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Estudo Da Solubilidade Dos Compostos Na Determinação de Álcool Na Gasolina

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ESTUDO DA SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS NA DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA. Artigo: ESTUDO DA SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS NA DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA. Buscar 155.000+ Trabalhos e Grátis Artigos Enviado por: 22 maio 2014 Tags: Palavras: 4659 | Páginas: 19 Visualizações: 143 ESTUDO DA SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS NA DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA. por ANTÔNIO RICARDO D’ARAUJO AMÂNCIO OLIVEIRA Salvador-Ba, Brasil 2013 Resumo No quotidiano muitos produtos contém
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  ESTUDO DA SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS NA DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA.  Artigo: ESTUDO DA SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS NA DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA.  Buscar 155.000+ Trabalhos e Grátis Artigos Enviado por:  22 maio 2014 Tags:   Palavras:  4659 |  Páginas:  19  Visualizações:  143 ESTUDO DA SOLUBILIDADE DOS COMPOSTOS NA DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA. por  ANTÔNIO RICARDO D’ARAUJO AMÂNCIO OLIVEIRA   Salvador-Ba, Brasil 2013 Resumo No quotidiano muitos produtos contém substâncias ácidas e básicas. Por meio de práticas de medição de potencial de hidrogênio e do conhecimento das propriedades e características destas funções químicas é possível estabelecer o comportamento de substância em variadas soluções ainda que desconhecidas. Indicadores ácido-base como fenolftaleína, azul de bromotimol e alaranjado de metila auxiliam a percepção qualitativa das referidas caraterísticas alterando a cor da solução. Através de processos de mistura de soluções é possível reconhecer aspectos, perceptíveis aos cinco sentidos humanos, de ocorrência de uma dada reação química. Alguns destes aspectos são mudança de temperatura, mudança de coloração, liberação de gases, formação de precipitado entre outros. Esta obra tem por finalidade publicar os resultados obtidos a partir de experimento que permitiram aos autores identificar acidez e basicidade de soluções com indicadores ácido-base, analisar ação de ácidos fortes sobre bases, metais e carbono e medir de potencial hidrogeniônico de soluções. Palavras chave: Indicadores ácido-base. Reações químicas. Ácidos. Bases. Sumário 1. Introdução 5 2. Fundamentação teórica 6 3. Objetivo 14 4. Parte experimental 15 4.1 Materiais e reagentes 15 4.2 Procedimento experimental 16 5. Resultados 21 6. Discussão 23  7. Conclusão 26 8. Referencias Bibliográficas 27 1. Introdução  As propriedades características dos ácidos e bases vem sendo estudadas ha séculos por diversos cientistas das mais variadas nacionalidades. Ácidos apresentam sabor azedo, reagem com metais como o ferro e o zinco, por exemplo, liberando o gás hidrogênio (H2). Por outro lado, as bases apresentam sabor adstringente. Quando ácidos e bases reagem em proporções equivalentes, as características acidas e básicas desaparecem para formar uma nova substancia, o sal. Essas funções químicas estão presentes em muitos produtos do nosso quotidiano como sucos, temperos, produtos de higiene e limpeza, alimentos. As propriedades destas substâncias bem como sua existência ou predominância em determinado meio podem ser determinado por meio de indicadores. O potencial hidrogeniônico tem sido, usualmente, usado para definir se uma substância é ácida, neutra ou básica. O papel dos indicadores consiste em permitir a identificação dessa propriedade das substâncias, por variados meios (variação de cor, corrente e tensão elétricos) e a constatação da função química da substância em análise. Cada função química apresenta um comportamento e propriedades particulares que podem ser constadas ou estudadas a partir de reações entre elas e observação dos produtos ou resultados obtidos. No decorrer deste relatório serão apresentados os resultados de alguns procedimentos práticos que permitem não só a visualização das referidas propriedades como entender o uso de indicadores ácido-base, mesmo em produtos de uso quotidiano em que as funções químicas inorgânicas estão presentes. 2. Fundamentação teórica  Ácidos e bases são duas funções químicas, que possuem características definidas e opostas. Cotidianamente, algumas substâncias apresentam sabor azedo, e outras o sabor adstringente. O sabor azedo caracteriza os ácidos, e o sabor adstringente as bases. (PERUZZO, CANTO, 2007) Entretanto, esse método de identificação de grupos funcionais não é recomendado, pois nem todas as substâncias podem ser colocadas na boca ou ingeridas, sem apresentar danos físicos ao indivíduo. Ao longo do tempo, químicos se dedicaram a formular definições e métodos de classificação para os ácidos e bases. (PERUZZO, CANTO, 2007) Inicialmente, em 1887, o químico sueco Svante Arrhenius, fundamentado em experiências de condutividade elétrica, propôs que ácido é todo composto que, dissolvido em água, srcina H+ como único cátion (o ânion varia de ácido para ácido). E base é todo composto que, dissolvido em água, srcina OH- como único ânion (o cátion varia de base para base). (PERUZZO, CANTO, 2007)  Assim, Arrhenius tinha como responsável pelo sabor azedo dos ácidos, o íon H+. E da mesma forma, o íon OH- como responsável pelo sabor adstringente das bases. (PERUZZO, CANTO, 2007)  Após isso, e independentemente, o dinamarquês Jogannes Nicolaus Brönsted e o inglês Thomas Martin Lowry propuseram outra teoria ácido base, comumente conhecida com Teoria Brönsted-Lowry. Segundo a referida teoria, um ácido é a espécie química que doa prótons. E uma base, é a espécie química receptora de prótons. (PERUZZO, CANTO, 2007)  Já o americano Gilbert Newton Lewis, apresentou uma teoria que introduzia um conceito novo e mais abrangente, não necessariamente invalidando a teoria de Brönsted-Lowry. (PERUZZO, CANTO, 2007) Lewis afirmou que um ácido é um receptor de um par de elétrons, e uma base uma doadora de um par de elétrons. Os ácidos podem ser divididos em dois grupos: os que não possuem oxigênio (hidrácidos) e os que possuem (oxiácidos). (PERUZZO, CANTO, 2007) Embora a teoria de Arrhenius tenha sido a menos abrangente das apresentadas e só seja válida para meio aquoso, a partir dos estudos deste cientista é que surgiu a ideia de mensurar o grau de ionização, equação 1 , de diferentes substâncias em determinados solventes. Fonte: USBECO, 2002. Estes estudos permitiram subclassificações dentro das funções químicas citadas quanto a força: α > 50 corresponde a um ácido ou base forte; 5 ≤ α ≤ 50 corresponde a um ácido ou base moderado; α < 5 corresponde a um ácido ou base fraco. Um ácido ou uma base é mais forte quanto maior é o seu potencial de ionização. (USBERCO,2002) O químico dinamarquês Soren Peter Lauritz Soresen, em 1909, criou o conceito de pH. A ideia inicial dele era trabalhar apenas com expoente de 10 e com o valor positivo, já que os valores da acidez de um meio aquoso por meio da H+ eram geralmente potências negativas de 10. (PERUZZO, CANTO, 2007)  Assim, ele definiu que o potencial hidrogeniônico (pH) de uma solução: pH = -log[H+]. E o potencial hidroxiliônico (pOH) de uma solução: pOH = -log[OH-]. Na água, ocorre o processo de equilíbrio de auto ionização, que a 25ºC, equivale a 1,0 . 10-14. (PERUZZO, CANTO, 2007) Na expressão de produto iônico da água, e aplicando log a ambos os membros, encontra-se pH + pOH = 14. A faixa de classificação do pH e do pOH vai de 0 a 14. Nas soluções, quanto maior for o H+, menor o OH-, e vice-versa. A classificação do meio pode ser feita com base no pH e no pOH de acordo com a Tabela 1. Tabela 1 - A classificação de um meio com base no pH e no pOH Meio: pH pOH Neutro 7 7  Ácido <7 >7 Básico >7 <7 Fonte: PERUZZO, CANTO, 2007 Reação química é um processo em que novas substâncias são formadas a partir de outras [PERUZZO, CANTO, 2007]. Se uma ou mais substâncias que estão inicialmente num estado num sistema, modificam-se em uma ou mais substâncias diferentes, no estado final, caracteriza-se uma reação ou transformação química cuja representação gráfica se encontra na Figura 2. Figura 2 - representação gráfica de uma reação química Fonte: Usberco, 2002 Quando são misturadas as soluções aquosas de uma base e um ácido, de forma que seja formada água, ocorre à chamada reação de neutralização. Os íons H+ e OH- se transformam em água, de forma que permanecem em solução apenas os íons que antes formavam o ácido e a base, unidos. (PERUZZO, CANTO, 2007)  Se após a mistura das soluções, a água for completamente evaporada, restará no fundo apenas o composto formado pelos íons citados. Esse composto pertence ao grupo de substâncias químicas chamadas de sais. Um sal pode ser definido como um composto iônico que contém cátion proveniente de uma base, e ânion proveniente de um ácido (PERUZZO, CANTO, 2007). Óxido, é todo composto químico formado pelo oxigênio e outro elemento que não seja o flúor (já que o flúor é mais eletronegativo que o oxigênio). Um óxido pode ser molecular ou iônico. (PERUZZO, CANTO, 2007)  Visto que o oxigênio é um não-metal, para que o óxido seja molecular, é necessário apenas que ele esteja combinado com um outro não-metal (unindo-se por ligação covalente). Já para o óxido ser iônico, é necessário que o oxigênio esteja combinado com um metal (unindo-se por ligação iônica). (PERUZZO, CANTO, 2007)  As substâncias que estão no estado inicial do sistema, são chamadas de reagentes, e as que estão no estado final, produtos. As reações químicas inorgânicas podem ser classificadas em quatro importantes tipos: adição ou síntese, análise ou decomposição, simples troca e dupla troca. (PERUZZO, CANTO, 2007) Elas são classificadas como de adição, quando ocorre entre dois reagentes, gerando um produto. Quando a reação ocorre com apenas um reagente que sofre um processo gerando dois produtos, a reação é dita de decomposição. (PERUZZO, CANTO, 2007) O terceiro tipo envolve dois reagentes e dois produtos. Um dos reagentes é uma substância simples e o outro uma substância composta, assim como nos produtos. A reação é chamada de simples troca, pois existe o deslocamento de um elemento da substância composta pela substância simples. Por isso o nome simples troca, já que há a troca de posições entre a substância reagente simples e um elemento da substância reagente composta. (PERUZZO, CANTO, 2007) O quarto tipo de reação, a de dupla troca, também possui dois reagentes e dois produtos. Os dois reagentes são substâncias compostas. A reação é dita de dupla troca, porque as duas substâncias ―trocam‖ de posição entre si de modo que o cátion do primeiro reagente se une ao ânion do segundo e o cátion deste ao ânion do primeiro. De forma resumida, as equações químicas que representariam as reações são mostrados na Figura 3: Figura 3 –  Resumo das classificações de reações químicas Reação de Adição: A + B   C; Reação de Decomposição: C   A + B; Reação de Simples troca: AB + C  BC + A; Reação de Dupla troca: AB + CD   AC + BD. Fonte: Autoria própria Em química, para analisar o calor liberado ou absorvido por um sistema a pressão constante, foi desenvolvido o conceito da grandeza entalpia, simbolizada pela letra H. A entalpia de um sistema é a grandeza (expressa em unidade de energia) que informa a quantidade de energia desse sistema que poderia ser transformada em calor em um processo a pressão constante. (PERUZZO, CANTO, 2007) Quando ocorre um processo endotérmico a pressão constante, esse sistema absorve calor, aumentando a entalpia. Assim, a variação de entalpia ∆H, será positiva, por conta da entrada de energia no sistema em questão. (PERUZZO, CANTO, 2007)
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