Slides

Bovinocultura. Aula Manejo Nutricional; 8. Manejo Reprodutivo; 9. Manejo Sanitário; Profa. Larissa Coelho Marques

Description
Bovinocultura Aula 3 7. Manejo Nutricional; 8. Manejo Reprodutivo; 9. Manejo Sanitário; Profa. Larissa Coelho Marques Manejo É a ação de conjugar as atividades manuais com a tecnologia avançada, com o
Categories
Published
of 79
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
Bovinocultura Aula 3 7. Manejo Nutricional; 8. Manejo Reprodutivo; 9. Manejo Sanitário; Profa. Larissa Coelho Marques Manejo É a ação de conjugar as atividades manuais com a tecnologia avançada, com o objetivo de definir ou traçar decisões a serem tomadas em um sistema de produção agropecuário. Potencializa a resposta através das condições necessárias ao bom desenvolvimento, principalmente alimentação adequada, cuidados sanitários e melhoramento genético (reprodução assistida) Manejo nutricional Manejo reprodutivo Manejo sanitário Manejo Recomendações gerais que se aplicam em todas as situações: 1. Fornecer espaço adequado 2. Ventilação adequada 3. Evite exposição indevida a alterações extremas de temp. 4. Pratique sempre bons procedimentos sanitários, higiene 5. Siga o conceito all in/all out 6. Limpe e desinfete completamente as instalações antes da remoção de um grupo e a introdução do seguinte 7. Proporcione nutrientes totais adequados (minerais e vitaminas) 8. Água potável 9. Evite contaminação fecal dos alimentos e água 10. Não ofereça alimentos estragados ou danificados Manejo 11. Garanta a ingestão do colostro pelos recém-nascidos 12. Separe em grupos etários 13. Não misture espécies 14. Não acasale fêmeas sem o peso e tamanho apropriado 15. Proporcione assistência ao parto 16. Imunize animais jovens doenças endemicas 17. Realize controle de endo e ectoparasitas 18. Monitore proximamente animais suspeitos de qualquer doença 19. Isole animais doentes e dê assistência o quanto antes Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL GENÉTICA MANEJO INSTALAÇÕES SANIDADE ALIMENTAÇÃO Pirâmede da Produção Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL ALIMENTO: toda substância que pode ser ingerida e assimilada pelo organismo animal ou todo material que após ingestão pelos animais é capaz de ser digerido, absorvido e utilizado. Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL ALIMENTO: toda substância que pode ser ingerida e assimilada pelo organismo animal ou todo material que após ingestão pelos animais é capaz de ser digerido, absorvido e utilizado. Constituídos de nutrientes; Valor nutritivo varia c/ composição da ração; Engloba sustâncias diversas; Não podem possuir substâncias tóxicas; Palatáveis Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL ALIMENTAÇÃO: Estuda a composição dos alimentos e os padrões de exigências, no sentido de alimentar os animais de forma econômica e nutritiva. NUTRIÇÃO: Conjunto de processos que vão desde a ingestão do alimento até a sua assimilação pelas células. DIETA: Entende-se por dieta ou RAÇÃO a mistura de alimentos que é fornecida aos animais. O termo dieta ou RAÇÃO, no caso dos ruminantes não deve ser confundido com concentrado. Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL RAÇÃO: É todo o alimento que o animal ingere num período de 24horas. RAÇÃO BALANCEADA: É a ração, sendo a quantidade fornecida e ingerida estimada com base nas exigências dos animais e nas características dos alimentos usados. INGREDIENTES: Qualquer matéria-prima utilizável na composição de uma ração, concentrado ou suplemento. Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL SUPLEMENTO: Ingrediente ou mistura de ingredientes capaz de suprir a ração ou concentrado, em vitaminas, aminoácidos ou minerais, sendo permitida a inclusão de aditivos. ADITIVO: Substâncias não nutritivas, adicionadas aos alimentos para melhorar suas propriedades e/ou seu aproveitamento. Principal em ruminantes é o ionoforo, leveduras, probióticos e ureia Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL CONVERSÃO ALIMENTAR: Capacidade do animal converter o alimento em uma unidade de produto animal, sendo: CA = Consumo de alimento/ganho de peso EFICIENCIA ALIMENTAR: Quantidade de produto animal obtida por quantidade unitária de alimento, sendo: EA = (Ganho de peso/consumo de alimento) x 100 Manejo Nutricional NOÇÕES BÁSICAS DE NUTRIÇÃO ANIMAL FÓRMULA: Seleção quantitativa dos componentes de uma ração ou de um suplemento. DEFICIÊNCIA NUTRITIVA: Insuficiência de um nutriente essencial. CARÊNCIA: Quadro sintomático apresentado pelo animal como resultado da deficiência nutritiva. Manejo Nutricional ALIMENTOS O teor de nutrientes dos alimentos confere seu valor nutritivo, mas é a ingestão de matéria seca (MS) do alimento que determina seu valor alimentar, que equivale ao potencial para gerar desempenho, conforme demonstrado abaixo: V. A = V. Nutritivo (MS) Consumo De que são feitos os alimentos? NUTRIENTES Água, Proteínas, Carboidratos, Gorduras, Minerais e Vitaminas Manejo Nutricional Água Sem valor energético Manejo Nutricional ÁGUA Funções: Considerada como o nutriente mais importante (70-80% corpo animal); Regular a temperatura do corpo; Fazer o transporte dos nutrientes que o animal ingere para as diversas parte do corpo; Ajudar a eliminar (fezes, urina) as substâncias tóxicas formadas no organismo dos animais kg pra cada 100kg de PV Manejo Nutricional ÁGUA Fontes: Bebida Alimento Metabólica Fatores que afetam o consumo: Tipo de Dieta. Silagem vs Feno Fisiológia do Animal. Gestantes/Lactantes Meio Ambiente Manejo Nutricional PROTEINAS Funções: Formar os músculos, os ossos, os pêlos etc; Crescimento; Produção de leite; Resistência às doenças; Reprodução e em outras funções. Manejo Nutricional PROTEINAS Fontes: Farelo de soja; Farelo de algodão; Folhas e sementes de leguminosas (leucena, guandu etc.) Manejo Nutricional PROTEINAS Efeito do conteúdo proteico da dieta na fisiologia animal Dieta pobre em proteína Abaixo de 6% PB existe uma diminuição da ingestão voluntária dos alimentos; Redução da função ruminal; Retardamento do crescimento, produção de leite e afeta negativamente a reprodução. Manejo Nutricional PROTEINAS Efeito do conteúdo proteico da dieta na fisiologia animal Dieta com excesso em proteina Quando suficiente energia resulta em uma maior produção; Perdas de nitrogênio na forma de amônia por meio da urina; Desequilíbrio com os outros nutrientes; Diminuição no consumo voluntário. Manejo Nutricional CARBOIDRATOS Funções: Energia: o combustível (ou a gasolina ) do corpo do animal que é queimado toda vez que o animal precisa fazer algum trabalho, como andar, remoer, comer, etc; Fontes: Milho em grãos; Sorgo em grãos; Raiz de mandioca; Vagem de algaroba. Manejo Nutricional CARBOIDRATOS Dieta pobres em carboidratos Crescimento lento; Aumenta a idade para atingir a puberdade; Fertilidade comprometida; Diminui o ganho de peso e produção de leite; Os animais são menos resistentes a doenças e parasitas. Manejo Nutricional CARBOIDRATOS Dieta com excesso de carboidratos Acúmulo de gordura; Desequilíbrio com os outros nutrientes; Problemas metabólicos; Se prejudica a eficiência de produção e reprodução; Manejo Nutricional MINERAIS Funções: Formação e mantença do esqueleto Inter-relação com as vitaminas Reação química nos tecidos Regulação ácido-base e balanço do fluido extracelular Ativação enzimática Classificações: Macroelementos Minerais: Ca; P; K; Na; Cl e S Microelementos Minerais: I; Mg; Mn; Fe; Cu; Mo, F e Se Manejo Nutricional MINERAIS Fatores que limitam seu consumo: Qualidade da água. NaCl na água Disposição dos cochos e água Manejo Nutricional VOLUMOSO Possuem mais de 18% de fibra; São aquelas forragens fornecidas aos animais em maior quantidade, para encher barriga. fenos, silagens, palhas e restos de cultura diversos, forragens verdes picadas, palma-forrageira, pastagens em geral. Manejo Nutricional CONCENTRADO Possuem menos de 18% de fibra; São todos aqueles que são muito ricos em carboidratos (energia) e em proteínas. Grãos de milho e de sorgo; Farelos de soja, algodão, girassol, milho, trigo, coco etc; Polpa cítrica; Raspa de mandioca; Farelo de vagem de algaroba; Uréia, melaço. Manejo Nutricional CONCENTRADO Concentrado energético: 20% de Proteína Bruta (PB) Origem Vegetal (grãos de cereais) Origem Animal (sebos e gorduras) Concentrado proteico: 20% de Proteína Bruta (PB) Origem Vegetal (resíduos de oleaginosas) Origem Animal (resíduos de frigoríficos) Manejo Reprodutivo Finalidade Bezerro Leite Manejo Reprodutivo Estação de monta: Acasalamento dos animais (monta natura ou IA). Máx de 90 dias Novilhas 45 dias antes da vacas Critérios para se estabelecer a estação de monta: Época que se deseja que os nascimentos ocorram; Gestação demora 9 meses e meio programar a primeira parição; Indicado: inicio no período de chuvas; Nascimento período seco. Manejo Reprodutivo Sistema de monta ou de cobrição Monta natural (com ou sem estação de monta); Monta controlada macho recebe a fêmea no piquete (uso de rufiões para detectar fêmeas em cio); Monta dirigida tronco de cobertura, o macho é levado até a fêmea; Inseminação artificial coleta, avaliação, armazenagem e deposição do sêmen na fêmea no momento certo; Transferência de embriões - TE Manejo Reprodutivo Desvantagens da monta natural Falta de controle de nascidos; Dificuldade de controle de doenças transmissíveis; Desgaste do reprodutores; Montas intempestivas no porte do macho e da fêmea; Não permite o controle de monta por reprodutor; Falta de controle do tempo de gestação; Difícil detectar o pai do bezerro. Manejo Reprodutivo Vantagens da monta natural Bom manejo boa taxa de nascimento; Não é preciso mão-de-obra especializada e outras despesas; Indicação Reprodutor não requer cuidados especiais; Animais com maior rusticidade; Manejo Reprodutivo Vantagens da monta controlada Melhora o potencial dos reprodutores; Rufiões para detectar cios silenciosos; Controle do cio e da gestação; Controle de doenças transmissíveis; Controle do nascimento; Controle da paternidade; Controle desempenho reprodutivo dos animais. Manejo Reprodutivo Desvantagens da monta controlada Gasto com instalações; Mão-de-obra mais qualificada que a monta natural; Síntese de organização. Indicações Rebanhos com genética razoável, mais exigências, como animais de raças puras ou cruzadas, criados semi-intensivo Manejo Reprodutivo Vantagens da monta dirigida Utilizar maior número de fêmeas/reprodutor; Controlar problemas de infertilidade; Facilita os tratos com cuidados higiênicos; Cobertura no momento + apropriado do cio; Adotado para rebanhos de raça pura; Perfeito controle dos nascimentos. Manejo Reprodutivo Desvantagens da monta dirigida Elevados gastos com instalações; Requer muita mão-de-obra. Indicação Rebanhos de alto padrão genético geração de reprodutores para comércio, como nos sistemas de criação intensiva. Manejo Reprodutivo Relação touro: vaca extensiva Depende: Idade do touro, estado de saúde e nutrição Manejo dado ao rebanho de cria; Relação para touros jovens (1:10 a 1:15) Touro adulto até 1:40 Manejo Reprodutivo Depende Considerar a topografia do terreno; Touros do mesmo lote de fêmeas: idade peso e tamanho; Touro dominante subfértil ou infertil diminui o indice de fertilidade; Exame no touro ante da EM: andrológico completo (exame clínico, características do sêmen e o teste do libido) Manejo Reprodutivo Relação touro: vaca monta controlada 1:35 a 1:40 fêmeas Relação touro: vaca monta dirigida 1: 70 a 80 fêmeas Manejo Reprodutivo Inseminação Artificial - IA Anatomia do sistema genital; Patologia reprodutiva; Fisiologia animal, higiene e profilaxia; Doenças infecciosas e imunologia; Bioquímica constituição de diluentes ou diluidores; Nutrição animal; Bioclimatologia e histologia. Manejo Reprodutivo Vantagens da I.A. Uso de touros provados geneticamente; Pequenas propriedades podem usufruir de bons reprodutores; Características do reprodutor sejam determinadas rapidamente; Elimina quase por completo as doenças genitais; Utilização de reprodutores mortos; Controle da data de fecundação e parturição; Linhagens de alta produção de qualquer parte do mundo, vencendo o tempo e a distância. Manejo Reprodutivo Desvantagens da I.A Quando bem conduzida não existe desvantagens. Limitações. Pessoal habilitado; Instalações adequadas; Assistência técnica permanente. Manejo Reprodutivo Puberdade Amadurecimento dos órgão reprodutivos; Varia de acordo com a raça, espécie animal, alimentação, clima, etc... Manejo Reprodutivo Atividade sexual pós-parto Período de serviço: aspecto + importante na determinação do IP. Após o parto = dias para que haja recuperação do sistema genital. No Brasil = período de serviço excessivamente longo o nº de crias/vaca no rebanho meses. Manejo Reprodutivo Condição corporal Produção eficiente eficiência reprodutiva influenciada pelo status nutricional do rebanho. Complexo nutrição reprodução é dependente da quantidade e qualidade de alimento ingerido, reservas estocadas, competição por nutrientes, etc...reservas corporais podem ser estimadas através da CC. CC correlação com quantidade de gordura corporal. Animais que pariram com CC boa voltam a ciclicidade + cedo. Manejo Reprodutivo Manejo Reprodutivo Condição corporal % vacas vazias, IP, produção de leite e peso a desmama dos bezerros relacionados à CC da vaca ao parto e durante a estação de monta. Adota-se uma escala de 9 pontos para avaliação dos animais. Condição corporal Manejo Reprodutivo Manejo Reprodutivo Condição corporal Ideal 5 a 7 Manejo Reprodutivo Descarte Idade Vacas c/ mais de dez anos Infertilidade repetição de cios; anestros prolongados; defeitos congênitos (genéticos); infecções genitais, uso impróprio de medicamentos, estresse, etc; causa principal é o desequilíbrio nutricional ou a restrição alimentar. Manejo Reprodutivo Descarte Inabilidade materna defeitos de úbere como o de possuir peitos muito grossos; peitos secos por inúmeras causas; não produzir leite suficiente; natural diminuição de produção de leite pela idade avançada; mães que enjeitam (rejeitam) bezerros, dentre outras causas. Manejo Reprodutivo Seleção Antes do período reprodutivo Baseado no exterior fenótipo Mérito genético genótipo Desenvolvimento corporal idade e condição corporal Substituir cerca de 15 20% das matrizes Manejo Reprodutivo Seleção Taxa de prenhez Ciclo I 100 x 0,25 = 25 Cliclo II 75 x 0,25 = 19 Ciclio III 56 x 0,25 = vacas (58% de prenhez) Descarte Manejo Reprodutivo Seleção Taxa de prenhez Ciclo I 100 x 0,35 = 35 Cliclo II 65 x 0,35 = 23 Ciclio III 56 x 0,35 = vacas (73% de prenhez) Manejo Sanitário RECOMENDAÇÕES BÁSICAS DE CONTROLE SANITÁRIO Adoção de medidas preventivas (calendário anual de controle sanitário). Seguir as orientações dos programas oficiais de prevenção de enfermidades. Controle estratégico de endo e ectoparasitas. Monitorar o surgimento de resistência parasitária. Manter um programa de manejo sanitário supervisionado por um veterinário. Manejo Sanitário GESTAÇÃO Alimentação Último mês conduzir ao piquete maternidade Próximo a área de curral Visível Boa disponibilidade de alimento Após o parto devem permanecer com a cria pelo menos até que o colostro seja ingerido Manejo Sanitário NEONATOS Colostro 3 dias Primeiras 12-24hs + importante Umbigo Corte a 3cm da base limpeza cura Descorna 1 semana de vida Bastão de potassa/ ferro de descorna a fogo cadente/ Vermifugação Manejo Sanitário NEONATOS Marcação Perna esquerda (Lei de 19/07/65 - MAPA) Era ano na face direita Identificação Chip/Tatuagem/Brinco Desmame depende da exploração Castração se necessária ser no período de aleitamento Método a escolha Manejo Sanitário VERMIFUGAÇOES E VACINAÇÕES Manejo Sanitário FEBRE AFTOSA Enfermidade altamente contagiosa, causada por um vírus da família Picornaviridade. Acomete animais de casco fendido Sintomas: vesículas que se rompem e originam aftas nas mucosas e cascos, sialorréia intensa, dificuldade em comer e locomover, manqueira, mamites e míiases. Doença de rebanho. Manejo Sanitário FEBRE AFTOSA Prevenção: vacinação 2 ou 3 etapas A transmissão é feita pelo ar, água e alimentos Prejuízo: Morte/sacrifício Manejo Sanitário BRUCELOSE É uma doença causada por uma bactéria (Brucella sp) que se localiza no útero, na placenta e/ou no úbere das fêmeas doentes, e nos testículos de bovinos infectados. Sintomas são: Abortamento, nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações, inflamação dos testículos. Prevenção: Vacinação, eliminação dos bovinos doentes, desinfecção de material contaminado e resultante do abortamento e aquisição de animais livres da doença. Vacinar todas as fêmeas entre 3 a 8 meses (dose única) B 19. Marcar as fêmeas vacinadas com o V seguido do ano de vacinação do lado esquerdo da cara Manejo Sanitário BRUCELOSE Contaminação: Pela ingestão de pastagens e alimentos contaminados por: urina de bovinos doentes, fezes de bezerros recém-nascidos de vacas doentes, corrimento uterino e restos da placenta e líquidos fetais. Prejuízo: Desvalorização do animal que será enviado para abate, redução na produção de leite, nascimento de bezerros fracos ou abortados, queda dos índices reprodutivos e reprodutivos. Manejo Sanitário TUBERCULOSE É uma doença infecciosa causada por bactéria, que acomete os bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos, cães e gatos, animais silvestres e o ser humano. Sintomas: Perda de peso, nódulos na região do pescoço, febre, emagrecimento, dificuldade respiratória, tosse, corrimento nasal. Manejo Sanitário TUBERCULOSE Prevenção: Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose) MAPA, realizar exames de tuberculinização, sacrifício dos animais doentes, destino adequado de dejetos animais, comprar animais com atestado negativo para tuberculose, realizado por médico veterinário. A transmissão ocorre por meio do ar, leite, alimentos e água contaminados. Causa queda da produção de carne e leite. Manejo Sanitário LEPTOSPIROSE É uma doença infecciosa transmitida por bactérias e está amplamente disseminada nos rebanhos nacionais. Sintomas: Abortos, retenção de placenta, nascimento de animais mortos ou fracos; mastite e úbere flácido, com leite alaranjado e presença de coágulos. Prevenção: Fazer exames do rebanho periodicamente, vacinação, tratar os animais doentes. Manejo Sanitário LEPTOSPIROSE A bactéria penetra na pele, machucada ou não, pelas mucosas em contato com urina, líquidos fetais, água, alimentos e sêmen contaminados. Prejuízo: Queda de produtividade de leite e carne. Manejo Sanitário RINOTRAQUEITE INFECCIOSA BOVINA IBR Doença causada pelo herpevírus bovino, que atinge o trato respiratório e genital Sintomas: Vulvovaginite pustular infecciosa, conjutivite, encefalites, balanopostite, abortos e doença do recém nascido, além de febre, descargas nasais. Prevenção: manejo e programas de vacinação, cuidados na aquisição de animais no rebanho Novilhas com 6 meses de idade e antes da cobrição Manejo Sanitário DIARRÉIA VIRAL BOVINA DVB Doença causada pelo vírus do gênero Pestivirus, família Flaviviridae, que pode causar problemas entéricos, respiratório e genital Sintomas: Abortos, natimorto, defeitos congênitos infertilidade, retardo no crescimento, descarte precoce, está associada a inúmeras manifestações clínicas. Semelhante a IBR. Prevenção: vacinas mortas Novilhas após 6 meses de idade e antes da cobrição Manejo Sanitário RAIVA A raiva é uma doença que não tem cura: mata. Ataca o sistema nervoso central dos mamíferos domésticos e silvestres, inclusive o homem. Sintomas: Coceira na região da mordedura, mugido constante, Paralisia das patas traseiras, salivação abundante, dificuldade para engolir, tremores musculares, ranger de dentes, andar cambaleante, morte. Manejo Sanitário RAIVA Prevenção: Vacinação dos animais, controle populacional do morcego hematófago, uso de pasta vampiricida no local da ferida recente, em caso de agressão nos animais por morcegos hematófagos ou presença de abrigos procurar orientação do Serviço de Defesa Sanitária Animal A doença é transmitida por mordeduras. O principal transmissor da raiva para os herbívoros é o morcego hematófago (que se alimenta de sangue) Desmodus rotundus Prejuízo: Óbitos dos animais. Manejo Sanitário DIARRÉIAS A diarreia é o problema mais comum que afeta os bezerros nas fases iniciais da vida. Os principais agentes causadores e a idade afetada
Search
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks