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BOLETIM INFORMATIVO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS ANO 19 Nº 38 DEZEMBRO PDF

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BOLETIM INFORMATIVO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ANO 19 Nº 38 DEZEMBRO 2006 Dados sobre a Banca em Portugal relativos ao 1º semestre de 2006 ÍNDICE Pag. 0 NOTA INTRODUTÓRIA PRINCIPAIS VARIÁVEIS E INDICADORES...
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BOLETIM INFORMATIVO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ANO 19 Nº 38 DEZEMBRO 2006 Dados sobre a Banca em Portugal relativos ao 1º semestre de 2006 ÍNDICE Pag. 0 NOTA INTRODUTÓRIA PRINCIPAIS VARIÁVEIS E INDICADORES PRINCIPAIS VARIÁVEIS DE BALANÇO Estrutura de Balanço Crédito a Clientes Recursos de Clientes e Representados por Títulos Cobertura Geográfica e Número de Empregados PRINCIPAIS VARIÁVEIS DA CONTA DE EXPLORAÇÃO INDICADORES DE GESTÃO ANEXO I BALANÇOS E CONTAS DE EXPLORAÇÃO DE JUNHO ANEXO II SÉRIE HISTÓRICA DO BALANÇO E CONTAS DE EXPLORAÇÃO 27 ANEXO III OUTROS DADOS E INDICADORES 128 ANEXO IV TABELAS DE DEFINIÇÃO E ÂMBITO DAS VARIÁVEIS E INDICADORES DE GESTÃO 133 RELAÇÃO DOS BANCOS INCLUÍDOS NESTE BOLETIM INFORMATIVO (Ordem Alfabética de Siglas) 1) BANCOS AGREGADOS PARA EFEITO DO RELATÓRIO DE ANÀLISE ACTIVOBANK BANCO ACTIVOBANK (Portugal), S.A. BAC BANCO ESPÍRITO SANTO DOS AÇORES, S.A. BAI BANCO AFRICANO DE INVESTIMENTO, S.A.R.L. (Sucursal) BANCO INVEST BANCO INVEST, S.A. BANIF BANCO INTERNACIONAL DO FUNCHAL, S.A. BANIF INV BANIF BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. BANIF SGPS BANIF SGPS, S.A. BBVA BANCO BILBAO VIZCAYA ARGENTARIA (Portugal) S.A. BCA BANCO COMERCIAL DOS AÇORES, S.A. BCP BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. BCPI BCP INVESTIMENTO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. BES BANCO ESPÍRITO SANTO, S.A. BESI BANCO ESPÍRITO SANTO DE INVESTIMENTO, S.A. BEST BEST BANCO ELECTRÓNICO DE SERVIÇO TOTAL, S.A. B I I BANCO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, S.A. BPI BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. BANCO BPI BANCO BPI, S.A. BPN BANCO PORTUGUÊS DE NEGÓCIOS SGPS, S.A. BSN BANCO SANTANDER DE NEGÓCIOS PORTUGAL, S.A. BST BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. CBI CAIXA BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. CGD CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. CREDIFIN BANCO DE CRÉDITO AO CONSUMO, S.A. EFISA BANCO EFISA, S.A. FINANTIA BANCO FINANTIA, S.A. FINIBANCO FINIBANCO S.A. FORTIS BANK FORTIS BANK (Sucursal) INTERBANCO INTERBANCO, S.A. MG CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL POPULAR BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. SANTANDER TOTTA SGPS SANTANDER TOTTA SGPS 2) BANCOS NÃO CONSIDERADOS POR FALTA DE DADOS IAS JUNHO 2005 E/OU 2006 ABN ABN AMRO BANK N.V., (Sucursal) BANCO MAIS BANCO MAIS, S.A. BARCLAYS BARCLAYS BANK PLC (Sucursal) BB BANCO DO BRASIL, S.A. BIG BANCO DE INVESTIMENTO GLOBAL. S.A. BNP BNP PARIBAS (Sucursal) BNP PRIVATE BNP PARIBAS PRIVATE BANK (Sucursal BPG BANCO PORTUGUÊS DE GESTÃO BPP BANCO PRIVADO PORTUGUÊS, S.A. CAIXA GALÍCIA CAJA DE AHORROS DE GALÍCIA (Sucursal) CAIXA VIGO CAIXA DE AFORROS DE VIGO, OURENSE E PONTEVEDRA (Sucursal) CCCAM CAIXA CENTRAL DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO CETELEM BANCO CETELEM, S.A. (Sucursal) DEUTSCHE BANK DEUTSCHE BANK (PORTUGAL), S.A. ITAÚ BANCO ITAÚ EUROPA, S.A. 3) BANCOS COM ACTIVIDADE OFFSHORE IMIBANK SANPAOLO IMI BANK (INTERNACIONAL), S.A RURAL BANCO RURAL EUROPA, S.A. 1. INTRODUÇÃO O presente Boletim Informativo apresenta informação sobre o sector bancário português, com referência ao primeiro semestre de 2006, tendo sido consideradas para o efeito as instituições constantes da lista publicada nas páginas anteriores, que representam a quase totalidade da actividade bancária desenvolvida em Portugal. A presente análise foi desenvolvida a partir dos agregados dos balanços, das contas de exploração e do número de empregados e de balcões, com referência a Junho de Abrange a actividade global (isto é, a desenvolvida em Portugal e através de sucursais e representações no estrangeiro) do conjunto de instituições bancárias que dispõem de demonstrações financeiras de acordo com as Normas de Contabilidade Ajustadas (NCA) e do respectivo comparativo para o semestre homólogo do ano anterior (constantes dos quadros A ), tendo sido excluídas desta análise as instituições que essencialmente desenvolvem a sua actividade no quadro off shore. Foram, no entanto, elaborados agregados para o conjunto do sector que incluem estas instituições, os quais são apresentados nos mapas com a referência B. Faz-se notar que, de acordo com o entendimento geralmente aceite, as novas normas contabilísticas apontam para uma maior volatilidade dos resultados, considerando a forma alargada com que é aplicado o princípio da valorização ao justo valor. 3 Salienta-se ainda que esta fase de transição para as novas normas contabilísticas dificulta, dada a grandeza e o âmbito dos impactos nas contas, a comparabilidade entre os períodos de actividade em apreciação. No que se refere aos indicadores de gestão, não apresentamos dados comparáveis para o período homólogo do ano anterior, uma vez que o seu cálculo é feito a partir das demonstrações médias, para cuja elaboração são necessários valores trimestrais que não estão disponíveis para algumas das instituições. Para cada instituição, são ainda publicadas as demonstrações financeiras (balanço e conta de exploração) relativas à actividade consolidada 1. Note-se que para as instituições que não procedem à consolidação, os dados publicados correspondem à actividade individual, situação que é devidamente identificada no respectivo quadro. Relativamente ao conjunto de instituições consideradas no anterior Boletim, destacamos a saída do Banco Boston Latino Americano, SA, o qual encerrou a sua actividade em Portugal em 25 de Agosto passado. 1 No caso da CCCAM abrange a Caixa Central e as Caixas Associadas 4 2. PRINCIPAIS VARIÁVEIS E INDICADORES No quadro seguinte resume-se, através de alguns dados gerais e indicadores, a evolução semestral da actividade desenvolvida pelo conjunto das instituições consideradas na presente análise (amostra constituída pelas que dispõem de demonstrações financeiras de acordo com as NCA). Principais Variáveis e Indicadores Junho Variação Absoluta Relat.(%) 1. Dados Gerais (em milhões de Euros) Activo Líquido ,6% Crédito sobre Clientes ,3% Recursos de Clientes ,4% Responsabilidades Representadas por Títulos ,9% Número de Balcões ,2% Número de Empregados ,2% Resultado Bruto de Exploração ,2% Resultado do Exercício ,6% 2. Indicadores (em %) Solvabilidade Bruta (FP/AL) 9,66 n.d Nº de Empregados por Balcão (NP/NB) Custos Operativos/Activos Financeiros (CO/AF) 1,61 n.d Relevância dos Custos no Produto (CO/PB) 54,95 57,25-2,29 Rendibilidade dos Capitais Próprios (RL/KP) 15,26 n.d O comportamento dos principais indicadores evidencia uma evolução globalmente positiva: o activo líquido dos bancos aqui considerados ascendeu a mais de 327 mil M (mais 11,6% do que no ano anterior), com o crédito concedido a clientes a ultrapassar os 204 mil M (+8,3%); quanto à captação de recursos com expressão em balanço (que tem agora maior peso por força das novas normas contabilísticas), salientase o volume dos recursos de clientes com um valor ligeiramente acima dos 132 mil M (+3,4%) bem como o aumento das responsabilidades representadas por títulos para mais de 39 mil M, com taxa de crescimento de 10,9%; ao nível dos resultados, o resultado bruto da amostra situa-se nos M enquanto o resultado líquido atingiu M, assinalando-se que os resultados são influenciados, em termos de comparabilidade, pela introdução das novas normas contabilísticas e 5 também pelo crescente peso na conta de exploração de algumas instituições dos resultados apurados na sua actividade internacional; o número de balcões manteve a tendência já assinalada anteriormente, com uma redução de 56 unidades; o número de empregados registou no semestre, todavia, um acréscimo significativo (de mais pessoas), evolução que foi influenciada essencialmente pela integração de colaboradores de serviços anteriormente externalizados, factor que determinou a subida do rácio de empregados por balcão para 11 trabalhadores; a relevância dos custos no produto, ou cost to income, registou uma melhoria, apresentando, agora, um valor abaixo dos 55%, ou seja, menos 2,3 pontos percentuais que o valor apurado para o período homólogo de 2005; por último, o rácio de solvabilidade bruta situou-se nos 9,66%, enquanto que a rendibilidade dos capitais próprios se situou nos 15,26%, valor que na perspectiva do investidor ficará sensivelmente reduzido para metade, a avaliar pelo valor do indicador P/BV (price/book value) sectorial apurado para o mercado bolsista nacional. 3. PRINCIPAIS VARIÁVEIS DE BALANÇO 3.1 Estrutura de Balanço A composição do balanço sectorial não apresenta alterações significativas, representando o crédito concedido a clientes, na ordem dos 204 mil milhões de euros, 62,5% do Activo Líquido, enquanto os recursos com a mesma origem têm uma ligeira quebra para 40,4%. Ainda ao nível das fontes de financiamento, salientam-se os recursos obtidos junto de outras instituições de crédito (25,8%), os representados por títulos (12%) e os capitais próprios e equiparados (9,8%). 6 Estrutura (%) Aplicações e Recursos Junho 06 Junho 05 Variação Caixa e Disponibilidades 2,8 2,7 0,2 Créditos s/instituições de Crédito 13,6 13,9-0,2 Créditos s/clientes (bruto) 62,5 64,4-1,9 Activos financeiros (negociação, p/ venda e justo valor) 13,9 10,7 3,3 Derivados cobertura 0,3 0,4-0,1 Activos tangiveis e intangiveis (bruto) 2,0 2,1-0,1 Outros Activos 4,8 5,9-1,1 TOTAL 100,0 100,0 0,0 Recursos Bancos Centrais 2,6 2,0 0,6 Recursos Instituições de Crédito 25,8 25,3 0,5 Recursos de Clientes 40,4 43,6-3,2 Recursos representados por Títulos 12,0 12,1-0,1 Provisões 0,9 1,0-0,1 Capitais Próprios e Equiparados 9,8 9,7 0,1 Outros Passivos 8,6 6,4 2,2 3.2 Crédito a Clientes Para a evolução do crédito concedido, que se aproximou dos 202 mil milhões de euros, terá sido, este semestre, particularmente importante o contributo do segmento de particulares. Com efeito e de acordo com a informação publicada no Boletim Estatístico do Banco de Portugal, o crédito a particulares terá crescido mais de 15%, aumentando o seu peso relativo para mais de 55%, enquanto que o crédito concedido às empresas teve um aumento de 6,7%. Milhões de Euros Junho Variações Crédito a Empresas e Particulares Absolutas Relat. (%) Crédito a Particulares ,1 Habitação ,2 Consumo ,2 Outros Fins ,6 Crédito a Empresas não Financeiras ,7 TOTAL ,2 Peso do Crédito a Particulares (%) 55,1 53,3 Crédito securitizado ,5 Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal - Outubro/06 7 Salienta-se que o volume das operações de titularização do crédito, que ascendiam em Junho de 2006 a 11,2 mil milhões de euros, regista um decréscimo face ao período homólogo do ano anterior. O reforço do segmento de particulares no crédito concedido poderá justificar, pela dispersão do risco, a progressiva redução verificada no rácio de crédito de cobrança duvidosa sobre o crédito concedido desde o ano de 2003, o qual se situa agora em 1,8%. % 3,0 RÁCIO Crédito de Cobrança Duvidosa/Crédito a Empresas e Particulares 2,0 2,2 2,3 2,0 1,9 1,8 1,0 0, Jun Recursos de Clientes e Representados por Títulos Os recursos de clientes (constituídos essencialmente por depósitos) ascendiam a 132 mil milhões de euros enquanto os representados por títulos (principalmente emissões de obrigações) ultrapassavam os 39 mil milhões de euros. Estes valores, considerados em conjunto, financiam mais de 52% do total do activo sectorial e apresentam uma taxa de variação anual acima dos 5%. 3.4 Cobertura Geográfica e Número de Empregados A rede de balcões do conjunto das instituições consideradas na presente análise integra unidades, incluindo sucursais e escritórios de representação no exterior, ou seja, menos 56 balcões do que no primeiro 8 semestre de O número de trabalhadores, que passou para , regista um aumento significativo ( pessoas), o qual estará relacionado com a integração de pessoas anteriormente afectas a serviços externalizados. Esta evolução, com impacto no valor do rácio de número de empregados por balcão, explica a subida deste indicador para as 11 pessoas. 4. PRINCIPAIS VARIÁVEIS DA CONTA DE EXPLORAÇÃO O quadro seguinte apresenta a decomposição funcional dos resultados do primeiro semestre e a respectiva evolução face ao período homólogo anterior. Milhões de Euros Variáveis Junho Variação Absoluta Relat. (%) (+) Juros e rendimentos similares ,7% (-) Juros e encargos similares ,3% (=) Resultado Financeiro ,4% (+) Resultados Serviços e Comissões ,6% (+) Outros Resultados ,4% (=) Produto Bancário de Exploração ,3% (-) Custos com Pessoal ,1% (-) Gastos Gerais Administrativos ,8% (-) Depreciações e Amortizações ,2% (=) Resultado Bruto de Exploração ,2% (-) Provisões e Similares ,2% (-) Impostos sobre os Lucros ,3% (=) Resultado Líquido ,6% O resultado financeiro, que subiu para M, regista uma melhoria de 5,4%, alcançando um peso no produto bancário de exploração de 53,8%, valor que fica, todavia, abaixo do apurado para o período homólogo (56,4%), confirmando-se assim a evolução registada nos últimos anos e que aponta para a gradual perda de importância deste tipo de resultados no produto bancário. O aumento do resultado financeiro ficou a dever-se ao incremento da actividade e à evolução ascendente das taxas de juro: o 9 Banco Central Europeu procedeu a ajustamentos nas taxas de intervenção na ordem dos 50 pontos base no semestre, tendo a Euribor a 3 meses ultrapassado o limiar dos 3% no final de Junho, quando a mesma se situava em 2,49% em Dezembro de Os resultados decorrentes da prestação de serviços e comissões foram de 946 M, ou seja, cerca de 11,6 % acima do obtido em igual período de Os outros resultados, onde se incluem os gerados pelos negócios nos mercados cambial, de derivados e de capitais, beneficiaram da evolução favorável destes mercados, tendo atingido os M, o que significa uma variação positiva de 26,4%. Assim, o valor do produto bancário acabou por atingir os M, que comparam (+11,3%) com os M obtidos no período homólogo do ano anterior. Ao nível dos custos de funcionamento, destacam-se os custos com o pessoal que se elevaram a M (+17,1%), os quais foram influenciados pelo processo de internalização anteriormente referido (lembramos que estão aqui incluídos, para além das remunerações, os custos com pensões de reforma e outros benefícios associados dos trabalhadores). Os gastos administrativos evidenciam, nesta amostra, uma redução de 4,8% baixando o seu valor para os 866 M. Por fim, as amortizações registam uma certa estabilidade (ao nível dos 162 M ). Atingiu-se, assim, um resultado bruto de M, (+17,2%), a que corresponde um resultado líquido, depois de provisões e impostos sobre os lucros, de M. 5. INDICADORES DE GESTÃO Tal como se deu nota na introdução, não nos é possível apresentar elementos comparativos para o primeiro semestre do ano anterior, porquanto o cálculo dos indicadores de gestão se apoia na construção de 10 demonstrações financeiras médias, as quais não estão disponíveis para algumas das instituições consideradas na amostra. Os indicadores de estrutura patrimonial, de funcionamento e de rendibilidade calculados para o 1º semestre de 2006 constam do quadro seguinte. INDICADORES DE GESTÃO BANCÁRIA valores expressos em % SIMB ESTRUTURA PATRIMONIAL Liquidez Reduzida L/PF 1,66 Estrutura do Activo A/AB 61,27 Capacidade Creditícia Geral A/PF 69,24 Transf. Rec. Clientes em Crédito A/RC 118,59 Financiamento Activo Financeiro PF/AF 98,33 Relevância de Recursos de Clientes RC/PF 45,04 Relevância Dívida Subordinada PS/FP 42,93 Solvabilidade Bruta FP/AL 9,66 2. DE FUNCIONAMENTO Taxa Média das Aplicações JA/AF 5,62 Taxa Média dos Recursos JP/PF 4,11 Margem Financeira MF/AF 1,58 Margem dos Serviços Bancários RSC/AF 0,64 Margem de Outros Resultados OR/AF 0,71 Margem de Negócio PB/AF 2,93 Custos Operativos por Activo Financeiro CO/AF 1,61 Relevância dos Custos Pessoal CP/CO 56,63 Relevância Custos no Produto CO/PB 54,95 Incidência Fiscal I/RAI 15,89 Nº. Empregados por Balcão NP/NB 11 Activo por Balcão (mil euros) AB/NB Activo Líquido p/ Empregado (m.euros) AL/NP DE RENDIBILIDADE Rendibilidade Bruta do Activo RBE/AL 1,22 Rend. Bruta Cap.Próprios RBE/KP 24,73 Rendibilidade do Activo (ROA) RL/AL 0,75 Rendibilidade Cap. Próprios (ROE) RL/KP 15,26 11 Os indicadores de estrutura patrimonial revelam a predominância do peso do crédito no activo líquido, com um rácio acima dos 61% (A/AB) e um rácio de transformação dos recursos de clientes para fazer face ao volume de crédito (A/RC) superior a 118%. Quanto ao rácio de solvabilidade bruta para este conjunto de bancos, regista-se o valor de 9,66%. No âmbito dos indicadores económicos, a margem financeira, não obstante o processo de subida das taxas, acabou por situar-se nos 1,58%, valor ligeiramente abaixo da conseguida no exercício de 2005 (1,59%), enquanto que a margem de negócio, abarcando igualmente os ganhos obtidos através do comissionamento pela prestação de serviços bancários e dos resultados de operações financeiras em mercados, atinge os 2,93%. O rácio de relevância dos custos no produto ou cost to income (CO/PB), indicador privilegiado para medir a eficiência operativa registou um valor abaixo dos 55%. A taxa de incidência fiscal do conjunto das instituições consideradas para efeitos da análise, que relaciona o valor dos impostos sobre os lucros (correntes e diferidos) com o resultado apurado antes de impostos, foi de 15,89%. No que concerne à rendibilidade, os rácios de rendibilidade sobre os activos (ROA) e de rendibilidade sobre os capitais próprios (ROE) situam-se em 0,75% e 15,26%, respectivamente. Não se dispondo de dados sobre os capitais investidos no sector para o conjunto do sistema, poder-se-á todavia avançar que a taxa de retorno para o investidor, tendo em conta o valor do indicador P/BV sectorial apurado para o mercado bolsista nacional (próximo de 2), se situará por metade do ROE apurado. 12 ANEXO I ÍNDICE DOS QUADROS RELATIVOS AO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2006 CONSOLIDADO QUADRO 1 BALANÇOS EM 31/JUN/06 QUADRO 2 CONTAS DE EXPLORAÇÃO DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2006 QUADRO 3 POSIÇÃO ORDINAL DOS BANCOS PARA CINCO VARIÁVEIS RELATIVAS A 30/JUN/06 13 QUADRO 1 ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BALANÇO DAS INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS A OPERAR EM PORTUGAL EM ACTIVIDADE: CONSOLIDADA ACTIVO BANCO BANCO BANIF DISCRIMINATIVO ABN a) BAC BAI BANIF a) BANK a) a) INVEST MAIS a) INV Activo 1. Caixa e disponibilidades em bancos centrais Disponibilidades em outras instituições de crédito Activos financeiros detidos para negociação Outros activos financeiros ao justo valor através de resultados Activos financeiros disponiveis para venda Provisões, imparidade e amortizações Aplicações em instituições de crédito Crédito a clientes Provisões, imparidade e amortizações Investimentos detidos até à maturidade Activos com acordo de recompra Derivados de cobertura Activos não correntes detidos para venda Provisões, imparidade e amortizações Propriedades de investimento Outros activos tangíveis Valor bruto Provisões, imparidade e amortizações Activos intangíveis Valor Bruto Provisões, imparidade e amortizações Investimentos em associadas e filiais excluídas da consolidação Provisões, imparidade e amortizações Activos por impostos correntes Activos por impostos diferidos Provisões técnicas de resseguro cedido Outros activos Devedores por seguro directo e resseguro Outros Total de Activo Passivo 30. Recursos de bancos centrais Passivos financeiros detidos para negociação Outros passivos financeiros ao justo valor através de resultados Recursos de outras instituições de crédito Recursos de clientes e outros empréstimos Responsabilidades representadas por títulos Passivos financeiros associados a activos transferidos Derivados de cobertura Passivos não correntes detidos para venda Provisões Provisões técnicas Passivos por impostos correntes Passivos por impostos diferidos Instrumentos representativos de capital Outros passivos subordinados Outros passivos Credores por seguro directo e resseguro Outros passivos Total de Passivo Capital 48. Capital Prémios de emissão Outros instrumentos de capital Reservas de reavaliação Outras reservas e resultados transitados (Acções próprias) Resultado do exercício (Dividendos antecipados) Interesses minoritários Total de Capital Total de Passivo + Capital a) Contas não Consolidadas 14 ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ACTIVIDADE: CONSOLIDADA DISCRI
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