa de sua linha de pesquisa. O processo para a realização do pós-doutorado envolve o contato com um grupo de destaque na área de interesse, o desenvolvimento de um plano de trabalho, e a inscrição propriamente dita para a vaga disponível. Tendo sido aceito, o candidato ou recebe um salário da própria instituição, caso o grupo tenha recursos próprios, ou se candidata a uma bolsa numa agência de fomento, atualmente R$ 2.218,56 mensais. (Professor Dr. Wellington Santos Martins Departamento de Computação da UCG) O que é livre docência? Livre docência é um título acadêmico universitário, utilizado até hoje por algumas instituições, como a USP, onde tal título é condição para submeter-se ao concurso de professor Titular. Não me consta que haja uma legislação federal conclusiva sobre o assunto. A regulamentação e a concessão do título integram a autonomia universitária. No meu entender, a livre docência foi substituída pelo doutorado cujo título habilita o acadêmico a todas as atividades universitárias (Obs: o pós-doutorado não é título acadêmico, mas mero estágio de pesquisa). (Professor Dr. José Nicolau Heck Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da UCG) ACONTECEU Aconteceu informa Congressos, Simpósios, Jornadas e Encontros Científicos com a nossa participação, de outubro/2003 a fevereiro/2004. XXXV Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional - SBPO: Natal/RN, 04 a 07 de novembro de Mathematical Programming in Rio - A Conference in Honour of Nelson Maculan: Búzios/RJ, de novembro de VII Jornada de Produção Científica das Universidades Católicas do Centro-Oeste: Campo Grande/MS, de novembro de Visita do Professor Leslie Richard Foulds da Universidade de Waikato, Nova Zelândia: No dia 10/12/2003, The future of Operations Research: Decision Support Systems and Information Technology; uma palestra geral para professores e, principalmente, alunos de graduação em Ciência da Computação e Engenharia da Computação. Entre, 19/01/ /02/2004, cinco seminários para interessados, a saber: 1) FleetManager: a DSS for Vehicle Scheduling; 2) A DSS for University Course Timetabling; 3) LayoutManager: a DSS for Factory Design; 4) IPManager: a DSS for 4 Intellectual Property Management; 5) Puzzle Solving and Operations Research: or Who Owns the Zebra? ACONTECENDO Acontecendo relata as atividades do Grupo Pesquisa Operacional. Sugerimos uma visita ao nosso MURAL, em frente ao Departamento de Computação. Seminário de Otimização: Toda sexta-feira, das 09:00 às 11:00, na sala do Núcleo de Pesquisa em Informática, Área 3, Bloco F, Sala 411. Coordenador: Dr. Marco Antonio Figueiredo Menezes. Seminário de Análise Multivariada: Toda quinta-feira, das 19:00 às 21:00, na sala do Núcleo de Pesquisa em Informática, Área 3, Bloco F, Sala 411. Coordenador: Dr. Clarimar José Coelho. Projetos em andamento: 1. Construção de um laboratório de programação linear (quarto ano) - Coordenador: Dr. Marco Antonio Figueiredo Menezes; VPG/UCG. 2. Modelos matemáticos tradicionais para análise química qualitativa (primeiro ano) Coordenador: Dr. Clarimar José Coelho; VPG/UCG. 3. Aplicação de modernos paradigmas de programação à solução de problemas (primeiro ano) Coordenador: Dr. Antônio César Baleeiro Alves; VPG/UCG. Orientações em andamento: 1. Implementação de uma variante do algoritmo afim-escala para programação linear Aluna bolsista OVG/SECTEC/VPG, Erika Morais Martins; Orientador: Marco Antonio Figueiredo Menezes; Iniciação Científica. 2. Implantação do laboratório de programação linear Aluno voluntário, Bernhar Gobbi Rocha Coimbra; Orientador: Marco Antonio Figueiredo Menezes; Iniciação Científica. 3. Implementação do algoritmo simplex lexicográfico para programação linear Aluno bolsista OVG/SECTEC/VPG, Hebert Coelho da Silva; Orientador: Marco Antonio Figueiredo Menezes; Iniciação Científica. 4. Implementação do algoritmo simplex tabular primal, dual e primal-dual para programação linear Aluno bolsista OVG/SECTEC/VPG, Leizer de Lima Pinto; Orientador: Marco Antonio Figueiredo Menezes; Iniciação Científica. 5. Implementação de software para automação de modelos de regressão linear múltipla Aluno voluntário Gustavo Teodoro Laureano; Orientador: Clarimar José Coelho; Iniciação Científica. 5 6. Implementação de software para automação de modelos de regressão em componentes principais Aluno bolsista OVG/SECTEC/VPG Anderson da Silva Soares; Orientador: Clarimar José Coelho; Iniciação Científica. 7. Implementação de software para automação de modelos de regressão em mínimosquadrados parciais Aluno voluntário Daniel Vitor de Lucena; Orientador: Clarimar José Coelho; Iniciação Científica. 8. Modelagem de Negócio Vicente Paulo Camargo; Orientador: Clarimar José Coelho; Mestrado. 9. Desenvolvimento de um software estatístico - modulo 4 - Leoncio Regal Dutra; Orientador: Francisco José Pfeilsticker Zimmermann; Projeto Final de Curso I. 10. Leonardo Rodrigues Magalhães; Orientador: Francisco José Pfeilsticker Zimmermann; Projeto Final de Curso II ACONTECERÁ Acontecerá informa eventos nos próximos meses no que concerne às atividades de pesquisa. Congressos, Simpósios e Workshops: V Brazilian Workshop on Continuous Optimization: Homenagem para o professor Clóvis Gonzaga (60 anos). Florianópolis/SC, de março de XXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Computação CSBC: Salvador/BA, 31 de julho a 06 de agosto de XII Congresso Latino-Iberoamericano de Investigación de Operaciones y Sistemas CLAIO 2004: Ciudad de La Habana/Cuba, de outubro de XXVI Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional CNMAC: Porto Alegre/RS, 13 a 16 de setembro de XXXVI Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional - SBPO: São João Del-Rei/MG, 23 a 26 de novembro de PRODUÇÃO CIENTÍFICA Divulgação da produção científica. Este boletim divulga o período outubro/2003- fevereiro/2004. Orientações concluídas: 6 1. Análise, projeto e desenvolvimento de um software estatístico módulo 3 - Alex André Crocetti; Orientador: Francisco José Pfeilsticker Zimmermann; Parte do projeto de pesquisa. Palestras: 1. O Tubarão e o Monstro na Programação Linear, por Marco A. F. Menezes, durante a visita do Professor Les Foulds na UCG. 2. Modelagem e simulação: bases teóricas, por Francisco J. P. Zimmermann, 3. Embrapa Arroz e feijão. Trabalhos publicados em Anais de Congressos: 1. Clarimar José Coelho, Roberto K. H. Galvão, Mário C. U. Araújo, Maria F. Pimentel, Edvan C. da Silva, Uma Estratégia de Programação Linear Semi-Infinita para Calibração Multivariada com Transformada Wavelet Otimizada. 12º. Encontro Nacional de Química Analítica, São Luiz, Clarimar José Coelho, Roberto K. H. Galvão, Mário C. U. Araújo, Maria F. Pimentel, Edvan C. da Silva, Determinação Simultânea de Mn, Mo, Cr, Ni e Fe em Aços-Ligas por ICP-AES Usando Regressão em Transformada Wavelet Otimizada. 12º. Encontro Nacional de Química Analítica, São Luiz, Cursos de curta duração ministrados 1. Minicurso intitulado Didática para Multimídia; XIV Semana de Planejamento Acadêmico Integrado da UCG, Goiânia. Por Clarimar José Coelho. Artigos publicados em revistas científicas: 1. E. F. Bueno e M. A. F. Menezes. Implementação de Algoritmos das Famílias Simplex, Elipsóides e Pontos Interiores para Programação Linear. Revista Eletrônica de Iniciação Científica da SBC, Ano III, Volume III, Número III, Prêmio: 1. Concurso de trabalhos do 12º. Encontro Nacional de Química Analítica/2003: Primeiro lugar no tópico Quimiometria: Clarimar José Coelho, Roberto K. H. Galvão, Mário C. U. Araújo, Maria F. Pimentel, Edvan C. da Silva, com o trabalho intitulado Uma Estratégia de Programação Linear Semi-Infinita para Calibração Multivariada com Transformada Wavelet Otimizada ARTIGO 7 HOW DECISION SUPPORT SYSTEMS AND INFORMATION TECHNOLOGY CAN HELP OPERATIONS RESEARCH L R Foulds* Department of Management Systems, University of Waikato, Private Bag 3105, Hamilton, New Zealand Abstract We discuss the impact of decision support systems and information technology on operations research (OR). Recently, the field has been greatly influenced by the electronic revolution, causing the practice of OR to be much more widespread than in previous decades. In the past, in order to address complex problems arising in industry, many OR practitioners have relied on constructing large-scale models and have attempted to solve them using optimization techniques, such as mathematical programming (MP). There is a growing body of opinion questioning whether such an approach, on its own, can deal successfully with many of the complex, ill-defined, difficult-to-model issues now faced by OR practitioners. This has given rise to other approaches, such as soft systems methodology, to tackle what Ackoff termed today s messes . We suggest that the attempt to optimize models still has, and will have for a long time to come, a valuable role to play. However, we discuss how the power of MP can be enhanced by incorporating its models and methods within a decision support system that takes advantage of modern information technology. Such a system, containing MP subroutines, can often be used to answer certain what if questions and to make suggestions. Compared to MP alone, a decision support system usually provides greater flexibility, can deal with a far wider range of practical issues, allows for its users local knowledge and inspiration, and attempts to enhance the powers of its users, rather than replacing them by outsiders. These ideas will be illustrated by some practical case studies. Key words: Operations research, mathematical programming, decision support systems, information technology, case studies. 1. The Evolution of OR As most readers of this paper will know, operations research (OR) had its beginnings in World War II, when British military authorities faced pressing problems that were not amenable to any known scientific methods. These problems arose from the development of new technology and its application to military operations, such as radar and the location of aircraft detectors, and asdic and the detection of submarines. To make best use of the resulting hardware, and to analyse the data that its use produced, teams of scientists, from a wide variety of backgrounds, were formed. After 1945 there was a growing realization that this approach, with a diverse team that built and optimized models, could be used to great effect in the world of commerce and public administration. Although this theme was, and still is, continued in Great Britain, especially in the coal and steel industries, breakthroughs 8 occurred in many parts of the world, many in the United States. In the US, standardized models, both deterministic and stochastic in nature, have been devised for a wide variety of human endeavour, along with companion solution techniques. With spectacular increases in computer power, more complex models and larger numerical instances of them have been progressively analyzed over the decades. This trend spread throughout the developed world from the mid 1950 s, along with other themes within OR. The modelling/optimization approach was a large part of OR theory and practice in the 1960 s to 1980 s. However from the early 1980 s there was a growing opinion among knowledgeable commentators of OR that this approach was not completely adequate in all practical instances. Criticism came from, among others: Churchman, Machol, and A
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