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NBR 07362-1 - Sistemas Enterrados Para Conducao de Esgoto - Parte 1 Requisitos Para Tubos de PVC Com Junta Elastica

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Licença de uso exclusivo para CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS DO RIO DE JANEIRO Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 25/08/2004 MAIO 2001 NBR 7362-1 Sistemas enterrados para condução de esgoto ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Fax: (021) 220-1762/220-6436 Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA Parte 1: Requisitos para tubos de PVC com junta elástica Copyr
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  Copyright © 1999,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28º andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Fax: (021) 220-1762/220-6436Endereço Telegráfico:NORMATÉCNICA ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas NBR 7362-1 MAIO 2001 Sistemas enterrados para condução deesgotoParte 1: Requisitos para tubos de PVCcom junta elástica Palavras-chave: Tubo de PVC. Esgoto sanitário9 páginasOrigem: Projeto de Emenda NBR 7362-1:2000ABNT/CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção CivilCE-02:111.01 - Comissão de Estudo de Sistemas de Coleta de Esgotos, Tubose Conexões de PVCNBR 7362-1 - Poly (Vinyl Chloride) PVC plastic pipes with joints for burriedsewerage systems - Part 1: General requirementsDescriptors: Poly (Vinyl Chloride). PVC plastic pipesEsta Norma substitui a NBR 7362-1:1999Válida a partir de 29.06.2001 Sumário Prefácio 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Requisitos gerais 5 Requisitos específicos 6 Recebimento 7 Marcação e unidade de compra ANEXOA Requisitos exigidos para os anéis de borracha não to-roidais empregados em tubos de PVC Prefácio A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - éo Fórum Nacional de Normalização. As Normas Bra-sileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Co-mitês Brasileiros (CB) e dos Organismos de NormalizaçãoSetorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo(CE), formadas por representantes dos setores envol-vidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores eneutros (universidades, laboratórios e outros).Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbitodos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre osassociados da ABNT e demais interessados.Esta Norma introduz conceitos modificadores com res-peito à NBR 7362:1990 no que concerne à:a) introdução de controle sobre a matéria-prima(composto);b) introdução de requisitos de desempenho maisadequados;c) introdução da verificação sistemática periódica epermanente dos requisitos da qualidade.Esta Norma está dividida em três partes, sob o título geral“Sistemas enterrados para condução de esgoto”:Parte 1: Requisitos gerais para tubos de PVC com junta elásticaParte 2: Requisitos para tubos de PVC com paredemaciçaParte 3: Requisitos para tubos de PVC com duplaparedeEsta Norma, em conjunto com as NBR 7362-2 eNBR 7362-3, substitui a NBR 7362:1990.Esta Norma inclui o anexo A, de caráter normativo, idên-tico à NBR 7676:1996, exceto onde explicitamente men-cionado. 1 Objetivo Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos depoli (cloreto de vinila) (PVC) com junta elástica, destinadosa rede coletora e ramais prediais enterrados para acondução de esgoto sanitário e despejos industriais, cujatemperatura do fluido não exceda 40 o C. Os requisitosespecíficos para os diversos tipos de tubos de PVC sãoestabelecidos nas NBR 7362-2 e NBR 7362-3. Licença de uso exclusivo para CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS DO RIO DE JANEIROCópia impressa pelo sistema CENWEB em 25/08/2004  2NBR 7362-1:2001 2 Referências normativas As normas relacionadas a seguir contêm disposiçõesque, ao serem citadas neste texto, constituem prescriçõespara esta Norma. As edições indicadas estavam em vigorno momento desta publicação. Como toda norma estásujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizamacordos com base nesta que verifiquem a conveniênciade se usarem as edições mais recentes das normascitadas a seguir. A ABNT possui a informação das normasem vigor em um dado momento.NM 82:1996 - Tubos e conexões de PVC - Deter-minação da temperatura de amolecimento “Vicat”NM 83:1996 - Tubos e conexões de PVC - Deter-minação da densidadeNM 84:1996 - Tubos e conexões de PVC - Deter-minação do teor de cinzasNM 85:1996 - Tubos de PVC - Verificação dimen-sionalNBR 5685:1999 - Tubos e conexões de PVC - Verifi-cação do desempenho da junta elásticaNBR 6565:1982 - Elastômero vulcanizado - Deter-minação do envelhecimento acelerado em estufaNBR 7318:1982 - Elastômero vulcanizado para usoem veículos automotores - Determinação da durezaNBR 7362-2:1999 - Sistemas enterrados para con-dução de esgoto - Parte 2: Requisitos para tubos dePVC com parede maciçaNBR 7362-3:1999 - Sistemas enterrados para con-dução de esgoto - Parte 3: Requisitos para tubos dePVC com dupla paredeNBR 7462:1992 - Elastômero vulcanizado - Deter-minação da resistência à traçãoNBR 7588:1985 - Anéis de borracha para juntas detubos de ferro fundido centrifugado - EnsaiosNBR 7676:1996 - Anel de borracha para junta elás-tica e mecânica de tubos e conexões de ferro fundido- Tipos JE, JM e JE2GS - EspecificaçãoNBR 9051:1985 - Anel de borracha para tubulaçõesde PVC rígido coletores de esgoto sanitário - Espe-cificaçãoNBR 9053:1999 - Tubos de PVC - Determinação daclasse de rigidezNBR 9063:1985 - Anel de borracha do tipo toroidalpara tubos de PVC rígido coletores de esgoto sanitário- Dimensões e dureza - PadronizaçãoNBR 11407:1990 - Elastômero vulcanizado - Deter-minação das alterações das propriedades físicas,por efeito da imersão em líquidos - Método de ensaioNBR 14262:1999 - Tubos de PVC - Verificação daresistência ao impactoISO 812: 1991 - Rubber, vulcanized - Determinationof low temperature brittleness.ISO 3384: 1991 - Rubber, vulcanized or thermoplastic- Determination of stress relaxation in compressionat ambient and at elevated temperatures 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintesdefinições: 3.1 anel integrado à bolsa: Anel de borracha não re-movível manualmente, já alojado no sulco apropriado(virola) quando do fornecimento dos tubos. 3.2 classe de rigidez ( CR  ): Produto do módulo de elas-ticidade do material ( E  ) pelo momento de inércia da pa-rede do tubo em sua seção longitudinal ( I  ) por unidadede comprimento ( L ), dividido pela terceira potência dodiâmetro correspondente à posição da linha neutra daparede do tubo ( D  ), conforme expressão a seguir: D  LI  E  CR  3      = onde: CR  é a classe de rigidez, em pascals; E  é o módulo de elasticidade do material, em pascals; I  é o momento de inércia, em metros elevados àquarta potência; L é o comprimento, em metros; D  é o diâmetro correspondente à posição da linhaneutra da parede do tubo, em metros. 3.3 composto de PVC: Material resultante da incor-poração de aditivos à resina de PVC. NOTA - Entre os aditivos mais comumente utilizados em com-postos de PVC destinados a tubos para condução de esgoto,podem ser citados: estabilizantes, lubrificantes, cargas, pig-mentos e dióxido de titânio. 3.4 comprimento de montagem ( CM  ): Distância medidaentre a extremidade da bolsa de um tubo até a extre-midade da bolsa de outro tubo de mesmo diâmetro no-minal (DN), quando os dois tubos estão conectados. 3.5 diâmetro externo médio ( d  em  ): Relação entre o pe-rímetro externo do tubo e o número 3,1416, aproximadapara o décimo de milímetro mais próximo. Licença de uso exclusivo para CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS DO RIO DE JANEIROCópia impressa pelo sistema CENWEB em 25/08/2004  NBR 7362-1:20013 3.6 diâmetro nominal (DN): Simples número que servecomo designação para projeto e para classificar, em di-mensões, os elementos de tubulação (tubos, conexões,anéis de borracha, dispositivos e acessórios) e que cor-responde, aproximadamente, ao diâmetro interno dostubos, em milímetros. NOTA - O diâmetro nominal (DN) não deve ser objeto de mediçãonem ser utilizado para fins de cálculos. 3.7 espessura de parede ( e  ): Valor da espessura deparede, medida para qualquer ponto ao longo dacircunferência do tubo, arredondado para o décimo demilímetro mais próximo. NOTA - Esta definição é válida apenas para tubos com paredemaciça. 3.8 junta elástica ( JE  ): Junta constituída pela ponta deum tubo e/ou conexão com a bolsa de outro tubo e/ouconexão e anel de vedação, alojado em sulco apropriado,montados de forma deslizante. 3.9 tubo com parede maciça: Tubo com parede formadapor uma única camada de PVC rígido. 3.10 tubo com dupla parede: Tubo com duas paredesde PVC rígido, sendo a interna lisa e a externa nervurada,conforme indicado na figura 1. Figura 1 - Dupla parede 4 Requisitos gerais 4.1 Composto de PVC 4.1.1   O composto de PVC deve estar aditivado somentecom produtos necessários à sua transformação e à utili-zação dos tubos de acordo com esta Norma. 4.1.2 O pigmento deve estar total e adequadamente dis-perso no composto a ser empregado na fabricação dostubos. 4.1.3 O pigmento e o sistema de aditivação devem mini-mizar as alterações de cor e propriedades dos tubos,durante a sua exposição às intempéries, no manuseio ena estocagem em obra. 4.1.4   O emprego de material reprocessado é permitido,desde que gerado pelo próprio fabricante dos tubos. Ma-terial reprocessado ou reciclado obtido de fontes externasnão pode ser empregado na fabricação dos tubos. 4.1.5   O composto de PVC empregado na fabricação dostubos deve ser de cor ocre, permitindo-se nuanças de-vidas às naturais diferenças de cor das matérias-primas. 4.2 Tubos 4.2.1   Os tubos devem ser fabricados com composto depoli (cloreto de vinila) (PVC) que assegure a obtençãode um produto que satisfaça às exigências desta Norma. 4.2.2 Os tubos devem ser fabricados com ponta e bolsapara junta elástica nos diâmetros, espessuras de paredee profundidades de bolsa estabelecidos na NBR 7362-2(para tubos com parede maciça) e na NBR 7362-3 (paratubos com dupla parede). NOTA - Dependendo de acordo prévio entre fabricante ecomprador, os tubos podem ser fornecidos com duas pontas,desde que acompanhados das respectivas luvas e anéis deborracha. 4.2.3 Os tubos são dimensionados para trabalhar enter-rados, conduzindo, sem pressão hidrostática interna, es-goto sanitário e despejos industriais não agressivos aoPVC, cuja temperatura não exceda 40 o C. 4.2.4 Cada tubo deve ter cor uniforme e ser livre de corposestranhos, bolhas, rachaduras ou outros defeitos visuaisque indiquem descontinuidade do material e/ou do pro-cesso de extrusão. 4.2.5 Os tubos devem ser fabricados com comprimentototal de 6,0 m com tolerância de + 1,0% e - 0,5%. NOTA - Dependendo do acordo prévio entre fabricante e com-prador, os tubos podem ser fornecidos com comprimento dife-rente do estabelecido acima. 4.2.6   Os tubos devem ter comprimento de montagem CM  mínimo para cada diâmetro nominal (DN), conforme in-dicado na tabela 1 e figura 2. Tabela 1 - Comprimento de montagem de tubos dePVC Diâmetro nominal Comprimento de montagem ( CM  )DN mínimom1005,901505,882005,882505,843005,823505,784005,77 Licença de uso exclusivo para CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS DO RIO DE JANEIROCópia impressa pelo sistema CENWEB em 25/08/2004  4NBR 7362-1:2001 4.3 Juntas 4.3.1 Os tubos e suas respectivas bolsas devem serfabricados conforme estabelecido nas NBR 7362-2 eNBR 7362-3. 4.3.2   Os anéis de borracha para juntas elásticas devemser fornecidos pelo fabricante dos tubos, devendo estarinclusos no fornecimento destes. A junta elástica deveser montada segundo as recomendações do fabricantedos tubos e deve ter desempenho conforme estabelecidoem 5.3.1. 4.3.2.1   No caso de a junta elástica utilizar anéis de bor-racha do tipo toroidal, estes devem atender aos requisitosdas NBR 9051 e NBR 9063. 4.3.2.2 No caso de a junta elástica utilizar anéis integradosàs bolsas, estes devem estar de acordo com osrequisitos do anexo A, até a publicação da revisão daNBR 9051:1985. 4.3.2.3 No caso de a junta elástica utilizar outros tipos deanéis removíveis, estes devem atender aos requisitos doanexo A até a publicação da revisão da NBR 9051:1985.Neste caso, as bolsas dos tubos de parede maciça ou asnervuras dos tubos de dupla parede devem garantir aintercambialidade entre os diferentes tipos de anéis. 4.3.3 Quaisquer que sejam as formas e dimensões dosanéis, das superfícies nervuradas e das bolsas deve-segarantir a intercambialidade e desempenho das juntaselásticas entre os diversos tipos de tubos (parede maciça versus  parede maciça, dupla parede versus  duplaparede) fornecidos por diferentes fabricantes. 4.4 Instalação Os tubos de PVC fabricados segundo esta Norma devemser instalados de acordo com normas específicas e proce-dimentos recomendados pelo fabricante dos tubos. 5 Requisitos específicos 5.1 Caracterização do composto de PVC 5.1.1 Temperatura de amolecimento “Vicat” O composto empregado na fabricação dos tubos deveter ponto de amolecimento “Vicat” maior ou igual a 79 o C.O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova definidosnas NBR 7362-2 e NBR 7362-3 e de acordo com aNM 82. 5.1.2 Densidade O composto empregado na fabricação dos tubos deveter densidade na faixa de 1,40 g/cm 3 a 1,55 g/cm 3 , medidana temperatura de o C. O valor especificado pelofabricante do composto, em relação ao resultado doensaio, pode ter variação máxima de 0,05 g/cm 3 .O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova definidosnas NBR 7362-2 e NBR 7362-3 e de acordo com aNM 83. 5.1.3 Teor de cinzas O composto empregado na fabricação dos tubos deveter o teor de cinzas de no máximo 10%.O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova definidosnas NBR 7362-2 e NBR 7362-3 e de acordo com aNM 84 - Método A, na temperatura de (1 050 ± 50) o C. 5.2 Ensaios durante a fabricação 5.2.1 Dimensões Os tubos devem ter as dimensões de acordo com os va-lores especificados nas NBR 7362-2 e NBR 7362-3.O ensaio deve ser realizado de acordo com a NM 85. 5.2.2 Resistência ao impacto Os corpos-de-prova devem resistir, na temperatura de  o C, aos impactos, estabelecidos na tabela 2, de umpercussor metálico com ponta de impacto semi-esféricade raio de 25,0 mm, sem apresentar fissuras, trincas ouquebra. Depressões na região do impacto não devemser consideradas como falhas.O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 14262. 5.3 Ensaios de desempenho 5.3.1 Desempenho da junta elástica A junta elástica dos tubos deve ser estanque, na tem-peratura de o C, quando submetida às condiçõesestabelecidas na tabela 3.O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5685. 5.3.2 Classe de rigidez Os corpos-de-prova de tubos, quando condicionados natemperatura de o C, devem suportar deformaçãodiametral de 30% em relação ao diâmetro externo, semapresentar trincas, rasgos ou quebra. Para tubos comparede maciça, a classe de rigidez deve ser de no mínimoCR 2 500 Pa para diâmetros nominais (DN) até 200 eCR 3 200 Pa para diâmetros nominais (DN) de 250 até400. Para tubos com dupla parede a classe de rigidezdeve ser de no mínimo CR 5 000 Pa.O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 9053. 5.4 Periodicidade dos ensaios Os ensaios de caracterização do composto, ensaiosdurante a fabricação e ensaios de desempenho dos tubosdevem ser realizados conforme a periodicidade estabe-lecida na tabela 4. Figura 2 - Comprimento de montagem de tubos de PVC 20 32- + 20 32- + 20 32- + 20 32- + Licença de uso exclusivo para CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS DO RIO DE JANEIROCópia impressa pelo sistema CENWEB em 25/08/2004
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