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BOVINOCULTURA DE LEITE

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BOVINOCULTURA DE LEITE 0 Leonardo 2 AULA 0 Olá, meus amigos e amigas! Estamos inaugurando este novo espaço para concursos e é muito bom tê-los aqui. Nossas aulas visam preencher uma lacuna no mundo dos
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BOVINOCULTURA DE LEITE 0 Leonardo 2 AULA 0 Olá, meus amigos e amigas! Estamos inaugurando este novo espaço para concursos e é muito bom tê-los aqui. Nossas aulas visam preencher uma lacuna no mundo dos concursos com relação as áreas agrícolas, onde faltam materiais de qualidade para que possamos estudar os temas pedidos nos editais, nosso objetivo e preencher esta lacuna e preparando os alunos a disputar uma vaga, e estar entre os classificados. Assim, teremos aulas voltadas para os principais concursos nacionais como: FISCAL AGROPECUÁRIO - (MAPA) (Agronomia, veterinária, zootecnia), PERÍTO DA POLÍCIA FEDERAL (Agronomia, engenharia florestal, engenharia elétrica, etc), POLÍCIA CIENTÍFICA, INCRA E MUITOS OUTROS. Estaremos elaborando aulas de acordo com os editais, com muitos exercícios, para que possamos gabaritar estas provas. Queremos abordar várias áreas, como engenharia agrícola, florestal, ambiental, engenharia civil, engenharia elétrica, arquitetura etc. ENTÃO, NÃO SE ESQUEÇA: ESTE É O NOSSO ESPAÇO O curso de produção animal compõem-se de quatro aulas em pdf totalmente explicadas contemplando vários exercícios de concursos anteriores visando o treinamento do candidato, esse material objetiva ser a única fonte do aluno contemplando toda a matéria solicitada no edital SAA SECRETÁRIA DE AGRICULTURA. Então, não precisará de 3 livros, apostilas, ou qualquer outro material. Em caso de dúvidas, teremos um FÓRUM diretamente ligado aos professores, no qual você pode entrar em contato, quando julgar necessário, para esclarecimento de pontos da aula que não ficaram tão claros ou precisam de um aprofundamento. O site foi feito pensando em você, para que alcance seus sonhos, passar em um bom concurso. Para isso precisamos de excelentes materiais, o que era uma raridade nas áreas específicas, hoje temos AGRONOMIACONCURSOS vindo a preencher está lacuna. Acompanhe nossa página no Facebook com as novidade no mundo dos concurso. Agronomia concursos APRESENTAÇÃO Meu nome é Leonardo, sou Engenheiro Agrônomo formado na Universidade Federal de Lavras. Trabalho há 10 anos na Emater-MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais). Tenho pós-graduação Lato Sensu em Extensão Ambiental para 4 o Desenvolvimento Sustentável e em Gestão de Agronegócio. Iniciei o mestrado em Agricultura Tropical, na área de conservação de solos. Fui professor do curso técnico agrícola Pronatec, ministrei aulas de nutrição e forragicultura, fertilidade do solo e culturas anuais e olericultura. Sou professor de matemática e física do ensino médio. Ministro vários cursos para agricultura familiar, entre eles fertilidade do solo, culturas anuais, olericultura, mecanização agrícola, cafeicultura e manejo da bovinocultura de leite. Trabalho com crédito rural (custeio e investimento), elaborando projeto e prestando orientação aos agricultores há 10 anos. Sou responsável pela elaboração da Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) e correspondente bancário pelo sistema COPAN. Já fiz vários concursos, como Adagro-Pe (agência de fiscalização agropecuária de Pernambuco), Perito da Policia Federal área 4 agronomia, Ministério Público e Ibama. Logrei êxitos em alguns e fui reprovado em outros, mas assim é a vida do concurseiro. Passei na Emater-MG, onde estou até hoje. O AGRONOMIA CONCURSOS tornouse o nosso ponto de encontro, nosso espaço de estudo para gabaritar todas as provas de agronomia. Aproveite todas as oportunidades. Solicitamos que os alunos que adquirirem nossos cursos avaliem-nos no final, para que possamos melhorar a linguagem e os temas que não ficarem tão claros. Espero que vocês também aprovem e gostem do nosso material, e que ele possa ajudar na sua aprovação! 5 O QUE VAMOS ESTUDAR NESTE CURSO? ANÁLISE DO EDITAL Analisemos agora a nossa parte de IRRIGAÇÃO E DRENAGEM conforme edital abaixo. Código de ética profissional. Boas práticas agropecuárias. Fontes de energia do meio rural. Recomposição florestal. Manejo da água: irrigação e drenagem. Solo: gênese, classificação, capacidade de uso, práticas de conservação, erosão e seu controle. Noções de fotografia aérea, sensoriamento remoto e uso de GPS. Climatologia agrícola e Hidrologia. Mecanização agrícola. Fertilidade do solo e nutrição vegetal. Extensão Rural. Economia rural: Manual de Crédito Rural (MCR) - Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista O Banco do Agronegócio Familiar (FEAP/BANAGRO) - Produção Vegetal: conhecimentos básicos sobre práticas culturais, pragas, doenças e tratamento fitossanitário das seguintes explorações: café, algodão, cana-de-açúcar, seringueira, eucalipto, citrus, fruticultura tropical e temperada, arroz, milho, trigo, feijão, amendoim, soja, batata, mandioca, pastagens cultivadas e plantas olerícolas. Métodos de controle de pragas, doenças e plantas invasoras. Certificação de produtos de origem vegetal. Sistema de produção: 6 convencional, plantio direto e orgânico. Certificação de produtos de origem animal. Bovinocultura de corte e de leite. Caprinocultura. Ovinocultura. Piscicultura. Avicultura. Suinocultura. Produção, Preparo e Conservação de Sementes. Legislação ambiental (florestal, solo e água): Código florestal - LEI Nº , DE 25 DE MAIO DE Resolução SMA n 32, de 03 de abril de Resolução SMA n 07, 18 de janeiro de Lei n 7.802, de 11 de julho de 1989 (Lei do Agrotóxico). Lei Estadual n 4.002, de 05 de janeiro de 1984 sobre a distribuição e comercialização de produtos agrotóxicos e outros biocidas no território do Estado de São Paulo). Lei Estadual n 5.032, de 15 de abril de 1986 (Altera a Lei n , de 5 de janeiro de 1984, que dispõe sobre a distribuição e comercialização de produtos agrotóxicos e outros biocidas no território do Estado de São Paulo). Lei Estadual n 6.171, de 04 de julho de 1988 (Dispõe sobre o uso, conservação e preservação do solo agrícola). Assim, vamos montar nosso cronograma. Cronograma das aulas AULA MATÉRIA DATA 00 Bovinocultura de leite 01/12/ Bovinocultura de leite, Bovinocultura de corte 08/12/ Caprinocultura. Ovinocultura e Piscicultura 15/10/ Avicultura 22/10/ Suinocultura. 29/10/2017 7 PANORAMA DA PECUÁRIA LEITEIRA NO BRASIL E NO MUNDO A bovinocultura leiteira envolve diretamente no mundo ao redor de 1 bilhão de pessoas, numa relação próxima de 1 para cada 7 habitantes da Terra. A produção mundial de leite bovino é ao redor de 600 bilhões de litros por ano. O Brasil se destaca como o quarto maior produtor de leite bovino do mundo, sendo este oriundo de cerca de 1,35 milhão de fazendas produtoras, das quais cerca de 900 mil comercializa ou beneficia leite, representando um dos maiores segmentos empregatícios do país, provavelmente atrás apenas da construção civil. Minas Gerais supriu cerca de 30% dos 34 bilhões de litros de leite produzidos no país em 2013, sendo o estado de maior produção da nação. As regiões produtoras do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás produzem, de forma razoavelmente equilibrada, outros 40 a 45% da produção nacional de leite. Apesar da menor participação das regiões Norte e Nordeste, em alguns estados destas zonas se observam altas taxas anuais de crescimento da produção leiteira, necessária para atender à demanda populacional por produtos lácteos. Além de praticamente suprir a demanda brasileira de leite, o setor produtivo nacional ainda tem potencial exportador, devido alta disponibilidade de área agriculturável no país, de mão de obra rural jovem, e principalmente pelo alto potencial de melhora zootécnica das vacas e fazendas leiteiras, ou seja, existe potencial de crescimento na produtividade por maior adoção de tecnologia. Nossos indicadores de produtividade por unidade de terra, vaca ou mão de obra são baixos quando comparados aos de Estados Unidos, Nova Zelândia e União Europeia, que são importantes no mercado mundial de lácteos. No Brasil existe fazendas com alto desempenho 8 zootécnico, mas, em média, nossos indicadores de desempenho por vaca são comparáveis aos da Índia, o maior produtor mundial de leite, quando ao leite bovino é acrescido o leite bubalino, mas onde práticas religiosas e o baixo número de vacas por produtor dificultam o ganho em produtividade. As vacas modernas são animais de alta aptidão leiteira, muito eficientes na conversão de carbono fixado por fotossíntese em plantas em produtos lácteos de alto valor nutritivo para humanos. Assim, o aumento no consumo per capita de lácteos ocorre em resposta ao aumento na renda populacional, principalmente para produtos de maior valor agregado, como queijos e iogurtes, o que é coerente ao aumento observado no consumo brasileiro de leite por habitante nos últimos anos. Desta forma, existe tendência de aumento na demanda mundial por lácteos, já que chineses, habitualmente não sendo consumidores de leite, aumentaram drasticamente o seu consumo. O aumento no tamanho do mercado consumidor, e a tendência de maior consumo per capita em resposta ao ganho econômico da população, faz com que seja crescente a demanda nacional e mundial por leite bovino. Assim, no mundo, o tamanho médio dos rebanhos leiteiros é de 2,4 vacas. A atividade leiteira é de pequenos produtores, similarmente ao que ocorre no Brasil, onde cerca de 80% dos produtores têm produção diária inferior a 50 litros. Entretanto, apesar da importância social indiscutível do Leite, estes 80% de produtores só suprem cerca de 25% da demanda nacional por leite. A produção empresarial de leite, necessária para suprir todos os mercados consumidores, tende a se concentrar em maiores produtores, proporcionalmente menos representativos do número total de fazendas. Contudo, é pequeno o tamanho das grandes fazendas 9 brasileiras. Fazendas com volume diário de produção ao redor de litros compõem a parcela das 100 maiores do país, e menos de 10 fazendas possuem mais de vacas em lactação. A produção diária de leite da fazenda norte-americana é ao redor de litros, enquanto o valor médio brasileiro é ao redor de 60 litros. Obter ganhos na escala e na eficiência produtiva são necessários, e possíveis por ganhos na eficiência zootécnica e agronômica dos sistemas de produção. O custo com alimentos forrageiros e concentrados, como silagens, pastagens, milho, subprodutos fibrosos e soja, representa cerca de 40 a 60% do custo de produzir leite. A disponibilidade de forrageiras que conciliam a alta produção de matéria seca por hectare com a alta qualidade nutricional, determina o número de vacas alojáveis por área e a necessidade de alimentos concentrados por litro de leite produzido, respectivamente, definindo a eficiência zootécnica e financeira da atividade leiteira. Sistemas de produção de leite variam na eficiência de uso dos fatores produtivos terra, vacas e mão de obra, sendo a variabilidade altamente determinada pelas práticas alimentares do rebanho. Os alimentos concentrados são o maior item de custo nas fazendas leiteiras do Brasil, e seu uso tecnicamente correto tem alta possibilidade de determinar a eficiência financeira da atividade. A nutrição animal também tem o potencial de atuar sobre a eficiência de utilização dos nutrientes consumidos, sendo rota para minimizar o efeito negativo sobre o aquecimento global da excreção de metano ruminal. Alguns componentes do leite bovino (ácidos linoleicos conjugados na gordura do leite, por exemplo) também têm demonstrado ter potencial nutracêutico para humanos. Vacas modernas são animais de alta demanda nutricional e exigem dietas adequadamente formuladas para atender à alta demanda por 10 nutrientes da glândula mamária. A função da vaca leiteira de consumir resíduos agroindustriais ricos em fibra, como a polpa cítrica e a casca de soja, cria elos únicos entre a atividade leiteira e outros setores do agronegócio, como as culturas da laranja e da soja, respectivamente, e exploram a produção de alimentos para humanos através da capacidade digestora de fibra dos ruminantes, tanto em sistemas de produção de leite em confinamento quanto em pastoreio. O valor financeiro da produção de leite bovino é o maior entre os produtos do agronegócio mundial. A produção mundial de leite é crescente, o que é coerente à maior demanda por alimentos pela população humana. Em países como a Índia e o Paquistão, a produção de leite de búfala é tão importante quanto à produção de leite bovino. Estatísticas da produção de leite mundial muitas vezes unem a produção de leite bovino à produção de leite bubalino. Na Índia, o maior produtor de leite do mundo quando ao leite bovino é acrescido o leite bubalino, menos de 50% do leite produzido é oriundo de bovinos. O crescimento da importância relativa da Ásia e a queda na importância da Europa como zona produtora de leite ocorreu simultaneamente ao crescimento global da produção de leite. A importância da América do Sul também aumentou, mas a uma taxa inferior ao crescimento do leite asiático. Sendo que o crescimento da produção de leite em países como a China e a Índia foram os principais responsáveis pelo crescimento da produção de leite na Ásia e representaram a maior proporção do crescimento na produção mundial de leite na década passada. A produção de leite no mundo cresceu mais onde a demanda populacional por produtos lácteos foi maior. Os países do cone sul da América do Sul tiveram taxa anual de crescimento na produção de leite superior à taxa de crescimento da produção mundial. A importância do Brasil é significativa, não só pela 11 alta taxa de crescimento da produção, mas também pelo volume de leite produzido, que representa cerca de 50% do leite dessa região. Atualmente, o Brasil ocupa posição de destaque na pecuária leiteira mundial, sendo o quarto maior produtor de leite do mundo. Estima-se que a produção de leite do Brasil em 2013 foi de 34,3 bilhões de litros. A produção de leite inspecionado em 2014 foi de 24,74 bilhões de litros. Depois de um cenário adverso em 2015, as 100 maiores fazendas de leite do Brasil voltaram a acelerar o ritmo de crescimento da produção no ano passado. A produção média do grupo ficou em litros por dia em 2016, aumento de 4,5% em relação à média das 100 maiores de 2015 ( litros). Assim, desde 2014, quando o Brasil registrou o maior volume de produção de leite sob inspeção (24,7 bilhões de litros), os índices vêm retrocedendo. Em 2015, a queda foi de 2,8% (figura.: 1 e fig.: 2). Fig.:1 Estimativa da produção formal de leite Fonte: IBGE, adaptado pela Embrapa (2016: Estimativa Embrapa Gado de Leite). 12 Fig.: 2 O preço nominais pagos ao produtor (até mar 16) e quantidades adquiridas pelos laticínios (até dez 2015, jan/2011 a março/2016 Em R$/l e mil litros O Brasil produz mais leite bovino que países europeus e a Nova Zelândia, ficando atrás dos Estados Unidos, Índia e China. A posição do Brasil entre os maiores produtores de leite do mundo mudou grandemente na última década. Mesmo com problemas econômicos graves e baixa produtividade, a pecuária leiteira brasileira cresceu de forma acentuada, refletindo o potencial do país de ser um dos maiores produtores de leite do mundo. Impressiona no mundo a velocidade de crescimento da pecuária leiteira na China, país que há poucos anos era um produtor irrisório de leite no mundo. É também evidente a estabilização ou queda da produção leiteira na Europa, ditada por altos custos de produção, existência de uma classe rural com idade avançada, baixa disponibilidade de terra (normalmente com alto custo) e os sérios entraves ambientais a todos os tipos de produção animal. Economistas colocam o Brasil como um dos países com maior potencial de crescimento da produção de leite no mundo. O país tem potencial de crescimento por ganho em produtividade (da vaca, da terra e da mão de obra), além de ter alta disponibilidade de terras. A falta de infraestrutura e a alta dependência do mercado interno de 13 lácteos fazem parte do cenário leiteiro brasileiro. O leite é um produto agrícola de alta importância social para a população, o distinguindo de atividades agrícolas mais voltadas à exportação, como o café, carne bovina e soja, por exemplo. O Brasil não é eficiente em custo de produção (custo por litro de leite produzido), por causa da baixa produtividade das fazendas, da mão de obra e das vacas, mesmo com baixo valor por unidade de trabalhador e de terra. O país é considerado como tendo alta disponibilidade de água, mas os últimos anos têm demonstrado que essa premissa pode não ser verdadeira. O ambiente regulatório ainda não induz ineficiências à produção. A mudança no perfil da pecuária leiteira nos EUA é um bom exemplo do que ocorre na maior parte do mundo, no qual o leite cada vez vem de menos fazendas, com maior produtividade por animal (L/vaca/ano). A maior exceção a essa tendência é a Índia, onde a atividade cresce baseada em vacas de baixa produção leiteira e sem haver concentração da produção em menos fazendas. O último censo (2006) indica que cerca de produtores comercializaram leite no país. A produção estimada por produtor foi de 59 kg/d, com baixa produtividade por vaca ( kg/ano) e por área (1500 kg/ha/ano). O perfil dos produtores que comercializa leite inspecionado sugere que a logística de coleta e o controle de qualidade são grandes desafios para a indústria leiteira brasileira, devido à grande proporção de pequenos produtores. Assim, uma parcela considerável da produção brasileira de leite vem de produtores com pequeno volume de produção, apesar de que a importância, dessas fazendas para a produção de alimentos, ser inferior à importância dos produtores com maior volume de produção por dia. 14 Assim, estima-se que apenas 5 a 7 % do leite produzido no mundo transitam no comércio exterior. China e Rússia são grandes importadores de leite no mundo, enquanto Nova Zelândia, Europa, e mais recentemente Estados Unidos, são grandes exportadores. Em todo o mundo, a oferta de leite para a indústria é determinada pela época do ano, como no exemplo abaixo da União Europeia. Nessa região, se produz menos leite no inverno. Na Nova Zelândia, a sazonalidade da produção é acentuada, sendo determinada pela disponibilidade de pastagens e pela prática da concentração de partos nos sistemas de produção baseados exclusivamente em pastagem. Na Argentina a maior oferta de leite ocorre no verão, de maior crescimento das pastagens. A sazonalidade da produção leiteira também é uma característica da pecuária leiteira brasileira. Nesse caso, a variação na oferta de leite no país tem como principal causa a maior oferta de leite na estação chuvosa do Brasil Central (Regiões Sudeste e Centro-Oeste), o que induz aumento na disponibilidade e qualidade das pastagens. Assim, a tendência de variação na produção de leite ao longo do ano nos rebanhos de melhor padrão tecnológico é o inverso da tendência da fazenda média (nestes se produz mais leite na seca do que nas águas), devido ao difícil manejo de vacas leiteiras no período chuvoso, quente e úmido. Em média, a pecuária leiteira brasileira ainda sobre com a falta de aporte alimentar para o rebanho no período seco do ano. A principal zona produtora de leite do Brasil é a região Sudeste, que somada à região Centro-Oeste, representa cerca 54% do leite inspecionado do país. A região do Brasil com maior crescimento da produção leiteira é o Sul do país. 15 No Brasil, a grande variabilidade entre regiões do país nas características do mercado consumidor de lácteos, da oferta de leite e do número de laticínios compradores de leite, entre outros fatores, induz extrema variação no preço do leite ao produtor, um fator altamente determinante do tipo de sistema de produção a ser adotado na fazenda. Em regiões de alto valor do litro de leite (tradicionalmente na região Sudeste do país), sistemas de produção com maior custo por litro, normalmente adotando maior uso de alimentos concentrados e forragens conservadas, podem resultar em maior Lucro (R$/tempo) e Lucratividade (R$ por ano/capital Investido em Bens). Em regiões onde o preço ao produtor é baixo, si
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