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CUSTO COMPARADO Alvenaria estrutural de blocos sílico-calcários x concreto.pdf

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CUSTO COMPARADO Alvenaria estrutural de blocos: sílico-calcários x concreto Redução nos custos foi fator decisivo para a escolha em obra habitacional da Prefeitura N o projeto dos dez prédios de cin- co andares da Cohab (Coopera- tiva Habitacional) do bairro do Capão Redondo, na cidade de São Pau- lo, a construtora Yazigi optou por utili- zar blocos sílico-calcários do tipo 2 DF (11,5 cm x 11,3 cm x 24 cm), fabricados pela Prensil, na alvenaria estrutural não- armada (
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  14 Construção Mercado  n o 19 jfevereiro 2003 C USTO COMPARADO Alvenaria estrutural de blocos:sílico-calcários x concreto Redução nos custos foi fator decisivo para a escolha em obra habitacional da Prefeitura N o projeto dos dez prédios de cin-co andares da Cohab (Coopera-tiva Habitacional) do bairro doCapão Redondo, na cidade de São Pau-lo, a construtora Yazigi optou por utili-zar blocos sílico-calcários do tipo 2 DF(11,5 cm x 11,3 cm x 24 cm), fabricadospela Prensil, na alvenaria estrutural não-armada (autoportante) em detrimentodos blocos de concreto. A construtoraoptou por esse sistema devido, princi-palmente, à economia proporcionada.Além do menor custo dos blocos em si,o gasto com revestimento das paredestambém foi menor. A estabilidadedimensional dos blocos sílico-calcários– que têm tolerância de ±2 mm – é maiorque a de seus concorrentes em concre-to e em cerâmica vazada.  15 Construção Mercado  n o 19 fevereiro 2003 Alvenaria estrutural não-armada com bloco sílico-calcário Classe E (10 MPa)e espessura de 11,50 cm (R$/m 2 ) DescriçãounCoeficienteCusto unitário (R$)Custo total (R$/m²) Material Bloco sílico-calcário de 11,5 cmun30,500,5516,78Bloco sílico-calcário canaletaun1,500,650,98Cimento Portlandkg3,460,341,18Cal hidratadakg1,720,200,34Areia médiam³0,01526,000,39Graute*m³0,0013220,000,29Aço CA-50 3/8*kg0,35001,650,58  Subtotal (R$/m²)20,54Mão-de-obra Pedreiroh0,853,502,98Serventeh0,852,001,70Encargos sociais de 127% 5,94  Subtotal (R$/m²)10,62   Total (R$/m²)31,16 (*) materiais utilizados nas cintas de amarração Estrutura convencional de concreto armado, com espessura média de 16 cm,para área construída de 1.000 m² Descrição unQuantidadeCusto unitário (R$)Custo total (R$) Estrutura de concreto armadopara vigas e pilaresm³80987,2978.983,20Estrutura de concreto armadocom tela para lajesm³80913,5773.085,60Alvenaria de vedação interna com blocode concreto 9 x 19 x 39 cm com espessurade 9 cm, assentada com argamassamista de cal hidratada no traço 1:0,5:8m²80015,7012.560,00Alvenaria de vedação interna com blocode concreto 9 x 14 x 39 cm com espessurade 14 cm, assentada com argamassamista de cal hidratada no traço 1:0,5:8m²80021,0016.800,00 Total (R$)181.428,80 Estrutura de alvenaria não-armada com bloco sílico-calcário autoportante,com espessura de 11,50 cm para área construída de 1.000 m² Descrição unQuantidadeCusto unitário (R$)Custo total (R$) Alvenaria estrutural não-armada combloco sílico-calcário autoportantecom espessura de 11,50 cmm² 2.000,00 31,16 62.320,00Estrutura de concreto armado com telapara laje com espessura de 8 cmm³80,00913,5773.085,60 Total (R$)135.405,60 Para o revestimento dos 50,53 m² decada um dos 200 apartamentos – quetotalizam 10.105,40 m² de área total –foram utilizadas pasta de gesso, para asparedes de salas e quartos, e argamassaúnica pré-fabricada, nas cozinhas e ba-nheiros. Todos os pisos foram cimenta-dos e os tetos são compostos de concre-to tratado.O engenheiro Walid Yazigi destaca,também, a capacidade isolante do ma-terial, que reduz mais de 56 dB de ruí-do e tem condutividade térmica de até0,92 kcal/h.m.ºC, e a capacidade de ab-sorção de água entre 12% e 14%. Aindasegundo Yazigi, a resistência à compres-são dos blocos, que suportam até qua-tro horas de fogo, é de 100 kgf/cm².A obra, contratada pela PrefeituraMunicipal de São Paulo, enfrentou pro-blemas burocráticos. “Ocorreu uma di-latação do cronograma com a mudançada administração municipal durante operíodo da obra”, explicou Yazigi em re-ferência ao fim do mandato de Celso Pittae à posse de Marta Suplicy, em 2000.O contrato previa que a obra, iniciadaem agosto de 1999, deveria ser entregue24 meses depois, em agosto de 2001. Po-rém, além da interrupção de três mesesprovocada com a troca, as verbas foramliberadas aos poucos, o que diminuiu o rit-mo da construção. Na administração Pittaapenas quatro prédios foram construídose, com a posse de Suplicy, a verba foi libe-rada para a construção de mais quatro e,por fim, para os dois últimos. Com todosesses percalços, a obra foi entregue somen-te em novembro de 2002, 40 meses apóso início dos trabalhos. redação: Bruno Loturco apoio de engenharia: Regiane Grigoli Pessarello 
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