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Lista de Exercicios Do 2º Bimestre Aluno

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Exercícios dos conteúdos de Língua Portuguesa, estudados no 2º bimestre.
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  Colégio Militar de Manaus 9º ANO – 2015Professor: Maj Felie!Nai a#is$ilina: %&ngua Portuguesa #ata: ''''''''!''''''''!'''''''' Aluno(a)'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' Nº: ''''''''''''''''''' *+: '''''''''''''''''''''''' Lista de exercícios do 2º bimestre %eia o te,to a-ai,o e resonda aos itens de 01 a 15 .TENTAÇÃO  .la esta a $o/ soluo' . $o/o se no -astasse a $laridade das duas oras3 elaera rui a' Na rua a4ia as edras i-ra a/ de $alor  a $a-ea da /enina fla/eja a'6entada nos degraus de sua $asa3 ela suorta a' Ningué/ na rua3 s7 u/a essoaeserando inutil/ente no onto do -onde' . $o/o se no -astasse seu olar su-/issoe a$iente3 o soluo a interro/ia de /o/ento a /o/ento3 a-alando o 8uei,o 8ue seaoia a $onfor/ado na /o' ue fa4er de u/a /enina rui a $o/ soluo Ola/onosse/ ala ras3 desalento $ontra desalento' Na rua deserta nenu/ sinal de -onde'Nu/a terra de /orenos3 ser rui o era u/a re olta in olunt;ria' ue i/orta a se nu/dia futuro sua /ar$a ia fa4<la erguer insolente u/a $a-ea de /uler Por en8uantoela esta a sentada nu/ degrau fais$ante da orta3 =s duas oras' O 8ue a sal a a erau/a -olsa ela de senora3 $o/ ala artida' 6egura aa $o/ u/ a/or $onjugal j;a-ituado3 aertandoa $ontra os joelos' Foi 8uando se aro,i/ou a sua outra /etade neste /undo3 u/ ir/o e/>raja?' A ossi-ilidade de $o/uni$ao surgiu no @ngulo 8uente da es8uina3a$o/anando u/a senora3 e en$arnada na figura de u/ $o' .ra u/ -asset lindo e/iser; el3 do$e so- a sua fatalidade' .ra u/ -asset rui o' %; ina ele trotando3 = frente de sua dona3 arrastando seu $o/ri/ento'#esre enido3 a$ostu/ado3 $a$orro' A /enina a-riu os olos as/ada' 6ua e/ente a isado3 o $a$orro esta$oudiante dela' 6ua l&ngua i-ra a' A/-os se ola a/'.ntre tantos seres 8ue esto rontos ara se tornare/ donos de outro ser3 l;esta a a /enina 8ue iera ao /undo ara ter a8uele $a$orro' .le fre/ia sua e/ente3se/ latir' .la ola ao so- os $a-elos3 fas$inada3 séria' uanto te/o se assa a +/grande soluo sa$udiua desafinado' .le ne/ se8uer tre/eu' *a/-é/ ela assou or $i/a do soluo e $ontinuou a fit;lo' Os <los de a/-os era/ $urtos3 er/elos' ue foi 8ue se dissera/ No se sa-e' 6a-ese aenas 8ue se $o/uni$ara/raida/ente3 ois no a ia te/o' 6a-ese ta/-é/ 8ue se/ falar eles se edia/'Pedia/se $o/ urg<n$ia3 $o/ en$a-ula/ento3 surreendidos' No /eio de tanta aga i/ossi-ilidade e de tanto sol3 ali esta a a soluo ara a$riana er/ela' . no /eio de tantas ruas a sere/ trotadas3 de tantos $es /aiores3de tantos esgotos se$os  l; esta a u/a /enina3 $o/o se fora $arne de sua rui a$arne' .les se fita a/ rofundos3 entregues3 ausentes de >raja?' Mais u/ instante e o  susenso sono se 8ue-raria3 $edendo tal e4 = gra idade $o/ 8ue se edia/' Mas a/-os era/ $o/ro/etidos' .la $o/ sua inf@n$ia i/oss& el3 o $entro da ino$<n$ia 8ue s7 se a-riria 8uandoela fosse u/a /uler' .le3 $o/ sua nature4a arisionada' A dona esera a i/a$iente so- o guardasol' O -asset rui o afinal desregouse da /enina e saiu son@/-ulo' .la fi$ou esantada3 $o/ o a$onte$i/ento nas /os3nu/a /ude4 8ue ne/ ai ne/ /e $o/reenderia/' A$o/anouo $o/ olos retos8ue /al a$redita a/3 de-ruada so-re a -olsa e os joelos3 até <la do-rar a outraes8uina' Mas ele foi /ais forte 8ue ela' Ne/ u/a s7 e4 olou ara tr;s' Conto e,tra&do de %6P.C*OB3 Clari$e' Felicidade clandestina ' Bio de aneiro: No a Fronteira3 19D1 ' A7s ler o te,to3 resonda: 1' ue/ so as ersonagens rin$iais O 8ue elas t</ e/ $o/u/2' O 8ue a /enina fa4ia sentada na orta de $asa3 =s duas oras da tarde E' Onde se assa a ist7ria Betire do te,to u/a frase 8ue aresenta u/a$ara$ter&sti$a /ar$ante do $en;rio' '#e a$ordo $o/ o te,to3 $o/o a /enina se sentia e/ relao a outras essoas Betire do te,to u/a frase ara justifi$ar sua resosta'5' G6entada nos degraus de sua $asa3 ela suorta a'H O 8ue a /enina suorta andi8ue a alternati a 8ue /elor resonde a 8uesto:(a) a essoa 8ue esera a o -onde (-) a -olsa ela ($) o $alor e a solido(d) sua /eI' GO 8ue a sal a a era u/a -olsa ela de senora3 $o/ ala artida'H #o 8ue a -olsaa sal a a(a) do $alor e,$essi o (-) da solido3 j; 8ue a -olsa era sua $o/ania ($) das -rigas $o/ a /e (d) do o/e/ 8ue esera a o -ondeJ) No te,to3 8ue/ é o narrador( a ) a /e ($) algué/ 8ue no resente na ist7ria(- ) algué/ resente na ist7ria3 /as se/ arti$iar /uito (d) a /enina rui aD) Betire do te,to u/ tre$o e/ 8ue se er$e-e a resena do narrador $o/oersonage/'9) O 8ue o narrador fa4ia na8uele lugar  10)Podese di4er 8ue o narrador se identifi$a $o/ a /enina Por 8u<   11) O $o -asset ro o$a u/a /udana na $ena ini$ial' ual a reao da /enina e do$o 8uando se ee/ 12) GMas a/-os era/ $o/ro/etidos'H 6egundo o te,to3 $o/ o 8ue eles era/$o/ro/etidos O 8ue isso ode signifi$ar1E) Por 8ue o $a$orro no olou ara tr;s 1) Considerando a reao da /enina e do $o 8uando se en$ontra/ e a resosta = 8uesto 123 o 8ue o t&tulo *.N*AKLO ode indi$ar15) ual é o te/a $entral do te,to 1I) G É bom quando a gente volta da escola, não tem nada de bom passando na TV normal, aí a gente pega e liga a TV a cabo, que tem sempre alguma coisa boa pra ver.”  (6érgio Cleto r')  “Tem um monte de esportes que eu adoro, principalmente futebol e tênis.”   (#iego #eren4o)6o-re as falas a$i/a3 odese afir/ar 8ue: A) so e,e/los do adro $ulto da l&ngua') reresenta/ o uso da linguage/ ulgar3 ois reflete/ a ou$a $ultura de 8ue/ e/itiu as /ensagens'C) so $onstrues t&i$as do ortugu<s falado3 ou seja3 da linguage/ $olo8uial' #) fere/ $lara/ente as nor/as gra/ati$ais3 no dese/enando seu ael $o/uni$ati o'.) reresenta/ u/ tio de linguage/ $o/u/ e/ te,tos liter;rios e oéti$os'1J) “ gíria desceu o morro e ! gan#ou r$tulo de linguagem urbana.  gíria % #o!e o segundo idioma do brasileiro. Todas as classes sociais a utili&am.” '  ar/e Bodrigues) Assinale a alternati a e/ 8ue no se e/rega o fen/eno lingu&sti$o tratado no te,to' A) Aladar8ue C@ndido dos 6antos3 enfer/eiro3 aresentouse $o/o olunt;rio ara a /isso de a4' No tina nada a er $o/ o ato e /orreu e/ terra estrangeira en ergando o unifor/e -rasileiro') +/a e4 u/ assageiro /e iu na $a-ine3 no se $onte e e disse: GCo/o o$< se are$e $o/ a Carolina Ferra4QH C) Cega de nenené/ e -la-la-l;3 a/os tra-alar'#) R; /uitos rojetos e$on/i$os isando =s $lasses /enos fa ore$idas3 /as no final 8ue/ dana é o o-re'.) Cara3 se3 tio assi/3 seu filo es$re er $o/o fala3 ele t; ferrado'  1D) Assinale a alternati a e/ 8ue no se erifi$a o uso de linguage/ $olo8uial: A) GS ue ; S A-ra a orta ra /i/ entrar'H (M;rio de Andrade)) GNo 8uero /ais o a/or3 ! Ne/ /ais 8uero $antar a /ina terra' ! Me er$o neste /undo'H (Augusto Frederi$o 6$/idt)C) Tuando oiei a terra ardendo ! u; foguera de 6o ooH (%ui4 >on4aga)#) GS ué aan; sordado ! S O 8u< ! S ué aan; ! Pernas e -raos na $alada'H(OsUald de Andrade).) G#</e u/ $igarro ! #i4 a gra/;ti$a ! #o rofessor e do aluno ! . do /ulato sa-idoH (OsUald de Andrade) 19) R; e,e/lo de registro $olo8uial no seguinte tre$o: A) O erdadeiro autor da ea foi o es$ritor de dis$ursos residen$iais R' #arVl') Ce/ /il essoas /orrera/ 8uase instantanea/ente'C) A 6egunda >uerra a$a-ou3 $o/ea a a guerra fria'#) A$onselado or i//V Vrnes (se$ret;rio de .stado)3 o residente 8ueria /ostrar aos so iéti$os 8ue no aenas tina a -o/-a3 /as tina eito ara us;la' .) A -ordo do na io Augusta3 no retorno ara os .+A deois de arti$iar da $?ula aliada e/ Postda/ (Ale/ana)3 *ru/an autori4ou o -o/-ardeio'20) Co/ relao ao seguinte oe/a3 é COBB.*O afir/ar 8ue:Neologis/oGeijo ou$o3 falo /enos ainda' ! Mas in ento ala ras ! ue tradu4e/ a ternura /aisfunda ! . /ais $otidiana' ! n entei3 or e,e/lo3 o er-o teadorar' ! ntransiti o: !*eadoro3 *eodora'H (Manuel andeira)a) o er-o GteadorarH e o su-stanti o r7rio G*eodoraH so ala ras $ognatas3 ois ossue/ o /es/o radi$alW-) as $lasses das ala ras 8ue $o/e/ a estrutura do o$;-ulo GteadorarH so rono/e e er-oW $) o er-o GteadorarH3 or se tratar de u/ neologis/o3 no ossui /orfe/asWd) a ogal te/;ti$a dos er-os G-eijoH3 GfaloH3 Gin entoH e GteadoroH é a /es/a3 ou seja3 GoH'21) #istinga 8ue3 rono/e relati o3 de 8ue3 $onjuno su-ordinati a integrante:( a ) rono/e relati o: orao adjeti a( - ) $onjuno integrante: orao su-stanti a( ) .ste é u/ /al 8ue no te/ $ura' ( ) No sa-e/ o 8ue 8uere/' ( ) Confesso 8ue errei' ( ) No é justo 8ue o /agoes'
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