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1. Boletim dos Coletivos Educadores de São Paulo | Ano 1  no 01  Julho/2007 Marcos Sorrentino, diretor do Departamento de Edu- Pessoal do Cescar que aprende…
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  • 1. Boletim dos Coletivos Educadores de São Paulo | Ano 1  no 01  Julho/2007 Marcos Sorrentino, diretor do Departamento de Edu- Pessoal do Cescar que aprende participando cação Ambiental/MMA fala sobre as utopias, o perfilA rede da rede da rede… e a formação da educadora e do educador ambiental popular, além da articulação dos Coletivos Educadores que facilita as trocas e a sinergia entre seus participan- tes e as instituições. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 O fractal é uma figura auto-semelhante, ou seja, cada parte zado mútuo, da solidariedade e da alegria em construir coleti- da figura é semelhante (não idêntica) à figura toda. Cada vamente, desde antes de suas constituições enquanto CE. Os Coletivos Educadores de São Paulo relatam suas parte apresenta seus diferenciais. O fortalecimento da REPEA – Rede Paulista de EA e da experiências, sonhos, dificuldades e desafios na imple- Este fractal Coleciona SP refere-se a um tecido-sistema Rede de Coletivos Educadores é uma das aspirações desta publi- mentação do ProFEA, segundo as Unidades de Geren- de redes de redes de redes, ou de coletivos de coletivos de cação, assim como a participação na construção das Políticas de ciamento de Recursos Hídricos – UGRHI em que estão coletivos interagindo em permanente transformação. As EA, daí a participação ativa dos coletivos no IIIEEEA - Encontro organizados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 particularidades de cada coletivo estão evidenciadas ao lon- Estadual de EA - e na construção da Política Estadual de EA. go do boletim como um todo, já que não padronizamos as O processo de produção desta primeira edição deu mui- linguagens dos textos, mas abrimos os ouvidos aos sotaques to trabalho e muito prazer para quem se envolveu bem de Qual a abrangência territorial dos CEs no estado de São próprios de cada coletivo. Cada um fala de si, conversando perto. Formamos um “GT do Boletim” e utilizamos a lista de Paulo hoje? Localize no mapa o Coletivo Educador mais com os outros, buscando o diálogo que, esperamos, venha discussão virtual “ColetivosParceirosSP” para trocar arquivos, próximo e entre em contato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 fortalecer este movimento vivo, dinâmico, colorido. discutir livremente as idéias e tomar as decisões em grupo.... Ao criar um espaço para que os coletivos paulistas se co- Muita vontade, nenhum jornalista profissional, poucas reuni- nheçam e se percebam dentro do contexto estadual, provocan- ões presenciais, alguns interurbanos e muita, muita internet. do reflexão e discussão sobre suas caminhadas, com a troca de E para os próximos números já pintaram algumas informações e experiências, o boletim Fractais – Coleciona SP idéias... Agora convidamos outros grupos e outras cabeças Semíramis Biasoli relata sua experiência como enraiza- faz parte da perspectiva dos Coletivos Educadores mais anti- para participarem dos próximos números, reverem tudo que dora do DEA/MMA, contextualizando a formação dos gos, que já vêm buscando a dinâmica do trabalho em rede, que fizemos, criarem novos elementos e assim o Fractais poderá Coletivos Educadores, e o processo que vem rolando de acolhe, embala e protege através da co-operação, do aprendi- seguir descobrindo e desenhando seu caminho. 2005 até hoje. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
  • 2. Trajetórias... Escrever contando um pouco da trajetória como enraizado- Com o edital do FNMA 05/2005, lançado em outubro de de pessoas que sonham, acreditam neste sonho, arregaçamra do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do 2005, alguns grupos de São Paulo que já vinham se articulan- as mangas e partem para a construção deste sonho possível,Meio Ambiente (DEA/MMA) no estado de São Paulo, nesta 1ª do na perspectiva do ProFEA, acabaram por virem seus pro- convergindo seus esforços e saindo destes espaços coletivosedição do Boletim “Fractais – COLECIONA São Paulo” é difícil.... jetos contemplados e apoiados pelo Fundo Nacional do Meio mais fortes, reenergizados, e com maiores e melhores possi-Difícil porque ao escrevermos estamos nos expondo, nos mos- Ambiente (temos 06 projetos aprovados em São Paulo) – nes- bilidades de atuação. Ao se tornar um movimento contínuo,trando e é preciso, então, estar em paz com o ato de escrever ta primeira edição do boletim temos relatos destes “irmãos amplia-se a base territorial de atuação destes coletivos que– ou fazer as pazes com o ato de escrever – e se mostrar! Fa- mais velhos”. A caminhada continuou e novos grupos foram estão sempre abertos a novas e renovadas Instituições, gruposrei então do meu jeito, assim como todos vocês – coletivos e nascendo; uma nova demanda por parte da DEA – Chamada e pessoas, que trazem seu repertório pessoal e institucional depessoas – fizeram dos seus jeitos. Este é meu texto que tento Pública para constituição de Coletivos Educadores MMA/DEA habilidades, conhecimentos, e também de fragilidades e de-escrever, acionando esta criatividade em mim - criatividade 001/2006 – é lançada e, desta vez, temos 13 novos projetos safios, para a efetiva troca com a conseqüente potencializaçãonecessária para as mudanças que queremos. Se queremos mu- contemplados no estado – nossos”irmãos mais novos” com das ações de todas e todos.dar nossa qualidade de vida, nossas relações humanas, nosso muita coragem estão aqui se mostrando, se apresentando aos O grande desafio dos Coletivos Educadores é: como che-MEIO AMBIENTE, precisamos ter criatividade e coragem PARA demais, contando um pouco de como também estão cons- garemos às pessoas de nosso território – em cada uma dasMUDAR!!!! Vejo nos Coletivos Educadores (CEs) esse “lócus”, truindo seus caminhos ao caminhar. pessoas de nossa base territorial, despertando-as para as mu-este espaço de construção coletiva das mudanças necessárias. A constituição de Coletivos Educadores em várias partes danças? Como “desacomodar” cada um de nós dos saberes e O caminho fazemos ao caminhar... Assim, trouxemos a do território continua acontecendo, novos coletivos vêm agre- fazeres comuns que nos mantêm rendidos ao padrão de vidaproposta de Formação de Educadores e Educadoras Ambien- gando as diversas iniciativas dos grupos, instituições e pessoas individual, egocêntrico tão enraizado na natureza humana?tais Populares – o ProFEA e a Política de Coletivos Educadores destes territórios, que trazem seus acúmulos de trabalho, de Como equilibrarmos nosso padrão de consumo, se a todopara o estado de São Paulo. Em dezembro de 2004 aconteceu luta pelo Meio ambiente e pela melhoria da qualidade de vida tempo somos bombardeados pelo “carro novo”, pela roupanossa primeira reunião, aqui no estado, na cidade de Campi- das pessoas. nova, pelo brinquedo novo? Como valorizar e revisitar objetos,nas, para a qual convidamos inicialmente alguns poucos edu- Mas afinal, o que são Coletivos Educadores? A meu ver, lugares, sabores, amores...cadores e educadoras. O desafio de construir juntos a proposta Coletivos Educadores são pontos de convergência de ações e Estamos falando de Educação Ambiental, então estamosfoi prontamente aceito, e nos dias 31 de março e 01 de abril falando de respeito à comunidade de vida, estamos falando dede 2005, no município de Indaiatuba, apresentamos o Progra- ações solidárias - solidárias aos ecossistemas planetários – nama de Formção de Educadores(as) Ambientais da DEA/MMA medida em que exageramos nas necessidades individuais e fami-(ProFEA), com a presença de vários outros parceiros(as) de liares, estamos contribuindo para o desequilíbrio de nossa casa.diferentes regiões do estado. Várias sementes foram lançadas Qual a medida da felicidade de cada um? Como estimularneste dia e, desde então, vários caminhos e histórias foram este questionamento, fazendo com que todos nós pensemosacontecendo... Alguns partiram para o franco diálogo de seus e assumamos criticamente nossa participação na cadeia datrabalhos com o ProFEA e viram neste diálogo os grupos se vida? Como ensinar aos nossos filhos a buscarem suas felicida-constituindo e descobrindo suas identidades, enquanto Cole- des sim, mas respeitando as diferenças e se responsabilizandotivos Educadores. pela sua parte sem JAMAIS esquecer do todo? Primeiro encontro geral do Cescar
  • 3. Penso que nós PAPs, pessoas que estamos aprendendo cipação é a chave para a transformação - e se esta transforma-participando, temos dialogado bastante com boas práticas só- ção se dá para a melhoria da qualidade de vida das pessoas ecio-educacionais que vêm se encontrando “dentro” dos Coleti- do meio ambiente - estamos falando de um processo de for-vos Educadores, na direção destas transformações individuais mação em Educação Ambiental.e coletivas necessárias. Outro processo educacional a ser implementado pelas Agora, cabe aos Coletivos Educadores abrir caminhos e instituições, pessoas e grupos dos Coletivos Educadores compermanentemente articular Projetos e Programas construindo o intuito de se chegar à totalidade da base territorial de formaefetivamente uma Política Pública – de estado e da sociedade permanente, é transformando espaços existentes e criando– de Educação Ambiental. novos espaços, em espaços educadores – estruturas educado- Atividades com alunos da 2ª. edição do Projeto de Educação e Conservação Quando o ProFEA propõe aos CEs o desafio de imple- ras - através de “atividades” e exemplos que mexam com as Ambiental Chão Verde Terra Firme (Coletivo Juquery-Cantareira).mentar quatro processos educacionais que se complementam pessoas, que as emocionem, valorizando a história, a cultura,– ele quer dizer que a educação para ser transformadora, com os saberes populares, estimulando que conheçam os lugaresa totalidade não pode estar restrita à formação através de onde vivem, e aproveitem os seus espaços de convivência para os processos de aprendizagem que vêm acontecendo em cada“cursos” presenciais ou à distância. Esses processos de forma- refletirem sobre sua participação na cadeia da vida. parte do estado, nos permitindo sentir a particularidade deção são essenciais, mas sozinhos não dão conta de atingir a E a outra ferramenta essencial é a comunicação - mas não cada região – aqui, sim, temos uma grande riqueza.totalidade das pessoas e nem de acessar permanentemente e a comunicação que apenas informa – também importante, Ao recebermos os materiais de cada Coletivo, pudemoscontinuadamente todas as pessoas. mas a comunicação que transforma, na medida em que é feita ir materializando esta primeira edição e sentindo na pele a Temos então três outros processos formadores que si- COM as pessoas e não PARA as pessoas. É a educomunicação potencialização de um trabalho feito a várias mãos... e agoramultaneamente e complementarmente, podem dar conta do que planeja junto o uso das diversas linguagens da comunica- nada melhor do que ler um pouco daquilo que outras mãossonho de transformação de cada um e cada uma de nós. ção com os grupos beneficiados. escreveram para a primeira edição do Fractais – COLECIONA A formação que se dá através dos diversos Conselhos, Bem, mas para cumprir estes desafios todos postos aos São Paulo.Colegiados e Fóruns, demonstra que a própria essência de fun- Coletivos Educadores, uma grande ferramenta é nos conhecer-cionamento coletivo, a própria estrutura de funcionamento mos, conhecermos as iniciativas de cada um, vermos as ne- Semíramis Biasolidestes espaços, tem o potencial de educar – na medida em cessidades e benefícios da troca, e este BOLETIM pode ser umque são espaços que só existem e cumprem seu papel com a facilitador - a grande riqueza dele é a sua própria construçãoparticipação de seus integrantes, e considerando que a parti- – quando cada um dos Coletivos se dispôs a sentar e registrar
  • 4. Quem é o educador ambiental popular? que eu existo? Pra onde que eu quero caminhar e quais são os cador e da educadora ambiental, para a missão de fazer um desafios que estão colocados pra mim? Pra minha gente?(...) processo educador enraizado. Trabalhando com a totalida- de dos indivíduos de uma determinada base populacional e Quem é este educador, esta educadora ambiental? promovendo sinergia de processos formativos diversos, para que eles permitam que esta totalidade da base populacional Marcos - O educador, a educadora é todo e qualquer cidadão/ – onde o educador está – seja educada ambientalmente, de cidadã, toda e qualquer pessoa que se coloque tal desafio, que forma permanente e continuada. Ou seja, não sofra com a mu- se perceba enquanto agente de transformação social, que se dança de governo, com a mudança da direção de instituições e perceba enquanto editor de uma nova realidade, de um novo não se limite a ações pontuais e fragmentadas. mundo, de um novo ser humano. A pessoa quando compreen-Da esquerda para a direita, Marcos Sorrentino (DEA/MMA), Heloisa­Cinquetti, Amadeu Logarezzi, Haydée T. de Oliveira (professores da UFSCar) de que a vida é obra e arte de cada um, (...) sem ingenuidade Nós só conseguiremos enfrentar o estado de degradação dos de perceber que existem inúmeros fatores que condicionam humanos (social, cultural, econômica), só conseguiremos en-Marcos Sorrentino é diretor do Departamento de Educação esta construção, que limitam as possibilidades que nós temos frentar o estado de degradação do meio ambiente – que vaiAmbiental do Ministério do Meio Ambiente. Atua no movi- para tal construção; mas com esperança e tenacidade, com desde a erosão até a diminuição da fertilidade, a proliferaçãomento ambientalista desde a década de 70, seja na prática perseverança pra enfrentar esta dificuldade, no sentido de dos cânceres e as mudanças climáticas – se nós tivermos con-acadêmica, seja participando de associações, conselhos e re- construir a própria utopia e a utopia coletiva. juntos de pessoas e instituições que coloquem esse desafio dedes, e tem contribuído enormemente para a elaboração, de- forma coordenada, que coloquem a intervenção para supe-senvolvimento, articulação e fortalecimento da EA no Brasil. Como os Coletivos Educadores (CEs) podem contribuir na ração destes problemas de forma sincronizada, coordenada, formação e na atuação destes educadores e educadoras? cooperativa, solidária.O que você considera fundamental na formação do educa-dor e da educadora ambiental? Marcos - Os coletivos são momentos de encontros de trajetó- Então a gente fala de identidade de CE, mas na verdade cada rias peculiares, (...) pessoas que vêm de historias de vida mui- coletivo educador tem sua própria identidade, e a identidadeMarcos - Fundamental na formação do educador e da educa- to distintas ou semelhantes, mas que em certo momento se coletiva dele vai se dar pelo colorido que cada um vai ofertardora ambiental é a iniciativa, a criatividade, a capacidade de encontram no espaço – do meu ponto de vista sagrado – do para essa rede de coletivos educadores.construir alternativas, soluções no enfrentamento dos proble- diálogo, da troca, da enunciação de sonhos, de utopias, no es-mas e na materialização dos sonhos. paço da construção de alternativas para superação de proble- mas na direção destes sonhos. Entrevista extraída do CD encarte do Livro “Encontros eFundamental na formação do EA é o aprendizado do diálogo, é Caminhos – Formação de Educadores Ambientais e Cole-o aprendizado do ouvir e do falar, o aprendizado da identidade Os CEs ao criarem condições para estes encontros (...) eles em- tivos Educadores” (disponível no site www.mma.gov.br).e da alteridade, do eu sou eu, você é você e vejo flores em você. poderam os indivíduos, eles contribuem para que os indivídu- os se debrucem sobre esta tarefa de construção de uma socie-Fundamental na formação do Educador Ambiental é a capa- dade alternativa ou condizente com os ideais deste grupo.cidade de organização, de estimular a organização, de con-vidar as pessoas com as quais a gente convive para pensar o O Coletivo Educador, mais que um ajuntamento de pessoas eambiente onde nós estamos, para pensar nas relações sociais, instituições, é uma aproximação de olhares, uma troca, umpara ter um olhar crítico sobre a própria realidade, para fazer intercâmbio das distintas perspectivas que existem, para aeste mergulho em si próprio se perguntando: Quem eu sou? Por transformação daquela realidade, para a construção do edu-
  • 5. O educador ambiental popular Falando a lingua do PAP Aqui no esta sempre ensinando e aprendendo. Ha termos que sao importantes conhecer. Posso te ajudar? Fractais Coleciona/SP, vamos bater um papinho Calma la. Acho que voce tem sobre a PNEA, o PPP, a Que “PAP” e esse? razao. Vamos la... CGEA... Vamos Ola, pessoal! esclarecer essas siglas todas primeiro. PNEA e a sigla para Politica Nacional de Educacao Ambiental, definida pela Lei N. 9.795/99. Esta e a Lei que define e da as diretrizes para a Educacao Ambiental no Brasil, alem de criar o orgao Gestor da PNEA. PROFEA e o Programa Nacional de Formacao de Educadores Ambientais, o documento do DEA/MMA Orgao Gestor da PNEA: DEA/MMA e o Departamento de Educacao Ambiental do dialoga com os coletivos educadores o que e PPP e a sigla para Projeto Político Pedagogico. O PPP e é Ministerio do Meio Ambiente. Foi criado em 1999 e e importante (necessario para) na nossa formacao responsavel por estimular a ampliacao e aprofunda- (formacao dos educadores ambientais populares). quem define a proposta educacional, os conceitos, a mento da Educacao Ambiental em todos filosofia de trabalho e política que nosso Coletivo os municipios do pais, desenvol- Educador adotou para o projeto de formacao dos vendo acoes a partir das Educadores Ambientais Populares. diretrizes da PNEA. Formado pelo DEA/MMA e a CGEA/MEC, é responsavel por CGEA/MEC e a Coordenacao-Geral Ele e construido de forma coordenar a de Educacao Ambiental do Ministerio da participativa, e deve levar em PNEA, Educacao. Desenvolve acoes para fortalecer consideracao o sonho de futuro e o definindo como ela seraá a PNEA, para apoiar projetos e formar contexto atual da realidade da regiao implantada no pais, supervisionando continuamente professores em Educacao onde esta o Coletivo Educador para programas e projetos em Educacao Ambiental e para ampliar o debate sobre estabelecer as suas acoes Ambiental e negociando Educacao Ambiental no ensino educacionais. financiamentos para eles. superior.PAP : Esta sigla tem dois significados. Pode ser a metodologia de pesquisa Cardapio/Item de aprendizagem - sao alternativas para as Ufa!participativa utilizada pelos coletivos educadores, chamada Pesquisa-Acao grades e disciplinas tradicionais, adotadas pelos coletivos Quanto termoParticipante. Mas tambem pode ser o nome dado as pessoas e instituicoes educadores na formacao dos Educadores Ambientais novo, ne?envolvidas nos coletivos educadores e que utilizam a Populares e cada educador escolhe os itens que quermetodologia PAP, as Pessoas que Aprendem oferecer a degustar.Participando. Pois e, agora vamos aproveitar a leitura. Boa viagem!
  • 6. Abrangência dos coletivos educadores no Estado de São Paulo (Julho de 2007)
  • 7. O Coletivo Mantiqueira leva a serio a questao da agua... mas tambem, os municipios que o coletivo reune sao importantes no abasteci- mento de tres sub-bacias: as do rio Piracicaba, Capivari e Jundiai! O Projeto Político Pedagógico está em fase de encerra- As Instituições de Ensino Superior parceiras do Coletivo mento de discussões. Após a consolidação dos PAP2 através da Educador Mantiqueira Sustentável irão certificar o curso na Oficina de Constituição realizada no dia 29 de março de 2007, modalidade extensão. foram formados três grupos de trabalho: O GT de Formação, o O Curso de Formação PAP3 será dividido em aulas presen- GT de Planejamento e o GT de Comunicação. Durante o pro- ciais, educação à distância, estudo em biblioteca e videoteca cesso, foi trabalhada a formação dos integrantes do coletivo virtuais,
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