Reports

Expressões de responsabilidade sócio-ambiental nos modelos corporativos contemporâneos

Description
Expressões de responsabilidade sócio-ambiental nos modelos corporativos contemporâneos Camila do Nascimento Cultri (FEB-UNESP/NEIC) Jair W. de Souza Manfrinato (FEB-UNESP)
Categories
Published
of 8
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
Expressões de responsabilidade sócio-ambiental nos modelos corporativos contemporâneos Camila do Nascimento Cultri (FEB-UNESP/NEIC) Jair W. de Souza Manfrinato (FEB-UNESP) Agnaldo de Sousa Barbosa (NEIC/FAPESP) Resumo: Com a grande quantidade de resíduos sólidos gerados nas indústrias se faz necessário iniciativas de gestão de responsabilidade sócio-ambiental para atender as necessidades demandadas pelo mercado consumidor e as normas da legislação vigente. No âmbito calçadista, o encargo de desenvolver e coordenar ações de preservação, reutilização, reciclagem e reabilitação de áreas degradadas se configuram como novas habilidades para os engenheiros de produção. Neste sentido, o presente trabalho utilizou técnicas de pesquisa bibliográfica e exploratória, para apreciação de algumas iniciativas do setor calçadista sob o enfoque de responsabilidade corporativa. Desta forma, percebeu-se que elementos de cunho social e ambiental apresentam-se de forma nos modelos corporativos contemporâneos, principalmente quando se trata de calçados. Palavras-chave: Responsabilidade Ambiental e Social; Gestão, Desenvolvimento Sustentável. 1. Perspectivas da responsabilidade sócio-ambiental corporativa A exploração intensiva dos recursos da natureza e o consumo exacerbado de produtos naturais tornam o homem vítima do próprio modelo consumista. Decorrente aos efeitos da produção industrial tem-se a geração de resíduos, com o inerente aumento da poluição, o que denota ações para redução dos impactos ambientais. As alterações econômicas influenciam a administração das organizações, exigindo envolvimento do planejamento estratégico corporativo, adaptado às novas tendências globais, para atender aos consumidores que privilegiam produtos corretamente produzidos (TACHIZAWA, 2002). A deterioração do meio ambiente vem instigando reflexões da sociedade civil, ONGs, organizações da iniciativa privada e do poder público para à busca de soluções ecológicas globalizadas, uma vez que se percebe com facilidade, os problemas de efeitos ambientais como poluição, aquecimento global, lançamento de resíduos tóxicos, lixo industrial, emissões atmosféricas entre outros que estão expostos nos relatórios de ONGs e organizações internacionais, como a UNIDO (2005) e o Worldwatch Institute (2001). No Brasil, mais acentuadamente na década de 1990, questões relativas a ações sócio-ambientais entraram na pauta das discussões, como na conferência Eco 92, que serviu como marco no apoio a difusão da educação refletindo-se na conscientização de grupos sociais. Na esfera empresarial, a responsabilidade de desenvolver e coordenar ações de preservação, reutilização, reciclagem e reabilitação de áreas degradadas configura-se como habilidades necessárias aos engenheiros de produção. Nessas circunstâncias, a administração estratégica define os planos de atuação, cabendo a esse profissional relacionar as estratégias organizacionais à capacidade dos meios de fabricação, ou seja, produzir com qualidade, confiabilidade, rapidez, flexibilidade e baixo custo adotando melhorias para competir com os concorrentes (SLACK, et. al., 1996). O mercado vem valorizando não apenas as variáveis econômicas, mas também outras variantes que agregam valores à organização mesmo sendo uma visão de longo prazo, como acontece com as técnicas gestão responsável, ainda recentes no Brasil. Estudos indicam que as primeiras discussões aqui surgiram na década de 1970, tendo como protagonista a Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas - ADCE Brasil, cujo objetivo inicial era promover o debate sobre o balanço social (ASHLEY et al, 2003, p.73). A gestão de melhorias na qualidade de vida e do meio ambiente fazem parte de [...] um novo modelo de administração conhecido como administração sistêmica (TACHIZAWA, 2002, p.31). Nesta ideologia de desenvolvimento sustentável, ecológico e social passou a ser mais disseminado no Brasil a partir de 1990, fatores como qualidade, respeito e preservação de negociações são atividades das organizações não-governamentais (ONGs), e também, da iniciativa privada que vem interagindo de forma sistêmica com seus elementos. As descobertas científicas permitem maior visibilidade dos problemas de efeitos ambientais como poluição, degradação da camada de ozônio, resíduos tóxicos, emissões atmosféricas e também dos problemas sociais como a utilização de mão-de-obra infantil e exclusão social. Estes objetos contextualizam um novo paradigma entre exploração e preservação de recursos, colocando em check os atuais modelos de produção que recebem influências do consumidor e da sociedade. Por essas razões, as empresas têm empregado técnicas responsáveis da Gestão de Responsabilidade Social e Ambiental, uma vez que o mercado de consumidores vem valorizando e optando cada vez mais pelos produtos de cadeias responsáveis tais como a alimentícia, de construção civil e também, a calçadista. Sob o prisma de Tachizawa (2002), a gestão ambiental fundamenta-se na nova consciência ambiental, surgida no bojo das transformações culturais que ocorreram nas décadas de 1960 e 1970, ganhou dimensão e situou o meio ambiente como um dos princípios fundamentais do homem moderno. Na década seguinte, começaram os investimentos com gastos de proteção ambiental e paradoxalmente a fumaça deixou de ser vista como uma vantagem e sinônimo de progresso, passando a ser vista como anomalia que indica irreponsabilidade. Como conseqüência, nos anos 1990 e na primeira década de 2000 as empresas, mesmo que de forma impositiva, começaram a apresentar soluções para alcançar o desenvolvimento sustentável. Tachizawa (2002, p.26) demonstra que essa tendência se verifica nos estudos americanos, ao concluir que [...] em 1990, 9,2% dos produtos introduzidos no mercado eram anunciados verdes, enquanto, em 1989, estes constituíam apenas 0,5%. Esta observação mercadológica deve ser combinada ao crescimento e a lucratividade dos negócios. A economia brasileira impulsionada com a abertura comercial recebeu novos produtos e uma gama de informações. De forma crescente, a gestão de Responsabilidade Social e Ambiental foi uma estratégia acertada para as empresas que buscavam competitividade, de maneira que isto se tornou um diferencial no planejamento estratégico que visa atender com qualidade os clientes, fornecedores, colaboradores e a sociedade em geral, na qual a empresa está inserida. O modelo de gestão ambiental qualifica as organizações preocupadas com o meio ambiente, seja pela degradação ambiental, poluição, escassez de recursos, normas e leis entre outras formas. Este tipo de negócio tomou dimensão global, fazendo parte das rodadas internacionais, conferências e congressos que estabeleceram entre os países, vários quesitos obrigatórios para harmonização de interesses acerca do consumo, desenvolvimento e meio ambiente. Adotando como ponto de partida a perspectiva da abordagem sócio-ambiental, serviu-se da ótica de Barbieri (2004, p.23), que reconhece o valor intrínseco da natureza e admite que ela deve ser usada para atender às necessidades humanas. Para o autor, esse assunto está na esfera sistêmica de produção e consumo sustentáveis, [...] entendidos como aqueles que procuram atender às necessidades humanas respeitando as limitações do meio ambiente, limitações que não são estáticas e que o ser humano pode e deve amplia-lás para poder atender a todos. De acordo com o autor, as primeiras manifestação de gestão ambiental foram estimuladas pelo esgotamento de recursos, como no caso da escassez de madeira para a construção de moradias, fortificações, móveis, instrumentos e combustíveis, cuja exploração havia se tornado intensa desde a era medieval. Contudo, a Revolução Industrial alterou a degradação ambiental, à medida que trouxe técnicas intensivas, novas substâncias e materiais para serem consumidos pela crescente demanda e por fim às descargas destes resíduos comprometendo o ecossistema. Na perspectiva de Barbieri (2004, p.20), Gestão Ambiental diz respeito, [...] às diretrizes e as atividades administrativas e operacionais, tais como planejamento, direção, controle, a locação de recursos e outras realizadas com o objetivo de obter efeitos positivos sobre o meio ambiente, quer reduzindo ou eliminando os danos ou problemas causados pelas ações humanas, quer evitando que eles surjam. Entre os problemas causados pelas ações do homem, pode ser destacado particularmente, às práticas relacionadas com a carência dos recursos naturais como a escassez de água doce, poluição atmosférica, descongelamento das geleiras, doenças infecciosas, aquecimento global, desflorestamento entre outros problemas que combinados aumentam a exclusão social. O desafio de controlar os recursos esgotáveis e a degradação ambiental exige novas técnicas de gestão com responsabilidade para resolver interesses políticos, sociais e comerciais que possibilitem ligações do fluxo de capital com o sustento humano em escala global. Neste sentido, o Relatório Anual do Worldwatch Institute em Direção a uma Sociedade Sustentável (2001) relata que a prosperidade econômica não ficou restrita aos países ricos do Norte. Salienta, ainda, que a maior parte do crescimento está ocorrendo nas nações de desenvolvimento da Ásia e da América Latina, onde reformas econômicas, redução de barreiras comerciais e incremento de capital estrangeiro alimentaram investimento e consumo. O amadurecimento da consciência ambiental tem enfoque diferente em cada setor. Logo, após a Segunda Guerra surgiram os movimentos ambientalistas incentivadores de preservação ecológica, tendo em vista a degradação ambiental que provocaram. Neste aspecto, entende-se por ambientalismo as diferentes correntes de pensamento de um movimento social que tem na defesa do meio ambiente sua principal preocupação (BARBIERI, 2004, p.20). As práticas administrativas de gestão inovam-se com a tendência global, mas as iniciativas locais, regionais e nacionais através do acompanhamento de Municípios, Estados e Governos determinam efetivamente as ações adaptadas a realidade de cada localidade, conferindo os interesses de uma comunidade à toda sociedade. Qualquer proposta de gestão ambiental inclui no mínimo três dimensões, a saber: (1) a dimensão espacial que concerne à área na qual se espera que as ações de gestão tenham eficácia; (2) a dimensão temática que delimita as questões ambientais às quais as ações se destinam e; (3) a dimensão institucional relativa aos agentes que tomaram as iniciativas de gestão (BARBIERI, 2004, p.20). O envolvimento de um maior número de pessoas e instituições públicas e privadas comprometidas com a ação, expressa iniciativas para a redução do problema. Entretanto, o crescimento populacional por si só não poderia ter testado os limites ambientais tão fortemente. As pressões que impõem foram aumentadas pelos níveis crescentes de consumo, à medida que cada indivíduo exige mais do planeta. No Relatório Anual do Worldwatch Institute (2001), este consumo está exemplificado nos modelos de industrialização dos produtos, nas dietas à base de carnes e ao sistema de transportes centrados no automóvel. Assim, reconhece estas questões como sendo práticas altamente consumistas adotadas pelo bilhão de pessoas que vivem países ricos, e são copiadas pelos países em desenvolvimento. A Gestão de Responsabilidade Ambiental têm contribuido muito para amenização dos problemas sócio-ambientais. O Relatório do Worldwatch Institute (2001, p.12), respalda que [...] manter o povo pobre não é solução moral ou prática. Neste relatório está apontado um estudo de 2000 da WWF, patrocinado pelo Fundo Mundial para a Natureza, relatando que a pobreza desempenha um papel principal sobre as causas básicas da perda da biodiversidade. Sob o aspecto da responsabilidade corporativa, Barbieri (2004) ressalva que o modelo de gestão ambiental visa contribuir para [...] gerar renda e riqueza, que são os objetivos básicos das empresas, minimizar seus impactos ambientais adversos, maximizar os benefícios e tornar a sociedade mais justa, apoiando-se nos critérios de eficiência econômica, equidade social e respeito ao meio ambiente. Segundo a Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade apud Tachizawa (2002, p.85), as organizações devem passar pelos seguintes estágios para atuar com responsabilidade social. Estágio 1: a organização não assume responsabilidades perante a sociedade e não toma ações em relação ao exercício da cidadania. Não há promoção do comportamento ético. Estágio 2: a organização reconhece os impactos causados pelos seus produtos, processos e instalações, apresentado algumas ações isoladas no sentido de minimizá-los. Eventualmente, busca promover o comportamento ético. Estágio 3: a organização está iniciando a sistematização de um processo de avaliação dos impactos de seus produtos, processos e instalações e exerce alguma liderança em questões de interesse da comunidade. Existe envolvimento das pessoas em esforços de desenvolvimento social. Estágio 4: o processo de avaliação dos impactos dos produtos, processos e instalações está em fase de sistematização. A organização exerce liderança em questões de interesse da comunidade de diversas formas. O envolvimento das pessoas em esforços de desenvolvimento social é freqüente. A organização promove o comportamento ético. Estágio 5: o processo de avaliação dos impactos dos produtos, processos e instalações está sistematizado, buscando antecipar as questões públicas. A organização lidera questões de interesse da comunidade e do setor. O estímulo à participação das pessoas em esforços de desenvolvimento social é sistemático. Existem formas implementadas de avaliação e melhoria da atuação da organização no exercício da cidadania e no tratamento de suas responsabilidades públicas. Este é o mais avançado e inclui as normas ISO 9000, da qualidade, e a 14000, para o meio ambiente. Fonte: Adaptado de Tachizawa (2002) Quadro 1 - Estágios para a organização atuar com Responsabilidade Social Conquistar essa última etapa é tarefa difícil para as empresas nacionais brasileiras, considerando que muita das instituições estão se esforçando para se certificarem e com único objetivo de obter ganhos de marketing. Neste sentido, a marca é relevante para o êxito da empresa contribuindo para que o consumidor à identifique como mais uma vantagem. A tendência de responsabilidade e ética é de interesse de todos os cidadãos; com isso as organizações respondem pelas iniciativas de produzir determinados produtos e serviços com atividades monitoradas de desempenho ambiental e social. Nesta escala de importância deve estar a preocupação com redução no consumo de matérias-primas, pois necessária por se tratar de um dos elementos da gestão ambiental, alicerçado entre redução, reutilização e reciclagem. Martinelli & Cotrin (2003, p.09), salientam que a verdadeira resposta à crise ecológica deve [...] ser em escala planetária e com a condição de que se opere uma autêntica revolução política, social e cultural reorientando os objetivos da produção de bens materiais e imateriais. Com relação a ampliação de fronteiras organizacionais, salienta-se que elas ocorrem em função das questões ambientais e sociais, das parcerias e alianças estratégicas entre organizações, por último das tecnologias de informação. De acordo com Tachizawa (2002, p.68-70) a organização dos novos tempos deve escolher os fornecedores que atendam a requisitos éticos e que utilizem os insumos produtivos de forma responsável. Envolvendo os stakeholders num novo estilo de administração com mudanças apreciadas na abordagem sistêmica de negócios, a autora aponta a Gestão Ecológica como sendo capaz de permitir o exame e a revisão das operações de uma empresa na perspectiva ecológica. Além disso, as empresas podem e devem utiliza-la como insumo na busca da competitividade, estando aptas a acessar mercados cada vez mais restritos quanto aos aspectos técnicos e ambientais. Cogita-se no novo contexto comercial [...] que um dos efeitos da competição global foi o redimensionamento do poder para as mãos do comprador (GALBRAITH apud TACHIWAZA, 2002, p.86). Visto que parcerias entre empresas têm se mostrado viável, resultando em vantagens como o aumento de poder de negociação junto aos fornecedores e redução de algumas despesas, contribuem para o melhor desempenho organizacional. 2. Características da Indústria Calçadista Brasileira e da Produção em Franca-SP O setor calçadista brasileiro é formado por mais de sete mil indústrias produzindo em 2004, cerca de 755 milhões de pares de calçados, sendo 212 milhões destinados à exportação (Relatório LAFIS, 2005), garantindo o terceiro lugar no ranking de produtores mundiais. Os calçados brasileiros atingem diversos mercados em todo o mundo, exportando grande quantidade de sapatos de couro, componente que, por muito tempo, foi e ainda continua sendo a principal matéria-prima. A produção industrial de calçados tem características peculiares, como a concentração geográfica em determinadas regiões do Brasil, sendo Vale dos Sinos, no estado do Rio Grande do Sul, e Franca, Birigüi e Jaú no estado de São Paulo os principais pólos representantes, congregando desde empresas fabricantes de componentes até prestadoras de serviços para exportação. A concentração de empresas coureiro-calçadistas em Franca-SP, a torna conhecida como a capital nacional do calçado masculino, por abrigar empresas desde a fabricação dos componentes até a exportação de calçados também possui relevância internacional. De acordo com estudo setorial LAFIS Têxtil e Vestuário sobre calçados, a fabricação local corresponde por cerca de 5% da produção interna e 4,5% das exportações totais, favorecendo o saldo da balança comercial brasileira. Ainda, a cidade de Franca é considerada o segundo maior pólo produtor de calçados do país, concentrando cerca de 500 empresas do ramo, a maioria voltada à produção de calçados masculinos para exportação e grandes atacadistas, gerando emprego, renda e desenvolvimento ao município. No intuito de agregar valor aos calçados, algumas empresas do setor estão buscando certificações que comprovem uma nova cultura corporativa fortalecida pela marca dos denominados ecologicamente corretos. Com essa filosofia, em meados de 2001, a empresa francana Free Way Boots & Shoes trabalhou com uma linha de sapatos especial, com couro tratado com vegetal de tronco das árvores e sola de látex puro da Amazônia para isso a referida empresa realizou contratos de licença com o Greenpeace, uma das organizações ambientalistas mais ativas do planeta (TACHIZAWA, 2002, p.75). Em mercados competitivos, tal como é o calçadista, o empresariado busca ganhar produtividade, com novas técnicas de produção para obter vantagens competitivas [...] sob pena de ficar marginalmente na rabeira do processo de globalização (FARAH JÚNIOR, 2000, p.52), considerando e agregando valor à produção ecologicamente e socialmente correta. As empresas deste setor devem atender as normas vigentes de proteção ambiental, implementadas pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB ligada à Secretaria do Meio Ambiente do governo do Estado de São Paulo, e ainda, devem organizar seu crescimento econômico suplantando as voláteis transformações mercadológicas para acompanhamento das tendências mundiais. Segundo Slack (1996, p.131) [...] em muitos países desenvolvidos a legislação já providenciou alguns padrões básicos que restringem o uso de materiais tóxicos, limitam descargas de poluentes no ar e na água e protegem os funcionários e o público dos prejuízos de curto e longo prazo. No aspecto relacionado aos objetivos de desempenhos organizacionais, autores como Tachizawa (2000) e Barbieri (2004) reconhecem que a implementação de ações de responsabilidade é capaz de motivar uma mudança nos valores da cultura empresarial, incentivando parcerias na ideologia da sustentabilidade ecológica contribuindo para maximizar os benefícios dos valores humanos. Com isso, percebe-se uma ar
Search
Similar documents
View more...
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks