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Boletim Informativo 3 e

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PPEETT IMAGEM I DIAGNÓSSTTI ICOSS VEETTEERI INÁRRI IOSS NOVAA TTABBEELLA EE NNOVVOSS EEXXAAMEESS Já encaminhamos a todos os médicos veterinários nossa nova tabela de serviços e preços que estará vigente
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PPEETT IMAGEM I DIAGNÓSSTTI ICOSS VEETTEERI INÁRRI IOSS NOVAA TTABBEELLA EE NNOVVOSS EEXXAAMEESS Já encaminhamos a todos os médicos veterinários nossa nova tabela de serviços e preços que estará vigente a partir de 01/01/2010. Para maior comodidade e facilidade fizemos algumas modificações. Caso você necessite de algum exame que não conste nesta tabela, entre em contato conosco,pois contamos com parcerias de laboratórios de referência e com certeza poderemos atendê-lo. Estamos sempre buscando mais opções de diagnóstico. MATTÉÉ RRI IIAA TTÉÉCNNI ICA DDO MÊÊSS Dra. Danielle Murad Tullio Membro do Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária TRANSFUSÃO DE SANGUE OU DE HEMOCOMPONENTES PARTE II SANGUE TOTAL É indicado para reposição de células sanguíneas capazes de transportar o oxigênio mantendo a viabilidade dos tecidos. Tratamento de anemias por perda de grande quantidade de sangue 30 % do total de sangue, ou seja, 30 ml/kg no cão e 20 ml/kg no gato Agudas: trauma, cirurgia, anemias hemolíticas, intoxicação por dicumarínicos, ruturas de tumores, etc. Crônicas: parasitismo interno e externo, patologias da medula óssea, insuficiências renais, anemias auto-imunes crônicas, etc. De uma forma geral está indicado quando: Ht % em cães e % em gatos PT superior sem resposta à fluidoterapia com cristalóides ou colóides. Ht 35 % nos cães ou 25 % nos gatos, juntamente com sinais clínicos prostração, anorexia, fraqueza, taquicardia e/ou taquipneia. Tratamento de leucemias linfóides (efeito anti-neoplásico) Sangue FRESCO é preferível em relação ao refrigerado quando há: Hemorragias ativas graves associadas à coagulopatias ou inflamações severas; Coagulação intravascular disseminada (CID); Síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS); Trombocitopenia, trombocitopatia; Hemofilia; Doença de Von Willebrand; Problemas financeiros que permitam apenas uma transfusão; Conteúdo do sangue total Eritrócitos, leucócitos, plaquetas (viáveis apenas até 24 horas após a colheita) e fatores de coagulação (os fatores termolábeis apenas são viáveis até 24 horas após a colheita). Armazenamento Permanecendo à temperatura ambiente mais de 30 minutos, deverá ser usado nas 6 horas seguintes ou voltar a ser refrigerado, tendo uma validade de 24 horas. Volume por unidade Cão: 450 ml (+/-10%) Gato: 45 ml (+/-10%) Administração O sangue inteiro canino apenas deverá ser usado em cães e o felino apenas em gatos. A via endovenosa deverá ser colocada no máximo até 24 horas antes da transfusão; se não for o caso, deve-se colocar novo cateter. Deverá usar-se um sistema de administração com filtro e um cateter de G. O sangue inteiro refrigerado deverá ser aquecido de modo a evitar hipotermia e arritmias; coloque em banho-maria à temperatura de ºC durante minutos; não deixe superaquecer visto poder ocorrer hemólise a partir de 37 ºC. O Ht deverá ser analisado antes, imediatamente depois e após 24 horas da transfusão (avaliar a resposta do receptor). Cálculo do volume a transfundir: Regra geral: 20 ml/kg de sangue inteiro aumenta o Ht em 10 % O Ht desejado é geralmente + 10 % do que o Ht atual do receptor; de uma forma geral deverá ser de % nos cães e % nos gatos. O volume total transfundido não deverá exceder 22 ml/kg/dia em pacientes normovolêmicos. Volumes superiores poderão induzir tetanias por hipocalcemias e estados de hipocoagulação. Velocidade de administração: Nos primeiros minutos a velocidade deverá ser lenta, 0,25 ml/kg/h, de modo a avaliar possíveis reações sanguíneas. Em choque hipovolêmico por hemorragias agudas não se deverá realizar esta taxa inicial mais baixa. Em animais normovolêmicos a velocidade deverá ser de 5-10 ml/kg/h durante 2-4 horas. Em animais hipovolêmicos por hemorragia poderão usar-se velocidades até 22ml/kg/h. No entanto, poderão surgir arritmias, sendo aconselhável a monitorização através de ECG. Poderão ocorrer, também, hipocalcemias, devendo avaliar-se os valores séricos de cálcio, se notamos tetanias. Em animais com risco de desenvolver hipervolemia (insuficiência cardíaca, insuficiência renal, anemia hemolítica ou não regenerativa) a taxa deverá ser de 1-4 ml/kg/h, iniciando-se com a taxa mais baixa e aumentando gradualmente, no caso de haver ausência de reações (tetanias, taquipneia, dispnéia, distensão das veias jugulares). Em casos de hemorragias ativas por deficiência nos fatores da coagulação, deverá ser administrado sangue inteiro a 6-10 ml/kg, BID-TID, 3-5 dias ou até controle da hemorragia. A via de eleição na administração do sangue é a via intravenosa. Em animais muito jovens ou com comprometimento circulatório poderá usar-se a via intramedular (80-95% das células em circulação após 5 minutos); deverá introduzir uma agulha 18-20G ou uma agulha de aspiração de medula óssea na fossa trocantérica do fêmur ou no grande tubérculo do úmero. Poderá também ser usada a via intraperitoneal (50% do sangue entra em circulação após 24 horas e 70% após horas; estas células sanguíneas transfundidas têm um tempo de vida mais curto). Precauções / Contra-indicações Apesar do sangue distribuído ser testado para a presença do Ag DEA 1.1, aconselha-se a realização dos testes de crossmatching maior e menor. Não se deverá transfundir simultaneamente lactato de ringer (na mesma via ou outra via parenteral). O fluido mais seguro é NaCl 0,9 %; no caso de se utilizarem soluções aditivas nas bolsas de sangue, não há necessidade da infusão simultânea deste fluido. Deverão ser usados sistemas de infusão com filtro; existem, também, pequenos filtros que se poderão adaptar a seringas para administração de volumes inferiores (p. ex. em gatos). Apesar da tipificação sanguínea e do crossmatching realizado, poderão ocorrer reações não imuno-mediadas. Esteja igualmente atento e monitorize o animal com regularidade. Deverá realizar-se uma lavagem (flushing) dos cateteres com solução de NaCl antes e depois da transfusão. Não administre medicação parenteral na mesma via usada na transfusão. Deverá misturar gentilmente o conteúdo de cada saco de sangue antes de iniciar a transfusão. Deverá rejeitar qualquer saco de sangue danificado, com coágulos visíveis ou descoloração por hemólise CONCENTRADO DE ERITRÓCITOS Indicações Indicado para reposição de células sanguíneas capazes de transportar oxigênio e, assim, manter a viabilidade dos tecidos. Sendo principalmente no tratamento de anemias normovolêmicas, sejam agudas ou crônicas, sempre que não se exige um aumento da pressão oncótica. Poderá, também, usar-se em anemias hemorrágicas agudas, quando combinado com plasma, soluções colóides sintéticas ou soluções cristalóides. Anemias hemolíticas hemoparasitas, tóxicos, fármacos, AHIM Anemias por hemorragia sem perda de grande quantidade de sangue. Anemias não regenerativas. Cirurgias correção prévia da anemia ou quando se prevê grande perda de sangue Patologias da medula óssea. Durante ou após ressuscitações, permitindo aumentar a capacidade de oxigenação. De uma forma geral, está indicado quando: Ht % em cães e % em gatos. Ht 35 % nos cães ou 25 % nos gatos sem resposta à fluidoterapia com cristalóides ou colóides. Ht 35 % nos cães ou 25 % nos gatos, juntamente com sinais clínicos: prostração, anorexia, fraqueza, taquicardia e/ou taquipneia. Vantagens sobre o sangue inteiro: Conteúdo Evita a sobrecarga de volume em pacientes que não necessitam de proteínas ou fatores de coagulação. Evita os riscos de reações imunológicas contra as proteínas plasmáticas. Ao administrarmos apenas eritrócitos, mantemos os estoques de plasma que poderão ser necessários para outros pacientes. Eritrócitos, leucócitos, plaquetas não viáveis e um pequeno volume de plasma. Armazenamento Citrato fosfato dextrose acetato 1 (CPDA - 1): cão e gato 21 dias, 2-6º C (nunca congelar) Solução aditiva (AS-3 ou Nutricel): cão 5 a 6 semanas; gato 6 semanas, 2-6 ºC Se permanecer à temperatura ambiente mais de 30 minutos, deverá ser usado nas 6 horas seguintes ou voltar a ser refrigerado, tendo uma validade de 24 horas. Volume por unidade: Cão: 250ml (+/-20%) Gato: 25ml (+/-20%) Administração Concentrado de eritrócitos canino apenas deverá ser usado em cães e o felino apenas em gatos. A via endovenosa usada deverá ser colocada no máximo até 24 horas antes da transfusão; se não for o caso, colocar novo cateter. Deverá usar-se um sistema de administração com filtro e cateter de G. Regra geral O concentrado de eritrócitos refrigerado deverá ser aquecido de modo a evitar hipotermia ou arritmias; coloque em banho-maria à temperatura de ºC durante minutos; não deixe superaquecer visto poder ocorrer hemólise a partir de 37 ºC. O hematócrito deverá ser analisado antes, imediatamente depois e após 24 horas da transfusão (avaliar a resposta do receptor). Cálculo do volume a transfundir: ml/kg de concentrado de eritrócitos aumenta o Ht em 10 %. Fórmula Volume de administração (ml) = Peso x 88 (cão) x (Ht desejado Ht do paciente) 66 (gato) Ht do doador O Ht desejado é geralmente + 10 % do que o Ht atual do receptor; de uma forma geral, deverá ser de % nos cães e % nos gatos. O volume total transfundido deverá situar-se entre ml/kg/dia, não devendo nunca exceder este volume em pacientes normovolêmicos. Volumes superiores poderão induzir tetanias por hipocalcemias e estados de hipocoagulação. Velocidade de administração: Nos primeiros minutos a velocidade deverá ser lenta, 0,25 ml/kg/h, de modo a avaliar possíveis reações sanguíneas. Em choque hipovolêmico por hemorragias agudas não se deverá realizar esta taxa inicial mais baixa. Em animais normovolêmicos a velocidade deverá ser de 5-10 ml/kg/h durante no máximo 4 horas. Em animais hipovolêmicos por hemorragia poderão usar-se velocidades até 22 ml/kg/h. No entanto, poderão surgir arritmias, sendo aconselhável a monitorização através de ECG. Poderão ocorrer, também, hipocalcemias, devendo avaliar-se os valores séricos de cálcio se notamos tetanias. Em animais com risco de desenvolver hipervolemia (insuficiência cardíaca, insuficiência renal, anemia hemolítica ou não regenerativa) a taxa deverá ser de 1-4 ml/kg/h, iniciando-se com a taxa mais baixa e aumentando gradualmente no caso de haver ausência de reações (tetanias, taquipneia, dispnéia, distensão das veias jugulares). Em casos de hemorragias ativas por deficiência nos fatores da coagulação, deverá ser administrado sangue inteiro a 6-10 ml/kg, BID-TID, 3-5 dias ou até controle da hemorragia. A via de eleição na administração do sangue é a via intravenosa. Em animais muito jovens ou com comprometimento circulatório poderá usar-se a via intramedular (80-95 % das células em circulação após 5 minutos); deverá introduzir uma agulha G ou uma agulha de aspiração de medula óssea na fossa trocantérica do fêmur ou no grande tubérculo do úmero. Poderá também ser usada a via intraperitoneal (50 % do sangue entra em circulação após 24 horas e 70 % após horas; estas células sanguíneas transfundidas têm um tempo de vida mais curto). Precauções / Contra-indicações: Apesar do sangue distribuído ser testado para a presença do Ag DEA 1.1, aconselha-se a realização dos testes de crossmatching maior e menor. Não se deverá transfundir simultaneamente lactato de ringer (na mesma via ou outra via parenteral). O fluido mais seguro será NaCl 0,9 %, mas apenas deve ser usado para fluidificar o concentrado de eritrócitos a infundir. No caso de se utilizarem soluções aditivas nas bolsas de sangue, não há necessidade de infusão simultânea de NaCl. Deverão ser usados sistemas de infusão com filtro; existem, também, pequenos filtros que se poderão adaptar a seringas para administrações de volumes inferiores (p. ex. em gatos). Apesar da tipificação sanguínea e do crossmatching realizado, poderão ocorrer reações adversas ou hipervolemia. Esteja igualmente atento e monitorize o animal com regularidade. Deverá realizar-se uma lavagem (flushing) dos cateteres com solução de NaCl antes e depois da transfusão. Não administre medicação parenteral na mesma via usada na transfusão. Deverá misturar gentilmente o conteúdo de cada saco de sangue antes de iniciar a transfusão. Deverá rejeitar qualquer saco de sangue danificado, com coágulos visíveis ou descoloração por hemólise SORO CONGELADO Déficit de proteínas plasmáticas bem como de fatores de coagulação termoestáveis e imunoglobulinas (imunidade passiva). Sépsis Processos inflamatórios severos com libertação de grande quantidade de citoquinas, necessitando de alfa-macroglobulinas, várias anti-citoquinas, anti-proteases e fibronectina. Pancreatite Peritonite CID Trauma severo Neoplasia Cirurgia agressiva Hipoalbuminemias ( 1,5 g/dl) agudas e crônicas: apenas para reposição parcial da albumina e conseqüente aumento da pressão oncótica. O plasma congelado é especialmente indicado nos casos de complicações graves, resultantes da diminuição da pressão oncótica, tal como efusões pleurais ou edema pulmonar. Nos casos de hipoalbuminemias secundárias a afecções crônicas do fígado, rins ou intestinos, é impossível repor totalmente as proteínas plasmáticas através da transfusão de plasma. São necessários 45 ml/kg de plasma para elevar a albumina em 1 g/dl; como tal, são necessárias grandes quantidades de plasma no tratamento de hipoproteinemias. Nestes casos, está indicado o uso concomitante de colóides sintéticos. Parvovirose (reposição de imunidade passiva e aumento da pressão oncótica). Panleucopenia. Intoxicação por rodenticidas ou warfarina (o plasma congelado contém os fatores termoestáveis dependentes da vit. K - II, VII, IX, X) Hemofilia B (deficiência em fator IX). Profilaxia em cirurgia de pacientes com deficiências adquiridas ou hereditárias dos fatores de coagulação. Pacientes sob anestesia com risco de hipotensão ou alteração da ligação dos fármacos com as proteínas. Hipoglobulinemia neonatal. Reposição de colostro nos neonatos. Ressuscitações com TS 4 g/dl ou quando não conseguimos manter as pressões arteriais normais apenas com cristalóides. Os benefícios do plasma fresco congelado são temporários, necessitando sempre de tratamento específico da patologia e de tratamento de suporte. Conteúdo Proteínas sanguíneas (albumina e globulinas) e todos os fatores de coagulação, exceto os termolábeis (V e VIII); poderá conter fragmentos de eritrócitos. Armazenamento 5 anos a -20 ºC; 42 dias a 2-6 ºC Volume por unidade Cão: 250ml (+/-20%) Gato: 25ml (+/-20%) Administração O plasma congelado canino apenas deverá ser usado em cães e o felino apenas em gatos. A via endovenosa usada deverá ser colocada no máximo até 24 horas antes da transfusão; se não for o caso, deveremos colocar novo cateter. Deverá usar-se um sistema de administração com filtro e cateter de G. Antes de descongelar deveremos colocar o saco de plasma congelado dentro de um saco de plástico resistente. Depois de bem fechado, mergulhamos em água quente. O plasma congelado deverá ser descongelado em banho-maria dentro de um saco protetor, à temperatura de ºC durante minutos, com agitação esporádica do saco; não deixe superaquecer visto poder ocorrer coagulação e desnaturação de algumas proteínas a partir de 37 ºC. Evite descongelar no microondas, visto haver o risco de superaquecimento e descongelação não uniforme. Administrar através de um sistema com filtro incorporado. O volume a transfundir deverá ser de 5-10 ml/kg, podendo ir até 20 ml/kg em deficiências severas de fatores da coagulação. As transfusões deverão ser de 24 em 24 horas até 1-2x/semana, dependendo da necessidade. Para aumentar a albumina sérica em 5 g/l deveremos administrar 22,5 ml/kg de plasma. Fórmula de cálculo do volume necessário para repor a albumina: Volume de plasma (ml) = Peso do receptor x 4,5 x (Alb desejada Alb atual g/l) (assume-se um vol. de plasma de 4,5 % do peso vivo, uma concentração de Alb. 25 g/l e que 40 % da Alb. está no plasma) Para reposição dos fatores de coagulação (p. ex. intoxicação por dicumarínicos) a dose deverá ser de ml/kg. Objetivo: parar as hemorragias ou elevar os níveis de albumina até 2 g/dl. Velocidade de administração A velocidade de administração é semelhante à usada em transfusões de sangue inteiro, devendo a transfusão durar 1-4 horas. Nos casos de insuficiência cardíaca ou renal não deverá ultrapassar-se a velocidade de 4 ml/kg/h. A via preferida de administração do sangue é a via intravenosa; alternativamente em animais muito jovens ou com comprometimento circulatório, poderá usar-se a via intraperitoneal. No entanto, o tempo até entrar em circulação é muito superior 70 % das células entram em circulação até 48 horas depois; estas células têm um tempo de vida mais curto. Precauções / Contra-indicações O plasma congelado poderá apresentar uma pequena quantidade de eritrócitos fragmentados com potencial antigênico. Como tal, é igualmente aconselhável a tipificação sanguínea e monitorização de reações adversas. Não se deverá transfundir simultaneamente lactato de ringer (na mesma via ou outra via parenteral). O fluido mais seguro será NaCl 0,9 %; no caso de se utilizarem soluções aditivas nas bolsas de sangue, não há necessidade de infusão simultânea destes fluidos. Deverão ser usados sistemas de infusão com filtro; existem, também, pequenos filtros que se poderão adaptar a seringas para administrações de volumes inferiores (p. ex. em gatos). Apesar da tipificação sanguínea e do crossmatching realizado, poderão ocorrer reações adversas ou supervolemia. Se alguma reação ocorrer, pare de imediato a transfusão e inicie tratamento de imediato. Não administre medicação parenteral na mesma via usada na transfusão. Idealmente deverá realizar-se uma lavagem flushing dos catéteres com solução de NaCl antes e depois da transfusão. Deverá misturar gentilmente o conteúdo de cada saco de sangue antes de iniciar a transfusão. Deverá rejeitar qualquer saco de sangue danificado, com coágulos visíveis ou descoloração por hemólise. CONCENTRADO DE PLAQUETAS (CP) Indicado no tratamento de trombocitopenia ou trombocitopatia (alteração na função plaquetária). Existem duas indicações para a transfusão de CP: terapêutica e profilática. A transfusão terapêutica é indicada em trombocitopenia plaquetas/ml acompanhado de sinais e sintomas de sangramento ativo como petéquias, sufusões, hematoquesia, hematoemese, epistaxe. A transfusão profilática é indicada para prevenir a ocorrência de sangramentos durante procedimentos cirúrgicos sendo desejável pelo menos plaquetas/ml no pré operatório ou, ainda, em casos de trombocitopenia severa ( plaquetas/ml) em que há risco de hemorragia súbita. Utiliza-se a proporção de 1 CP para cada 10 Kg de peso vivo. O tempo de administração em torno de 1 hora. Monitorar a transfusão visando à ocorrência de reações transfusionais. Pode-se administrar difenidramina (0,5 mg/kg/sc NÃO ADMINISTRAR DE FORMA IV) ou dexametasona (0,5 a 1 mg/kg/sc) 15 minutos antes do início da transfusão desde que a utilização destas medicações não seja contraindicada baseada na enfermidade e condições clínicas de cada paciente.
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