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Cidades Inteligentes e Aplicativos de Roteirização Modelos Conceituais - Avaliações de Usabilidade e Uma Proposta de Aplicativo.pdf

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Artigo IHM avaliação interface google maps e waze e prototipo de um app com acessibilidade
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  Cidades Inteligentes e Aplicativos de Roteirização: Modelos Conceituais, Avaliações de Usabilidade e Uma Proposta de Aplicativo Daniel Antônio Midena Aguillar 1 , Daniele Haucke 1 , Socrates Veridiano Faria Lopes 1 , Plinio Thomaz Aquino Junior 1,2   1 IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil 2 Centro Universitário FEI – Fundação Educacional Inaciana Pe. Sabóia de Medeiros, São Bernardo do Campo, Brasil danielaguillar@yahoo.com.br, danielehaucke@gmail.com, socrateslopes@acm.org,   plinio.aquino@fei.edu.br   ABSTRACT The goal of this research is to evaluate Waze and Google Maps’ user experience, compiling the suggested improvements in a report. These apps were chosen because of their global popularity levels. Traditional HCI theories and methods were used to help retrieve information about the apps in order to generate more knowledge for general  planning and evaluation activities. These apps were evaluated using methods such as communicability evaluation, heuristics evaluation and usability testing. These methods were combined to enhance results and evaluations’ quality levels. The evaluation team consists of one advisor teacher and three post-graduation students. All evaluations  brought useful knowledge for the proposition of improvements within the apps. Additionally, due to the implementation impossibility of such improvements, it is  presented an app proposal that considers them. Author Keywords Usability; heuristics; mobile apps UX testing; HCI; communicability evaluation. ACM Classification Keywords H.5.m. Information interfaces and presentation ( e.g.,  HCI): Miscellaneous; INTRODUÇÃO   O dinamismo do trânsito nos grandes centros urbanos, alta quantidade de veículos e baixa previsibilidade das condições das vias motivam o cidadão a buscar eficiência nos deslocamentos realizados cotidianamente. Muitos fatores influenciam a busca por essa eficiência: ganhar tempo fugindo do trânsito, diminuir custo, aumentar segurança e conforto, entre outros. Quando necessário deslocamento por meio de veículo próprio, transporte coletivo, taxi, bicicleta, motocicleta ou mesmo a pé, faz-se necessária a identificação de melhores rotas em trajetos do cotidiano, principalmente em deslocamentos até locais não explorados anteriormente.  Neste último caso, são necessárias buscas por melhores trajetos e auxilio contínuo durante a viagem. Com a  popularização dos  smartphones  e maior acesso a redes móveis, os cidadãos recorrem a diversos aplicativos disponibilizados no mercado para atender tais necessidades, e.g.  Waze, Google Maps, TomTom, Garmin, GPS Navigator, HERE, Sygic, CoPilot GPS, Navmii GPS Brasil, entre outros. Verifica-se que estes aplicativos são usados em diversos cenários, com múltiplos motivadores, e atendem diferentes perfis de usuários. O objetivo deste trabalho é avaliar a experiência de uso dos aplicativos Waze e Google Maps, compilando melhorias sugeridas em um relatório. A popularidade, alcance global, disponibilidade nas duas plataformas mais populares (iOS e Android) além de sua gratuidade motivaram sua escolha. Teorias e métodos tradicionais de IHC foram utilizados no levantamento de informações sobre os aplicativos de modo a gerar mais conhecimento para o planejamento e execução das avaliações. A experiência de uso dos aplicativos foi avaliada utilizando-se uma combinação de métodos de avaliação através de inspeção e de observação. Tais métodos foram combinados para aumentar a qualidade do resultado das avaliações. A equipe de avaliadores é formada por um  professor orientador e três alunos de pós-graduação. As avaliações geraram entendimentos para a proposição de melhorias nos aplicativos, constatando-se que os aplicativos avaliados possuem baixo nível de acessibilidade. Segundo Barbosa e Silva [6], a acessibilidade também é considerada um critério da qualidade de uso, que atribui igual importância às pessoas com e sem limitações nas capacidades de movimento, percepção, cognição e de aprendizado, e por este motivo, a acessibilidade foi observada neste trabalho. No entanto, devido aos aplicativos avaliados serem aplicações comerciais com respectivos direitos autorais, a aplicação de melhorias de usabilidade e acessibilidade constatadas no estudo para este trabalho foram incorporados na apresentação de uma proposta de aplicativo de mobilidade voltado a usuários deficientes visuais. Desta forma, os Permission to make digital or hard copies of all or part of this work for  personal or classroom use is granted without fee provided that copies are not made or distributed for profit or commercial advantage and that copies  bear this notice and the full citation on the first page. To copy otherwise, or republish, to post on servers or to redistribute to lists, requires prior specific  permission and/or a fee. IHC'16, Brazilian Symposium on Human Factors in Computing Systems. October 4-7, 2016, São Paulo, SP, Brazil. Copyright 2016 SBC. ISBN XXX-XX- XXXX-XXX- X (online).  usuários com este perfil poderiam compartilhar a experiência de uso de um aplicativo que também poderia atender a usuários sem tal deficiência, garantindo assim um tratamento sem distinção entre ambos os perfis. PROCESSO DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação é apresentado neste relatório utilizando-se os três métodos de avaliação escolhidos, descrevendo-se o planejamento das avaliações e, por fim, relatando-se o processo de avaliação e seus resultados. O planejamento do projeto das avaliações auxilia em sua  produtividade e controle, considerando uma visão geral do  processo aplicado, especialistas de usabilidade e público alvo. A etapa de planejamento se baseia no  framework   DECIDE [3] – os tópicos descritos a seguir baseiam-se em sua estrutura (o planejamento completo do projeto, assim como mais detalhes pode ser acessado em www.fei.edu.br/~plinio.aquino/competicaoIHC2016/).  Descrição de Objetivos Esta seção refere-se à determinação de objetivos que guiarão  planejamento, execução e apresentação dos resultados desta  pesquisa, conforme  framework   DECIDE [3].   ã   Avaliar a experiência subjetiva do usuário no uso de aplicativos de apoio à mobilidade urbana, utilizando os aplicativos Waze e Google Maps; ã   Realizar avaliações e testes de usabilidade utilizando-se métodos de inspeção e observação em conjunto, utilizando os métodos descritos a seguir, em conformidade com escopo estabelecido na Tabela 1 : 1.   Avaliação heurística (inspeção) 2.   Avaliação de comunicabilidade (observação) 3.   Teste de usabilidade (observação) App iOS Android Waze 1 e 2 (a) 1 e 3 (c) Google Maps 1 e 2 (b) X Tabela 1 – Matriz com escopo de avaliações e análises   ã   Analisar o comportamento de um mesmo aplicativo em diferentes plataformas –   Tabela 1  (a) e (c); ã   Analisar diferenças entre aplicativos na mesma  plataforma – Tabela 1  (a) e (b); ã   Analisar e comparar resultados. Optou-se por não avaliar o aplicativo Google Maps na  plataforma Android com o objetivo de diminuir o custo do  processo de avaliação e levando-se em consideração que o aplicativo possui múltiplos objetivos, rotas a pé, transporte  público etc., enquanto que o Waze apenas apresenta rotas  para automóveis. Perguntas a Serem Respondidas  Nesta seção exploram-se as perguntas a serem respondidas com as avaliações realizadas, tais perguntas têm como objetivo guiar a operacionalização da investigação e o  julgamento de valor a ser realizados DECIDE [3].   ã   Quais problemas de usabilidade são apresentados por cada um dos aplicativos? ã   Há signos que geram confusão nos aplicativos? ã   Quais rupturas de comunicação são mais frequentes? ã   De que maneira os usuários usam o aplicativo? ã   Os usuários sentem-se confortáveis e confiantes ao utilizar a interface? ã   Os usuários abandonam a interface quando não conseguem realizar alguma tarefa? ã   Os usuários cometem erros? Com qual frequência? Eles conseguem se recuperar? ã   Os usuários sentem-se inseguros, com medo de estragar algo nos aplicativos? ã   Existem problemas de IHC que impedem ou dificultam os usuários alcançarem seus objetivos? Com que frequência ocorrem? Qual é a gravidade deles? ã   Os usuários conseguem se lembrar facilmente dos comandos utilizados? JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DOS MÉTODOS   Em sistemas interativos os problemas costumam ocorrer,  principalmente, na obtenção, interpretação, processamento e compartilhamento de dados entre os  stakeholders,  mas também se revelam na fase de implementação[6], onde, por exemplo, um programador insere comportamentos não  projetado no sistema. Selecionou-se para a avaliação três métodos: avaliação heurística, avaliação de comunicabilidade – com o uso de etiquetas de comunicação  – e teste de usabilidade. Estes métodos foram escolhidos considerando-se: objetivo da avaliação, experiência dos avaliadores e questões práticas de avaliação. Dada a natureza distinta e complementar dos métodos citados, acredita-se que avaliações por inspeção e observação unidas gerem um resultado mais rico, sob diferentes perspectivas: visão do especialista e do usuário com acompanhamento de especialistas. As avaliações em contexto foram realizadas em diferentes roteiros pois os avaliadores consideram que as diferentes características das rotas contribuem para aumentar a quantidade de possíveis problemas enfrentados pelos usuários. Conforme demonstrado na Tabela 1 , decidiu-se não avaliar o aplicativo Google Maps na plataforma Android, uma vez que as outras avaliações e dimensões desejadas para análise  já atendem aos objetivos e critérios estabelecidos para esta  pesquisa, outrossim, a decisão foi tomada de modo a auxiliar na redução de custos das avaliações. A Tabela 2  apresenta as plataformas consideradas nos testes. Marca Modelo S.O. Firmware Apple iPhone 6S   (MKRG2LL/A) iOS 9.3.2 1.60.00 Asus ZenFone 2 Laser (ZE550KL) Android 5.0.2 1.17.40.1531 Tabela 2 – Descrição de plataformas utilizadas   Considerar duas plataformas representativas no mercado é importante, pois podem existir falhas e inconsistências diferentes em diferentes plataformas.  A Tabela 3 ,  por sua vez, apresenta os aplicativos utilizados  para os testes e análises com suas respectivas versões. Por haver a possibilidade dos aplicativos ou plataformas sofrerem atualizações que podem melhorar ou piorar sua usabilidade e acessibilidade, documentou-se as versões dos aplicativos e plataformas usados. Deste modo, garante-se também a reprodutibilidade de testes e análises feitos. Nome Desenvolvedor Versão/Release S.O. Waze Google 4.6.0.0 iOS Google Maps Google 4.18.81882 iOS Waze Google 4.2.0.1 Android Tabela 3 – Lista de aplicativos utilizados nas avaliações   DESCRIÇÃO DOS MÉTODOS ESCOLHIDOS  Nesta seção apresenta-se uma breve descrição dos três métodos de avaliação escolhidos, que ajudarão a responder as perguntas e objetivos já citados, considerando o grau de conhecimento, prazo, orçamento, entre outros recursos disponíveis para esta pesquisa DECIDE [3].   Avaliação por heurísticas de Nielsen A base deste método é um conjunto de diretrizes de usabilidade (heurísticas), descrevendo as características desejadas da interface e da interação. Neste trabalho, levou-se em consideração as 10 heurísticas propostas por Nielsen [2] para a condução da avaliação. Avaliação de comunicabilidade Este método avalia a recepção da mensagem pelos usuários do sistema, através de situações e problemas reais durante a realização de atividades. O foco de avaliação baseia-se na interpretação dos usuários, rupturas de comunicação e intenções de comunicação dos usuários. Teste de usabilidade Assim como a avaliação de comunicabilidade, o teste de usabilidade é um método de observação. Este método consiste na avaliação de um sistema interativo analisando sua utilização por usuários identificados como integrantes do  público alvo, levando em consideração metas de usabilidade. AVALIAÇÃO POR HEURÍSTICAS DE NIELSEN   O esquema para documentação das violações encontradas utilizando o método de heurísticas, fornecido na Tabela 4, leva em consideração a natureza do problema, perspectiva da tarefa e perspectiva do usuário [7]. Para a natureza do  problema existem três categorias: ruído (o usuário tem uma diminuição do seu desempenho em uma tarefa devido a um  problema), obstáculo (usuário encontra dificuldade em realizar a tarefa algumas vezes devido a um problema, mas acaba aprendendo a superá-lo), barreira (o problema impede o usuário de realizar a tarefa). Quanto à perspectiva da tarefa, um problema secundário atrapalha o usuário a realizar tarefas de menor importância e frequência, enquanto que um  problema primário impacta diretamente na realização de tarefas importantes. Da perspectiva do usuário,  problema especial   atrapalha usuários com necessidades especiais,  problema preliminar   atrapalha usuários iniciantes ou infrequentes e  problema geral   atrapalha todos os tipos de usuários. Para a plataforma iOS a avaliação foi realizada apenas em laboratório e para a plataforma Android, adicionalmente, em contexto. Uma rota partindo da R. Professor Sylvio Marcondes Machado, localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo, e a R. José Francisco de Freitas, na Zona Sul da mesma cidade, foi percorrida passando por ruas pouco movimentadas e de baixa velocidade, por avenidas e por vias expressas (como as Marginais Tietê e Pinheiros). A escolha desta rota foi para evidenciar comportamentos de interface que possam estar relacionados ao trânsito e velocidade média/máxima das vias transitadas. As violações foram documentadas utilizando-se o esquema apresentado na Tabela 4. As violações encontradas e suas classificações são apresentadas neste artigo de modo resumido: <nome da heurística> Verificação: <perguntas objetivas para verificação da heurística> Grau de Severidade: ( ) 0 - Sem importância ( ) 1 - Cosmético ( ) 2 - Simples ( ) 3 - Grave ( ) 4 - Catastrófico Natureza do problema: ( ) Ruído ( ) Obstáculo ( ) Barreira Perspectiva da tarefa: ( ) Problema Secundário ( ) Problema Principal Perspectiva do usuário: ( )Problema Especial ( )Problema Preliminar ( ) Problema Geral Descrição do Problema: <descrição sucinta do problema encontrado>  Contexto:  <contexto em que o problema foi encontrado> Efeito sobre o usuário:  <efeito sobre o usuário causado pelo problema>   Efeito sobre a tarefa:  <efeito sobre a tarefa causado pelo problema>   Recomendação:  <proposta de re-design para mitigar ou corrigir o  problema>   Tabela 4 - Esquema para avaliação por heurísticas de Nielsen AVALIAÇÃO DE COMUNICABILIDADE   O modelo de processo de avaliação de comunicabilidade [1][4][5] a ser seguido baseou-se no diagrama da Figura 1 . O diagrama apresentado utiliza a  Business Process Modeling  Notation  (BPMn) [14], e foi modelado como ferramenta de suporte ao entendimento do método e suas etapas. O método   prevê que o especialista avalie os vídeos dos testes e atribua etiquetas nas rupturas de comunicação. Neste projeto, a equipe propõe que o usuário participante do teste seja treinado nas etiquetas, de tal forma, que este tente manifestar as rupturas com as etiquetas correspondentes. No final do teste o usuário participa da sessão de revisão do vídeo ajudando o especialista na correta atribuição das etiquetas. As etiquetas da Figura 2  foram utilizadas para identificar e documentar as rupturas de comunicação durante o uso dos aplicativos. “CAD?” “E AGORA?” “O QUE É ISTO?” “EPA!” “ONDE ESTOU?” “UÉ, O QUE HOUVE?” “POR QUE NÃO FUNCIONA?” “ASSIM NO D.” “VAI DE OUTRO JEITO.” “NÃO, OBRIGADO!” “PRA MIM ESTÁ BOM.” “SOCORRO!” “DESISTO” Figura 2 – Etiquetas utilizadas na Avaliação de Comunicabilidade  As avaliações seguiram três macro etapas: aplicação de questionário pré-teste, avaliação em contexto de uso, e aplicação de questionário pós-teste. As macro etapas foram executadas considerando critérios éticos na recepção e envolvimento dos usuários nos testes (descrito em detalhes  posteriormente neste artigo). A seguir são descritos resumo de protocolo, roteiros de avaliação e solicitações realizadas durante o procedimento: Protocolo: Antes do início, os participantes foram informados sobre os procedimentos, assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido, e preencheram o questionário pré-teste. O questionário pré-teste busca identificar o perfil dos participantes e sua familiaridade com tecnologia e o sistema sob avaliação. Na sequência, os roteiros foram executados pelos usuários mediante observação dos especialistas. Roteiro A - Sair do ponto de Partida (Rua Tibães, 502, Jd. São Bento, São Paulo, SP) e chegar ao ponto de destino (Rua Maestro Antão Fernantes, 415, Jd. São Bento, São Paulo, SP) Trajeto : 1,5km – Tempo   Estimado : 3-5 minutos  Roteiro B   - Sair do ponto de Partida (Rua Maestro Antão Fernantes, 415, Jd. São Bento, São Paulo, SP), passar pelo  ponto intermediário (Rua Padre Ângelo Siqueira, 160, Jd. São Bento, São Paulo, SP) e chegar ao ponto de destino (Rua Tibães, 502, Jd. São Bento, São Paulo, SP)  Trajeto : 1,1km – Tempo   Estimado : 3-4 minutos  Roteiro C   - Sair do ponto de Partida (Rua Tibães, 502, Jd. São Bento, São Paulo, SP), passar pelo ponto intermediário (Rua Frei Mauro Teixeira, 222, Jd. São Bento, São Paulo, SP), passar por outro ponto intermediário (Rua Padre Ângelo Siqueira, 160, Jd. São Bento, São Paulo, SP) e chegar ao  ponto de destino (Rua Maestro Antão Fernantes, 415, Jd. São Bento, São Paulo, SP) Trajeto : 2,2km – Tempo   Estimado : 5-7 minutos  Solicitações: Durante o teste, o avaliador instruiu os usuários a fazerem ao menos dois desvios da rota calculada e realizarem o aviso de trânsito no aplicativo.   Finalizadas as avaliações, aplicou-se o questionário pós-teste  para levantamento de informações sobre a experiência Figura 1 – Processo de avaliação de comunicabilidade descrito em notação BPMn – Business Process Modeling Notation[14] Fonte: Desenvolvido pelos autores
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