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Era incapaz de sair de Rio Tinto. Tenho uma grande ligação à minha terra

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Era incapaz de sair de Rio Tinto. Tenho uma grande ligação à minha terra Paulo Amado Entrevistámos o médico ortopedista, um dos mais antigos colaboradores do Vivacidade P.28 e 29 Sociedade Cultura Política
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Era incapaz de sair de Rio Tinto. Tenho uma grande ligação à minha terra Paulo Amado Entrevistámos o médico ortopedista, um dos mais antigos colaboradores do Vivacidade P.28 e 29 Sociedade Cultura Política Parque Nascente: O que se passa num Centro Comercial depois do fecho? P.14 e 15 Segurança em Gondomar: Gondomar é um concelho seguro, afirma o Comandante Artur Teixeira P anos da ARGO: Ficamos a conhecer melhor os artistas e artesãos de Gondomar P.25 Há um novo futuro para os meios de comunicação locais : Entrevista ao Secretário de Estado Pedro Lomba P.33 2 VIVACIDADE NOVEMBRO 2014 ESPECIAL EDIÇÃO 100 Editorial José Ângelo Pinto Administrador da Vivacidade, S.A. Economista e Docente Universitário Caros Leitores, É um grande acontecimento um jornal local ter a sua edição número 100 a ser distribuída nas ruas. Este jornal chega ao número 100. Todos os colaboradores: administrativos, jornalistas, editores, cronistas, acionistas, comerciais, designers e diretores (mais de quarenta pessoas colaboram regularmente e mensalmente com o jornal aos mais diversos níveis) são um enorme exemplo do profissionalismo, abnegação, dedicação, estabilidade, seriedade e respeito pela informação, pelas notícias, pela opinião e pelo resultado final. Temos que fazer aqui uma enorme homenagem aos nossos anunciantes. Sem eles não seria de todo possível a existência e persistência do jornal e apesar de sabermos que anunciar no Vivacidade traz retornos concretos em negócios, também sabemos que há anunciantes cuja principal motivação é apoiar a existência do jornal e para todos é devido o reconhecimento pois são os nossos anunciantes que fazem com que seja possível chegarmos ao número 100. Na mesma linha, merecem também um agradecimento especial os mais de comerciantes, que distribuem o jornal e o levam até aos leitores sem qualquer vantagem ou lucro para lá da satisfação de ajudarem o jornal a chegar às pessoas. São um enorme exemplo de cidadania e de apoio da sociedade civil ao Vivacidade. Curiosamente, o conceito original do jornal, espalmado na edição número zero, é muito semelhante ao que produzimos hoje. É semelhante e é muito diferente ao mesmo tempo. Porque, o conceito é basicamente o mesmo. A qualidade de cada artigo ou de cada crónica que publicamos não é muito diferente. Agora, tudo o resto mudou. Temos uma melhor imagem, muito mais forte e com muito maior impacto. Cobrimos hoje uma região que é, em população, mais do dobro da que tínhamos inicialmente. Temos hoje edições com 56 páginas, de forma regular. E o crescimento que tivemos a todos os níveis nunca deixou de ter em conta a qualidade, a verificação cuidada de todas as notícias e a absoluta liberdade de opinião que sempre proporcionamos nas nossas páginas a todos os que nelas escreveram. O respeito absoluto pelos princípios editoriais que promovemos é uma das razões do nosso sucesso. É a independência entre a administração, a direção e a edição; de acordo com o cumprimento da lei, do estatuto editorial e das normas internas e é o conteúdo que é produzido pelos jornalistas, que fazem o seu julgamento independente sobre o interesse informativo e formativo das matérias. Gostaria de terminar este centésimo editorial da mesma maneira que terminei o do número zero. Referindo o princípio básico que tem norteado e vai continuar a fazê-lo enquanto eu andar por aqui, pois a intervenção e os conteúdos deste jornal baseiam-se nas palavras de J. M. Maclean, editor do jornal Manchester Guardian que no seu jornal adotou o lema, os factos são factos, mas a opinião é livre. É este o princípio que também adotamos desde a primeira edição. Alerte para o que está bem e denuncie o que está mal. Envie-nos as suas fotos para POSITIVO Os cemitérios de Rio Tinto reciclam mensalmente cerca de 500 quilos de materiais de cera, plástico e metais dos círios. Os valores angariados com a reciclagem vão reverter integralmente para questões ambientais e sociais da freguesia. NEGATIVO Tomo a liberdade de enviar esta fotografia com um aspeto negativo. A limpeza das bermas de algumas ruas de Rio Tinto deixam muito a desejar, como por exemplo a rua Aquilino Ribeiro. Com os meus cumprimentos. Manuel Ferreira, Leitor do Vivacidade Chuva mostra caos das linhas de água Bisturi Henrique Villalva Todos os anos, quando aparecem os primeiros dias de chuva intensa, pré-anunciando a aproximação dos rigores do inverno, tornam-se evidentes as fragilidades dos sistemas das redes pluviais, e do caos reinante nas linhas de água nos centros urbanos. São disso exemplo as inundações localizadas, e os estragos causados pelas inesperadas enxurradas. Os media evidenciam estes fenómenos, sobretudo quando eles ocorrem nas grandes cidades, particularmente em Lisboa e Porto. Mas isto não significa que semelhantes problemas não existam noutros locais, ainda que com menor impacto mediático, salvo quando os estragos são significativos. Ora, o concelho de Gondomar é pródigo em situações desta natureza, relevando a indisciplina e o caos que desde há muitos anos reina quer na rede de águas pluviais, quer nas naturais linhas de água que, na falta de percursos controlados, galgam estradas, ruas, praças e todo o tipo de espaços públicos e de circulação. Basta percorrer umas dezenas de quilómetros no concelho de Gondomar em dias de maior intensidade pluviométrica para nos depararmos com verdeiros rios nas vias de circulação, ou lagos ameaçadores nas zonas mais baixas ou de concentração de águas. São muitas as causas que nos conduziram a este caos: indisciplina no planeamento urbanístico, inexistência de redes de águas pluviais dimensionadas para as necessidades da natureza, desrespeito pelas linhas de água naturais, com obstrução do seu curso normal, falta de respeito pelos espaços públicos com o desvio de águas de propriedades privadas, etc etc. Ninguém tem a ilusão de pensar que estes problemas se podem resolver de um dia para o outro, sobretudo quando eles são o resultado de erros acumulados ao longo de anos. Mas também não podemos ignorar que compete sobretudo às autarquias minimizar os efeitos deste caos. O Bisturi tem apontado sugestões de atuação aos autarcas gondomarenses de acordo com os recursos disponíveis, e em conformidade com as reais possibilidades do próprio município. É por isso que, antes de se pensar em planos de grandes complexidades, ou obras de verdadeira reestruturação da rede de águas pluviais, sugerimos que o executivo municipal faça um levantamento das situações e locais mais críticos de concentração de águas, e procure soluções localizadas que minimizem os prejuízos causados aos cidadãos por estes fenómenos. Em muitos casos a solução destes problemas não exige mais que a construção de pequenos troços de valetas condutoras de águas para os seus cursos naturais. Outros casos exigirão reconstruir passeios ou atravessamentos de vias circulantes para instalação de condutores subterrâneos de maior dimensão. Mas que ao menos se faça o que está ao alcance das emergências, e que se mostre aos cidadãos que alguém está atento ao seu conforto e segurança. É o mínimo que se pode exigir aos nossos autarcas Sumário: Especial Edição 100 Páginas 4 a 7 Breves Página 8 Sociedade Páginas 10 a 23 Reportagem Vivacidade Páginas 14 e 15 Cultura Páginas 24 a 26 Destaque Páginas 28 e 29 Política Páginas 30 a 38 Desporto Páginas 40 a 42 Empresas & Negócios Página 43 e 46 Opinião Páginas 47 a 51 Lazer Páginas 52 e 53 Emprego Página 54 Próxima Edição 18 de dezembro Registo no ICS/ERC Depósito Legal: /06 Diretor: Augusto Miguel Silva Almeida (TE-873) Redação: Ricardo Vieira Caldas (CP-9828) Pedro Santos Ferreira (TP-1911) Departamento comercial: Serafim Ribeiro Tel.: Paginação: José Vaz Administração e Propriedade do título: Vivacidade, Sociedade de Comunicação Social, S.A. Rua Poeta Adriano Correia de Oliveira, Baguim do Monte Administrador: José Ângelo da Costa Pinto Detentores com mais de 10% do capital social: Lógica & Ética, Lda. Sede de Redação: Rua do Niassa, 133, Sala PORTO Tel.: / Colaboradores: Alcina Cunha, Ana Gomes, André Campos, Andreia Sousa, António Valpaços, Catarina Martins, Diana Ferreira, Domingos Gomes, Elisabete Castro, Guilhermina Ferreira, Henrique de Villalva, Isabel Santos, Joana Resende, Joana Simões, João Paulo Rodrigues, José António Ferreira, José Luís Ferreira, José Pedro Oliveira, Manuel de Matos, Manuel Teixeira, Margarida Almeida, Michael Seufert, Paulo Amado, Pedro Oliveira, Rita Ferraz, Rui Nóvoa, Rui Oliveira e Sandra Neves. Impressão: Unipress Tiragem: 10 mil exemplares Sítio na Internet: Facebook: vivacidadegondomar Agenda: 4 VIVACIDADE NOVEMBRO 2014 ESPECIAL EDIÇÃO 100 Especial Edição 100 FOTOS EM: José 100 António Macedo (presidente da União das EDIÇÕES Freguesias de Gondomar/S. Cosme, Valbom e Jovim): Dar a conhecer o que temos de bom e a nossa evolução é sempre importante. O Vivacidade tem correspondido às expectativas da maior parte da população e é um jornal correto, que mostra o potencial de Gondomar. Nuno Coelho (presidente da Junta de Freguesia de Baguim do Monte): Tenho com o jornal Vivacidade uma relação muito íntima porque foi criado para fazer oposição à Junta de Baguim do Monte. Com o evoluir do tempo percebi que tornou-se um jornal de referência em Gondomar e até a nível distrital. Não estão presos a amarras políticas e conseguem prestar informação à população de uma forma séria e isenta. Marco Martins (presidente da Câmara Municipal de Gondomar): O Vivacidade deu nos últimos anos um contributo qualitativo para a informação no concelho e é um projeto de referência jornalística. VIVACIDADE NOVEMBRO 2014 ESPECIAL EDIÇÃO OBRIGADO Nuno Fonseca (presidente da Junta de Freguesia Joaquim Barbosa (vereador da CDU da Câmara Municipal de Gondomar): Folhear o Vivacidade mensalmente permite-nos ter uma ideia do que se passa no concelho e faço votos para que continuem assim. Têm feito um bom serviço e procuro sempre o jornal. de Rio Tinto): Cem edições seguidas é um marco importante que traz ainda mais responsabilidade a quem está no projeto. Espero que continuem a ser um projeto independente e informativo que sirva os gondomarenses e que não seja beliscado com conotações políticas. Daniel Vieira (presidente da União das Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova): A imprensa regional e local, plural e diversificada, é hoje parte integrante do poder local democrático. O Vivacidade é prova disso, ora como espaço de debate político ora como mostra da atividade intensa das forças vivas do concelho. Na passagem da centésima edição desejo que o Vivacidade continue a ser esse espaço abrangente das diferentes opiniões. Aos que todos os meses contribuem para a construção deste espaço de comunicação, em especial aos jovens jornalistas Ricardo e Pedro, formulo votos dos maiores sucessos. 6 VIVACIDADE NOVEMBRO 2014 ESPECIAL EDIÇÃO 100 Especial Edição 100 A concorrência é importante Na nossa centésima edição convidamos o Repórter de Gondomar para entrevistar a administração e a direção que fundou o Vivacidade da Vivacidade S.A., e com o diretor Miguel Almeida, que traçaram o percurso de 100 publicações e desvendaram algumas ideias para o Texto: Rui Gomes FOTO: PSF Repórter de Gondomar (RG) Começando por falar no trajeto do Vivacidade, como é que surgiu a ideia de lançar este projeto de comunicação social regional, centrada inicialmente em Rio Tinto e Baguim do Monte? José Pinto (JP) Sentimos que havia necessidade de um órgão de comunicação que estivesse orientado para a cidade de Rio Tinto, uma cidade com cerca de 30 mil eleitores, mais de 50 mil habitantes e com um grande número de eventos organizados pelo movimento associativo. Como a informação nem sempre chegava à população procuramos congregar um conjunto de pessoas que uniram esforços numa sociedade anónima, o Vivacidade S.A. Sentimos que havia uma capacidade para criar um jornal nesta região, associado à construção de um projeto inovador. Lançamos um jornal capaz de demonstrar que em Rio Tinto havia uma grande força social, com uma opinião muito forte. Para concretizar este projeto contamos com o apoio das empresas locais. RG A ideia foi criar um projeto inovador numa área onde havia uma carência informativa? Miguel Almeida (MA) Inicialmente o Vivacidade nasceu por vontade nossa. Tivemos consciência que havia uma carência informativa latente nas duas freguesias [Rio Tinto e Baguim]. Em 2005, após as eleições autárquicas, percebemos que a campanha eleitoral tinha sido muito mal explorada a nível noticioso, porque as pessoas não tinham noção de quem eram os candidatos. Conversei com o José Pinto e surgiu a ideia de fundar o jornal. Acabamos por convidar várias A entrevista realizou-se na redação do Vivacidade pessoas com influência cívica e política nas duas freguesias. O projeto foi entendido e foi assim que nasceu o Vivacidade. José Pinto (JP) Sem nenhuma conexão política, a primeira edição saiu no dia 24 de abril de 2006 [risos]. RG Nessa altura o jornal já chegava a Gondomar (S. Cosme) e a outras freguesias do concelho? MA Se pegarmos nas primeiras edições percebemos que 80% da informação era sobre as freguesias de Rio Tinto e Baguim do Monte, mas também tínhamos notícias de Fânzeres, Valbom e Gondomar (S. Cosme). RG Entretanto o projeto foi crescendo e marcou uma posição em Gondomar. Quando é que decidiram alargar o âmbito noticioso? MA Ainda estivemos quatro ou cinco anos exclusivamente focados em Baguim e Rio Tinto, mas sentimos a necessidade de alargar o nosso âmbito. Percebemos que o Vivacidade devia crescer para as restantes freguesias do concelho e alargamos o âmbito editorial. Hoje cobrimos praticamente todo o concelho de Gondomar. RG Essa expansão também obrigou o jornal a remodelar-se. Acabaram por melhorar a paginação e o design do Vivacidade. Hoje sentem que o jornal está implantado? MA Absolutamente. JP Temos um feedback muito positivo dos leitores. As pessoas encontram-me na rua e perguntam-me pelo jornal. Nós FOTO: PSF colocamos o jornal em 1200 pontos de distribuição e temos quem nos peça para colocar nas caixas do correio, mas os custos de impressão são brutais. No entanto, estamos convencidos que chegamos às pessoas que têm interesse no jornal, porque as pessoas procuram-nos muito nas papelarias e nos cafés de Gondomar. O jornal e a marca têm um grande impacto no concelho. RG Os jornais locais estão normalmente associados ao poder local. Como é que o Vivacidade lida com isso? MA Todos temos um partido e um clube, uns assumem e outros não. Independentemente da notícia ser do Partido Socialista, do Partido Social Democrata ou do Bloco de Esquerda, se for um facto nós publicamos. Temos esse dever e penso que as pessoas farão a justiça de não desmentir isto. Não misturamos as coisas, até porque já lidamos com executivos do PSD, Independentes e Socialistas. VIVACIDADE NOVEMBRO 2014 ESPECIAL EDIÇÃO Entrevista ao Vivacidade porque torna-nos melhores em abril de O jornalista Rui Gomes, do mais antigo jornal do concelho, esteve à conversa com José Ângelo Pinto, administrador futuro. RG Por vezes, os jornais locais são mais independentes que os jornais nacionais? JP Também é verdade... MA Felizmente, nós não temos esse problema. JP Também não damos oportunidade para que isso aconteça. Nunca tive um telefonema a pedir notícias encomendadas porque as pessoas sabem que isso não resulta. RG A sobrevivência dos jornais locais passa pelo mercado publicitário. Gondomar aceitou bem o projeto? JP Tivemos três grandes momentos. No lançamento do Vivacidade contamos com um escasso grupo de anunciantes para pagar as despesas do jornal, mas graças ao dinheiro dos acionistas foi possível manter o jornal. Numa segunda fase começamos a ter um ritmo publicitário consistente e numa terceira fase, com a intervenção da Troika, em 2011, sentimos uma contenção de despesas. Essa contenção obrigou-nos a melhorar a forma como concebemos o jornal e a acrescentar valor aos nossos anunciantes. Hoje continuamos a ter um jornal financeiramente equilibrado. RG A administração e a direção do Vivacidade estão satisfeitas com a equipa que mensalmente produz o jornal? MA Nós damos a cara mas este jornal só é publicado porque temos um conjunto alargado de colaboradores extraordinariamente profissionais. Sem essas pessoas o Vivacidade não existia. JP A nossa equipa é muito competente e profissional. Os jornalistas estão sempre prontos a dar cobertura aos eventos. RG Que projetos têm para o futuro do Vivacidade? JP O projeto está definido e estruturado, por isso achamos viável ampliá-lo para outras regiões. A ideia passa por franchisar o conceito e a lógica do jornal. Um trabalho criativo pode sempre ser melhorado, mas terá que passar por um crescimento lateral porque o espaço publicitário de Gondomar está a ficar limitado. A existência de muitos projetos pode dificultar a penetração no mercado publicitário do concelho e por isso estamos a ponderar criar um novo projeto. MA - Até ao final do ano iremos lançar um novo projeto que vai abranger regiões do Douro Sul, onde não há publicações com estas características. RG O caminho para a edição n.º 200 está traçado? JP Não tenho dúvidas que sim. O jornal está cada vez mais capaz e tem um grande impacto na região. MA Essa é fácil de responder, claro que sim. FOTO: PSF RG Quando o Vivacidade surgiu, existiam dois jornais locais, mas hoje existem mais dois novos títulos. Acham que isso afeta ou valoriza o vosso projeto? JP A concorrência é importante porque torna-nos melhores. Podemos sempre ter mais publicações, mas achamos que a nova concorrência não tem a mesma lógica que nós. Criaram o seu próprio nicho de mercado e esperamos que consigam vingar. O nosso jornal mantém o conceito inicial, com uma boa mistura entre notícias, crónicas e opiniões. MA A concorrência só nos torna mais fortes. No entanto, acho que já temos jornais a mais em Gondomar, mas os mais fortes hão-de sobreviver. Na foto: Miguel Almeida, diretor do Vivacidade, José Ângelo Pinto, administrador da Vivacidade S.A., e Rui Gomes, jornalista do Repórter de Gondomar 8 VIVACIDADE NOVEMBRO 2014 ESPECIAL EDIÇÃO 100 Breves 4.º Encontro de Teatro Amador Arte e Ato ª Feira Internacional de Segurança e Proteção A quarta edição do Encontro Amador Arte e Ato, organizada pela Associação Social, Recreativa e Cultural Bem Fazer Vai Avante, arrancou a 15 de novembro com a revista à portuguesa Somos Nós, representada pelo Grupo Cultural e Recreativo Rossas, Arouca. Nos próximos dias 22 e 29 de novembro e 6 de dezembro, são apresentadas novas peças na Escola Dramática e Musical Valboense. O grupo de teatro da Associação Vai Avante encerra o festival com a comédia Uma Bomba chamada Etelvina. A entrada é livre. De 21 a 23 de novembro, o Pavilhão Multiusos de Gondomar vai receber a 1.ª Feira Internacional de Segurança e Proteção (FIS- PRO). No dia 22 de novembro os ex-secretários de Estado Luís Pais de Sousa, Ascenso Simões e Lobo D Ávila participam na 1ª Conferência de Proteção Civil, Segurança e Socorro Triângulo D Ouro, que se realiza na Sala Douro do Pavilhão Multiusos de Gondomar. A entrada é gratuita. Orquestra Geração Gondomar quer integrar crianças e jovens mais vulneráveis A Câmara Municipal de Gondomar e a Associação Três por Quatro assinaram na Escola EB 2,3 de S. Pedro da Cova, um contrato-programa que visa a implementação da Orquestra Geração Gondomar. O projeto tem como objetivo a integração social e sucesso educativo de crianças e jovens mais vulneráveis do ponto de vista social e educacional por via do desenvolvimento cultural. O Orquestra Geração Gondomar vai dar formação a 30 crianças/jovens que frequentem os 2.º e 3.º ciclos do Agrupamento de Escolas de S. Pedro da Cova. Neste Natal Compre + Local A Câmara Municipal de Gondomar vai implementar uma campanha de incentivo ao comércio local durante a época natalícia de A proposta aprovada por unanimidade na reunião pública descentralizada realizada em S. Pedro da Cova, determinou a realização da campanha entre os dias 1

HDP(p)_15102015

Nov 6, 2017
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