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DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL

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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUTO A VEZ DO MESTRE O IMPACTO DA GLOBALIZAÇÃO NA EMPRESA MODERNA Heroith Vidal Cunha ORIENTADOR: Prof. Cléber Moreira Gonzaga
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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUTO A VEZ DO MESTRE O IMPACTO DA GLOBALIZAÇÃO NA EMPRESA MODERNA Heroith Vidal Cunha ORIENTADOR: Prof. Cléber Moreira Gonzaga DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL BRASÍLIA AGOSTO / 2008 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES 2 PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUTO A VEZ DO MESTRE O IMPACTO DA GLOBALIZAÇÃO NA EMPRESA MODERNA HEROITH VIDAL CUNHA Trabalho monográfico apresentado como requisito parcial para obtenção do Grau de Especialista em Gestão Estratégica e Qualidade BRASÍLIA AGOSTO / 2008 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus em primeiro lugar por mais esta oportunidade na minha vida; também agradeço à minha querida esposa e filhas pelo constante incentivo ao estudo. Enfim, agradeço aos amigos e colegas de trabalho pela colaboração. DEDICATÓRIA 4 Dedico o presente trabalho aos meus pais, à minha esposa e filhas, aos amigos e colegas de trabalho, aos colaboradores da UNICAM, bem como ao Prof. Cléber Moreira Gonzaga, enfim pela vida e pela sagrada oportunidade de continuidade dos meus estudos. RESUMO O presente trabalho monográfico é o resultado de uma pesquisa bem fundamentada, seguida de cuidadoso estudo realizado por intermédio de variada bibliografia, para demonstrar a importância do papel que cabe à 5 globalização em âmbito mundial, seu impacto não somente na empresa moderna, porém permeando também os segmentos da sociedade. De início, buscou-se localizar no tempo e espaço a origem desse processo de integração econômica e social, porém sabe-se que esse fenômeno não é novo, pois na verdade data de séculos transatos. As grandes corporações transnacionais, aliadas de fato à economia globalizada, têm contribuído efetivamente para significativas perdas de salário, pois em virtude de aberturas para o comércio e para o investimento em países em desenvolvimento muitas fábricas fecham suas portas, enquanto outras são abertas e se expandem. Lamentavelmente, por causa da abertura da economia, muitos trabalhadores a curto prazo terão perdas consideráveis. Felizmente, globalização não produz somente problemas, mas gera progresso em países que desejam ingressar nos mercados globais. Nos dias que correm, muitos pobres se beneficiam com a integração econômica e social. A idéia é trazê-los cada vez em maior número para o seio desse processo, não os deixando ilhados nos estreitos limites de um nacionalismo, que não apresenta as mesmas características passadas. METODOLOGIA Com o objetivo de aprofundar o estudo e a análise relativa ao tema da presente monografia, foi utilizada a pesquisa bibliográfica através da leitura exploratória de livros e artigos da Internet. A partir de dezembro de 2007, deuse início às consultas prévias por intermédio de material previamente 6 elaborado, em especial os livros e outros artigos, os quais foram localizados e tomados por empréstimo na Universidade de Brasília e na Biblioteca da Caixa Econômica Federal. Passo a passo, procedeu-se à exploração dessas fontes bibliográficas, com a conseqüente leitura desse material e devidas anotações à parte de pontos considerados relevantes para a elaboração deste trabalho monográfico. SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 7 CAPÍTULO I O processo histórico da globalização no mundo 10 CAPÍTULO II A globalização e a empresa moderna 15 CAPÍTULO III O mundo diante da ação globalizante 23 CAPÍTULO IV A globalização e o poder das corporações 31 Conclusão 35 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 37 FOLHA DE AVALIAÇÃO 39 8 INTRODUÇÃO O presente estudo aborda questões relativas à globalização, à empresa holística, assim como trata da presença constante do processo de globalização nas diversas empresas do mundo contemporâneo. Ver-se-á que a globalização e/ou mundialização impacta, de maneira nunca antes visto, em todos os segmentos das empresas, desde os seus produtos e serviços até os seus recursos humanos e consumidores. No decorrer do presente estudo monográfico mostrar-se-á como as grandes corporações transnacionais e os conglomerados, aliados à globalização, vêm solapando toda a estrutura das empresas de pequeno e médio portes. Na verdade, as empresas modernas, em virtude da globalização, vêm sofrendo de fato transformações de ordem econômica, cujo ponto central dessa mudança é a integração dessas empresas, provocada pelas corporações mundiais. A participação dessas empresas no mercado mundial requer competitividade, considerando que essas corporações, atuando como redes, têm mais poder de mobilidade e, portanto, mais chance de sobrevivência nesse novo ambiente do que as empresas tradicionais. Não é somente na empresa moderna, no contexto da economia que o globalismo está inserido. Ele permeia todos os departamentos da atividade humana, integrando, assim, o mundo, povos e cultura. A respeito do tema Boxberger e Klimenta comentam: O mundo atual se encontra em um momento peculiar. Em questão de segundos, países e continentes interagem e se aproximam. Os povos se confrontam com uma série de novos desafios. Alguns que vêm de fora, como novas ameaças à segurança interna e externa das nações ou o aumento intensivo da competitividade econômica. Outros são resultado de padrões de comportamento que tomam conta das sociedades, como o individualismo e o egoísmo. Esses desafios são causados por um fenômeno que não é novo, mas passou a ser conhecido em todo o mundo como a Globalização (Boxberger e Klimenta, 1999, p. 5). 9 É um processo de proporções gigantescas e envolve regimes políticos, civilizações, grupos e classes sociais, assinalando a emergência da sociedade global, abrangendo tudo e todos e desafiando a solidez e a sedimentação das instituições e das pessoas. Algumas pessoas poderão indagar com razão qual a real origem da ação globalizante no mundo. Evidentemente, não é tão fácil assim, dizem alguns estudiosos do assunto, situar no espaço e no tempo o início desse processo. Diz-se que remonta há cinco séculos, na era dos grandes descobrimentos marítimos, acelerando mais fortemente a partir da Segunda Guerra Mundial. Há aqueles que afirmam que esse processo existe desde o alvorecer das primeiras civilizações. A respeito desse tema tão importante na atualidade há vários estudiosos que são unânimes em afirmar que a globalização moderna ressurgiu de forma mais vigorosa com o início do pós-segunda Guerra Mundial ou com a dissolução da URSS e a queda do Muro de Berlim no ano de Milhares de pessoas têm sido beneficiadas por intermédio do processo de globalização em curso no planeta. No entanto, ela possui, de um lado, virtudes e, de outro lado, defeitos e vícios, podendo gerar efeitos nocivos na sociedade global. Essa questão será tratada mais adiante. Por fim, é preciso considerar que a globalização possui como fundamento teórico o neoliberalismo, que defende a absoluta liberdade de mercado, e que a política das grandes corporações transnacionais favorece o processo globalizante. CAPÍTULO I O PROCESSO HISTÓRICO DA GLOBALIZAÇÃO NO MUNDO 10 Dentro da perspectiva e ótica do processo histórico, a globalização não é um fenômeno que surgiu no mundo de forma abrupta, não tem necessariamente um ar de modernidade, pois o certo é que ela deita suas vigorosas raízes num passado muito distante, como é o caso das poderosas relações de comércio transnacional de mercadorias, levadas a efeito pelo então Império Romano até os confins da Ásia e como também é o caso das sociedades que foram cristianizadas, expandindo, assim, a Fé Cristã e incorporando territórios e riquezas para a Igreja e a Monarquia, ou ainda o desejo de um mundo unificado por intermédio das Cruzadas na Idade Média. Mais adiante o processo globalizante assume o nome de imperialismo, lá pelo final do século IX. Por isso, muitos a definem como um velho e novo fenômeno capitalista, porém não tão velho assim, porque há tão-somente cinco séculos as culturas então existentes começaram a aproximar-se, paralelamente à internacionalização do comércio, ou seja, hoje o capital percorre o caminho que a fé realizou há 500 anos. A importação de diversas mercadorias e matérias-primas já eram levadas a cabo pelas grandes potências marítimas, ou seja, pelos ingleses, portugueses e espanhóis, que as buscavam de suas colônias de além-mar. O certo é que lá pelo início do século XV, na espetacular era dos Descobrimentos, momento do auge da cultura portuguesa, deu-se um grande impulso no que é considerado como um dos primeiros movimentos globalizadores da era moderna. No entanto, pode-se afirmar que o processo de globalização das sociedades data do início da História e segue permeando todos os séculos afora até ancorar-se no que de fato pode ser entendido como o moderno e real processo da globalização no mundo, que é mais recente, cujo início deu-se, dependendo de como o fato foi interpretado, a partir do término da Segunda Guerra Mundial em 1945, ou com a estagnação econômica da então URSS em 1975, ou ainda com a queda do Muro de Berlim em 1989 e a ruptura do Bloco Socialista e o fim da Guerra Fria, nos idos de 1989 a 1991. 11 Não obstante o que ficou dito anteriormente, muitos estudiosos do assunto tendem a situar o novo ciclo do globalismo no momento em que a Segunda Guerra Mundial põe por terra o imperialismo inglês, francês, belga, italiano e japonês. Esse novo ciclo do processo de globalização foi dimensionado tãosomente para o campo da economia? A resposta é simplesmente não, porque o novo surto globalizador é um processo que está inserido na civilização e permeia os diversos departamentos da atividade humana, enfim, da sociedade como um todo, seja através da música, da pintura, dos esportes, da gastronomia e da cultura. Assim, tudo se internacionaliza, tanto no âmbito da economia, como abarcando o aspecto financeiro, cultural e tecnológico. Obviamente, naqueles recuados tempos os nossos antepassados não dispunham de um canal via satélite, para transmitir seus programas favoritos; não podiam encurtar as distâncias, nem fechar negócios em curtíssimo prazo, como é feito atualmente através do telefone celular; não tinham também à sua disposição a rede mundial de computadores ou Internet, bem como a rede de lanchonetes tipo fast-food, para apreciar em qualquer parte do mundo a mesma comida. Realmente é muito complexo esse continuado processo de integração de economias às sociedades e tem afetado fortemente todos os segmentos populacionais. Essa integração pode ser vista, por exemplo, na disseminação maciça da Internet, na comunicação, na mídia, na utilização cada mais freqüente da telefonia celular. Entretanto, esse histórico processo de integração da economia não é igualmente salutar para todos os países pobres. Por outro lado, países como a Índia e China há pelo menos duas décadas vêm diminuindo sensivelmente os índices de pobreza Essa é a razão por que esse processo hoje é mais ágil, mais dinâmico e mais completo, de modo que não somente as modernas empresas de pequeno e médio portes, mas principalmente as grandes corporações transnacionais e conglomerados, devem empenhar-se 12 verdadeiramente para fazer desse mundo um lugar mais justo para todos os cidadãos, um lugar onde todos possam viver de forma solidária e democrática. É preciso ainda retroceder o olhar para os séculos XV a XVIII. Alguns estudiosos e especialistas enfatizam que esse foi o período em que ressurgiu o processo de globalização com maior ímpeto e dinamismo. Esse período viu crescer o fluxo da força de trabalho entre os diversos países, notadamente entre as colônias do Velho Mundo, a Europa, em face da expansão comercial e marítima trilha para o desenvolvimento do capitalismo e por conseguinte da globalização. Aproximadamente três décadas antes do final do século XIX e até o início da Primeira Grande Guerra Mundial o mundo passava por um dos períodos muito importantes do processo globalizante, a saber o surgimento de grandes ferrovias, o barateamento nos custos de transporte decorrentes da substituição do barco à vela pelo navio a vapor, bem como a redução das barreiras tarifárias. No período compreendido entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial os custos relativos a transportes continuavam a diminuir, ao invés da política comercial, que passava por um momento de derrocada, como ficou bem caracterizado pela Grande Depressão de 1929, a qual desencadeou-se nos Estados Unidos da América e alastrou-se mundo afora. Foi um período em que a globalização recuou, cedendo lugar ao nacionalismo. E mais: vários governos ao redor do mundo, para se protegerem, adotaram severas políticas protecionistas, que inevitavelmente fizeram com que o comércio internacional despencasse. Alguns estudiosos vêem o fim da Segunda Grande Guerra como um novo ciclo da globalização moderna. As nações quase que inteiramente destroçadas no pós-guerra acordaram em criar um mecanismo diplomático ou comercial capaz de aproximar uma das outras as nações do planeta Terra. A conseqüência desse entendimento e acordo foi a criação das Nações Unidas em junho de 1945. 13 No mesmo rastro do entendimento para a criação da ONU, momento no qual o nacionalismo recuou, cedendo lugar ao internacionalismo, os governos compreenderam que era necessária a redução de barreiras comerciais, as quais eles haviam implantado em seus países. A liberalização comercial, porém, ficou restrita a poucos países e apenas alguns produtos. Somente por volta de 1980 é que essas citadas barreiras foram reduzidas em maior escala nos países desenvolvidos, quanto a produtos manufaturados. No que tange aos países em desenvolvimento, não houve muita mudança significativa, tendo em vista que a redução das barreiras atingiram tão-somente produtos primários, deixando de lado os produtos manufaturados e agrícolas. A Organização das Nações Unidas ONU poderia ter sido o embrião de um futuro governo mundial ou global. Entretanto, por interesses e por veto das superpotências ao tempo da Guerra Fria, isso de fato não se concretizou, a não ser a criação de um organismo que passou a denominarse Grupo dos Sete (G-7), formado pelos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Japão, atuando fortemente na economia e na política do mundo. Com o decorrer do tempo, as nações sentiram a real necessidade de expansão e abertura de seus mercados para outros países. Surgia, assim, a ideologia econômica do liberalismo. Fala-se hoje a respeito de globalismo como um novo ciclo do capitalismo mundial. Anteriormente, as grandes nações do planeta experimentaram os ciclos do imperialismo, colonialismo e mercantilismo, e apesar do domínio do capitalismo global, outras nações ainda estão passando por esses ciclos. Presentemente, os maiores beneficiários da globalização são os países emergentes, como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China, com as suas economias de exportação e grande mercado interno. Anteriormente, em décadas passadas, outros países, com o fito de rápido crescimento e expansão econômica, utilizaram-se da globalização, 14 colocando suas economias voltadas à exportação. Foi o caso do Japão na década de 70, e dos tigres asiáticos, na década de 80. Na verdade, Taiwan, Coréia do Sul e Hong Kong é que de fato foram denominados Os Tigres Asiáticos, e isso graças obviamente à aliança entre norte-americanos, europeus e japoneses e também em razão da influência das corporações transnacionais. CAPÍTULO II A GLOBALIZAÇÃO E A EMPRESA MODERNA Para muitas pessoas essa palavra globalização apresenta-se como mais um modismo de curta duração. Uns e outros afirmam que ela é a bola da vez e que de fato está na ordem do dia. Muitos argumentam também que ela não passa de um mito, ou, da forma como vem sendo conduzida atualmente, como uma farsa atuando nos mercados financeiros, ou ainda apresentando-se como uma verdadeira panacéia universal. Para alguns a onda globalizante produz um verdadeiro encantamento, tornando-os felizes. E o mundo em realidade se torna pequeno para eles. Para outros, no entanto, a sensação é de isolamento. Eles se sentem localizados e ao mesmo infelizes. Percebe-se claramente que a globalização no mundo apresenta-se extremamente polêmica, pois conta com ardorosos defensores, mas 15 também em seu meio movimentam-se grandes críticos e afamados detratores. Então a globalização, como o próprio nome o demonstra, não atinge a todos de maneira uniforme e homogênea? A propósito, é interessante registrar aqui o pensamento de Zygmunt Bauman, in verbis: (..) os processos gobalizadores não têm a unidade de efeitos que se supõem comumente. Os usos do tempo e do espaço são acentuadamente diferenciados e diferenciadores. A globalização tanto divide como une; divide enquanto une e as causas da divisão são idênticas às que promovem a uniformidade do globo. Junto com as dimensões planetárias dos negócios, das finanças, do comércio e do fluxo de informação, é colocado em movimento um processo localizador, de fixação no espaço. Conjuntamente, os dois processos intimamente relacionados diferenciam nitidamente as condições existenciais de populações inteiras e de vários segmentos de cada população. O que para alguns parece globalização, para ouros significa localização; o que para alguns é sinalização de liberdade, para muitos outros é um destino indesejado e cruel. A mobilidade galga ao mais alto nível dentre os valores cobiçados e a liberdade de movimentos, uma mercadoria sempre escassa e distribuída de forma desigual, logo se torna o principal fator estratificador de nossos tardios tempos modernos ou pós-modernos. (Zygmunt Bauman, 1999, p. 7 e 8) Em que pese o processo globalizante não ter a mesma unidade de efeito para todos, certo é que esse processo continua seguindo o seu curso natural de maneira irreversível, atingindo a todos ainda que de forma diferenciada. Pode-se afirmar também, por outro lado, e segundo outra ótica e de maneira simplificada, que a globalização, como um velho e novo processo, vem propiciando a abertura de novas fronteiras e novos espaços em âmbito planetário. A esse respeito, muito se tem escrito. É um processo globalizante, que faz com que percebamos o mundo como tendo passado 16 por um processo de redução, de encolhimento, enfim tem-se a impressão de que ele ficou menor, pois por intermédio do telefone, do computador ou televisão tudo está a nosso alcance. O mercado financeiro passou a funcionar em caráter mundial, por exemplo, seguindo os rastros da telefonia e das ondas de satélite. Outro conceito igualmente simples, porém interessante e abrangente, é o que sugere Dulan apud Caldas (1998, p. 16) ao asseverar que a globalização refere-se ao processo de gradual eliminação de barreiras econômicas e concomitante aumento nas trocas internacionais e na interação transnacional. Assim, temos de um lado a idéia da globalização como um processo, ressaltando a importância fundamental da redução paulatina das barreiras, como ocorreu, segundo esse mesmo Autor entre os anos de 1947 e 1994, em face do estímulo comercial propiciado pelo então GATT Acordo Geral de Tarifas e Comércio, substituído em 1995 pela OMC Organização Mundial do Comércio; de outro lado, deparamo-nos com o conceito do aumento das trocas internacionais, como é o caso das empresas transnacionais e do próprio Estado. Existem empresas automobilísticas européias com fábricas instaladas na Ásia, por exemplo, na China, vendendo seus produtos, no caso automóveis, no mercado americano. Assim, o fluxo de mercadorias e de capital tem aumentado consideravelmente. Desse modo, pode-se enunciar uma verdade: O capital não tem Pátria. O mapa geoeconômico e político do planeta já não é mais o mesmo, diante de um número crescente de empresas concorrendo no mercado mundial, e as nações, os países já não têm mais a noção exata de suas fronteiras. Estamos nos referindo, por exemplo, às grandes corporações transnacionais como a McDonald s, a Siemens, a Toyota, que vendem seus produtos e serviços praticamente em todo o planeta. A poderosa rede fast food McDonald s, por exemplo, conta com mais de 31 mil restaurantes espalhados em 118 país
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