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Boletim CIEMar-Ílhavo

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Boletim CIEMar-Ílhavo Centro de Investigação e Empreendedorismo do Mar do Município de Ílhavo edição n.º 5 publicação anual abril de 2017 Nota do Presidente No ano em que o Museu Marítimo de Ílhavo comemora
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Boletim CIEMar-Ílhavo Centro de Investigação e Empreendedorismo do Mar do Município de Ílhavo edição n.º 5 publicação anual abril de 2017 Nota do Presidente No ano em que o Museu Marítimo de Ílhavo comemora o seu marcante 80.º aniversário, sopramos também as velas ao CIEMar Ílhavo pelos seus cinco anos. Parecendo um percurso ainda curto, é uma mão cheia de anos a recolher, compilar e classificar registos reunidos ao longo de décadas e que muito contribuem para aprofundar e enriquecer o conhecimento do percurso histórico da nossa comunidade ao longo dos anos. Prestar tributo aos nossos antepassados é uma forma de partilhar este conhecimento e simultaneamente honrar as nossas raízes, com orgulho do passado e do caminho percorrido. O CIEMar Ílhavo é por isso uma valência do Município que promove esta osmose de conhecimento, potenciando a sua partilha através do contínuo trabalho de investigação aqui desenvolvido, e dessa forma disseminando o saber e a nossa presença no Mundo. Mantendo o espírito colaborativo desta pequena estrutura, com uma grande Equipa, convido-o a conhecer o Boletim anual onde partilhamos consigo momentos e informação relevante. Associe-se a nós nesta busca e partilha constante do património histórico da nossa Terra. Conto consigo. Fernando Fidalgo Caçoilo Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo ARGOS n.º 5 80º Aniversário Museu Marítimo de Ílhavo CIEMar - Investigação - Reedição Portugal no Mar Homens que foram ao Bacalhau - Edição História e Memória do Porto Bacalhoeiro - Edição História Cultural do Mar - Edição Portugal e a Pesca do Bacalhau, de João David Batel Marques - Edição Tributo a Capitães de Ílhavo, de Ana Maria Lopes - Festa dos Bacalhoeiros: apresentação do Portal Homens e Navios do Bacalhau - Exposições Temporárias ForMarÍlhavo - Mar Film Festival - Seminário Desafis do Mar Português Histórias Trágico-marítimas DocMar - Documentação - Biblioteca do MMI Incubadora de Empresas da Região de Aveiro (IERA) Polo de Ílhavo ARGOS 05 Património Naval e Museus do Mar capa provisória A Argos Revista do Museu Marítimo de Ílhavo, de periocidade anual, teve início em Nasceu como um projeto cultural audaz do Museu que pretendia preencher uma lacuna existente no que respeita a publicações periódicas nacionais no campo temático da museologia e, nomeadamente, do património marítimo. Esta revista do Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) rapidamente atingiu um estatuto internacional, contando em todas as suas edições com artigos de autores de renome e de diversas nacionalidades. Em 2015, apenas dois anos após o seu lançamento, foi eleita como a melhor revista na categoria Trabalho na Área da Museologia pela Associação Portuguesa de Museologia, afirmando assim o seu valor. A atribuição deste prémio impulsionou a revista tornando-a uma publicação de referência na Museologia Marítima nacional e internacional. O quinto número da revista Argos vai ter como tema, Património Naval e Museus do Mar. Esta temática pretende dar continuidade à aposta na discussão do património marítimo através da divulgação de projetos e reflexões por parte de museus marítimos, de associações e de especialistas das diversas áreas da cultura marítima. O lançamento do quinto número da revista está previsto para o dia 21 de outubro, coincidindo com o 16º Aniversario da Ampliação e Remodelação do MMI. No seguimento, passará a estar disponível na loja do MMI, na sua loja virtual e nas principais livrarias do país. ficha técnica Edição e propriedade: Museu Marítimo de Ílhavo Coordenação geral: Álvaro Garrido Coordenação editorial: Jorge Branco Textos: Ana Freitas, Ana Maria Lopes, João David Batel Marques e Jorge Branco Composição Gráfica: Hugo Pequeno 2 80º Aniversário Museu Marítimo de Ílhavo No presente ano, o Museu Marítimo de Ílhavo (MMI), fundado a 8 de agosto de 1937, comemora o seu octogésimo aniversário. As celebrações destes longos 80 anos de vida tiveram início no dia 4 de janeiro, por ocasião do 4.º Aniversário do Aquário de Bacalhaus e irão prolongar-se através de vários momentos, terminando a 18 de novembro com o Dia Nacional do Mar. O Museu, num período inicial da sua história como Museu Municipal de Ílhavo e mais tarde como Museu Marítimo e Regional de Ílhavo, tinha uma grande vocação etnográfica e regional e, como tal, focava-se particularmente nos ilhavenses e nas populações ribeirinhas, afirmando-se como local de memória e conservação dos usos e costumes locais e na relação com as fainas agromarítimas da região lagunar. Com o passar do tempo e com as adaptações de discurso museológico, nomeadamente a partir dos anos 90, num período em que a indústria bacalhoeira começou a perder expressão, o Museu aprofundou a sua vocação marítima. Por esta altura havia-se tornado um verdadeiro Museu Marítimo, vocacionado cada vez mais para a temática da Faina Maior. Com esta nova orientação, a visibilidade do Museu excede o perímetro da região lagunar e começa a ser reconhecido e estimado um pouco por todo o país, sobretudo no seio das comunidades piscatórias ligadas à pesca do bacalhau como são o caso, por exemplo, de Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Figueira da Foz, Nazaré e Olhão. Com este rumo traçado, o MMI vai-se maritimizando e em 2001 passa a ter como núcleo museológico o navio Santo André, um antigo arrastão lateral construído em Mais recentemente, em 2012, é criada a sua unidade investigação marítima, o CIEMar-Ílhavo, e em 2013 é acrescentado ao museu o Aquário de Bacalhaus. O Museu Marítimo de Ílhavo, hoje instalado num edifício moderno de uma belíssima arquitetura, é um museu de excelência reconhecido a nível internacional, em grande parte devido à sua especial vocação e dedicação pela cultura do mar, base da sua missão de preservar a memória do trabalho no mar e de promover a cultura e a identidade marítima dos portugueses. Atualmente encontra-se consolidado numa tríade Museu-Aquário-Investigação, opção que se comprovou sido uma aposta acertada com a rica produção cultural que se tem observado nos últimos anos, assim como com o número de visitantes, tendo o MMI registado em 2016 o maior número da sua história, precisamente Para o futuro o MMI assume o desafio de continuar a inovar para dar uma contínua atratividade ao Museu, investigando novas temáticas que continuem a dar vida à instituição, apostando em conceitos chave como a Literacia do Mar e a Cidadania Azul. Museu de 1980 Museu de 1937 Museu de Programa 5.º Aniversário CIEMar-Ílhavo 1 ABRIL SÁBADO. Lançamento do livro História e Memória do Porto Bacalhoeiro. Abertura da exposição de modelos de barcos na Sala da Faina. Dos 8 aos 80: À Procura do Mar Mar Film Festival 4, 5 E 6 MAIO QUINTA A SÁBADO Mar Film Festival - Festival de cinema de temática marítima, em parceria com o CEIS 20 Dia Internacional dos Museus 18, 19 E 20 MAIO QUINTA-FEIRA A SÁBADO. Ampliação da exposição da Sala das Conchas. Abertura das Reservas Visitáveis. Exposição Mar Nosso: Fotografia de Artur Pastor e apresentação do catálogo. Workshop de Escrita Criativa Marítima, dirigido por Filipa Melo. Estreia do projeto de comunidade Mar, de Miguel Torga, coordenado por Alexandre Sampaio. Dos 8 aos 80: A ver o Mar, cinema Dia do Pescador 3 JUNHO SÁBADO Festa dos Bacalhoeiros: apresentação do Portal Homens e Navios do Bacalhau O Museu em Festa 5, 6 E 8 AGOSTO SÁBADO A TERÇA-FEIRA. Exposição História Trágico- Marítima. Performance Marés e Marinheiros. Concerto comemorativo 80 anos do Museu, Orquestra Filarmonia das Beiras. Tributo aos Capitães de Ílhavo. Dos 8 aos 80: Mergulhador por um Dia. Gastronomia de Bordo, ateliers educativos e contadores de histórias Jornadas Europeias do Património 23 SETEMBRO SÁBADO. Ciclo de conversas História trágico-marítima e performance Marés e Marinheiros. Lançamento da tradução portuguesa da História Cultural do Mar, de John Mack. Mesas Modelistas, org. TEAM: Conversa António Marques da Silva e Carlos Montalvão. Dos 8 aos 80: Nautimodelista por um dia 16.º Aniversário Ampliação e Remodelação do MMI 21 OUTUBRO SÁBADO. VI Seminário Desafios do Mar Português, Navios Históricos e Museus. ARGOS nº 5 Literacia do Mar e Cidadania Azul. Exposição InVisível, coletiva de fotografia coordenada por Hermano Noronha. Projeto performativo e editorial, sobre Os Pescadores de Raul Brandão. Dos 8 aos 80: Conservador por um dia Dia Nacional do Mar 18 NOVEMBRO SÁBADO. Encerramento da programação dos 80 anos do MMI. Exposição Creoula e Santa Maria Manuela - 80 anos. Apresentação do sistema de áudio-guias do MMI. Atribuição dos prémios da IV edição do Concurso de Modelismo Náutico. Dos 8 aos 80: Bacalhau com todos Workshop de culinária 4 CIEMar Investigação Reedição Portugal no Mar Homens que foram ao Bacalhau Lançado no passado dia 14 de janeiro, por ocasião do 4º Aniversário do Aquário de Bacalhaus, consiste numa reedição, revista e ampliada, do livro Portugal no Mar Homens que foram ao Bacalhau, e contou com o apoio da Fundação Eng.º António Pascoal. Este Livro Grande da Memória, com 591 páginas e 17 mil nomes e respetivas fotografias de homens foram ao bacalhau, foi editado em parceria com Âncora Editora e encontra- -se disponível ao público no Museu Marítimo de Ílhavo e nas principais livrarias nacionais. História e Memória do Porto Bacalhoeiro Uma das iniciativas da celebração do 5º Aniversário do CIEMar-Ílhavo, no dia 1 de abril, consiste no lançamento de um projeto de investigação, o livro História e Memória do Porto Bacalhoeiro. Este estudo, que se iniciou em 2015, pretende, através de uma análise histórico-geográfica, colocar em evidência o único porto bacalhoeiro do país ainda em atividade e demonstrá-lo como um marco patrimonial identitário da região e uma paisagem industrial única, destacando a relevância que teve e tem como elo crucial de ligação entre a pesca do bacalhau, a indústria de transformação e a construção naval, na Gafanha da Nazaré. 5 História Cultural do Mar Esta brilhante obra da autoria de John Mack, professor da Universidade de East Anglia (Norwich) e curador do British Museum, foi lançada em 2011 e rapidamente se tornou uma obra de referência da cultura marítima internacional. O Museu Marítimo de Ílhavo terá a honra de apresentar publicamente no dia 23 de setembro, nas Jornadas Europeias do Património, a tradução portuguesa da História Cultural do Mar. Este projeto faz parte de uma ação conjunta da Câmara Municipal de Ílhavo e da editora E-Primatur e irá contar com a tradução de Sarah Adamopoulos. Tributo a Capitães de Ílhavo, de Ana Maria Lopes Tendo sido Ílhavo uma terra de oficiais, sobretudo, sem esquecer os maquinistas e seus ajudantes, os contramestres, os cozinheiros, pescadores e moços, chegou a hora, no 80º aniversário do Museu Marítimo de Ílhavo, de lhes prestar, simbolicamente, um brando tributo. O MMI associa-se neste ano comemorativo à edição de duas magníficas obras, da autoria do Capitão João David Batel Marques e da Doutora Ana Maria Lopes, que vêm enriquecer a memória da Grande Pesca. A apresentação pública das obras está prevista para 5 de agosto, nas comemorações do 80º Aniversário do Museu. Portugal e a Pesca do Bacalhau, de João David Batel Marques A obra Portugal e a Pesca do Bacalhau preserva a memória da grande epopeia da pesca do bacalhau feita pelos portugueses, desde o final do século XV até aos nossos dias: a descoberta, a evolução, os estaleiros de construção naval, a composição da frota, os navios da pesca à linha, a mundialmente conhecida White Fleet, os arrastões clássicos e os arrastões de popa. Um destaque especial para os principais intervenientes nesta saga: os construtores navais, os armadores, os capitães, os imediatos, os pilotos, os heroicos pescadores que nela participaram, protagonistas de extraordinárias histórias de que os excertos dos diários de bordo, protestos e relatórios de mar são uma pequena amostra do que, na realidade, estes portugueses vivenciaram. João David Batel Marques Na impossibilidade de trazer à baila, todos os existentes num passado mais longínquo, tarefa homérica e com referenciais já impossíveis de alcançar, ficámos pelos mais antigos a que conseguimos chegar. Contactadas as famílias, de quem pensávamos existirem mais dados e fotos, levámolas a fazer uma busca nos «baús», onde houvesse algo que nos pudesse ajudar. Seria, pois, um grande incentivo. Juntamente com a consulta dos arquivos marítimos do CIEMar e de jornais e revistas marítimas da época, conseguimos rememorar os curricula de alguns oficiais nascidos por volta dos anos 70 do século XIX, de fins de Séc. XIX /inícios de XX e, outros, poucos, nascidos no segundo decénio do Séc. XX. Cruzámos nomes de capitães com os de seus imediatos e pilotos, sem olvidar uma referência aos seus navios. A maioria dos que, nas condições de imediatos e pilotos são citados, também veio a ascender, mais tarde, ao cargo de capitão. Ana Maria Lopes 6 Festa dos Bacalhoeiros: apresentação do Portal Homens e Navios do Bacalhau Fazendo parte do programa comemorativo do Museu Marítimo de Ílhavo, neste ano, irá celebrar-se o Dia do Pescador, a 3 de junho. Neste evento, será apresentado o Portal Homens e Navios do Bacalhau, a extensão digital do principal património do Museu, a memória da frota bacalhoeira, dos homens e navios, afirmando o lugar do Museu Marítimo de Ílhavo como ator fundamental na preservação e divulgação dos patrimónios relativos à Faina Maior. Nesta nova fase do projeto, o portal funcionará como uma rede social da memória coletiva da pesca do bacalhau, podendo ser regularmente alimentado, para além do Museu, pelos familiares, amigos ou pela comunidade em geral, com novas informações que até à data não eram possíveis de incluir, como fotografias, vídeos ou documentos relativos a cada tripulante ou navio. Será também exequível introduzir tripulantes que não estejam identificados nas fichas do Grémio dos Armadores de Navios de Pesca do Bacalhau (GANPB) por terem embarcado antes de 1937 ou após Para este evento estão convidadas todas as comunidades bacalhoeiras do país para que num clima festivo e de confraternização, possam trocar recordações entre eles e sentir o Museu Marítimo de Ílhavo não apenas como uma instituição de memória e de identidades mas como se de uma segunda casa de tratasse. Pretende-se com esta ação apelar à conservação memorial e patrimonial, não só por parte dos homens que foram ao bacalhau, como também pelos seus descendentes e pelas comunidades de onde proveem de modo a manterem viva a sua identidade. 7 Exposições Temporárias Devido à cada vez maior importância que as exposições temporárias têm nos museus, nesta quinta edição do Boletim damos a conhecer duas das exposições temporárias de 2017: Mar Nosso: Fotografia de Artur Pastor, cuja inauguração será no dia 20 de maio (Dia Internacional dos Museus), e a exposição História Trágico-Marítima, que abrirá no dia 5 de agosto (80º Aniversário do MMI). A primeira exposição, que contará com 80 fotografias da autoria de Artur Pastor ( ), um dos principais fotógrafos portugueses do século XX, pretende demonstrar ao público a paisagem humana do litoral português, nomeadamente nos meados do século passado. Esta exposição é produzida em colaboração com o Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, entidade onde se encontra o espólio do artista, que consiste em várias dezenas de milhares de fotografias. Colabora ativamente neste projeto o arquiteto Artur Pastor, filho do fotógrafo. A exposição História Trágico-Marítima, com uma vertente de maior investigação, terá por base a obra de Bernardo Gomes de Brito com o mesmo nome, de , que descreve naufrágios e desastres que ocorreram nas viagens da Carreira da India na segunda metade do século XVI. Nesta exposição, o MMI pretende dar a conhecer esta obra singular da Literatura Portuguesa, pouco conhecida pelo público em geral e demonstrar o lado mais sombrio da epopeia dos Descobrimentos, relembrando que este período áureo da nação também deixou um rastro de tragédia e desastres com elevadas perdas humanas. Tratando-se de uma obra central na cultura marítima portuguesa, o projeto expositivo reúne um conjunto ímpar de obras de arte e de outras sobre o tema intemporal da tragédia no mar, promovendo uma reflexão profunda sobre o relacionamento da sociedade portuguesa com a vida marítima. Tragédia no Mar, de Cândido Teles (Col. Museu Marítimo de Ílhavo) 8 ForMarÍlhavo Mar Film Festival O Mar Film Festival, o único festival de cinema existente no país que tem o mar como referente temático vai realizar-se nos dias 4, 5 e 6 de maio, tendo como organizadores o Museu Marítimo de Ílhavo e o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20) da Universidade de Coimbra. Nesta edição, pretende-se promover e trabalhar as memórias do Mar e da Ria, educar e sensibilizar os participantes para os patrimónios marítimos através da arte e relacionar o Museu com novos públicos. Deste modo, ao longo dos três dias do evento irão exibir-se obras ficcionais ou documentais, de produção nacional e internacional, onde o mar tem especial relevância narrativa. Do programa do evento, destacam-se ainda algumas conferências por parte de investigadores que se têm debruçado sobre o cinema; um projeto educativo que pretende que alunos do ensino secundário interajam com pessoas que tiveram ligações às atividades marítimas (nomeadamente a partir de entrevistas); e o lançamento de um concurso de curtasmetragens, designado Novas Vistas Lumière, que terá como tema Olhares sobre o Mar e a Ria: Esperanças e Angústias. Neste concurso, as obras concorrentes que melhor tratem o tópico, ou seja, o Mar e/ou a Ria como referente identitário de Ílhavo e da região, serão distinguidos com um prémio variável entre os 100 e os 350 euros, dependendo da faixa etária do participante. O programa do evento assim como as normas de inscrição no concurso de curtas-metragens podem ser consultadas no site do Mar Film Festival. Seminário Desafios do Mar Português Histórias Trágico-marítimas O MMI, através da sua subunidade de investigação, o CIE- Mar-Ílhavo, criou em 2012 uma série de Seminários intitulada Desafios do Mar Português. Estes, geralmente organizados com o apoio de parceiros institucionais como o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro ou o Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória» (CITCEM) da Universidade do Porto, dedicam-se a temas em torno do conceito multidisciplinar de cultura marítima que sejam relevantes, quer pelo fator histórico, cultural ou social ou pela sua pertinência na atualidade. A VI edição do Seminário Desafios do Mar Português será dedicada ao tema Histórias Trágico-marítimas e tal como nas edições anteriores, destina-a se às mais diversas instituições e públicos. O evento decorrerá no próximo dia 21 de outubro, no auditório do Museu Marítimo de Ílhavo, por ocasião do 16º Aniversário da Ampliação e Remodelação do MMI. Desafios do Mar Português 9 DocMar Documentação Biblioteca do MMI A Biblioteca do MMI que se encontra desde 2012 no edifício do CIEMar-Ílhavo dispõe de uma rica coleção bibliográfica com cerca de 8000 monografias e 2000 exemplares de publicações periódicas, fruto de doações e aquisições ao longo destes 80 anos de vida do Museu. Como não poderia deixar de ser, tendo em conta a génese do Museu, a sua biblioteca é claramente especializada na temática marítima em todas as suas dimensões, presenteando aos interessados uma oferta bibliográfica de grande relevo. Fundos de arquivo Nos arquivos do MMI estão depositados preciosos documentos institucionais e individuais. Ao nível institucional destacam-se os fundos ligados à história da pesca, nomeadamente à do bacalhau, como são o caso do Fundo de Arquivo da Comissão Reguladora do Comércio de Bacalhau (CRCB), do Grémio dos Armadores dos Navios de Pesca do Bacalhau (GANPB), da Parceria Geral das Pescarias (PGP), da Associação dos Armadores de Pesca Longínqua (ADAPLA), dos Estaleiros Mónica e dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Para além destes, existe
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