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Cimento de hidróxido de cálcio e mta

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1. Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Odontologia Unidade de Pré-Clínica II Evandro Piva Wellington Luiz de Oliveira da Rosa M A T E R I A I S P A R A P R O T…
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  • 1. Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Odontologia Unidade de Pré-Clínica II Evandro Piva Wellington Luiz de Oliveira da Rosa M A T E R I A I S P A R A P R O T E Ç Ã O D O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R CIMENTO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO E MINERAL TRIÓXIDO AGREGADO (MTA) wellington_xy@outlook.com I N T R O D U Ç Ã O MINERAL TRIÓXIDO AGREGADO (MTA) HIDRÓXIDO DE CÁLCIO INTRODUÇÃO AO COMPLEXO DENTINO-PULPAR 1 2 3 I N T R O D U Ç Ã O A O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R Esmalte Dentina Polpa Vasos Sanguíneos Terminações Nervosas Órgão dental Conhecimento da fisiologia do complexo dentina-polpa e dos materiais e técnicas restauradoras Exercício da Odontologia voltada à mínima intervenção e máxima preservação da estrutura dental.
  • 2. I N T R O D U Ç Ã O A O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R Esmalte Dentina Polpa Vasos Sanguíneos Terminações Nervosas Órgão dental C O M P O N E N T E S E S T R U T U R A I S Dentina: dentina mineralizada e pré-dentina não mineralizada Polpa: tecido conjuntivo frouxo Ambos tem mesma origem embriogênica e atuam como uma entidade funcional única I N T R O D U Ç Ã O A O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R KATCHBURIAN, ARANA, 2004 Prolongamento odontoblástico Dentina peritubular Dentina intertubular Pré-dentina Camada de Odontoblastos Zona pobre em células Zona rica em células Região central Constituintes da periferia da polpa dentária I N T R O D U Ç Ã O A O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R FUNÇÕES DA POLPA Formativa: Formação de dentina Nutritiva: rica vascularização Sensorial: responder com dor Defensiva: se defende de estímulos agressores (esclerose dentinária ou dentina terciária) Prolongamento odontoblástico KATCHBURIAN, ARANA, 2004 Dentina peritubular Dentina intertubular Pré-dentina Camada de Odontoblastos Zona pobre em células Zona rica em células Região central Constituintes da periferia da polpa dentária 4 Proximidade da polpa: tem influência no número e diâmetro dos túbulos, idade e grau de mineralização da dentina A permeabilidade é proporcional ao número e diâmetro dos túbulos Quanto mais profunda a cavidade Maior a permeabilidade I N T R O D U Ç Ã O A O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R KATCHBURIAN, ARANA, 2004 Fases iniciais da dentinogênese PERMEABILIDADE
  • 3. Proximidade da polpa: tem influência no número e diâmetro dos túbulos, idade e grau de mineralização da dentina A permeabilidade é proporcional ao número e diâmetro dos túbulos Quanto mais profunda a cavidade Maior a permeabilidade I N T R O D U Ç Ã O A O C O M P L E X O D E N T I N O - P U L P A R KATCHBURIAN, ARANA, 2004 PROFUNDIDADE DAS CAVIDADES RASA MÉDIA PROFUNDA MUITO PROFUNDA PERMEABILIDADE L E S Õ E S N Ã O - C A R I O S A S L E S Õ E S P O R C Á R I E A B R A S Ã O , A B F R A Ç Ã O , E R O S Ã O T R A U M A T I S M O S P R E P A R O S C A V I T Á R I O S F A T O R E S Q U E P O D E M L E V A R A AGRESSÃO DO COMPLEXO DENTINO-PULPAR M E C Â N I C O S Q U Í M I C O F Í S I C O B I O L Ó G I C O F A T O R E S Q U E P O D E M L E V A R A AGRESSÃO DO COMPLEXO DENTINO-PULPAR M E C A N I S M O S D E D E F E S A
  • 4. INFLAMAÇÃO PULPAR DEPÓSITO DE DENTINA TERCIÁRIA ESCLEROSE DENTINÁRIA 1 2 3 M E C A N I S M O S D E D E F E S A ESCLEROSE DENTINÁRIA M E C A N I S M O S D E D E F E S A Clinicamente: coloração escura da dentina Produzida por agentes irritantes leves ou moderados, como cáries de progressão lenta, traumatismo moderado após o preparo cavitário, abrasão, erosão, atrição e avanço da idade. Não ocorre com odontoblastos destruídos Agressões externas Primeiramente o tecido responde com esclerose local dos túbulos Deposição contínua de dentina intratubular (peritubular) nas regiões subjacentes às lesões cariosas TORRES, 2013 DEPÓSITO DE DENTINA TERCIÁRIA M E C A N I S M O S D E D E F E S A Depende da atividade de lesão cariosa TORRES, 2013 Agressões externas Segunda linha de defesa: Depósito de matriz de dentina terciária reacional com o intuito de aumentar a distância entre o agente agressor e o tecido pulpar M E C A N I S M O S D E D E F E S A TORRES, 2013 Agressões externas Inflamação pulpar Vasodilatação, aumento da pressãoo pulpar, dor Inflamação pulpar irreversível Intensidade e frequência da agressão estiverem acima da capacidade defensiva da polpa Pode levar a polpa a necrose INFLAMAÇÃO PULPAR TORRES, 2013
  • 5. M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R B A S E S F O R R A D O R E S Material usado para proteger a polpa em cavidades preparadas, conferindo isolamento térmico; uma base também pode ter propriedades terapêuticas. Materiais que cobrem o fundo de uma cavidade preparada para proteger a polpa; são aplicados em camadas finas B A S E B A S E F O R R A D O R ANUSAVICE, 2013 M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R IDEALSer biocompatível Proteger choques termoelétricos Agente bactericida ou inibir a atividade bacteriana Aderir e liberar fluoretos à estrutura dental Estimular a formação de dentina terciária Prevenir a descoloração Evitar a penetração de elementos tóxicos ou irritantes Melhorar o vedamento marginal de restaurações Adequada resistência mecânica Baixa solubilidade TORRES, 2013 M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R Definição geral: Capacidade de um biomaterial desempenhar a função esperada em relação a uma terapia sem desencadear efeito indesejado local ou sistêmico no receptor ou beneficiário dessa terapia, produzindo a resposta celular ou tecidual benéfica mais apropriada para aquela situação específica. ANUSAVICE, 2013 B I O C O M P A T I B I L I D A D E
  • 6. M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R Ser biocompatível M I C R O I N F I L T R A Ç Ã O BALDISSERA, 2013MANCHAMENTO MARGINAL Definição geral: Influxo de fluidos orais e bactérias nos espaços entre uma superfície dental preparada e o material restaurador ANUSAVICE, 2013 M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R PROFUNDIDADE DAS CAVIDADES F O R R A D O R ANUSAVICE, 2013 FATORES PARA INDICAÇÃO B A S E IDADE DO PACIENTE CONDIÇÃO PULPAR M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R ANUSAVICE, 2013 FATORES PARA INDICAÇÃO IDADE DO PACIENTE M A T E R I A I S D E P R O T E Ç Ã O P U L P A R FATORES PARA INDICAÇÃO TORRES, 2013 RASA Sistema adesivo + Resina Composta MÉDIA Sistema adesivo + Resina Composta PROFUNDA CIV + Amálgama CIV + Sistema Adesivo + Resina Composta MUITO PROFUNDA Ca(OH)2 + CIV + Amálgama Ca(OH)2 + CIV + Sistema Adesivo + Resina Composta Ca(OH)2 +CIV B A S E F O R R A D O R
  • 7. H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O B R E V E H I S T Ó R I C O B R E V E H I S T Ó R I C O 1920 1960 Hermann: Uso do Ca(OH)2 puro como pasta semilíquida: mistura do pó com água Cimentos de Hidróxido de Cálcio que tomam presa ANUSAVICE, 2013 1980 2000 20151930 Ca(OH)2 utilizado para proteção do complexo destino-pulpar Cimentos de Hidróxido de Cálcio com duas pastas Cimentos de Hidróxido de Cálcio fotoativado 1990 2010 PARA QUE SERVE O HIDRÓXIDO DE CÁLCIO? B A S E F O R R A D O R Tratamento expectante Remoção parcial de dentina cariada Limpeza e hemostasia VAN NOORT, 2007 Capeamento Pulpar Direto e Indireto
  • 8. PARA QUE SERVE O HIDRÓXIDO DE CÁLCIO? CIMENTAÇÃO DE COROAS PROVISÓRIAS ? P R O P R I E D A D E S H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O pH alcalino Ação antimicrobiana Estimula a formação de dentina esclerosada ou terciária Protege a polpa de estímulos térmicos e elétricos TORRES, 2013; ANUSAVICE, 2013 A P R E S E N T A Ç Ã O H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O PASTA TORRES, 2013 PÓ(Pró-análise ou P.A.) SOLUÇÃO CIMENTO Deve se limitar ao local da exposição pulpar Como em pó ou pasta não toma presa, é necessário recobrí-lo com uma cobertura de cimento de hidróxido de cálcio e, sobre ele, uma camada de CIV. H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O TORRES, 2013; ANUSAVICE, 2013 PÓ(Pró-análise ou P.A.) Forma Pura Hidróxido de Cálcio p.a. Cimento de Hidróxido de Cálcio Restauração provisória de CIV T I P O S
  • 9. 1920: Descrito pela primeira vez por Hermann Apresenta pH alcalino Formulação pré-preparada: Atualmente utilizado como medicamento intracanal H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O TORRES, 2013; ANUSAVICE, 2013 PASTA T I P O S Pode ser preparada com água destilada e pó de Ca(OH)2 p.a. H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O TORRES, 2013 SOLUÇÃO ALCALINA (Água de Cal) Limpeza de Cavidades Neutralização do Meio Ação hemostática Hidróxido de Cálcio p.a. (10g) + Água destilada/Soro (100ml) Solução alcalina T I P O S Não agitar! Água de Cal com Precipitado Os ingredientes responsáveis pela presa são o Hidróxido de Cálcio e um Salicilato Reagem para formar um dissalicilato de cálcio amorfo. Radiopacidade: Tungstato de Cálcio ou Sulfato de Bário CRAIG, 2002 CIMENTO Tungstato de cálcio, fosfato de cálcio tribásico, e óxido de zinco em salicilato de glicol. Pasta base Pasta catalisadora Hidróxido de cálcio, óxido de zinco e estearato de zinco em sulfonamida de etileno tolueno. T I P O S H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O pH menor que o pó pelo menor teor de Ca(OH)2 Maior resistência que o pó e pasta Menor solubilidade que pó e pasta CRAIG, 2002 CIMENTO Tungstato de cálcio, fosfato de cálcio tribásico, e óxido de zinco em salicilato de glicol. Pasta base Pasta catalisadora Hidróxido de cálcio, óxido de zinco e estearato de zinco em sulfonamida de etileno tolueno. T I P O S H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O
  • 10. ANUSAVICE, 2013 H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O A U T O A T I V A D O F O T O A T I V A D O CRAIG, 2002; ANUSAVICE, 2013 H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O Tempos de presa Variam de 2,5 a 5,5 minutos Solubilidade Contaminação local e aumento da infiltração marginal com selamento deficiente Perda do material e até o completo desaparecimento sob restaurações com selamento marginal deficientes: espaço vazio na interface e a diminuição da resistência à fratura de restaurações. A U T O A T I V A D O CRAIG, 2002; ANUSAVICE, 2013 H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O A U T O A T I V A D O Baixos valores de resistência a tração e compressão. Baixo módulo de elasticidade (restringe seu uso apenas para áreas não críticas para suportar as restaurações). Não é sugerida uma espessura maior que 0,5mm Características gerais ANUSAVICE, 2013 H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O A U T O A T I V A D O F O T O A T I V A D O
  • 11. H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O CRAIG, 2002; ANUSAVICE, 2013 Controle do tempo de trabalho Baixa dissolução em ácido (<0,5%) Baixa solubilidade após 24h em água (<0,1%) Alta resistência a compressão (80 MPa) Resina polimérica permite melhor união a materiais restauradores resinosos Características gerais F O T O A T I V A D O Comprimentos iguais de duas pastas de cores diferentes são dispensados num bloco de papel e depois misturados até atingirem cor uniforme. M A N I P U L A Ç Ã O H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O CRAIG, 2002 MISTURA PASTA-PASTA TEMPO DE PRESA: 2-3min Aumento de umidade e temperatura diminui tempo de presa e trabalho. Em boca o tempo de presa é menor! M A N I P U L A Ç Ã O H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O CRAIG, 2002 Pasta Base + Pasta Catalisadora Partes igueis Mistura entre 10-15seg até obter mistura uniforme Inserção na cavidade CRAIG, 2002 Aplicador de Hidróxido de Cálcio/Instrumento de Caulk Beija-Flor: Pó de Hidróxido de Cálcio M A N I P U L A Ç Ã O H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O
  • 12. M E C A N I S M O D E A Ç Ã O H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O M E C A N I S M O D E A Ç Ã O Necrose superficial (pH > 12) A pasta em contato com a polpa causa a formação de uma camada de tecido necrótico de cerca de 1,0-1,5 mm de espessura que por fim desenvolve uma camada calcificada. Efeito antimicrobiano: pH alcalino. GRAHAM, 2006; VAN NOORT, 2007; ANUSAVICE, 2013 H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O ACORRINTE, 2008 PONTE DE DENTINA M E C A N I S M O D E A Ç Ã O Necrose superficial (pH > 12) A pasta em contato com a polpa causa a formação de uma camada de tecido necrótico de cerca de 1,0-1,5 mm de espessura que por fim desenvolve uma camada calcificada. Efeito antimicrobiano: pH alcalino. H I D R Ó X I D O D E C Á L C I O O material poderia solubilizar e estimular a liberação de moléculas dentinárias bioativas que estimulam a formação de tecido calcificado (BMPs, TGF-B1) ACORRINTE, 2008 PONTE DE DENTINA GRAHAM, 2006; VAN NOORT, 2007; ANUSAVICE, 2013 M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O
  • 13. B R E V E H I S T Ó R I C O B R E V E H I S T Ó R I C O 1878 1993 1995 1998 Witte publica relato de caso na Alemanha sobre o uso de cimento de construção para preencher canais radiculares. Primeiro relato de Mineral Trióxido Agregado (Lee et al., 1993) Primeira Patente do MTA depositada CAMMILERI, 2005; ANUSAVICE, 2013; TAWII, 2015 Aprovação do FDA nos EUA e Patente Publicada ProRoot MTA lançado no mercado (Dentsply, EUA) 1999 2001 MTA Angelus com reduzido tempo de presa é lançado no Brasil 2011 MTA Angelus recebe aprovação do FDA e é lançado nos EUA 2010 Depósito da Patente do MTA Fillapex (Angelus, Brasil) 2014 Patente do MTA Fillapex concedida nos EUAMTA Branco é lancádo 2002 B R E V E H I S T Ó R I C O P A R A Q U E S E R V E O M T A ?
  • 14. I N D I C A Ç Õ E S P A R A Q U E S E R V E O M T A ? Capeamento pulpar Reparo de lesão de furca ANUSAVICE, 2013; TAWII, 2015 Reaborção radicular Reparo de perfuração ApicificaçãoRetro-obturação I N D I C A Ç Õ E S P A R A Q U E S E R V E O M T A ? Capeamento pulpar Reparo de lesão de furca ANUSAVICE, 2013; TAWII, 2015 Reaborção radicular Reparo de perfuração ApicificaçãoRetro-obturação CAPEAMENTO PULPAR Capeamento direto: Exposições pulpares Capeamento indireto: Próximo a polpa, sem exposição REPARO DE LESÃO DE FURCA Lesão em região de furca em função de cárie ou traumatismo durante preparo ou abertura coronária REPARO DE PERFURAÇÕES Perfurações no canal radicular, em especial durante procedimentos endodônticos, o que permite o correto vedamento do canal I N D I C A Ç Õ E S P A R A Q U E S E R V E O M T A ? ANUSAVICE, 2013; TAWII, 2015 RETRO-OBTURAÇÃO Abordagem microcirúrgica extraradicular para abordar a porção final da raiz. Permite a vedação física e promove proliferação de células diretamente sobre o cemento. REABSORÇÃO RADICULAR Processo multifatorial que resulta na perda de estrutura dental, em conseqüência da atividade não-controlada de células clásticas presentes no ligamento periodontal. Origem fisiológica (movimentos ortodônticos, traumas, dentes inclusos ou inflamações) ou idiopática. Reabsorção apical radicular e tratamento endodôntico insatisfatório (JACOBOVITZ, 2009) I N D I C A Ç Õ E S P A R A Q U E S E R V E O M T A ? APICIFICAÇÃO Tratamento de polpa necrótica em raiz imatura (canal amplo com paredes divergentes na região apical) para estimular a formação de barreira apical calcificada. A pasta de hidróxido de cálcio necessita de várias aplicações durante meses no tratamento da apicificação. Ápice aberto e perda óssea na crista distal em dente com fratura coronorradicular (GRÜNDLING, 2010)
  • 15. P A R A Q U E S E R V E O M T A ? 1g MTA = Para que utilizar um material de alto custo? TORRES, 2013 276g Ca(OH)2 816g Ca(OH)2 p.a. Alto custo I N D I C A Ç Õ E S P A R A Q U E S E R V E O M T A ? I N D I C A Ç Õ E S Reparo de perfurações de furca com MTA Branco(Roberts, 2007) P A R A Q U E S E R V E O M T A ? I N D I C A Ç Õ E S Retro-obturação com MTA no tratamento de reabsorção apical externa (JACOBOVITZ, 2009) Após 34 mesesImediatamente após aplicação do MTACirurgia parendodôntica com apicectomia e curetagem periapical Reabsorção apical radicular e tratamento endodôntico insatisfatório P A R A Q U E S E R V E O M T A ? são tratamentos avançados que envolvem microcirurgias periapicais, reparo de perfurações, retro-obturação, tratamentos de apicificação. 2 4 M I L H Õ E Sde procedimentos endodônticos realizados anualmente só nos EUA Mais de 5,5% TAWIL, 2015 I N D I C A Ç Õ E S
  • 16. C O M P O S I Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O Água estéril LÍQUIDO ANUSAVICE, 2013 PÓ Principais Componentes Cargas Radiopacas Outros componentes + C O M P O S I Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O Silicato tricálcico Silicato dicálcico PRINCIPAIS COMPONENTES Óxido de Bismuto ou Óxido de Tantálio Aluminato de Cálcio Gesso CARGAS RADIOPACAS OUTROS Hidraulicamente ativos: Tomam presa com água Aglomerante hidráulico: Toma presa através de reação com água, e forma um produto resistente à água. TORRES, 2013; ANUSAVICE, 2013 COMPOSIÇÃO DO PÓ Reação: Hidratação dos silicatos CARGAS RADIOPACAS C O M P O S I Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O OUTROS Composição do Mineral Trióxido Agregado Fases Cerâmicas % em Peso Silicato tricálcico: (CaO)3, SiO2 45-75 Silicato dicálcico: (CaO)2, SiO2 7-32 Cargas radiopacas: Bi2O3 ou Ta2O5 20-35 Aluminato tricálcico: (CaO)3.Al203 0-13 Tetracálcio aluminoferrita: (CaO)4.Al2O3.Fe2O3 0-18 Gesso: CaSO4.2H2O 2-10 ANUSAVICE, 2013 PRINCIPAIS COMPONENTES Água estéril+ C O M P O S I Ç Ã O V S . C I M E N T O P O R T L A N D Análise elementar comparando Cimento Portland e o Cimento ProRoot MTA Branco (% em peso) Elemento Cimento Portland MTA Branco O 48,1 38 Ca 40,3 37,1 Si 6,7 6,5 Al 2,1 0,6 S 1,5 0,9 K 0,9 - Mg 0,3 - Fe 1,0 - Bi 0 16,9 ROBERTS, 2007 Partículas de tamanho reduzido e padronizado Poucos metais pesados tóxicos (como cobre, manganês, estrôncio e arsênico) Segue rigorosos processo de manufatura e produção Padronização na purificação e composição MTA TORRES, 2013; ANUSAVICE, 2013 M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O
  • 17. C O M P O S I Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O B R A N C O V S . C I N Z A ROBERTS, 2007 Principal diferença: proporção relativa de óxido de ferro que o MTA branco tem 90,8% menos quando comparado com o original MTA cinza. Mesmo com modificações, o MTA branco ainda possui propriedades semelhantes ao MTA cinza. Composição química do MTA Branco e MTA Cinza (% em peso) Fases Cerâmicas MTA Branco MTA Cinza CaO 44,23 40,45 SiO2 21,20 17 Bi2O3 16,13 15,90 Al203 1,92 4,26 MgO 1,35 3,10 SO3 0,53 0,51 Cl 0,43 0,43 FeO 0,40 4,39 P2O5 0,21 0,18 TiO2 0,11 0,06 H2O+CO2 4,49 13,72 TAWIL, 2015 M E C A N I S M O D E A Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O M E C A N I S M O D E A Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O MTA + Água Estéril Formação de Ca(OH)2 Alta alcalinidade após a hidratação TORRES, 2013 M E C A N I S M O D E A Ç Ã O Colabora na adesão e proliferação celular Cria um meio alcalino antibacteriano e antifúngico Modula a produção de citocinas Promove a diferenciação e migração de células produtoras de tecido duro Forma apatia carbonatada quando exposto a soluções fisiológicas, promovendo o reparo biológico M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O MTA + Água Estéril Formação de Ca(OH)2 Alta alcalinidade após a hidratação Hidróxido de Cálcio formado libera íons Cálcio: TORRES, 2013
  • 18. M E C A N I S M O D E A Ç Ã O Dissolução de moléculas bioativas que potencialmente influenciam eventos de regeneração e reparo dentinário (Tomson, 2007) M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O MTA + Água Estéril Formação de Ca(OH)2 Alta alcalinidade após a hidratação TOMSON, 2007 M E C A N I S M O D E A Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O LEITES, 2011 Menor resposta inflamatória observada após 7 dias da aplicação do MTA em suínos com deposição inicial de dentina (seta, 40x) Resposta inflamatória observada após 7 dias da aplicação de Ca(OH)2 em suínos. Uma formação inicial de dentina pode ser notada com algumas células odontoblastóides na região (seta, 100x) MTA Ca(OH)2 M A N I P U L A Ç Ã O M I N E R A L T R I Ó X I D O A G R E G A D O Maioria: 3:1 (Pó:Água) De 2:1 a 4:1 Fabricante P R O P O R Ç Ã O Presa inicial: 165 min Presa final: Aprox. 6h Imediato: 10,2 3h: 12,5 T E M P O D E P R E S A pH Toma presa pela reação com água, forma um ciment
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