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Boletim Informativo 9 e

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PPEETT IMGEEM I DIGNÓSSTTI ICOSS VEETTEERRI INÁRRI IOSS NNOVVI IIDDDDEE NNO LLBBORRTTÓRRI IIO CLLÍ ÍÍNNI IICO O HEMOGRM DE MONITORMENTO* será oferecido às clínicas conveniadas que já vinham utilizando
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PPEETT IMGEEM I DIGNÓSSTTI ICOSS VEETTEERRI INÁRRI IOSS NNOVVI IIDDDDEE NNO LLBBORRTTÓRRI IIO CLLÍ ÍÍNNI IICO O HEMOGRM DE MONITORMENTO* será oferecido às clínicas conveniadas que já vinham utilizando os serviços do PET IMGEM DIGNÓSTICOS VETERINÁRIOS e trata-se da realização, SEM CUSTO, de um segundo hemograma para monitorar a evolução do paciente e guiar a conduta do clínico. Novamente estamos inovando para contribuir com nossos parceiros de trabalho. *Exame válido para o período até 30 dias após o envio do primeiro hemograma pago. O HEMOGRM DE MONITORMENTO corresponde ao hemograma I de nossa tabela. Exames extras serão pagos. Ressaltamos aqui a necessidade de um hemograma de monitoramento, já que para melhor acompanhamento do paciente, a repetição do hemograma após um período de tempo é de grande importância para: valiar a progressão da doença e estabelecer o prognóstico; valiar a eficácia do tratamento companhar o resultado de uma cirurgia. O hemograma realizado antes e depois da cirurgia informa ao clínico/cirurgião sobre a necessidade de cuidados especializados ou se o paciente poderá ser liberado; Informação documentada ao proprietário: de posse do laudo, o médico veterinário poderá esclarecer o proprietário sobre as condições de saúde do paciente, alertando sobre o risco de óbito mesmo após tratamento clínico/cirúrgico. NNOVVOSS EE XXM EESS LL BBORR TTORRI III IISS abaixo: inda seguindo nossa missão estamos disponibilizando novos exames laboratoriais conforme c. Biliares c. Fólico c. Lático c. Úrico c. Valpróico denosina Deaminase ldolase mônia rsênico- sangue rsênico-urina Babesia anticorpos anti- (imunodifusão indireta) Brometo de Potássio Capacidade livre de combinação do Fe Capacidade total de combinação do Fe Células Lúpus Eritematoso (fenômeno LE) Colesterol HDL Colesterol LDL Colesterol VLDL Colinesterase Coproporfirinas, pesquisa de Coronavirus canino (microscopia eletrônica) Cultura + ntibiograma Cultura apenas Cultura anaeróbias Cultura de fezes Cultura de fungos Cultura de fungos + antifungigrama Cultura para BR (Bacilos Álcool-ácidos resistentes) Mycobacterium Cultura para Campylobacter D-Xilose Dehidrogenase Diazepan (Valium) Digitoxina Digoxina Dirofilariose (sorologia) Eletroforese de proteínas séricas (proteinograma) Eritropoietina Erliquia (ELIS) Erliquia (sorologia) Fator reumatóide (látex) FELV- Leucemia Viral Felina (ELIS) Fenobarbital FIV-Imunodeficiência Viral Felina (ELIS) Fosfatase àcida total Gastrina Glutation Peroxidase Helicobacter pylori Hemocultura Neospora caninum (Imunofluorescência Indireta) Panleucopenia Fel (nticorpos- Imunofluorescência Indireta) Panleucopenia Fel (ntígenos- Imunocromatografia) PIF Peritonite Infecciosa (microscopia eletrônica) PIF Peritonite Infecciosa Imunofluorescência) Toxoplasmose (Enzima-Imuno-Ensaio) Troponina I Uroporfirinas, pesquisa Vitamina Vitamina D3 Vitamina B12 TTEESSTTEE RRÁÁ PPI IIDDO PPRR CI IINNOMOSSEE partir do dia 04 de setembro o PET IMGEM DIGNÓSTICOS VETERINÁRIOS irá dispor de um teste rápido para o diagnóstico da CINOMOSE. O resultado do teste fica disponível em poucas horas, atendendo ao caráter de urgência que a Cinomose exige. O método utilizado é o imunoensaio cromatográfico que obtém 98,8% de sensibilidade e 97,7% de especificidade no diagnóstico da doença. Para sua realização podemos utilizar diversas amostras: soro, saliva, liquor e swab de conjuntiva, por exemplo. Todavia a amostra mais adequada irá variar de acordo com a fase da doença que o animal se encontra. Para um resultado seguro, recomenda-se que a colheita da amostra seja realizada no Pet Imagem ou entre em contato conosco para maiores detalhes. MTTÉÉRRI IISS TTÉÉCNNI IICSS DDO MÊÊSS Dra. Silvana Maris Cirio Médica Veterinária Patologista IMPORTÂNCI DO EXME HISTOPTOLÓGICO NO DIGNÓSTICO DO CNCER E NO PROGNÓSTICO DO PCIENTE O diagnóstico presuntivo se baseia na anamnese e no exame físico, sendo estes os elementos orientadores da indicação de todos os exames complementares. Conforme sua suspeita exames devem ser realizados a fim de confirmar seu diagnóstico e lhe dar subsídios para estabelecer o prognóstico de seu paciente. Na área da Oncologia, a solicitação dos exames complementares visa à avaliação da neoplasia primária, das funções orgânicas, a ocorrência simultânea de outras doenças, além da extensão da doença neoplásica. Uma importante função dos exames complementares que deve ser aqui colocado é a detecção de recidivas e controle da terapêutica, que se relaciona diretamente com o prognóstico do paciente. Exames laboratoriais, endoscópicos, radiológicos, e ultra-sonográficos constituem meios pelos quais se obtêm a avaliação anatômica e funcional do paciente, a avaliação do padrão tecidual da lesão e o comprometimento loco-regional e à distância. lguns tumores se caracterizam pela produção de substâncias, cuja dosagem é usada como meio diagnóstico, parâmetros de estadiamento, controle da terapêutica e como fator prognóstico. Essas substâncias são conhecidas como marcadores tumorais, usados mais rotineiramente na Medicina humana. Na Medicina Veterinária o exame histopatológico é o principal método de diagnóstico e confirmação da neoplasia e que permite a determinação da sua célula de origem. Vários tipos histológicos podem ser observados numa massa neoplásica, e esse conhecimento só é possível quando se avalia a peça cirúrgica em sua totalidade. Podem existir áreas onde as células possuem características benignas, enquanto áreas adjacentes podem apresentar características de malignidade, sendo estas que definem o diagnóstico histopatológico. o se encaminhar para a histopatologia apenas parte da massa neoplásica, muitas informações ficam omissas, algumas delas fundamentais para conduzir o tratamento e prognóstico. lém de diferentes origens, as células neoplásicas podem apresentar vários padrões de distribuição em uma mesma neoplasia. Demonstramos como exemplo o caso de uma peça cirúrgica de mama de uma cadela adulta, encaminhada para a confirmação de neoplasia: o nódulo tinha 2,4 cm de diâmetro e o diagnóstico foi de Tumor Misto Maligno. Na avaliação microscópica da superfície total de corte da peça, observou-se três origens diferentes de células, com cinco padrões de distribuição, além do normal da mama, como demonstram as Figuras 1 a 6. Também foi possível avaliar as margens cirúrgicas, com confirmação de invasão muscular na margem de profundidade. Cis C CP N FIG 1 N ácinos normais; CP padrão cístico-papilar; C cartilagens, Cis padrão cístico C FIG 2 C cartilagem ; padrão acinar Cis FIG 3 Cis padrão cístico ; padrão acinar S FIG 4 S padrão sólido ; padrão acinar CP FIG 5 CP padrão cístico-papilar ; padrão acinar M FIG 6 padrão acinar com invasão de músculo (M) Como o exame histopatológico nos indicará a contaminação das margens da lesão devemos sempre fazer a coleta cirúgica conforme os padrões da cirurgia oncológica, isto é, com uma margem de segurança lateral e profunda adequada para que não apresente contaminação, que indicará uma menor probabilidade de recidiva local. Com os avanços da Medicina Veterinária e a importância de nossos pacientes na vida das pessoas a Oncologia é uma área que está em nossa rotina diária e é nosso dever cada vez mais nos aprimorarmos para o bem-estar de nossos animais. Também aqui devemos colocar a importância da amostra adequada para a análise histopatológica com algumas dicas: BIÓPSI INCISIONL: remoção de uma parte da lesão por incisão, ou seja, somente um fragmento. Esta forma se aplica as lesões extensas ou de tamanho acentuado. Podemos utilizar para isto agulha ou punch. a. Biópsia por agulha: nesta técnica removemos um fragmento de tecido com alguns milímetros de comprimento e diâmetro, que correspondem à luz de uma agulha especial, como a Trucut ou tipo guilhotina que tem aproximadamente 2 mm de diâmetro e vários ajustes de profundidade. Esta técnica é indicada para tecidos internos, sem necessidade de cirurgia, como biopsias de fígado, rins, músculo e testículos. Dica especial: como a amostra é muito pequena devemos envolvê-la num pedaço de gaze antes de colocá-la no frasco com formol, assim o processamento histológico se fará da forma adequada. B. Biópsia por punch: nesta técnica retiramos amostras de lesões cutâneas, com aproximadamente 5 a 10 mm de diâmetro, fazendo com que se atinja o tecido subcutâneo, e muitas vezes nem é necessário suturar a ferida. Dica especial: a amostra colhida deve ser aderida a um pedaço de papel para que não se enrugue durante o processo de fixação, e para isto, coloca-se a face subcutânea da amostra em contato com o papel. BIÓPSI EXCISIONL: técnica cirúrgica onde toda a lesão é removida, sendo particularmente indicada para lesões com suspeita de neoplasia. Nesta técnica podemos enfatizar uma vantagem já que ao mesmo tempo em que se colhe o material a lesão é removida num todo. Dica especial; a amostra deve vir juntamente com uma margem de tecido sadio, ou visualmente limpo ao seu redor, indicando uma maior ou menor probabilidade de recidiva local, e sinalizando a necessidade de uma nova intervenção para a adequação do tecido ao redor da lesão. DICS GERIS: 1. Devemos coletar amostras de áreas com lesões mais recentes e áreas mais representativas, nunca coletar as áreas centrais e com maior destruição tecidual onde certamente teremos necrose tecidual assepsia do local deve ser feita somente após a realização da biopsia, já que isto pode causar alterações características de lesões ou omitir as causas das lesões. 2. Não devemos raspar ou comprimir a superfície da lesão mesmo que seja com os dedos. Cuidado também com as pinças a serem usadas: a pinça dente de rato é a melhor opção, pois não há necessidade de uma maior pressão no manuseio da amostra. 3. Para as biopsias de pele os pêlos não devem ser raspados, apenas cortados com tesoura. 4. Nunca colocar amostras em congelador, pois isto irá provocar artefatos durante a avaliação da arquitetura tecidual, mas caso seja congelada acidentalmente deixe-a descongelar e somente após colocar no formol. 5. condicionar as amostras o mais rápido possível em formol para que ela mantenha as características mais fieis da lesão, já que pode haver dessecação da amostra por qualquer fator (luz, calor, etc). 6. Caso seja realizada a colheita por necropsia sempre incluir todos os órgãos relacionados ao quadro clínico 7. Dê preferência ao uso do bisturi no lugar das tesouras, pois elas tendem a esmagar antes de cortar, mas cuidado com o bisturi elétrico, pois ao mesmo tempo em que ele o corta coagula uma vasta área adjacente próximo à lesão e isto danificará a análise. 8. No caso de colheita de fragmentos de tecido é indicado a sua abertura longitudinalmente sem que haja remoção do exsudato aderido à mucosa, ou seja, não limpe a mucosa nem com a tesoura. 9. No caso de colheita de amostras do encéfalo, seria o ideal se o órgão fosse fixado inteiro previamente, pois também será mais fácil a análise macroscópica, mas caso não seja possível coletar amostras de todas as porções anatômicas, não esquecendo de nenhum local, que pode ser imprescindível no diagnóstico de algumas lesões. 10. Não coletar amostras com mais de 1 cm de espessura, pois pode não haver a fixação adequada levando ao impedimento do diagnóstico. Também cabe aqui colocar que o volume do líquido fixador deve ser pelo menos 10 vezes o volume da amostra. Cuidado com amostras muito grande para o recipiente, evitando que a amostra seja comprimida para entrar no recipiente, pois após a fixação não poderá ser retirado. 12. Por último identificar cada frasco com as seguintes informações: nome do paciente, espécie, raça, idade, sexo, descrição da lesão e local da colheita da amostra, quadro clínico e sua suspeita, assim o patologista tem uma maior acurácia no diagnóstico. Esperamos que tenham aproveitado e bom trabalho a todos!
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