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1. Bombas de Infusão 2. Bombas de Infusão Inicio na década de 60 e 70; Equipamento eletromédico; Infundir líquidos( drogas , nutrientes ) 80% dos pacientes…
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  • 1. Bombas de Infusão
  • 2. Bombas de Infusão Inicio na década de 60 e 70; Equipamento eletromédico; Infundir líquidos( drogas , nutrientes ) 80% dos pacientes Hospitalizados recebem terapia por infusão.
  • 3. Como funcionam: A maioria possuem um sensor de gotejamento  Alguns modelos composto por um conjunto possuem ainda um óptico,cuja função é sensor de pressão, cuja realimentar o circuito finalidade é proporcionar eletrônico de controle de controle pressão de infusão. Com este sensor, infusão, fazendo com são obtidas informações que uma oclusão na como oclusão da linha linha seja detectada de (pelo enchimento da forma rápida e confiável câmara de gotejamento ou gotejamento lento) infusão seca (devido ao término do líquido a ser infundido) e infusão livre.
  • 4.  Além disso, as bombas infusoras possuem uma série de alarmes que avisam o operador de condições que possam ser prejudiciais ao paciente, como: fim de infusão, entrada de ar na linha, frasco vazio, oclusão e erro de fluxo
  • 5. A infusão contínua de drogas pode ser usada para aplicação de: Drogas vasoativas, para controlar a pressão arterial; Anestésicos durante cirurgias; Quimioterapia para tratamento de câncer; Agentes indutores de trabalho de parto; Drogas anti-arrítmicas; Insulina; supressores de dor e de trabalho de parto; Hormônios; etc.
  • 6. Onde são usadas: Em oncologia, nos tratamentos de quimioterapia; UTI, para administração contínua de drogas cardiovasculares; Unidades de queimados; Durante e após cirurgias; Tratamento de pacientes desidratados Neonatologia (devido ao baixo peso e sensibilidade dos pacientes é indispensável a utilização de sistemas de infusão precisos e confiáveis); Em terapias intra-vasculares feitas na casa do paciente.
  • 7. Tipos de Bombas de Infusão:
  • 8. Bombas de Infusão de uso Geral  São usadas para aplicar com precisão soluções contendo drogas através de rotas Intravenosa e epidurais em procedimentos terapêuticos ou de diagnóstico. São usadas em hospitais, estabelecimentos de saúde alternativos e ambulâncias.
  • 9. Bombas peristálticas Peristáltico Rotativo O mecanismo de infusão peristáltico rotativo é composto por um rotor que pressiona pequenos rolos contra um tubo flexível.
  • 10. Linear Peristáltica Este mecanismo é composto por uma série de placas (ou engrenagens) que pressionam o tubo contra um batente, realizando um movimento ondulatório gerado por um fuso, acionado pelo motor, justaposto às placas. O fluido é impulsionado pela pressão aplicada ao tubo em posições consecutivas.
  • 11. Bombas de infusão (PCA) Infundem doses de medicamento conforme a requisição do paciente, isto é permitem que o paciente se auto- administre doses de analgésicos por via intravenosa, subcutânea ou epidural. Indicadas para pós-operatório, pacientes terminais e traumatizados que apresentem um perfil psicológico adequado, e permitem administração segura de analgésicos conforme a necessidade do paciente, mas dentro dos limites prescritos pelo médico responsável.
  • 12. Importante:Para evitar “over dose”, pode-se ajustar o intervalo mínimo de tempo entre uma infusão e outra (intervalo de bloqueio do mecanismo). Também são programáveis a dose basal e o volume da dose extra. O botão de acionamento pode estar localizado na bomba ou em um cabo junto ao leito do paciente.
  • 13. Bomba de seringa  É destinado para infusão controlada de líquidos no paciente por meio de ação simples de uma ou mais seringas (ou de um reservatório similar) no qual a vazão é selecionada pelo operador e indicada pelo equipamento em volume por unidade de tempo fluxo contínuo para pequenos volumes (até 100 ml), e taxas de infusão de 0,1 a 99,9 ml/h.
  • 14. Bomba de Infusão Volumétrica  Controle volumétrico: unidade de volume por unidade de tempo (ml/h). Controla o volume do líquido a ser infundido, assim como a velocidade de infusão,independente das características do líquido.Podem ser utilizadas em aplicações que exijam pequenos ou grandesvolumes de infusão de fluidos.Geram taxas de infusão que variam de 0,1 a 2000 ml/h e administramvolumes de até 2000 ml
  • 15. B. Braun Perfusor SpaceBomba de seringa deinfusão transportáveispara a administração defluidos em tratamentonutricional e técnicas deinfusão, bem como paraaplicações em cuidadosdomiciliares.
  • 16. Bomba de Insulina Bombas de insulina são bombas para uso ambulatorial específicas para infusão de insulina em indivíduos portadores de diabetes Tipo I (insulinodependentes). A infusão se dá através de um cateter subcutâneo inserido na região abdominal. O reservatório geralmente tem capacidade para 3ml de solução, o suficiente para dois dias.
  • 17. Bombas de Infusão de Insulina Conforto e Tecnologia Discreto como um aparelho celular ou um Bip
  • 18. Manutenção As Bombas em comodato a manutenção ( calibração )é feita pelos seus fabricantes a cada 6 meses e quando necessário é solicitado pela instituição os reparos. O uso contínuo destes equipamentos provoca desgastes em seus componentes, produzindo alterações em sua calibração, que colocam em risco a saúde do paciente.
  • 19. ACIDENTES COM BOMBAS DE INFUSÃOOs acidentes mais comuns são: Fluxo livre: pode levar à “over dose” e ocorre normalmente devido ao mal posicionamento ou escape do equipo e uso inadequado do equipo; Interferência eletromagnética: pode alterar a programação e portanto o funcionamento da bomba; Infecção e necrose no local da infusão: pode ocorrer devido à falta de higienização e deslocamento da agulha.
  • 20. Cuidados de Enfermagem: Avaliar primeiramente a via de administração (central ou periférica) Verificar se o paciente obedece os critérios de inclusão no protocolo Preparo e administração da solução em bomba de infusão contínua, geralmente usa-se a bureta de bomba de infusão. Programar corretamente a velocidade de infusão, mediante protocolo pré-estabelecido da instituição e ajustar a velocidade de infusão. Estar atento para possíveis arritmias cardíacas. Monitorar sinais vitais; Verificar complicações e reações adversas das drogas em infusão. Sempre verificar manutenção e calibração nos períodos pré estabelecidos; Fazer a desinfecção com água e sabão e limpeza com álcool a 70% sempre que for utilizar .
  • 21. Entrevista Enfª Rosana HC Unicamp1 ) Quais os tipos de Bombas de Infusão são utilizados no seu setor?Bomba de Infusão fluxometrica linearBomba de Infusão volumetrica peristaltica linearBomba de Infusão de seringa2) Qual a eficácia ? As infusões intravenosas são mais acuradas do que por equipos de infusão gravitacional e permite o controle de ajuste manual do fluxo. A eficácia este em torno de ate 98% de infusão segura
  • 22. 3) Quais são as vantagens e desvantagens para ospacientes quem utilizam as Bombas?Como o controle da infusão de drogas e nutrição parenterale mais acurada, permite a infusão de drogas e NPP deforma segura previnindo complicações e reações adversasque possa ocorrer .Desvantagem: não vejo nenhuma4) Quem é responsável pela compra ?No HC UNICAMP o responsável pela compra e a Divisão deSuprimentos através da solicitação dos usuários.
  • 23. 5 ) Qual o período da manutenção dessas bombas? Quem faz? A manutenção e realizada pela empresa contratada pela fornecedora das Bombas de infusão alugadas e pelo Centro de Engenharia Biomédica para as Bombas compradas.6 ) E a calibração quem é responsável ? As Bombas devem estar calibradas pela empresa fornecedora e ter o selo de calibração7 ) Como é feita a limpeza?Quais produtos são utilizados?Quem faz e quando é feito? A limpeza e feita com álcool a 70% durante uso pela equipe de enfermagem. Apos uso, e feito limpeza com água e sabão e após desinfecção com álcool a 70% pela equipe de enfermagem na Unidade Respiratoria/Central de Equipamentos
  • 24. 8 ) Qual o papel do enfermeiro na utilização debombas de infusão? A responsabilidade de programação e controle dofuncionamento adequado durante infusão das drogas ouNPP9 ) Quais são as assistências prestadas peloenfermeiro com o paciente durante a infusão porBomba?Verificação de complicações e reações adversas dasdrogas em infusão
  • 25. 10 ) Quais as novas tecnologias disponíveis no mercado No mercado existem estes tipos de equipamentos citadosacima para a infusão de drogas que necessitam serinfundidas com controle rigoroso11 ) Alguma critica ou sugestão referente asBombas disponíveis no seu setor?Hoje temos um parque de BI para suprir a demanda existenteinclusive, estamos infundindo dietas enterais com a infusãocontrolada por BI. Gostaria que houvesse um programa deeducação continua da junto aos profissionais que manipulamestes equipamentos na melhor maneira de manipular estasferramentas, porque, o número de ocorrências para a assistênciatécnica diminuiria.
  • 26. MONITORIZAÇÃO Andréia Magne Juliana Carvalho Michelle Colombo Talita Cabral Vânia Mansur
  • 27. HISTÓRIA DOS MONITORES 1ª geração de monitores de SSVV são capazes de medir 1 ou 2 parâmetros; A geração seguinte se caracteriza pela capacidade de trabalhar em rede; No Brasil o 1º monitor desta geração foi SDM 2000 da Dixtal, lançado em 1983; A 4ª geração são os monitores Multiparâmetros.
  • 28. MODELOS Multiparâmetros: ECG, Temperatura, FR, SPO2, PNI
  • 29.  Monitor Cardioscópio: Pulso, SPO2
  • 30. MANUTENÇÃO A manutenção deve ser realizada por um técnico credenciado; A cada 3 meses o usuário deve verificar a ocorrência das seguintes anormalidades no aparelho com:
  • 31. TIPOS DE MONITORES ECG SPO2 PANI ou PNI
  • 32. I. Ressecamento de borrachas e conexões;II. Trincamento de partes plásticas e conectores;III. Oxidação de partes plásticas e conectores;IV. Rompimento de cabos;V. Falhas no alarmes sonoro e visual.
  • 33. O PAPEL DA ENFERMAGEM NA LIMPEZA DOS EQUIPAMENTOS A enfermagem tem como dever manter osequipamentos limpos e organizados, antese após a utilização, reduzindo assim o riscode infecção.
  • 34. LIMPEZA Não deixem que líquidos caiam ou penetrem no equipamento; Não tentem esterilizar, ou usar outra técnica de imersão em desinfetantes; Desligue sempre o monitor e desconecte-o da tomada antes de iniciar a limpeza; Utilize um pano umedecido em água morna e sabão, e depois higienize com álcool a 70%.
  • 35. O PAPEL DA ENFERMAGEM NA MONITORIZAÇÃO MULTIPARAMÊTRICO A enfermagem deve estar atenta a todas as alterações; Cabe a enfermagem realizar a leitura dos parâmetros, e se houver alterações comunicar ao médico; Realizar corretamente os programas e manter os alarmes sempre ligados; Verificar todos os parâmetros de acordo com a gravidade do paciente.
  • 36. Cardioversores-Desfibriladores-DEA Amanda Graziela Cândido Eliane Neves Lima Juliana Buratto Kellin Cristina Bonato Ludmilla Correia Brito Profª.Eliane de A. Cintra Enfermagem 8º Semestre
  • 37. Introdução A cardioversão e a desfibrilação elétrica são procedimentos terapêuticos que visam à reversão das arritmias cardíacas. Aplicação de um pulso de corrente elétrica Curto período de tempo Contração simultânea das fibras cardíacas
  • 38. Desfibriladores Corrente elétrica contínua Não Sincronizada Despolariza as fibras musculares do miocárdio. Nó sinusal retoma a geração e o controle do ritmo cardíaco. Indicada apenas nas situações de FV e TV sem pulso Fibrilação ventricular Nó Sinusal Taquicardia ventricular
  • 39. Cardioversores Choque elétrico de maneira Sincronizada Monitorado no cardioversor Descarga elétrica é liberada na onda R Indicada nas situações de taquiarritmias como a fibrilação atrial e flutter atrial com pulso. Fibrilação Atrial Onda R Flutter Atrial
  • 40. Como funcionam? Carga de energia Descarga Fonte de alimentação Armazenamento de energia Controle Sincronizador e monitor de ECG Circuitos geradores de pulso (Onda bifásica e monofásica ) Pás / Eletrodos
  • 41. Tipos de equipamentos Desfibriladores externos manuais e semi- automáticos Manuais: O profissional analisa, seleciona a energia, e aciona a descarga Semi-automáticos: O aparelho analisa, seleciona energia, carrega e o profissional aciona a descarga
  • 42.  Desfibriladores externos automáticos - DEA Automáticos: O aparelho analisa, seleciona energia, carrega e libera a descarga
  • 43.  Cardioversores/Desfibriladores implantáveis Implantáveis: Colocado em cirurgia
  • 44.  Cardioversores
  • 45. Tecnologia mais avançada Onda bifásica Equipamentos são menores, Requerem baterias menores e menos manutenção Um ritmo cardíaco pós-desfibrilador mais normal
  • 46. Problemas encontrados Possibilidade de ocorrência de queimaduras Reduzir a energia entregue ao músculo cardíaco Mau funcionamento do equipamento Seleção inadequada de energia Má aplicação do eletrodo Estado fisiológico não candidato á desfibrilação
  • 47. Manutenção A freqüência de manutenções geralmente é indicada pelo fabricante, na ausência de tal informação deve-se fazê-lo a cada seis meses Normalmente não se faz manutenção nos cardioversores-desfibriladores implantáveis
  • 48. Passos da manutenção Cuidados especiais nos aparelhos de altas tensões Inspeções qualitativas Testes quantitativos Normas técnicas aplicáveis Manutenção preventiva Instrumento de teste
  • 49. LimpezaPara desinfectar a caixa, usar umdesinfectante não oxidante, como sais de amônia ou uma solução de limpeza à base de glutaraldeído para evitar danos nos conectores de metal.
  • 50. O papel do enfermeiroNa utilização: Capacitação da equipe para utilização. Reciclagem da equipe. Preparação dos joules solicitados. Gel nas pás.
  • 51. O papel do enfermeiroNa limpeza: Capacitação dos profissionais. Verificar a disponibilidade dos produtosno setor. Inspeção dos equipamentos quanto asua higienização.
  • 52. O papel do enfermeiroNa manutenção: A manutenção feita pelo técnico daempresa contratada. A enfermagem deve fazer amanutenção preventiva. Sendo que, a limpeza é um tipo demanutenção.
  • 53. “QUE OS NOSSOS ESFORÇOSDESAFIEM AS IMPOSSIBILIDADES”(CHARLES CHAPLIN)
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