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Conquistando o Padrão de Excelência Da Escola Dominical

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  CONQUISTANDO O PADRÃO DE EXCELÊNCIA DA ESCOLA DOMINICAL Prof. Jonas Batinga dos Santos Filho INTRODUÇÃO Todas as instituições, entre elas a Igreja, têm organização, ois ! imoss #el fun$ionar $omo $omunidade sem uma definição organiza$ional.%ma estrutura organiza$ional ade&uada #ia'iliza a utilização de um estilo de administração&ue garante a otimização dos sistemas, ro$essos e do desemenho das essoas, le#ando (o'tenção de maior efi$)$ia e, $onse&uentemente, ( $onse$ução dos o'jeti#os gerais e*ressos namissão e #isão da +s$ola B 'li$a omini$al.Para &ue haja adrão de e*$elên$ia, faz-se ne$ess)rio analisar o &ue temos realizado e$omo tem seguido a +s$ola omini$al, $om algumas e*$eções, utilizando modelos est)ti$os, não$onseguindo resonder satisfatoriamente as e*e$tati#as &ue os temos modernos demandam. fato &ue a edu$ação $ristã tem sido reresentada, não aenas no Brasil, em nosso meiodenomina$ional, mas em outras denominações e em todo o mundo. /ssim, se não &uisermos fi$ar $om a nossa edu$ação $ristã arada, re$isamos reens)-la ( luz de sua imort0n$ia e de nossarealidade. Pensar na +s$ola omini$al o'jeto #isando torn)-la meio $ada #ez mais efi$az deresgate esiritual e tam'!m so$ial dos indi# duos e da so$iedade, tem sido uma $onstante nos1ltimos anos or nossa denominação, &ue #ê a ne$essidade de rearar o'reiros ara a rele#antemissão de 2ir or todo o mundo e regar o e#angelho2. Sem uma rearação difi$ilmente$hegaremos a um adrão de &ualidade. / es$olha redentora &ue reara as essoas ara #i#eremem so$iedade3 integrar os menos s)'ios e marginais na #ida so$ial, / rerodutora $omreende &uea es$ola reroduz a estrutura so$ial, ol ti$a, ideol4gi$a da so$iedade urgente. +la #ê a edu$ação$omo arte integrante da so$iedade. / es$ola ! um instrumento de rerodução da $ultura $orrente da $lasse dominante. 5a#isão transformadora de#e-se agir estrategi$amente ara al$ançar mudanças &ue $onduzam auma realidade so$ial, e$on6mi$a e edu$a$ional melhor ara todos.7 &ue isso tudo tem a #er $om a igreja, +s$ola B 'li$a omini$al e edu$ação $ristã8 +stas$orrentes ofere$em grandes ossi'ilidades ara se entender a edu$ação $ristã em nossas igrejas e$onstruir um modelo religioso de edu$ação &ue fa#oreça o $res$imento dos $ristãos, da igreja, dar4ria so$iedade. / mensagem da Pala#ra de eus de#e influen$iar de maneira glo'al.%ma no#a mentalidade de edu$ação religiosa de#e ter este o'jeti#o, #isando mudar arealidade da r4ria igreja, tornando-a um autênti$o agente do reino de eus. 7 &ue signifi$a dizer &ue o modelo de edu$ação $ristã de#e $aa$itar os indi# duos a terem uma !ti$a essoal $oerente$om a B 'lia e uma !ti$a so$ial $on$ordante $om as +s$rituras. Somente $hegaremos a um adrãode e*$elên$ia &uando dissermos 2$hega2 diante do terr #el &uadro so$ial, moral e esiritual &ue omundo #i#e.Transformar os indi# duos e tam'!m a so$iedade $om a #erdade radi$al da Pala#ra deeus de#e ser a reo$uação e atuação ermanente de um rograma de edu$ação religiosa$oerente $om a B 'lia e $om o mundo em &ue #i#emos. / +s$ola B 'li$a omini$al de#e $ontinuar ensinando a B 'lia, na sua inteireza, erela$ionando estes estudos $om a #ida das essoas. e#e desafiar os $ristãos a #i#erem em todasas )reas e esferas da #ida so$ial $oerentemente $om a B 'lia. / +B ! a agên$ia de mudança de ensamento e de $omortamento, ara a gl4ria deeus e feli$idade dos seres humanos. I. ANALISANDO - ESTABILIDADE E MUDANÇA   /s essoas são mais altamente moti#adas num am'iente &ue tem ordem, re#isi'ilidade eestrutura. 1. Estabilidad ! ital#  / esta'ilidade ! o adrão normal de #ida. /t! o $oro 'us$a hemeostase3a9:uando as essoas sentem falta de esta'ilidade tendem a fi$ar desanimadas.'9:uando as essoas sentem falta de esta'ilidade tendem a ro$urar or e&uil 'rio, atra#!s de luta ou de fuga.$9:uando as essoas sentem falta de esta'ilidade, elas tornam-se desmoti#adas. $. Estabilidad i%&l'i ()d*+ ,) isibilidad  st)'t')a# a97rdem se refere ( direção, a um senso de ro4sito ou a um lano definiti#o fi*o.'9Pre#isi'ilidade se refere ( $on$orrên$ia, a um senso de $ontinuidade ou a uma rotina fi*a.$9+strutura se refere aos ar0metros, a um senso de dire$ionamento ou a um limite fi*o. . Estabilidad ! %&ss)ia ,a)a *'da%/a ;udança ! o estado normal de &ual&uer ser humano, organização ou so$iedade. / - Tios de mudanças3a9;udança estrutural3 mudança organiza$ional $ausada or insatisfação interna ou ressão e*terna.'9;udança te$nol4gi$a3 mudança de ro$esso ou metodologia $ausada or modernização ou t!$ni$as no#as.$9;udanças $omortamentais3 mudanças nas ações, $ausadas or forças internas ou e*ternas, mas &ue odem não ser ermanentes.d9;udanças de #alores3 mudança nas atitudes $ausada or reestruturação interna. II. PROCESSOS DE ADOÇÃO DE BO0LEN AND BEAL ISU2 a9<ons$iên$ia3 / #elo$idade $om &ue uma essoa se torna $ons$iente de uma mudança ne$ess)ria deende da situação, da reo$uação le#antada ela situação, e da informação dison #el.'9Interesse3 7 desertar de interesse tem &ue o$orrer, ou a $ons$ientização #ai morrer, ortanto o &uem, &ue, &uando são essen$iais.  ne$ess)rio dis$ernimento maior.$9/#aliação3 7 temo ne$ess)rio ara ensar e fazer erguntas imortantes.d9+nsaio3 2testando as )guas2 e erguntando3 2odemos fazê-lo82e9/doção3 a imlementação da mudança. III. O PROCESSO DE MUDANÇA DE LE3IN1 - Ds&(%4la*%t(# ,),a)a) i%di 5d'(s ,a)a *'da%/a. a9es$ongelamento e*ige in#estigação. <onseguir todos os dados ertinentes $orretamente.'9es$ongelamento e*ige re$onhe$imento. /s essoas têm &ue #er a ne$essidade de mudar. $ - M'da%/a# ,)( %d( %( (s ,ad)6s. a9;udança e*ige en#ol#imento. :uanto maior o en#ol#imento, maior o direito de roriedade.'9;udança re&uer an)lise e s ntese. Temos &ue olhar ara as artes, mas não es&ue$er o todo.  $9;udança re&uer uma $omreensão das forças en#ol#idas. :uais são as forças reressoras e as forças imulsoras8 Se #o$ê adi$iona mais forças imulsoras, sem eliminar as forças reressoras, odem o$orrer e*losões.  - R&(%4la*%t(# s(lidi7i&a/8( d %( (s ,ad)6s a9=e$ongelamento e*ige adoção. /s essoas re$isam a$eitar a mudança $omo arte das suas #idas.'9=e$ongelamento e*ige imlementação. / mudança o$orre somente &uando h) ação en#ol#ida. I9. :ORÇAS REPRESSORAS ; MUDANÇA1.Pss(ais a9;edo3 as essoas rejeitam o não-e*erimentado e o no#o, or&ue não &uerem en$arar os resultados.'9+moções3 as essoas têm a tendên$ia a serem emo$ionais em #ez de l4gi$as.$9<onforto3 as essoas gostam do 2status &uo2.d9;ente fe$hada3 as essoas a$reditam &ue o modo $omo elas estão fazendo as $oisas ! o modo $omo de#e ser feito.e9Tirania do urgente3 n4s estamos muito o$uados ara mudar.f9Sueresiritualidade3 h) essoas &ue ensam &ue toda mudança ! e$ado. $.O)4a%i<a&i(%ais a9<oação3 as organizações &uerem &ue as essoas se $onformem $om adrões.'9S ndrome do >rande <hefe3 organizações tendem a $ontrolar em #ez de en$orajar.$9;anutenção3 organizações tendem a fun$ionar sem ro4sito.d9<onflito Interno3 organizações têm ro'lemas e oderes internos em #ez de $ontrole. 9. :ORÇAS IMPULSORAS DA MUDANÇA a9:uando as essoas #êem a ne$essidade da mudança.'9:uando as essoas estão en#ol#idas.$9:uando as essoas #êem um ganho essoal ou e#itação de erda. 9I. REQUISITOS PARA UM A=ENTE DE MUDANÇA a9Seja 2$entrado em essoa2.'9/d&uira tuas asas.$9;onitora o $lima so$iald9ê oortunidade ( li#re e*ressão de sentimentos.e9/firme sua filiação. ?em're &ue eles não odem estar semre errados.f9+n#ol#a os mem'ros da igreja tanto &uanto for oss #el, ara &ue eles tomem roriedade.g95ão se reo$ue so're &uem est) ganhando $r!dito.h9<ome$e no onto &ue est) a maior $han$e ao su$esso.i9?em're &ue nem todo $riti$ismo est) errado. j9/me seus inimigos. 9II. O PADRÃO DE EXCELÊNCIA 7'jeti#ando $on&uistar o Padrão de +*$elên$ia da +s$ola B 'li$a omini$al, gostaria deroor algumas sugestões3  Pla%( d A/8(  - ! o $onjunto de ações a serem e*e$utadas a fim de al$ançar os o'jeti#ose*ressos na missão e na #isão da +B. +ste lano ser) $omletado $om as sugestões dosl deres e, osteriormente ter) as ações riorizadas. P)(&di*%t(s 3 Pro$esso ara adoção de um no#o estilo. 1> - Di 'l4a/8(  - 5esta etaa faz-se uma di#ulgação do tra'alho a ser desen#ol#ido,aresentando seus o'jeti#os, justifi$ando sua ne$essidade e imort0n$ia, e*li$ando os m!todos ero$edimentos &ue serão utilizados e, rin$ialmente, ou#indo das essoas suas e*e$tati#as. $> - D7i%i%d( a Miss8(  - / estrutura organiza$ional da +B tem &ue ser $omat #el $om osdesafios $olo$ados elos no#os temos, &ue e*igem estruturas )geis, fle* #eis e simles, &uefa#oreça a $omuni$ação, a integração e a arti$iação, tam'!m de#e ser ade&uada ao ro4sito eo'jeti#os da igreja. /ssim sendo, um dos assos ! resonder a grande &uestão3 Para &uee*istimos8 :ual ! o nosso ro4sito8 +*istimos ara surir &ue ne$essidades da so$iedade8 > - Dia4%?sti&(  - e#e ser realizado em duas fases3Fase / - Faz-se um le#antamento dos ro'lemas e difi$uldades e*istentes, 'em $omo dasne$essidades, e*e$tati#as @tal fase ser) dete$tada atra#!s de entre#istas $om os leigos e#olunt)rios &ue tra'alham na )rea de +B9.Fase B - /4s o diagn4sti$o ini$ial, assa-se a um outro diagn4sti$o mais detalhado, #isando o$onhe$imento de todas as )reas da +B, suas rin$iais resonsa'ilidades, ne$essidades,difi$uldades, ro$essos, estrutura fun$ional. Para $onhe$er e desen#ol#er esta fase, a metodologiaindi$ada ! a entre#ista, &ue oder) ser indi#idual $om l der, ou $oleti#a $om o l der e a e&uie,atra#!s de uma reunião estruturada. @> - D7i%i/8( da st)'t')a+ s'as 7'%/6s  ,)(&ss(s  - 5esta etaa ro$ede-se a an)lise dosdados le#antados nas duas fases do diagn4sti$o, o'jeti#ando en$ontrar um desenho ara aestrutura organiza$ional &ue roi$ie a solução ara as rin$iais difi$uldades e $arên$iasdete$tadas no diagn4sti$o.Aale salientar &ue não e*iste m!todo ou f4rmula &ue determine $omo fazer isso ou a&uilo.7 &ue #ale ! atentar ara os rin$ ios ' 'li$os de administração, $onhe$imentos ')si$os deadministração, 'om senso, refle*ão e dis$ussão arti$iati#a - são os fatores &ue, reunidos,determinarão o su$esso do tra'alho. > - P),a)a/8( d l5d)s  - /s estruturas de#em ser informadas $omo atuar na no#a estrutura.e#e-se definir as diretrizes do ro$esso, $om elas, esta'ele$er limites e ar0metros, ara &ueossam atuar de forma lena no no#o ael &ue se esera de $ada l der. > - Ds% (l i*%t(  - <ons$ientes as lideranças, de#e-se rearar os arti$iantes das di#ersas$lasses ara atuarem de forma integrada. Tra'alhando em e&uie de forma efi$az e ro$urando$onhe$er o desen#ol#imento dos demais.Se &ueremos $on&uistar o adrão de e*$elên$ia da +s$ola B 'li$a omini$al, nãoodemos e nem de#emos dei*ar de lado nossa #isão futurista. +sta #isão de#e ser alinhada $om a#ontade de eus desafiadora, moti#ando as essoas a fazerem grandes $oisas geradora deentusiasmo e de anseio or mudanças $lara e $omreens #el or todos e fo$ada no futuro.7utros ontos imortantes são3 - <onhe$er nosso am'iente e*terno, ou seja, ! imres$ind #el estar atento ao am'iente no &ual a igreja ou $ongregação est) inserida. e#emos identifi$ar as tendên$ias e as oortunidades e ameaças &ue esse am'iente esta'ele$e a n4s. -  /m'iente interno ! imres$ind #el &uando $onhe$emos os ontos fortes e ontos fra$os de nossa so$iedade.
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