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INFLUÊNCIA DA DIABETES NA DOENÇA PERIODONTAL

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  • 1. Claudia Regina de Campos Camargo INFLUÊNCIA DA DIABETES NA DOENÇA PERIODONTAL Sorocaba 2014
  • 2. Claudia Regina de Campos Camargo INFLUÊNCIA DA DIABETES NA DOENÇA PERIODONTAL Trabalho de conclusão de curso para obtenção do título de graduação em Odontologia apresentado à Universidade Paulista – UNIP. Orientadores: Profa. Patrícia F. R. Bertolini Prof. Oswaldo Biondi Filho Sorocaba 2014
  • 3. Claudia Regina de Campos Camargo INFLUÊNCIA DA DIABETES NA DOENÇA PERIODONTAL Trabalho de conclusão de curso para obtenção do título de graduação em Odontologia apresentado à Universidade Paulista – UNIP. Aprovado em: BANCA EXAMINADORA _____________________/___/___ Prof._______________________ Universidade Paulista – UNIP _____________________/___/___ Prof. ______________________ Universidade Paulista – UNIP _____________________/___/___ Prof.______________________ Universidade Paulista - UNIP
  • 4. DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos meus filhos Bruno e Gabriel, meu marido Valdir e aos meus pais Adelaide e Irineu, pois sem vocês nada disso faria sentido.
  • 5. AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus e Nossa Senhora Aparecida, primeiramente, por serem a base da minha vida e conquistas; Aos meus filhos, por me ensinarem o que é o verdadeiro amor; Ao meu marido que foi e é um companheiro e amigo durante todo este tempo, sempre me levantando e não deixando que eu desanimasse; Aos meus professores, Patricia F. R. Bertolini e Oswaldo Biondi Filho, pela dedicação em suas orientações prestadas na elaboração deste trabalho e não só isso, mas também pelo vínculo de amizade e respeito que eles criaram, não só comigo, mas com toda a sala; A todos os professores por me proporcionarem o conhecimento e por tanto que se dedicaram a mim, não somente por terem me ensinado, mas por terem feito aprender; Aos meus amigos Monise Rosa, Milena Barcia, Lucas Viaro, por toda paciência e carinho neste tempo todo. A minha dupla, Rômulo Yudii Oba, que foi mais que um amigo, um irmão. A todos os funcionários da UNIP Sorocaba, desde o pessoal da limpeza até o pessoal da administração, que são tantos que seria quase impossível citar o nome de todos, mas em especial, Regina Nascimento do Prouni, Silvia da coordenação Odonto, Rose, Sandra, Ney, José Roberto, Nery, Fernando, Alessandro, Antonio, Solange, Elaine e Cris, pessoas sempre dispostas a ajudarem; A todos que direta ou indiretamente fizeram parte da minha formação, o meu muito obrigado.
  • 6. “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Chico Xavier
  • 7. RESUMO A diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento da glicose no sangue sendo o excesso de glicose causador de danos ao sistema imunológico, aumentando o risco da pessoa com diabetes contrair algum tipo de infecção. Este trabalho tem por objetivo revisar a literatura para caracterizar a influência da diabete na doença periodontal. Os glóbulos brancos, responsáveis pelo combate a vírus, bactérias, ficam menos eficazes com a hiperglicemia. O alto índice de açúcar no sangue é propício para que fungos e bactérias se proliferem em áreas como boca e gengiva, pulmões, pele, pés, genital e local de incisão cirúrgica, além de aumentar as infecções e propiciar o aparecimento de doenças periodontais em pacientes diabéticos descompensados e com controle precário de higiene oral, onde a doença pode se instalar de forma mais rápida e severa comparado a indivíduos não diabéticos ou compensados É necessário, o controle adequado de placa bem como a diminuição dos valores glicêmicos para que se tenha sucesso no tratamento periodontal. É preciso atentar para esse grave problema que atinge grande parte da população, principalmente na busca de soluções e medidas de acompanhamento, sendo necessária a interação de Medicina e Odontologia. Palavras-chave: Doença Periodontal; Gengivite; Periodontite; Diabetes Mellitus.
  • 8. ABSTRACT Diabetes is a metabolic syndrome of multiple origin, resulting from lack of insulin or the inability of insulin to properly exert its effects, causing an increase of glucose in the blood and excess glucose causes damage to the immune system, increasing the risk of the person with diabetes getting some kind of infection. The aim of this study was to review the literature to characterize the influence of diabetes on periodontal disease. This is because the white blood cells (responsible for fighting viruses, bacteria etc..) Become less effective with hyperglycemia. The high level of blood sugar that is suitable for fungi and bacteria to proliferate in areas such as the mouth and gums, lungs, skin, feet, genitals and surgical incision site, in addition to increasing infections and foster the emergence of periodontal disease in patients decompensated and poor control of oral hygiene diabetics, where the disease can be installed more quickly and severely compared to non diabetic individuals or compensated. Adequate plaque control and the reduction of blood glucose levels is necessary in order to have success in treating Periodontal. You need to pay attention to this serious problem that affects most of the population, mainly in the search for solutions and accompanying measures, the interaction of Medicine and Dentistry is required. Keywords: Periodontal Disease; Gingivitis; Periodontitis; Diabetes Mellitus.
  • 9. LISTA DE ILUSTRAÇÃO Figura 1 – Relação Diabete e Doença Periodontal 8
  • 10. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................1 2 PROPOSIÇÃO .....................................................................................................3 3 DESENVOLVIMENTO ......................................................................................4 3.1 Doenças Periodontais ........................................................................................4 3.2 Diabetes Mellitus ...............................................................................................5 3.2.1 Diabetes Mellitus e Doença Periodontal .......................................................6 3.3 TRATAMENTO PERIODONTAL PARA PACIENTE DIABÉTICO .....10 4 DISCUSSÃO .......................................................................................................13 5 CONCLUSÃO ....................................................................................................15 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................16
  • 11. 1 1 INTRODUÇÃO É comprovado o papel do Diabetes Mellitus (DM) na patogenia da doença periodontal, havendo entre as duas condições uma relação bidirecional na resposta inflamatória. Pacientes portadores de DM com descontrole glicêmico apresentam quadro periodontal inflamatório exacerbado, observando-se, também, maior dificuldade de controle metabólico. O Diabetes Mellitus, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é uma das doenças sistêmicas mais comumente encontrada em nossa sociedade, é categorizado como tipo 1 e 2, sendo que a tipo 1 ou insulino-dependente ocorre, na maioria das vezes, em jovens abaixo de 20 anos, onde o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que os anticorpos ataquem as células que produzem a esse hormônio, as Ilhotas de Langerhans. O diabetes tipo 1 ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes diabéticos. É observável que o diabete tipo 2 ocorre geralmente em adultos com hábitos alimentares inadequados, como também sedentários, onde pode ocorrer a combinação de dois fatores, a saber, sendo: a diminuição da secreção de insulina e um defeito na sua ação, conhecido como resistência à insulina. Geralmente, observa-se que Diabetes tipo 2 pode ser tratado com medicamentos orais ou injetáveis, contudo, com o passar do tempo, pode ocorrer o agravamento da doença e, consideravelmente esta doença ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes, com o agravamento de outras doenças oportunistas, como a periodontite. Já no que se refere à doença periodontal, esta pode manifestar-se como gengivite e periodontite. A gengivite, por sua vez, faz com que a gengiva fique avermelhada, edemaciada, sangrante na escovação com uso do fio dental e até mesmo na mastigação. (NISHIMURA et al., 1996 e SALVI, 1997) A periodontite é consequência de uma gengivite não tratada e ocorre quando os tecidos ao redor do dente já estão comprometidos, incluindo destruição óssea e fibras do ligamento periodontal, formando bolsas purulentas ao redor do dente. Essa perda tecidual se deve às bactérias específicas que compõem a placa bacteriana
  • 12. 2 associada a resposta inflamatória e imunológica do paciente, que podem levar à perda do dente. (CORREIA et al., 2002) Por conta disto, indivíduos com diabetes mal controlado podem apresentar diminuição do fluxo salivar e queimação na boca ou língua, como também, os diabéticos que fazem uso de hipoglicemiantes orais podem sofrer de xerostomia. Entretanto, LAMSTER et al ( 2008) ressaltaram que nem todos os estudos verificaram esta associação. Evidências indicam que existe uma associação entre Diabetes Mellitus mal controlado e doença periodontal e a diferença entre saúde periodontal dos pacientes com os tipos 1 ou 2 pode estar relacionada com a diferença no controle glicêmico, idade, duração da doença e cuidados de higiene oral. A diabetes, especificamente, é uma doença metabólica (COSTA e CAMPOS, 1999) a qual leva a pessoa a ter níveis elevados de glicose no sangue, quer porque o corpo não produz suficiente insulina, ou porque as células não respondem à insulina que é produzida. Pessoas com diabetes não apresentam necessariamente excesso de peso ou possuem idade avançada. Releva-se que a mesma tem uma capacidade reduzida para combater infecções bacterianas, como a doença periodontal. Logo, o paciente diabético controlado pode ser tratado normalmente pelo dentista em ambulatório, tomando-se as devidas precauções já o paciente descompensado na maior parte das vezes exige cuidados hospitalares. O paciente diabético, em seu tratamento, deve ser acompanhado pelo médico e pelo dentista, pois é de suma importância o controle glicêmico com o uso correto dos medicamentos e dietas adequadas, como também o controle adequado da placa bacteriana com a higiene oral correta e diária para que a doença periodontal não evolua. Desta forma, este trabalho busca compreender como de fato ocorre este processo e os meios de intervenção necessários para tratar as infecções oriundas e relativas ao portador do DM e que decorre de uma periodontite, (MEALEY e COHEN, 2002) e, portanto, contribuindo assim para a melhoria de sua saúde bucal e uma vida mais feliz. Por isso, este trabalho visa revisar a literatura para demonstrar a influência da diabetes mellitus sobre a doença periodontal e como o cirurgião dentista deve atuar no atendimento do paciente diabético para restabelecer a sua saúde bucal e melhorar a sua qualidade de vida.
  • 13. 3 2 PROPOSIÇÃO Este trabalho tem por objetivo revisar a literatura para caracterizar a influência da diabetes mellitus na doença periodontal, demonstrar a importância da atuação do cirurgião dentista numa equipe multidisciplinar para atendimento do paciente diabético restabelecendo a sua saúde bucal e melhorar a sua qualidade de vida.
  • 14. 4 3 DESENVOLVIMENTO 3.1 Doenças Periodontais A Associação entre as infecções orais e doenças sistêmicas tem sido suspeita há vários séculos. Os efeitos da saúde bucal sobre o restante do corpo humano foi proposto pelos assírios no século VII a.C. No século XVII, um médico da Pensilvânia, chamado Benjamin Rush, salientou [...] entre as doenças sistêmicas (artrites, diabetes, infecção pelo HIV e osteoporose) as doenças bucodentárias (...) (MEALEY e COHEN, 2002, p. 02) Diante do pressuposto histórico aqui abordado e segundo os autores, há evidências na história da humanidade de que o a porcentagem das doenças complexas estão associadas às infecções oportunistas da periodontia, dado que a boca é porta de entrada para muitas delas. Nesta perspectiva GRANER et al., 2005, p. 4, relata-se que de todos os sítios do corpo humano a cavidade bucal é aquela que apresenta os maiores níveis e diversidade de microrganismos. As características anátomo-fisiológicas da boca são responsáveis por esta diversidade, uma vez que a boca apresenta diferentes tipos de tecidos e estruturas que variam quanto à tensão de oxigênio, disponibilidade de nutrientes, temperatura e exposição aos fatores imunológicos do hospedeiro. O dorso da língua funciona como um reservatório de diversos microrganismos, os quais vão posteriormente ocupar outros nichos nas superfícies dentárias supra e subgengivais. Muitos microrganismos Gram-negativos e Gram-positivos encontrados em altas proporções no dorso da língua podem ser patogênicos ao colonizar a placa dental supra e subgengival. Considerando a diversidade de infecção que o homem acomete em seu corpo e dos respectivos apontamentos na literatura MEALEY E COHEN 2002, acrescentaram que as doenças periodontais, agora conhecidas como infecções bacterianas, estão entre as doenças mais comuns do ser humano, afetando de 5 a 30% da população adulta na faixa de 25 a 75 anos ou mais. Logo, as doenças periodontais, muito presente em nossa sociedade, vem se estabelecer como um processo a resposta de uma infestação microbiana específica cuja agressão leva à ocorrência de resposta inflamatória e imunológica que associadas auxiliam no processo de destruição tecidual. Almeida (2006) de forma clara e pontual comenta que:
  • 15. 5 A Periodontite corresponde a uma situação de inflamação com destruição do periodonto e ocorre quando as alterações patológicas verificadas na Gengivite progridem até haver destruição do ligamento periodontal e migração apical do epitélio juncional. Existe um acúmulo de placa bacteriana, ao nível dos tecidos mais profundos, causando uma perda de inserção por destruição do tecido conjuntivo e por reabsorção do osso alveolar. (ALMEIDA et al., 2006, p. 379). Por conta de a doença periodontal ser denominada como um conjunto de processos inflamatórios e infecciosos que envolvem os tecidos periodontais, esta acabou sendo considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das principais doenças de risco para a saúde oral e manutenção do elemento dental na cavidade bucal. LINDHE (2008) ressalta sobre a questão das doenças periodontais que estas podem ser influenciadas pela condição sistêmica do indivíduo, desde que esta influencia em sua resposta inflamatória e imunológica, o que contribui para que a doença seja diferente entre as pessoas, o que permite compreender que não é uma regra geral, podendo ser, como afirma o autor, questões relacionadas ao envolvimento de bactérias e a fragilidade do hospedeiro. Assim, as doenças como o diabetes, é um destes fatores que levam a pessoa à fragilidade a infestação da microbiota. A diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença multifatorial, envolvendo fatores genéticos e ambientais na sua etiologia. MEJIA et al, 2009, p. 511-517. Entre a diversidade e evidência dos problemas periodontais/periodontite, destaca-se a incidências nas pessoas portadoras de Diabetes Mellitus (DM) como um dos fatores de destaque dentro dos estudos odontológicos. 3.2. Diabetes Mellitus O Diabetes Mellitus (DM), conforme destacam COSTA e CAMPOS (1999) é conceituado como uma alteração metabólica caracterizada por hiperglicemia e glicosúria, refletindo uma distorção no equilíbrio entre a utilização de glicose pelos tecidos, liberação de glicose pelo fígado, produção e liberação de hormônios pancreáticos, da hipófise anterior e da supra-renal. Para os autores, ela se constitui uma síndrome caracterizada por ausência relativa ou absoluta de insulina, pela alteração do metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras.
  • 16. 6 Já, as alterações nos níveis da insulina podem ser devidas à produção de antagonistas que inibem sua ação, à interferência de outros hormônios, à diminuição ou ausência de receptores para este hormônio, ou mesmo a sua incapacidade de produção pelo pâncreas, órgão este responsável pela síntese entre os hormônios da insônia e glucagon, o que MARCONDES & THOMSEN (2000) acrescentam que sua disfunção acaba por resultar na perda de homeostase (condição do organismo para se adequar a disfunções) levando ao desenvolvimento da DM. 3.2.1 Diabetes Mellitus e Doenças Periodontais Os estudos na área da medicina destacam que DM advém de uma desordem metabólica e que acomete a sociedade em grande esfera. Para a OMS (Organização Mundial da Saúde) esta questão é tão prevalente população, que em torno de 300 milhões de pessoas de todo mundo terão a doença, sendo a Diabetes mellitus tipo 2 em maior incidência. Segundo os estudos do Ministério da Saúde, o DM compreende-se como uma síndrome endócrina metabólica e acabam precedendo alterações na condição da saúde, incluindo se a isso a saúde bucal. Conforme destacam MEALEY e COHEN (2002), as complicações advindas da diabetes mellitus ressaltam que a doença periodontal é uma das maiores complicações, por isso, merece destaque. CORREIA et al. (2010) destacaram que os microrganismos relacionados com as doenças periodontais estão presentes nas bolsas periodontais. Já nos aspectos que tangem as relações entre diabetes e doenças periodontais, é relevante saber: Embora muitas pesquisas tenham investigado os efeitos do diabetes sobre o periodonto, poucas tentaram elucidar o efeito da infecção periodontal sobre o diabetes. As infecções bacterianas agudas são conhecidas por aumentar a resistência à insulina, uma condição que em vários casos permanece por semanas a meses após a recuperação clinica em pacientes não diabéticos. Tais condições podem resultar no aumento ainda maior à resistência à insulina em pacientes diabéticos, dificultando ainda mais o controle glicêmico desses indivíduos. (RCMB, 2011, p. 270, 276) Diante de tal fato e de acordo com a pesquisa sobre o tema aqui abordado, muitos pesquisadores fazem abordagens relativas ao DM e dos riscos dos portadores sofrerem doenças periodontais, o que TAYLOR (1999) vem destacar que
  • 17. 7 ambos estão associados devido à fragilidade das pessoas portadoras terem a infecção de qualquer gênero, o que nas infecções bucais não são diferentes. A relação entre doenças periodontais e diabetes é uma via de mão dupla. Não somente as pessoas com diabetes são suscetíveis às doenças periodontais, mas, estas podem afetar o controle glicêmico no sangue e contribuir para a progressão do diabetes. Como todas as infecções, a doença periodontal pode ser um fator que eleva o açúcar do sangue e pode tornar o controle do diabetes mais difícil. Segundo Quirino et al (2009), sabe-se perfeitamente que o diabetes tem influencia em várias outras doenças, principalmente na doença periodontal, caracterizada pela destruição do periodonto. A destruição do periodonto ocorre pelo fato de que os lipopolissacarídeos, no sangue, interagem com macrófagos e monócitos os quais sintetizam grande quantidade de interleucinas, prostaglandinas e fator de necrose tumoral que causam a reabsorção óssea e metaloproteinases que são responsáveis por degradarem o colágeno do tecido conjuntivo. A resposta imune dos diabéticos é afetada pelo mesmo alterar a função dos neutrófilos prejudicando sua quimiotaxia, fagocitose e aderência o que por conseqüência deixa esses pacientes mais susceptíveis à infecções e a doença periodontal, portanto, é mais rápida e agressiva com uma destruição periodontal maior. A doença periodontal também agrava o diabetes, pois a inflamação causa uma resistência à insulina, descompensando ainda mais o nível de glicemia. Um estudo realizado obteve re
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