Lifestyle

EDITORIAl. Márcio O. Fernandes da Costa Presidente

Description
EDITORIAl Nesta edição o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Ometto, fala sobre o aquecimento da economia brasileira, a elevação da taxa Selic e a expansão
Categories
Published
of 32
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
EDITORIAl Nesta edição o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), João Guilherme Ometto, fala sobre o aquecimento da economia brasileira, a elevação da taxa Selic e a expansão do crédito, entre outros temas polêmicos da atualidade. Na seção Atualidades o leitor poderá entender como o marketing de relacionamento pode ser um diferencial competitivo para as empresas. O livro Conquistando o consumidor mostra que hoje o foco das empresas também está na busca pela fidelidade do cliente, por meio de práticas que enfatizem o relacionamento de longo prazo. As novidades das indústrias também estão presentes nas próximas páginas. A Bridgestone, por exemplo, anunciou as metas para a redução das emissões de CO2 por todo o ciclo de vida de seus produtos, em benefício de uma sociedade sustentável. Além disso, a empresa destaca a obtenção de vários prêmios importantes, concedidos por empresas como Fiat, Toyota e Honda, este ano. Já a Goodyear destaca o curso de Mecânica para Mulheres, desta vez dirigido a jornalistas, e também sua participação na 12ª Transpo-Sul Feira e Congresso de Transporte e Logística. A Pirelli divulga seus planos para o fornecimento de pneus para a Fórmula 1 no período de , com a criação de uma equipe exclusiva para o desenvolvimento e produção de pneus para esse tipo de prova, e revela outras novidades. Procurando reforçar os conhecimentos sobre normas de segurança no trânsito nos jovens que estão perto de obter a carteira de habilitação, a Michelin lançou a versão virtual do jogo educativo Na Pista do Melhor Caminho. Uma nova etapa da disputa ocorrerá durante a semana nacional de trânsito deste ano, entre 18 a 25 de setembro. E para finalizar, na seção Opinião o deputado estadual Rodrigo Garcia discorre sobre seu projeto, que tramita na Assembleia Legislativa paulista, para pôr fim à burocracia na administração pública, beneficiando empresas especialmente as de micro e pequeno porte. Boa leitura! Índice Márcio O. Fernandes da Costa Presidente 4 Entrevista: João Guilherme Ometto, vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), comenta aspectos determinantes do atual cenário econômico brasileiro. 7 ANIP: Reciclanip instala novos centros de coleta. 8 Atualidades: Marketing de relacionamento como diferencial competitivo, na visão de Sérgio Ferreira e Silvana Sganzerlla. 11 Bridgestone/Firestone 18 Goodyear 24 Pirelli 28 Michelin 30 Opinião: Projeto do deputado paulista Rodrigo Garcia prevê reduzir burocracia e, com isso, a informalidade no setor empresarial paulista. Revista Abrapneus é uma publicação da Associação Brasileira dos Revendedores de Pneus e do Sicop - Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Pneumáticos - distribuída gratuitamente a revendedores, distribuidores e fabricantes de pneus, entidades de classe, órgãos governamentais, empresas fornecedoras de produtos e serviços às revendas e órgãos de imprensa ABRAPNEUS Presidente: Márcio Olívio Fernandes da Costa Vice-presidentes: Walter Paschoal, Dirceu Delamuta, Isac Moyses Sitnik, João Faria da Silva e Itamar Laércio Grotti. Secretário: Rodrigo F. Araújo Carneiro Tesoureiro: Airton Scarpa Diretores: Francisco F. Amaral Filho, Alexandre Quadrado, Geraldo Gusmão Bastos Filho, José Manuel Pedroso da Silva, Sérgio Carlos Ferreira, Gláucio Telles Salgado, Horácio Franco Zacharias, Henrique Koroth, Carlos Alberto D. P. Costa, João Ibrahim Jabur, Antônio Augusto, Célio Gazire, Ivo Giunti Yoshioka. SICOP Presidente: Márcio Olívio Fernandes da Costa 1 e 2º Vice-presidentes: Walter Paschoal e Horácio Zacharias Secretário: Carlos Alberto D. P. Costa Tesoureiro: Dirceu Delamuta Diretoria: Paulo Sérgio Paschoal, Fábio Grotti e Vicente Goduto Filho Conselho Fiscal: Aírton Scarpa, José Linhares, Ivo Giunti Yoshioka, Itamar Grotti e André Linhares Delegação junto à Fecomercio-SP: Márcio Olívio Fernandes da Costa, Rodrigo Fernandes da Costa, Walter Paschoal e Dirceu Delamuta Revista Abrapneus Conselho Editorial: Márcio Olívio Fernandes da Costa, Dirceu Delamuta, Walter Paschoal e Silvana Coelho (MTb ) Edição: Cristiane Collich Sampaio (MTb ) Textos: Assessoria de Imprensa Abrapneus, Firestone, Goodyear, Michelin e Pirelli Produção e Impressão: Formato Editorial Fone: (11) Atualização de endereço, solicitação de remessa da revista ou envio de material de informações à redação, escreva para Revista Abrapneus: Av. Paulista, º Andar, cj. 506, São Paulo, Capital, CEP: Telefax: ou mande um para: Site: É permitida a reprodução de matérias e artigos, desde que citada a fonte. As matérias e os artigos não refletem, necessariamente, a opinião e o pensamento da entidade. Julho/Agosto entrevista Maior produção, mais emprego Este ano a indústria nacional recuperou seu fôlego. Mas, para o vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Ometto, os obstáculos internos à expansão da economia precisam ser eliminados Foto: Divulgação/Fiesp João Guilherme Ometto, vice-presidente da Fiesp A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) continuam sua feroz oposição à política monetária de Governo, que procura evitar um suposto descontrole inflacionário por meio da elevação da já alta taxa básica de juros (Selic), em prejuízo do setor produtivo e de toda a sociedade brasileira. Mas este é apenas um dos temas abordados pelo vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto, na entrevista concedida à Revista Abrapneus. O entrevistado o mais notório representante do setor sucroalcooleiro no país analisa o bom desempenho da economia brasileira, sobretudo no setor industrial, que este ano deve crescer mais de 12%, apesar dos obstáculos internos que prejudicam sua expansão e o aumento da competitividade dos produtos nacionais no mercado externo. E aproveita para destacar as principais tarefas que, no entender da indústria, caberão ao novo Governo. Abrapneus É possível afirmar que a indústria é mais vulnerável ao comportamento da economia mundial do que o comércio e o setor de serviços? Poderia explicar? João Guilherme Ometto A indústria é o setor mais dinâmico da economia, com uma cadeia produtiva altamente complexa e interrelacionada entre os diversos níveis que a compõem. O mesmo não ocorre com os setores de comércio e serviços. Portanto, o setor industrial acaba sofrendo mais com eventuais choques externos. Em 2009, por exemplo, a produção industrial brasileira caiu 7,4% na comparação com No mesmo período, o volume de vendas do comércio e o PIB do setor de serviços cresceram acima de 3%. Ou seja, a indústria foi o segmento mais prejudicado pela crise financeira internacional. Por outro lado, o volume de produção tem subido mês a mês e a expectativa do mercado é que a indústria cresça mais de 12% em Tudo isto comprova que a substancialidade da indústria é tamanha que ela reflete e, ao mesmo tempo, antecipa as tendências econômicas brasileiras e mundiais. Nosso país não pode continuar entre os campeões mundiais de maiores taxas de juros. Abrapneus Diante dessa defasagem momentânea, eventual restrição na oferta de produtos poderia ter despertado a inflação, mas esse quadro não se configurou de forma efetiva. Credita isso à elevação da taxa básica de juros? Ometto Nos últimos trimestres a economia brasileira vem se recuperando e a indústria, mais uma vez, seguindo a demanda, voltou a produzir e a empregar. Os últimos dados de inflação vieram controlados, pois os efeitos sazonais do início do ano, como a alta nos preços dos alimentos por causa das fortes chuvas, estão deixando de existir. Os recentes aumentos na taxa Selic pouco afetam o presente, pois a política monetária aplicada hoje, como bem se sabe, só terá efeito em um horizonte de nove a 12 meses. Com isso, o Banco Central só consegue sabotar a recuperação do setor produtivo, contraindo os investimentos privados e o crescimento do Brasil no futuro. Nós, da Fiesp e do Ciesp, vamos seguir defendendo o setor produtivo. Nosso país não pode continuar entre os campeões mundiais de maiores taxas de juros. Abrapneus Como a aplicação, pelo Governo, de dois mecanismos aparentemente antagônicos, elevação da taxa Selic e expansão do crédito, repercutiram sobre a economia brasileira, em especial sobre o nível da atividade industrial? Ometto O Governo afirma que continua com o ciclo de aumento da Selic por temer que a inflação nacional fuja do controle e exceda a meta para Porém, a Fiesp e o Ciesp vêm divulgando diversos trabalhos que indicam que os números mais recentes da inflação brasileira estão mostrando dissipação rápida da alta de preços. Portanto, a pressão infla- 4 Abrapneus cionária observada nos primeiros meses de 2010 era relativa a ajustes episódicos, como mensalidades escolares e passagens de ônibus, ou a itens sazonais. Os últimos aumentos da Selic, que atualmente está em 10,75% ao ano, são obstáculos ao crescimento. Não há sentindo em aumentar os juros brasileiros que já são exorbitantes em um momento delicado como o atual. A indústria perde enorme competitividade perante seus concorrentes internacionais, e isso gera queda de renda e aumento de desemprego. Por outro lado, a expansão creditícia é de suma importância para a atividade industrial e para economia brasileira como um todo. Ela aquece o mercado consumidor e dinamiza o setor produtivo. Em 2010, assim como a economia brasileira, a concessão de crédito vem mostrando constante melhora, o que representa dinamização econômica e desenvolvimento do setor produtivo. Sendo assim, o Governo age de maneiras completamente distintas em duas frentes importantes dentro de sua política monetária. O cobertor da economia brasileira é grande o suficiente para que as autoridades tomem ações que funcionem paralelamente; não é preciso descobrir os pés para cobrir a cabeça. Abrapneus Quais fatores têm sido determinantes na recuperação do setor industrial brasileiro após o pico da crise econômica internacional? O mercado externo voltou a se aquecer? Ometto Tenho confiança de que o Brasil seguirá sua rota de crescimento e de recuperação da atividade econômica. A crise financeira internacional já ficou para trás e o PIB brasileiro deverá crescer mais de 7% em 2010, influenciado, principalmente, pela demanda doméstica. A recuperação do setor industrial também se deve, principalmente, ao aumento do consumo interno, embora o comércio externo também esteja crescendo. Prova disto está no recorde de postos de trabalho criados no primeiro semestre deste ano, 1,5 milhão de vagas, e na baixa taxa de desemprego, que alcançou 7,5% em maio, número recorde para o mês. Com estes fatores, o consumo das famílias deve continuar a se expandir, conforme ocorreu no primeiro trimestre, quando houve crescimento de 9,3% em relação a O setor externo também esboça certa reação. Entre janeiro e junho deste ano, as exportações cresceram quase 19% em relação ao primeiro semestre de 2009, alcançando mais de US$ 89 bilhões. Porém, grande parte da pauta de exportação está concentrada em produtos básicos, como minério de ferro, petróleo bruto e soja em grão. Agora, o que devemos buscar, é qualificar cada vez mais as exportações, com investimentos em inovação que nos permitam sair da posição deficitária de bens de alta tecnologia. Para crescer com sustentabilidade, temos que dar ênfase ao setor exportador. Abrapneus Todos os segmentos estão tendo desempenho semelhante ou há alguns gargalos que podem gerar, ao menos momentaneamente, descompasso entre oferta e demanda? Ometto Felizmente, dentro do setor industrial, quase todos os setores vêm apresentando grandes melhorias na sua produção. São poucos os que apresentaram retração quando comparado ao ano passado, como o do fumo, por exemplo. A grande maioria mostra números bem positivos, tanto que, na média, o setor industrial cresceu acima de 17% de janeiro a maio de Esse cenário nos permite constatar que são mínimas as chances de haver algum descompasso entre oferta e demanda. O empresário está confiante e a indústria tem capacidade para atender o consumo crescente, contrariando a tese do Governo de inflação de demanda, usada como argumento para aumentar os juros. Abrapneus Como está o andamento das PPPs? Acredita que a formalização dessas parcerias poderia acelerar o ritmo industrial? Em que segmentos, principalmente? Ometto A Fiesp sempre trabalha com propostas que visem acelerar o ritmo industrial e o desenvolvimento econômico brasileiro, seja via Parcerias Público-Privadas (PPPs) ou outras modalidades. O importante para o setor produtivo é que os gargalos da economia sejam diminuídos. O espírito da PPP é justamente auxiliar o setor público a erguer projetos que tenham restrição orçamentária. No estado de São Paulo temos algumas experiências neste sentido, com obras como a Linha 4 do Metrô e os trens da Linha 8 da CPTM. Enxergamos grande vocação desses contratos para viabilizar obras de infraestrutura, mas a Fiesp também analisa outros empregos como, por exemplo, na gestão do sistema prisional chegamos, inclusive, a apresentar projeto sobre o assunto ao governo estadual. Temos de resolver os principais gargalos para alavancar investimentos em pesquisa e desenvolvimento e inovações. Abrapneus Atualmente, além da venda de produtos acabados, as indústrias brasileiras também investem na transferência de tecnologia? Ometto Em geral, as empresas brasileiras têm pouca tradição em investir na transferência de tecnologia. Isto fica claro por meio da análise dos indicadores da balança de pagamentos que tratam do recebimento e pagamento de royalties e licenças. Pagamos quase US$ 3 bilhões, de 1997 a 2008, e recebemos cerca de US$ Julho/Agosto entrevista 500 milhões de royalties e licenças. Olhando com maior profundidade, o problema não seria apenas adquirir tecnologia no exterior, já que os países desenvolvidos também o fazem. O retrocesso vem quando a empresa não se preocupa em desenvolver melhoramentos no ativo adquirido e quando compra tecnologia ultrapassada. Em outras palavras, temos um problema mais estrutural, relacionado à consolidação de práticas que visem o desenvolvimento de novas tecnologias no Brasil. Temos de resolver os principais gargalos para alavancar investimentos em pesquisa e desenvolvimento e inovações. Entre eles, elencaria como os principais: dificuldades de acesso a financiamentos, baixa capacitação, pouca informação por parte das empresas menores e questões de insegurança jurídica. Promover as reformas (...) será a principal tarefa do novo presidente da República. Abrapneus Carga tributária e custo do crédito elevados, pouco incentivo à inovação, infraestrutura deficiente. Esses podem ser citados como parte dos fatores a encarecer o processo produtivo no Brasil e a restringir a competitividade do produto nacional no mercado externo. A Fiesp tem sugestões para reverter esse quadro? Quais? Ometto Entre os fatores citados e outros vários que figuram em uma longa lista de obstáculos ao maior crescimento econômico e social, a alta carga tributária é, de longe, o principal entrave para a melhoria da competitividade e para o desenvolvimento da economia nacional. E nesse universo, a indústria tem a maior tributação. Para cada R$ 1,68 de riqueza gerada na indústria, há a cobrança de R$ 1 de impostos. Nos demais setores, essa relação é menos intensa. Assim, o preço dos produtos industrializados brasileiros contém, em média, 42% de tributos. Além da reforma tributária, outras medidas são urgentes, tais como: redução dos juros, ampliação do crédito, queda nos custos dos encargos trabalhistas, investimento em educação e em infraestrutura. Soma-se a isso maior controle do gasto previdenciário e maior eficiência da máquina pública. Abrapneus A federação pretende apresentar as propostas da indústria aos candidatos à Presidência da República nas eleições deste ano? Quais são essas propostas e como foram as reações? Ometto A Fiesp está organizando as propostas prioritárias para o desenvolvimento da economia brasileira, que serão apresentadas para o vencedor das eleições, em novembro. É um trabalho que envolve todos os departamentos e conselhos da casa, com sugestões para ser implantadas nos primeiros 100 dias de governo, quando o vencedor ainda carrega a força saída das urnas. Promover as reformas política, tributária, fiscal, trabalhista e previdenciária será a principal tarefa do novo presidente da República. Essa é a grande expectativa da sociedade, preocupada em provocar o desenvolvimento, gerando emprego e renda para todos os brasileiros. 6 Abrapneus anip Reciclanip abre mais 17 pontos de coleta para pneus inservíveis Atualmente a entidade conta com quase 500 pontos, que possibilitaram, até o momento, dar o destino correto a aproximadamente 240 milhões de pneus de passeio inservíveis A Reciclanip, entidade voltada para a coleta e destinação de pneus inservíveis, que são aqueles que não têm mais condições de serem utilizados nem para circulação nem para reforma, está fortalecendo seu programa de reciclagem com a instalação de 17 novos pontos de coleta distribuídos em diversas regiões brasileiras. Com estes novos centros, já são 458 em todo país. Em cada um desses locais, a Reciclanip recolhe os pneus e os transporta até empresas que realizam sua trituração ou reaproveitamento. A lista com todos os pontos está disponível no site da entidade sendo atualizada constantemente. O Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis foi criado em 1999 pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), entidade que representa os fabricantes de pneus. Desde então, a Anip investiu mais de US$ 95 milhões no programa, garantindo que, nesse período, mais de 240 milhões de pneus de passeio tivessem destino ambientalmente responsável. Em 2010 a indústria prevê investir US$ 25 milhões nessas atividades, o que corresponde a 20% a mais que no ano passado. Fundada em 2007, a Reciclanip cuida exclusivamente das ações de coleta e reciclagem, fortalecendo as iniciativas que já eram realizadas desde O programa é desenvolvido por meio de parceiros prefeituras municipais, na maioria dos casos, que cedem um terreno adequado, dentro de normas específicas de segurança e higiene. Este local é usado para recolher e armazenar o material vindo de origens diversas, como borracharias, empresas revendedoras e dos próprios cidadãos. Após a coleta, os pneus seguem para a trituração. Esse resíduo é, então, reaproveitado de diversas formas, como combustível alternativo nas indústrias de cimento e em caldeiras, na fabricação de asfalto ecológico, solados de sapato, na produção de borrachas de vedação, dutos pluviais, pisos industriais e para quadras poliesportivas e tapetes para automóveis. Vale destacar que o processo conduzido pela Reciclanip é aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os novos pontos Veja abaixo as localidades em que já estão em funcionamento os novos pontos de coleta de pneus inservíveis: Angra dos Reis (RJ); Araruama (RJ); Assis (SP); Campinas (SP); Campos de Julio (MT); Capivari (SP); Corumbá (MS); Currais Novos (RN); Itabuna (BA); Ivaiporã (PR); João Monlevade (MG); Nova Andradina (MS); Piracicaba, (SP); Ponta Porã (MS); Ribeirão Pires (SP); Serafina Corrêa (RS); e Valparaíso de Goiás (GO). Ao todo, são 17 novas unidades coletoras. Porém, além das respectivas cidades em que estão instaladas, algumas terão ação multiplicadora. Por meio de consórcios intermunicipais, três deles também atenderão outros municípios de seu entorno. O ponto de coleta de João Monlevade (MG), por exemplo, também servirá às cidades de Alvinópolis, Barão de Cocais, Bela Vista de Minas, Bom Jesus do Amparo, Catas Altas, Dionísio, Dom Silvério, Nova Era, Rio Piracicaba, Santa Bárbara, Santa Maria de Itabira, São Domingos do Prata, São Gonçalo do Rio Abaixo, São José do Goiabal e Sem Peixe; o de Ivaiporã (PR), aos municípios de Lidianópolis, Arapuá, Jardim Alegre e Ariranha; enquanto que o de Assis (SP) também viabilizará a coleta em Borá, Candido Mota, Campos Novos, Paulista,
Search
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks
SAVE OUR EARTH

We need your sign to support Project to invent "SMART AND CONTROLLABLE REFLECTIVE BALLOONS" to cover the Sun and Save Our Earth.

More details...

Sign Now!

We are very appreciated for your Prompt Action!

x