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Catálogo do Museu do Folclore de São José dos Campos

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Instalação provisória do museu na Igreja São Benedito, com acervo de 203 peças. A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) cria o Museu do Folclore de São José dos Campos, atendendo solicitação da Comissão Municipal de Folclore da entidade, formada por pesquisadores, educadores, agentes culturais e interessados nos estudos sobre o folclore. 1992 Entre os objetivos da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) estão a garantia da cidadania, da memória, da participação, da multiplicidade dos modos de viver e a invenção do novo como direito de todos. Criada em 1985, é esta instituição a responsável pelas diretrizes da política pública de cultura em São José dos Campos. Sob a direção da FCCR está o Museu do Folclore de São José dos Campos, que segue estas prioridades, garantindo o cuidado e o respeito com as manifestações de cultura popular, reconhecendo o valor da preservação dos bens culturais de natureza material e imaterial. Criado em 1987 e gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), o Museu do Folclore de São José dos Campos é um grande divulgador da cultura popular joseense e de todo o Vale do Paraíba, sendo um grande centro de preservação dessas tradições, que são passadas por gerações até os dias atuais. Essas ações não estão restritas ao Museu do Folclore. Elas se expandem pelas Casas de Cultura e outros espaços mantidos pela FCCR. A difusão da cultura local, seja ela tradicional ou contemporânea, é feita por meio de exposições, oficinas, apresentações, palestras, seminários, entre outras atividades. O conjunto dessas atividades realizadas pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo contribui para o estabelecimento de toda uma trama, em que se entrelaçam vários saberes, que criam essa identidade da cultura joseense e valeparaibana. 1987 O Museu do Folclore de São José dos Campos nasceu da vontade da própria comunidade joseense de conhecer sua cultura, valorizá-la e preservá-la. É um espaço cultural da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) que funciona sob gestão do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), mediante convênio firmado entre as partes. 2 Ações Pesquisa, documentação e divulgação da cultura popular regional, reunindo vasto acervo museológico, bibliográfico, sonoro e audiovisual. Desenvolvimento de ações culturais e educativas, com o propósito de difundir uma visão contemporânea sobre o folclore para o público em geral e, em especial, para estudantes, educadores e formadores de opinião. Divulgação das manifestações populares tradicionais, que conferem valores identitários, contribuindo para ampliar a compreensão do homem na sua realidade social. Por meio dessas ações, o Museu do Folclore procura estimular processos de conscientização dos homens e mulheres e de seu patrimônio cultural, levando-os a exercer a cidadania plena e consciente. Uma visita ao Museu do Folclore é, também, um encontro com as identidades, a brasilidade e as heranças culturais do nosso povo. Museu Museu é uma instituição aberta ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento, que executa um trabalho permanente com o patrimônio cultural, material e imaterial em suas diversas manifestações. Em um museu o patrimônio cultural é preservado, investigado e interpretado, colocado à disposição da socie- dade por meio de exposições, publicações e ações educacionais. O objetivo é propiciar a ampliação do campo de possibilidades de construção da identidade, da percepção crítica da realidade, da produção de conhecimentos e criar oportunidades de lazer (com base no documento Política Nacional de Museus – Memória e Cidadania. Brasília: Ministério da Cultura, 2003). A missão do Museu do Folclore de São José dos Campos é desenvolver ações de salvaguarda, divulgação, formação e informação, valorizando o folclore da região de São Jose do Campos, Vale do Paraíba e Litoral Norte; e contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural e formação da cidadania. O Museu ganha instalação definitiva no Parque da Cidade Roberto Burle Marx, por meio da Lei de Incentivos Fiscais (LIF) à Cultura. FCCR assume a manutenção do museu em parceria com o CECP. CECP vence edital e assina convênio de gestão com a FCCR. 1997 2014 2000 3 PRÊMIOS CONQUISTADOS De 2006 a 2012 o Museu do Folclore de São José dos Campos teve seu trabalho reconhecido de diferentes maneiras e por várias instituições. A mais recente foi com o Projeto da Brinquedoteca, que lhe valeu um prêmio da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Programa de Ação Cultural (Proac). Confira abaixo os detalhes: 2012 Venceu Edital de Difusão de Acervo Museológico do Programa de Ação Cultural (Proac), da Secretaria de Estado da Cultura, com o Projeto Brinquedoteca do Museu do Folclore. 2011 Obteve apoio da Petrobras para ações educativas do Museu do Folclore. 2008 Conquistou o Prêmio Culturas Populares, com o Projeto Biblioteca Maria Amália Correa Giffone. 2007 Obteve Menção Honrosa do Prêmio Darcy Ribeiro, com o Projeto Museu Vivo. 2006 Foi semifinalista do Prêmio Cultura Viva, com o Projeto Museu Vivo. GESTÃO A gestão do Museu do Folclore de São José dos Campos é feita pelo Centro de Estudos da Cultural Popular (CECP), mediante convênio assinado com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR). O CECP é uma associação social sem fins lucrativos, criada em abril de 1999, e tem por finalidade estudar, pesquisar, valorizar e estimular toda expressão espontânea da cultura popular. Em outubro de 2011 o CECP foi declarado de utilidade pública pela Prefeitura de São José dos Campos, conforme a Lei Municipal 8481/2011. 4 ATENDIMENTO AO PÚBLICO Entre as ações institucionais do Museu do Folclore de São José dos Campos, a Área Educativa tem como missão mediar as experiências com o público visitante, estabelecendo uma relação entre o folclore e as vivências pessoais de cada um. A intenção é fazer com que este público se perceba como sujeito produtor de repertórios culturais e detentor de um patrimônio, que é o folclore. A equipe educativa do Museu do Folclore de São José dos Campos entende que ao se apropriar desse patrimônio, o indivíduo tem mais elementos para se identificar com sua cultura e valorizá-la a partir das manifestações em sua vida, além de entender a especificidade dos tra- ços culturais que permeiam sua região, respeit- ando as diferenças em relação a outros locais. O museu busca, desta maneira, contribuir para a formação da identidade e da cidadania de seu público. VISITAS A visita à exposição permanente, à biblioteca e brinquedoteca do Museu do Folclore de São José dos Campos é gratuita e pode ser feita de forma espontânea e agendada (individual ou em grupo). 5 6 EXPOSIÇÃO PERMANENTE O Museu do Folclore abriga a exposição de longa duração, ‘Patrimônio Imaterial: folclore e identidade regional’, criada em 2006 sob curadoria do museólogo e antropólogo Raul Lody e composta por diferentes objetos, imagens, fotos e vídeos relacionados à cultura popular da região e do Brasil, organizados em oito diferentes ambientes: Sala São José dos Campos, Sala das Tecnologias, Sala Religiosidade, Sala Santos de Fé, Sala Festas, Sala Identidades, Sala Brasil e Sala Panelas do Vale. Sala São José dos Campos Nesta sala há um grande painel que retrata a história do ciclo do café e das manifestações culturais e religiosas do Vale do Paraíba. No espaço também há uma vitrine com uma modelagem em barro reproduzindo a Praça Afonso Pena (localizada no centro de São José), feita pela figureira Dona Eugênia. Numa outra vitrine, figuras de pavões, galinho do céu, modeladas em barro e produzidas por diferentes figureiros de São José e Taubaté, que mostram a arte popular da região. Sala das Tecnologias Neste ambiente há 22 objetos (a maioria procedente de São José) feitos com diferentes materiais e técnicas (entre mostras de pontos de crochê, renda picote, toalha, mesa de sapateiro, rede de pesca, samburá, covo, tipiti, lamparinas, uma engenhoca reproduzindo uma casa de farinha, entre outros) que mostram como o trabalho do homem pode transformar, dar função e utilidade para várias matérias- primas (barro, madeira, fibras, papéis, plásticos e metais reciclados) encontradas na natureza. Sala Religiosidade Presépios, santos juninos (Santo Antônio, São João e São Pedro), figuras de procissão, ex-votos, correntes e santinhos e vários outros objetos estão expostos neste espaço. São elementos feitos em metal, papel, gesso, barro e outros materiais, utilizando técnicas mistas de fundição, impressão e modelagem. Eles mostram a crença e a fé do povo brasileiro, destacando o modo de expressar essa devoção, o pertencer a um grupo ou a uma sociedade e, até mesmo, sobre a vida e a morte. 7 Sala Santos de Fé Celebra o Vale do Paraíba e sua história – construída também pelos africanos durante o Ciclo do Café – e faz uma homenagem aos santos negros cultuados na região. É um local que mostra a representação religiosa como um dos principais elementos do folclore. Sala Festas A cultura popular no Vale do Paraíba também é marcada por muitas festas e nesta sala estão reunidos objetos que representam as celebrações mais marcantes como a Festa do Divino Espírito Santo, Festa de São Benedito e de Santos Reis. O espaço reúne 19 peças utilizadas nas manifestações de diferentes autorias e materiais em barro, madeira, bambu e outros, utilizando técnicas de modelagem, entalhe e mista. Sala Identidades Nesta sala estão expostas fotos de pessoas em diferentes tamanhos que revelam a mistura de etnias que formam a identidade e a cultura do povo. Uma das propostas é que, ao ver as fotos, o visitante faça uma reflexão sobre sua própria identidade. Sala Brasil No espaço há dez trabalhos em artesanato de vários estados brasileiros feitos em barro, tecido, balata, madeira, palha e outros, usando técnicas de modelagem, entalhe e mista. No local também são exibidos vídeos que ajudam o visitante a compreender a exposição, ao mesmo tempo que incentiva a conservação do patrimônio imaterial e a identidade regional. Sala das Panelas Ao entrar nesta sala o visitante tem a sensação de estar numa legítima cozinha caipira, com fogão a lenha, paredes de pau a pique e utensílios domésticos. Móveis, enfeites das prateleiras, feitos de picote, remetem à característica da cultura popular. 8 9 Reserva técnica O Museu do Folclore de São José dos Campos possui uma reserva técnica dividida em dois ambientes: Orgânica e Inorgânica. O local permite, além da armazenagem do acervo não exposto, consultas para fins de pesquisa e documentação, tratamentos de higienização e pequenos reparos. reserva orgânica: estão os objetos feitos em madeira, fibras e tecidos. reserva inorgânica: ficam os objetos de metal, pedra e argila (tradicional arte do Vale do Paraíba). 10 Biblioteca A Biblioteca do Museu do Folclore é especializada em cultura popular e além de livros, o acervo conta com material em áudio, vídeo e fotos, com um total de mais de 2.300 documentos voltados à cultura popular. As primeiras obras que constituíram o acervo da biblioteca foram doadas ao CECP em 1997 pelas folcloristas Angela Savastano e Maria Helena Weiss, ex-integrantes da Comissão Municipal de Folclore da FCCR e idealizadoras do Museu do Folclore. Além delas, a pesquisadora Maria Amália Corrêa Giffoni também doou ao CECP todo o seu acervo pessoal, após conhecer o trabalho realizado no museu. Para fazer empréstimos (gratuitos) de livros e outros materiais, os interessados devem se cadastrar pessoalmente, apresentando RG, CPF e um comprovante de residência (originais). Brinquedoteca O Museu do Folclore também possui, desde maio de 2013, uma brinquedoteca destinada a crianças em idade pré-escolar e alunos do ensino fundamental. O espaço foi criado com apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural (Proac). Colaboraram para o surgimento da brinquedoteca o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), responsável pela consultoria, curadoria e idealização do projeto; e o Senac de São José dos Campos (por meio do movimento Rede Social), que desenvolveu o projeto de design de interior do espaço. O acervo da brinquedoteca é formado por mais de 200 brinquedos populares criados por artistas e artesãos de diversos estados brasileiros, assim como de São José dos Campos e do Vale do Paraíba; além de livros infantis, CDs e DVDs voltados à cultura popular. Um dos seus principais objetivos é estimular a criatividade, a convivência, a sociabilidade, a apropriação e o respeito pelo patrimônio material (o brinquedo) e o imaterial (a ação de brincar) por parte das crianças. 11 PROJETOS E PROGRAMAS Além dos espaços de visitação, como da exposição de longa duração, brinquedoteca e biblioteca, o Museu do Folclore de São José dos Campos também desenvolve a0 longo do ano vários projetos e programas que envolvem diferentes segmentos da comunidade. Conheça um pouco cada um deles: Museu Vivo O Projeto Museu Vivo é uma extensão da exposição de longa duração do Museu do Folclore e é desenvolvido duas vezes por mês no domingo à tarde, entre 14h e 17h. No lado externo do museu diferentes ‘fazedores’ da cultura popular da região, das áreas de artesanato, culinária e música, se reúnem para mostrar ao público um pouco da sua sabedoria. Ciclo de Natal No Museu do Folclore o Ciclo de Natal vai do início de dezembro ao final de janeiro. Anualmente, neste período, presepeiros da cidade ou região montam um presépio que fica aberto para visitação na área externa do museu. Com apoio do Museu do Folclore, grupos de Folias de Reis participam da abertura e do fechamento desse presépio, realizando em janeiro a Chegada das Bandeiras de Folias de Reis. Mês do Folclore Todo mês de agosto há uma programação temática no Museu do Folclore, não só para comemorar o Dia do Folclore (22 de agosto), como também para envolver alunos de escolas públicas e privadas (de educação infantil e ensino fundamental) em atividades relacionadas à cultura popular. A programação também atende a idosos e portadores de necessidades especiais em algumas ocasiões. 12 Ouvindo por acaso Dentre as ações da Biblioteca do Museu do Folclore há o projeto ‘Ouvindo por Acaso’, que difunde o acervo sonoro por meio da exibição de músicas da tradição e informações de diferentes manifestações regionais, não somente aquelas do Vale do Paraíba, mas de diversas regiões do país, contribuindo para a riqueza cultural da música brasileira. Dialogando com o Folclore É um projeto do Museu do Folclore de São José dos Campos que visa ampliar, por meio de palestras, o conhecimento de professores, educadores e pesquisadores a respeito da cultura popular Semana de Museus e Primavera de Museus As duas atividades são promovidas pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), ligado ao Ministério da Cultura, em parceria com os vários museus do Brasil. A Semana de Museus é realizada em maio para comemorar o Dia Internacional de Museus (18), com uma programação especial em torno da data. O tema é sugerido pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM). A Primavera de Museus acontece em meados de setembro e visa mobilizar os museus brasileiros a desenvolver atividades especiais, como exposições, palestras, oficinas, seminários e ações educativas em torno de um mesmo tema. 13 14 Coleção Cadernos de Folclore Publicações editadas anualmente pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), que visam informar e divulgar a cultura popular para melhor compreensão e valorização do homem na sua realidade social. Reúnem contribuições em forma de pesquisas científicas ou relatos de experiências, sendo uma fonte de consulta para pesquisadores, historiadores e outros interessados. Confira os volumes já lançados: O Saber e o Fazer no Museu do Folclore II Fábio Martins Bueno e Maria Siqueira Santos 23º volume – 2013 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP O Saber e o Fazer no Museu do Folclore Fábio Martins Bueno 22º volume – 2012 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Folia de Reis, Sambas do Povo Alberto T. Ikeda 21º volume – 2011 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Objetos: percursos e escritas culturais Ricardo Gomes Lima 20º volume – 2010 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP O saber, o cantar e o viver do povo Carlos Rodrigues Brandão 19º volume – 2009 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP O Milho e a Mandioca – Nas Cozinhas Brasileiras, Segundo contam suas Histórias Maria Thereza Lemos de Arruda Camargo 18º volume – 2008 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Educação e Folclore – Histórias Familiares dando Suporte ao Conteúd0 Leila Gasperazzo Ignatius Grassi 17º volume – 2006 - Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Santo de Casa Faz Milagre: A Devoção a Santa Perna Cáscia Frade 16º volume – 2006 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Pedra-de-raio – Uma superstição Universal J. Gerardo M. Guimarães 15º volume – 2004 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP De Já Hoje Darcy Breves de Almeida 14º volume – 2003 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Histórias de Onça Ruth Guimarães 13º volume – 2002 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Curiosidades Folclóricas sobre o inseto Hitoshi Nomura 12º volume – 2001 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Ciclo de Natal Coletânea de Textos de Maria Graziela B. dos Santos 11º volume – 1999 – Centro de Estudos da Cultura Popular – CECP Chico Triste II Coletânea de Textos de Francisco Pereira da Silva 10º volume – 1998 – Comissão Municipal de Folclore Chico Triste I Coletânea de Textos de Francisco Pereira da Silva 9º volume – 1997 – Comissão Municipal de Folclore Cobras e Crendices Maria do Rosário de Souza Tavares de Lima 8º volume – 1995 – Comissão Municipal de Folclore Saci José Carlos Rossato 7º volume – 1994 – Comissão Municipal de Folclore Maria Peregrina Benedito José Batista de Melo 6º volume – 1992 – Comissão Municipal de Folclore Jogos, Brinquedos e Brincadeiras J. Gerardo M. Guimarães 5º volume – 1990 – Comissão Municipal de Folclore Fumos e Fumeiros do Brasil Marcel Jules Thieblot 4º volume – 1989 – Comissão Municipal de Folclore Laraoiê, Exu Hélio Moreira da Silva 3º volume – 1988 – Comissão Municipal de Folclore Carro de Boi Zuleika de Paula 2º volume – 1988 – Comissão Municipal de Folclore Azeite de Mamona Toninho Macedo e Angela Savastano 1º volume – 1986 – Comissão Municipal de Folclore 15 Museu do Folclore de São José dos Campos Avenida Olivo Gomes, 100 – Santana Parque da Cidade Roberto Burle Marx 12211-115 – São José dos Campos, SP Tels: (12) 3924 7318 e 3924 7354 www.museudofolclore.org www.facebook.com/museudofolclore contato@museudofolclore.org Horário de funcionamento Exposição permanente Terça a sexta e feriados: das 9h às 17h Sábados e domingos: das 14h às 17h Biblioteca e brinquedoteca Segunda a sexta: das 9h às 17h COMO APOIAR O MUSEU Pessoas físicas ou jurídicas interessadas em apoiar o Museu do Folclore de São José dos Campos ou mesmo propor parcerias de atividades na área da cultura popular, podem fazer contato pelos telefones (12) 3924 7318 e 3924 7354, pessoalmente no Setor Administrativo (Avenida Olivo Gomes, 100, Santana – Parque da Cidade Roberto Burle Marx) ou enviar mensagem para o e-mail contato@museudofolclore.org Gestão: Realização:
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