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Boletim Informativo ABPMC - N 18, Dezembro/ PDF

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Boletim Informativo ABPMC - N 18, Dezembro/1999 INFORMA TIVO Periódico de comunicaçio da Associaçao Brasileira de Psicoterapia e 40 Medicina Comportamental. N 18 Dezembro/99 EDITORIAL No Uftimo editorial
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Boletim Informativo ABPMC - N 18, Dezembro/1999 INFORMA TIVO Periódico de comunicaçio da Associaçao Brasileira de Psicoterapia e 40 Medicina Comportamental. N 18 Dezembro/99 EDITORIAL No Uftimo editorial da gestão ABPMC - Associaçäo Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental - fazendo urna avaliaçao. podernos dar boas noticias. Em prirneiro lugar, darnos as boas vindas a nova diretoria e desejarnos urn born trabatho para a nossa cornunioade. Entre as boas noticias que gostaria de relatar. estã o comparecirnento da comunidade apresentando trabalhos em encontros, as concorridas sessães de painéis e Os assuntos variados nas mesas redondas e simposios. Vários deles forarn propostos pelos sócios, outros organizados pela diretoria, que gostaria de rnostrar a diversidade dos trabalhos e especialmente O cornparecirnento de joveris professores, pos-graduandos, rnantendo tambérn o sucesso dos primeiros passos. As sessoes que iniciamos esse ano, de como análise do comportamento traduz termos da psicologia. foi concorrida e cumpriu seu objetivo. Continuarnos a ter pessoas de diversos rnodos de pensar e trabalhar, expondo e debatendo trabalhos e inovando apresentaçôes. o desenvolvirnerito da area além da participação dos sôcios e convidados para os encontros, propiciou textos disponiveis corn a coleçao Sobre Comportamento e Cogniçao. A grande ënfase no trabalho escnto reflete minha própna perspectiva corn professor universitârio e da diretoria da ABPMC. Considero que a força da area pose ser avaliada pelo conhecirnento relevante transrnitido por escrito, o que permite ter material disponivel. Ainda nesta gestão. fornos considerados sociedade cientifica, reconhecida pela SBPC - Sociedade Brasileira para 0 Progresso da Ciência - e temos participado das reuniães que discutern ciência e tecnologia sempre que ha convocação das sociedades cientificas. Participamos tambérn dos comités da SBP - sernpre que sohcitados. Existimos. Conseguirnos ainda nestes dois anos conviver corn diversidade de pontos de vista, e corn diversas areas do conhecirnento. Consideramos que em terapia educarnos, fazernos prevenção, ensinamos cornportarnentos e. por isso, várias pessoas que trabalham educando e construindo prograrnas educativos estavarn là, nos nossos encontros. Se no corneço havia Watson. em Skinner elaborou as rnétodos essenclais, Os conceitos e as relaçoes funcionais e o foco no organisrno ünico. Hoje, ternos rnais pessoas pioneiras como Bandura, Beck, Wolpe, entre outros. Conceitos são debatidos, técnicas são estruturadas e a comportamento verbal, tao fundamental, é pesquisado dando subsidios para que se possa contribuir em campos aplicados e para Os problemas atuais. Os livros de metodologia de pesquisa se rnultiplicarn. Em nossa associação notamos a preocupaçao dos alunos em fazer ciència . Ha pessoas que querem contribuir corn tivros, artigos e que acreditam que a melhor maneira de lidar corn problernas de comportamento é a ciência comportarnental. A ênfase no ambiente e em fazer interpretaçôes cornportamentais de eventos diários, e de conceitos é fascinante para muitos de nós. Nossos encontros demonstrararn. Trouxemos pessoas de vários estados do Brasil sendo contagiante o dizer 0 encontro está muito born . Fizemos os cursos e as conferéncias nos dais encontros corn traduçao simuttânea, realizada por excelentes profissionais. Era dar condiçoes. Os cursos também não foram cobrados a parte. Ainda nessa gestão aconteceu o Latini Dies. Fol sediado no Rio de Janeiro, trazido pela ABPMC. E urn Congresso Internacional e muitos de nos estavarn là, porque costumarnos comparecer nesses eventos e por querer mostrar a trabatho que se faz no Brasil. São vãrias lingua latinas como tarnbém cultura latina. Terminando nossa gestao. deixamos ABPMC em excefente condiçao financeira a Revista Brasileira de Terapi Comportamental e Cognitiva, lançada corn fundos para rnanter-se durante ano sendo distribuida gratuitarnente aos sócios Como fol possivel? A USP ajudou muito en tudo. Tivernos doaçoes, auxilio FAPESP os cornputadores do Laboratório d Comportarnento e Saüde do PSE, bloco 22 ficaram disponiveis. As pessoa trabalhararn e muito, voluntanarnente Valeu!!! Rachel Rodngues Kerbau DIRETORIA Presidente: Rachel Rodrigues Kerbauy Vice-Presidente: Vera Adami Raposo Am aral Primeira Secretária: Sônia Regina Fior Enumo Segunda Secretária: Maria Cristina Oliveira Santos Miyazaki Terceiro Secretário: Nelson de Camp Nolasco Primeira Tesoureira: Maria Zilah da Sil Brandão Segundo Tesoureiro: Maria Marl Hübner CONSELHO CONSULTIVO Ex-Presidentes: Bernard Pimentet Rang Maria Amelia Matos Regina Christina Wielenska Francisco Lotufo Neto Emmanuel Zagury Tourinho Vera Regina Lignelli Otero Hélio José Guithardi Roberto Alves Banaco Bolefim Informativo ABPMC - NO 18, Dezembro/1999 I ELEIçA0 DA NOVA DIRETORIA BIENIO Neide M. Domingos A eleicäo da nova diretoria da ABPMC, biénio contou corn chapa ünica e foi realizada por comissão composta pelos seguinles membros: DO Neide M.Domingos e Prof2 Nelson I. Valério. que elaboraram todo 0 processo eleitoral. Os membros da ABPMC enviaram seus votos pelo corre,o ou votaram durante o 12 dia do VII Encontro. realizado no Hotel DanUblo em São Paulo. 0 resultado foi divulgado na Assernbléia Geral do VII Encontro. A nova diretoria C composta pelos seguintes membros: Presidente: HClio J. Guilhardi Vice: Wilton de Oliveira 1 secretária: Patricia P. Oueiroz 2 secretária Lorna A. G. de Castro Petrilli T secretária: M. Carolina Pedroso Scoz 1 lesoureira: M. Beatriz B. Pinho Madi 2 tesoureira: Kátia C. Chechinato Segre Conselho Consultivo: Ex-presidentes: Bernard Range Hello José Guilhardi Roberto Alves Banaco Rachel Rodrigues Kerbauy Denise Torôs Emmanuel Zagury Tourinho Francisco Lotufo Neto I CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE PSICOLOGIA CLiNICA E DA SAUDE Granada, Espanha (24 a 27 de novembro de 1999' Mais de 400 profissionais, provenientes de 20 paises. participaram no final se novembro do I Congresso Ibero-americano de Psicologia Clinica e da Saüde. Organizado pela APICSA (Associaçao PsicolOgica Ibero-americana de Clinica e Saüde) realizado na agradavel e histórica cidade de Granada, Espanha, o grande nivel das apresentaçoes tern repercutido positivamente na comunidade internacional de psicologos e pesquisadores comportamentais e cognitivos que trabalham corn clinica e saude. 0 Brasil esteve amplamente representado corn clinicos, pesquisadores, professores e alunos de prestigiadas instituiçöes e foi 0 Segundo pals corn major numero de inscritos, logo apcs a Espanha. PsicOlogos brasileiros proferirarn palestra, participaram de mesas redondas. apresentaram painéis e discutirarn corn colegas de diferentes paises o erisino. a pesquisa e a prãtica da psicologia cllnica e da saude dentro do enfoque comportamental e cognitivo. Avances recipientes em Psicologia Clinica y de Ia Salud contém os anais do congresso e informaçoes sobre a APICSA podern ser obtidas no endereco eletrônico hup://oo.to/aplcs\, por fone/fax: (+034) na Espanha ou corn uma das representantes no Brasil: fax (OXX17) ou hr. 0 II Congresso lbero-americano deverá ser realizado em 2001 no Brasil. PARA ALEM DA COLEcA0 SOBRE COMPORTAMENTO E COGNIcAO A diretoria da ABPMC do biênio 96-97, presidida por Roberto Banaco, inichou a coleçao Sobre Comportamento e Cogniçao publicando trabalhos de trés anos, de Encontros anuals anteriores. Foi urn sucesso1! 0 pnrneiro exemplar esgotouse e foi reimpresso em Os trés exemplares são obras de referenda em cursos e os alunos Iêem e gostam. A diretoria do biénio presidida por Rachel Rodrigues Kerbauy continuou a publicação dos exemplares e lançou os volumes 4, 5 e 6. Em fevereiro, os volumes 5 e 6 estarão disponiveis. Todos estão colaborando. Em fase de editoraçao, os volumes 5 e 6, a serem Iançados brevemente, poderão auxiliar professores e alunos em seus cursos já no proximo ano letivo agradecemos aos autores pelo envio de seus trabalhos. 0 volume 5, terá 0 titulo Sobre Comportamento e Cogniçao: Conceitos, pesquisa e aplicação, a ênfase no ensinar na emoção e no questionamento clinico volume recebeu o titulo Sobre Comportamento e Cognição: ampliando a teoria, a prática prof issional e as intervençoes clinicas. No entanto, faltava urn espaço para a publicação de artigos decorrerites de dissertaçao de mestrado e teses de doutorado, reflexöes e análise criticas e conceituais sobre atuação e trabalhos de pesquisa que precisam ser incentivados em nossa associaçao. Esse tipo mais sofisticado de artigos, tambcm precisarr ser lido pelos alunos do curso de Psicologia. De fato, esse alunos. quando profissionais. necessitam continuar a ler e estudar e produzir conhecimento, se possivel. Demonstram essa procura e seriedade buscando informaçoes. Lançamos pois, como anunciado no VIII Encontro da ABPMC em São Paulo e no Encontro de Psicoterapia Comportamental e Cognitiva. em João Pessoa, evento patrocinado pelo CRP da região, a Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva a ser distribuida gratuitamente aos sôcios da ABPMC por aproximadamente 5 anos. Para tanto a diretoria do biênio garantiu a possibilidade de impressão neste perlodo, ate que a revista seja indexada no APA. Antes dessa indexaçao, corn seus dois anos de existéncia, , de produçäo regular poderá ser indexada na base de dados LILACS: Literatura Latino- Americano e do Caribe em Ciéncias da SaUde (enviern pesquisas, artigos). A revista sal em seu primeiro nümero corn 0 ISSN (International Standard Serial Number), que é urn nümero intransferivel, ao qual o titulo da revista está vinculado, que indica 0 titulo da publicaçao. De acordo corn a Associaçao Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o código ISSN deve ser irnpresso em cada fasciculo, no canto superior direito da capa e na ficha catalográfica. Corn esse nümero estamos nos integrando aos sisternas de identificaçao mundial!!! Para garantir a continuidade da Revista e sua indexaçao em todos os niveis constituimos urn corpo de editores e urn conselho editorial corn pernianéncia ate a realizaçao dessas etapas. Neste final de scculo, se ha entusiasmo e predominio de terapias comportamentais, ha dificuldades em aceitar uma Cjnica definição. Ha, corn certeza, a influència dorninante das teorias de condicionarnento e aprendizagem e o emprego da experimentaçao, bern como énfase nos fatores ambientais. Ha urn nortear claro dos analistas de comportamento produzindo constantemente dados para explicar, analisar e sintetizar Os processos existentes na aquisiçao manutenção e eliminaçao do comportamento. Ha tambcm urn movimento que salienta a cogniçao. Ha consenso? Não. Ha respeito pela diversidade? Sim. Ha debate? Sim. Ha produçao? Sim! Quando se iniciou 0 Boetim Infamativo ABPMC - NO 18, Dezembro/1999 movimento no Brash? Corn certeza no nicio dos anos sessenta corn a vinda do professor Keller. A Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva é uma prova - como tantas jã não houvessem - de que as sementes plantadas por Fred Keller em nosso pals contirluarn a se multiplicar. Por isso, publicamos no volume 1, numero 1, novarnente 'Adeus Mestre' no centenário do nascimento do prof. Keller (02/01/ ). Adeus Mestre representa a extrerna coeréncia entre o falar e o agir de Keller. Suas publicaçbes descrevem de modo preciso suas açoes como educador e pesquisador. Keller e urn exemplo, como pessoa, cientista e educador. Contribuiu para a psicologia experimental no Brasil quando mais era necessário. Em vista disso, precisa estar no nosso prirneiro nümero. CONTATOS COM A EDITORA ARBYTES A Arbytes tern nos apoiado na publicação de nosso livros. A Teca e sua equipe. os agradecimentos da ABPMC. Os volumes da coleção podem ser adquiridos através dos seguintes endereços: Av. Padre Anchieta, 372. Bairro Jardim, Santo André. SP. CEP: tel/fax: (OXX11) ou pelo arbvtes (v arhvtcs.com.hr. Outra alternativa e adquirir os volumes na livraria Vozes, a rua Haddock Lobo, São Paulo - Capital. LOUCURA?! A obra A loucura e suas épocas - 0 século dos manicômios, e agora, Os nomes da loucura, lançado pela Editora 34, são trabalhos de lsaias Pessotti que mostram a perspectiva histôrica da loucura e o lugar no qual esta foi encerrada, as nstituiçöes mentais. 0 autor, psicologo, professor universitáno e premiado escritor, mostra a variação do conceito de loucura e suas pequenas nuances. 0 tema básico é a perda da autonomia psico(ogica em conseqüència da perda da liberdade e do autogoverno Nesta época de discussães sobre o papel dos manicômios e a leitura insuficiente de protissionais de várias atividades considera-se urn born modelo o cientista e escntor que se diverle ao discutir as origem do termos tao controversos Recomendamos estas leituras. ARTIGO DIDATICO,iantendo nossa tradiçao de alualização continua de analistas do comportamento, estamos publicando urn artigo que certarnente introduz aos nossos alunos questbes conceituals e experirnentais a respeito do controle do comportamento por regras e contingéncias. Teoria da discriminaçao do comportamento governado por regra Daniel T. Cerutti Journal of The Experimental Analysis of Behavior ; number 2 march, (Traduçáo: Maria José Carli Gomes, Tatiana Carvalho de Montalvão. Como urn estimulo discnrninativo, uma regra é efe five como perle de urn conjunto de con tin géncias de reforçamento. Uma especificaçäo completa deve incluir o reforçarnento que rnodelou a topogra tie da resposta e a manteve sob controle de estimulo (Skinner, 1966, P. 148) . Na análise contemporânea do comportamento humano, o termo comportamento governado por regra é usado para descrever o responder determinado primariamente por instruçoes; O comportamento governado por regra é gerairnente diferenciado do comportamento modelado pela contingéncia, que é determinado pelas suas conseqüências diretas (Skinner, 1966, 1969). 0 conceito de comportamento governado por regra foi introduzido inicialmente como urn exemplo de resposta discriminativa caracterizada pela relacao de trés termos: estimulo discnminativo, resposta e conseqüéncia. Entretanto, tomou-se dificil distinguir entre comportamento governado por regra e comportamento modelado pela contingéncia, uma vez que ambos são modelados pelas suas conseqoéncias. A presente análise está baseada em distinçôes estabelecidas entre unidades do comportamento, tais como o operante, o operante discnminado e a discnminaçao condicional, permanecendo de acordo tanto corn as explicaçaes histoncas, como corn os descoberlas experimentais mais recentes. Corn o objetivo de descrever e interpretar vários exemplos, serão examinadas as variãveis controladoras que podem surgir no comportamento governado por regras. O controle instrucional caracteriza 0 comportamento governado por regra. apesar de os dois termos serem sutilmente distintos: enquanto que regra sugere controle numa ampta vanedade de circunstâncias, instrução sugere restriçoes situacionais. No presente explicaçao, arnbos são utilizados como exemplos do mesmo processo comportamental. Uma breve historba será apresentada aqul sobre o desenvolvimento do conceito de comportamento governado por regra, mas por razôes etimológicas, a terminologia escolhida serà derivada de!nstrução. Muitos exemplos de controle instrucional envolvem combinacoes complexas de discrirninação simples, e o termo ins trução, assim como construçao e estrutura, São derivados do Latim struere, que significa arrumar em pilhas, empilhar e consequentemente, edificar ou construir. Responder Discnrninado e Comportamento Govemado por Regra O termo modelado pc/a contingència é usado para descrever classes de resposta governadas pelas suas consequências; tais classes tormam a base do conceito de operante (Catania, 1973; Skinner, 1969). 0 termo resposta discriminativa descreve uma resposta que está sob o controle de estimulo e que foi modelada pela contingéncia (Skinner, 1933). Assim, na resposta discriminativa, uma contingéncia modela a forrna da resposta em relaçao a uma dirnensão particular do estimulo, produzindo respostas que são ocasionadas pelos estimulos que estão correlacionados corn as contingèncias. Depois de pesquisas, acerca do responder não verbal discriminado, Skinner identificou respostas verbais do mesmo tipo tanto em falantes como em ouvintes (1957, 1966, 1969). A distinçao entre responder govemado por regra e modelado pela contingéncia, foi introduzida num artigo teorico, que detiniu a resolução de problemas como urn comportamento que também está relacionado, funcionalmente, a urn conjunto de contingéncias de reforçamento (Skinner, 1966). A distincao é Boletim Informativo ABPMC - NO 18, Dezembro/1999 I imporlante porque, corn relação a qualquer problema. urn exemplo de resolução pode ser tanto governado por regras como modelado pelas contingéncias; apesar de similares na forma. podem diferir quanto as suas propriedades funcionais e as variáveis controladoras (Skinner, 1966,p.247). Na explicação básica de Skinner, o comportamento governado por regra é uma resposta discrirninativa que e modelada pela contingéncia de seguir regra. Definido desta maneira, urn episodio instrucional inclul a apresentaçao de uma instrução, uma resposta ocasionada pela instrução e uma conseqüência liberada por urn agente instrucional contingente a obediència(compliance?- ou contingente ao seguirnento da regra.). Assim, o comportamento governado por regra pode ser rnodificado alterando-se tanto seus antecedentes como seus consequentes, ou arnbos. Em contraste, o comportamento governado pela conhingéncia é rnodificado apenas pelas conseqüências especificadas pela contingéncias e pela rnudanca de estimulo correlacionada corn esta contingéncia versas sua auséncia. Consequéncias colaterais - Talvez a caracteristica mais signilicativa do comportamento governado por regra apareça quando uma instruçao produz urn ünico padrão de resposta que entra em duas contingencias(zettle e Hayes, 1982). Exemplos ocorrem quando a resposta instruida é semelhante na forma a resposta modelada pela contingéncia. Além da contingência instrucional obediéncia (que estabelece a comportamento em questao), a resposta pode também encontrar a contingéncia relacionada ao comportamento modelado pela contingéncia, produzindo conseqüéncias que não dependem da mediacao social (Skinner, 1966, pp.24.4, 247). Por exemplo, seguir a instrucão do professor para escrever programas estruturados de computador, pode ser reforçado pela aprovaçao do professor, mas outra conseqüência é 'que as programas organizados são de fácil leitura e manuseio. A classe de consequências prograrnadas pela Ultima contingéncia funcionam independentemente das contingéncias instrucionais, que serviram previamente para modelar a controle discnminativo pelas instruçoes. Estas conseqüéncias são produzidas depois que comportamento e gerado, e elas são consideradas conseqüências colaterais, no sentido de que acompanham as consequéncias instrucionais, e a seu papel na determnaçao da forma inicial da resposta é minimo. Em rnuitos exemplos de controle instrucional, a distincão entre consequencias instrucionais e colaterais é essencial para a análise, especialmente quando essas conseqüéncias se opöem uma a outra, como discutido abaixo. Mas a distinçao pode ser facilmente obscurecida, uma vez que a funçao dessas conseqüências é muito serneihante, como quando consequéncias colaterais desempenham urn papel na modelagem do comportamento instrucional, logo que obediência foi produzido. Esta diticuldade pode ser contorliada admitindo-se que 0 comportamento instruido é multideterminado desta maneira, e que uma simples divisão das variáveis independentes pode ser problemática quando seus efeitos foram combinados ao longo de uma história complexa. Insensibilidade - A principal funçao do controle instrucional é suplementar, assim como suplantar Os potenciais efeitos reforçadores ou punitivos das conseqüèncias que são diretamente produzidas pelo comportamento em questao (Skinner, 1966). Surge en
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