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NBR 08798 - Execução E Controle de Obras em Alvenaria Estrutural.pdf

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FEV 1985 NBR 8798 Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados A. ABNT-Associação de concreto
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          L        i     c      e      n     ç        a        d      e       u      s     o       e      x     c        l      u      s        i      v      a       p       a      r      a         P      e        t      r     o        b      r        á      s         S  .       A  .        L        i     c      e      n     ç        a        d      e       u      s     o       e      x     c        l      u      s        i      v      a       p       a      r      a         P      e        t      r     o        b      r        á      s         S  .       A  . SUMÁRIO 1 Objetivo2 Documentos complementares3 Definições4 Condições gerais5 Condições específicas6 Inspeção 1 Objetivo 1.1  Esta Norma fixa as condições exigíveis que devemser obedecidas na execução e no controle de obras emalvenaria estrutural de blocos vazados de concreto, nãoarmada, parcialmente armada e armada. 1.2  Além das condições desta Norma, devem ser obe-decidas as de outras normas especiais citadas e as exi-gências peculiares a cada caso. 1.3  A tecnologia de que trata esta Norma, bem como suasrestrições, devem ser mencionadas nos memoriais dasincorporações. 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar:NBR 5732 - Cimento Portland comum - EspecificaçãoNBR 5733 - Cimento Portland de alta resistênciainicial - EspecificaçãoNBR 5735 - Cimento Portland de alto forno - Espe-cificaçãoNBR 5736 - Cimento Portland pozolânico - Espe-cificação Copyright © 1985,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28º andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Fax: (021) 240-8249/532-2143Endereço Telegráfico:NORMATÉCNICA ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas Palavras-chave: Alvenaria. Bloco de concreto. Concreto15 páginas NBR 8798 FEV 1985 Execução e controle de obras emalvenaria estrutural de blocos vazadosde concreto NBR 5737 - Cimento Portland de moderada resistên-cia a sulfatos e moderado calor de hidratação (MRS)e cimento Portland de alta resistência a sulfatos(ARS) - EspecificaçãoNBR 5738 - Moldagem e cura de corpos-de-provade concreto cilíndricos ou prismáticos - Método deensaioNBR 5739 - Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos de concreto - Método de ensaioNBR 5741 - Cimento Portland - Extração e prepara-ção de amostras - Método de ensaioNBR 6118 - Projeto e execução de obras de concretoarmado - EspecificaçãoNBR 6136 - Blocos vazados de concreto simples paraalvenaria estrutural - EspecificaçãoNBR 6471 - Cal virgem e cal hidratada - Retirada epreparação de amostra - Método de ensaioNBR 7175 - Cal hidratada para argamassas -EspecificaçãoNBR 7190 - Cálculo e execução de estruturas demadeira - ProcedimentoNBR 7211 - Agregados para concreto - EspecificaçãoNBR 7215 - Ensaio de cimento Portland - Método deensaioNBR 7216 - Amostragem de agregados - Método deensaio Origem: Projeto 02:003.04-011/1984CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção CivilCE-02:003.04 - Comissão de Estudo de Alvenaria Estrutural de Blocos deConcretoProcedimento  L       i        c      e      n        ç      a       d        e       u      s      o       e      x      c      l        u      s      i        v      a          p      a      r      a       P        e      t       r      o      b       r      á        s       S        .  A       .  L       i        c      e      n        ç      a       d        e       u      s      o       e      x      c      l        u      s      i        v      a          p      a      r      a       P        e      t       r      o      b       r      á        s       S        .  A       .   2NBR 8798/1985 NBR 7223 - Concreto - Determinação de consistênciapelo abatimento do tronco de cone - Método de ensaioNBR 7480 - Barras e fios de aço destinados a arma-duras para concreto armado - EspecificaçãoNBR 8215 - Prismas de blocos vazados de concretosimples para alvenaria estrutural - Preparo e ensaioà compressão - Método de ensaioASTM-C-91 - Masonry cement, espec. for 3 Definições Para os efeitos desta Norma são adotadas as definiçõesde 3.1 a 3.29. 3.1 Material Constituinte dos elementos da obra. 3.2 Elemento Parte elementar da obra, constituída por material naturalou de fabricação industrial. 3.3 Componente Parte da obra suficientemente elaborada, constituída dareunião de elementos e/ou materiais. 3.4 Estruturas de alvenaria não armada de blocosvazados de concreto Estruturas de alvenaria nas quais as armaduras têmfinalidade construtiva e de amarração, não sendo estasconsideradas na absorção dos esforços calculados. 3.5 Estruturas de alvenaria parcialmente armada deblocos vazados de concreto Estruturas de alvenaria nas quais são dispostas arma-duras localizadas em certas regiões para resistir aos es-forços calculados segundo esta Norma. 3.6 Estruturas de alvenaria armada de blocos vazadosde concreto Estruturas de alvenaria nas quais são dispostas ar-maduras ao longo do componente estrutural, constituindoum todo solidário com os elementos da alvenaria, pararesistir aos esforços calculados segundo esta Norma. 3.7 Parede Componente laminar vertical apoiado de modo contínuoem toda a sua base, com comprimento maior que 1/5 desua altura. 3.7.1 Parede portante Toda parede admitida no projeto como suporte de outrascargas, além do seu peso próprio. 3.7.2 Parede não portante Toda parede não admitida no projeto como suporte deoutras cargas, além do seu peso próprio. 3.7.3 Parede de contraventamento Toda parede portante, admitida no projeto, absorvendoforças horizontais provenientes de ações externas e/oude efeitos de 2ª ordem. 3.8 Pilar 3.8.1  Componente estrutural vertical em que a maiordimensão de sua seção transversal utilizada no cálculodo esforço resistente é menor do que 1/5 de sua altura. 3.8.2  No caso das figuras compostas de retângulos (em L,em T, em Z, etc.), a limitação prevalece para cada ramodistinto. 3.9 Cinta Componente estrutural apoiado continuamente naparede, ligado ou não às lajes ou vergas das aberturas,com a finalidade de transmitir cargas uniformes à paredeque lhe dá apoio ou ainda servir de travamento eamarração. 3.10 Coxim Componente estrutural não contínuo apoiado na parede,possuindo relação de comprimento para altura menor ouigual a 3, com a finalidade de distribuir cargas con-centradas à parede que lhe dá apoio. 3.11 Verga Componente estrutural colocado sobre ou sob os vãosde aberturas das paredes com a finalidade de transmitiresforços verticais aos trechos de parede adjacentes àsaberturas. 3.12 Enrijecedor Componente estrutural, horizontal ou vertical, vinculadoa uma parede portante, com a finalidade de obterenrijecimento na direção perpendicular à parede. O enri- jecedor pode ser embutido total ou parcialmente naparede, podendo, quando vertical, absorver cargas se-gundo seu eixo. 3.13 Diafragma 3.13.1 Componente estrutural laminar trabalhando comochapa em seu plano e que, quando horizontal e conve-nientemente ligada às paredes portantes, tem a finalidadede transmitir esforços de seu plano médio às paredes. 3.13.2  Admite-se que as lajes maciças ou lajes painéis(devidamente solidarizadas entre si) têm o funcionamentode diafragmas rígidos, enquanto as lajes nervuradas mis-tas, quando analisadas perpendicularmente à direçãode suas nervuras, têm o funcionamento de diafragmassemi-rígidos, necessitando de reforços complementaresde forma a objetivar a efetiva transmissão dos esforçosàs paredes.          L        i     c      e      n     ç        a        d      e       u      s     o       e      x     c        l      u      s        i      v      a       p       a      r      a         P      e        t      r     o        b      r        á      s         S  .       A  .        L        i     c      e      n     ç        a        d      e       u      s     o       e      x     c        l      u      s        i      v      a       p       a      r      a         P      e        t      r     o        b      r        á      s         S  .       A  . NBR 8798/19853 3.14 Travamento Componente estrutural do tipo barra, cuja função é limitarou anular deslocamentos normais ao plano dos esforçossolicitantes de outros componentes estruturais a elevinculados externamente. 3.15 Excentricidade Distância do eixo baricêntrico do componente estruturalao eixo da resultante das cargas. 3.16 Excentricidade estrutural Excentricidade resultante da posição prevista para acarga. 3.17 Excentricidade acidental Excentricidade resultante de imprecisão na execução. 3.18 Juntas de controle Juntas usualmente verticais e interrompidas, criadas nospainéis de alvenaria e seccionando todos os elementos. 3.19 Juntas de dilatação Juntas usualmente verticais e contínuas, seccionandotodos os componentes estruturais, isolando trechos daconstrução. 3.20 Argamassa de assentamento Elemento utilizado na ligação entre os blocos de concreto,garantindo distribuição uniforme de esforços, compostode cimento, agregado miúdo, água e cal ou outra adiçãodestinada a conferir plasticidade e retenção de água dehidratação à mistura. 3.21 Graute Elemento para preenchimento dos vazios dos blocos ecanaletas de concreto para solidarização da armadura aestes elementos e aumento de capacidade portante,composto de cimento, agregado miúdo, agregado graú-do, água e cal ou outra adição destinada a conferir tra-balhabilidade e retenção de água de hidratação à mis-tura. 3.22 Graute fino Graute cujo agregado possui dimensão máxima inferiorou igual a 4,8 mm. 3.23 Graute grosso Graute cujo agregado possui dimensão superior a4,8 mm. 3.24 Dosagem Conjunto de operações para o estabelecimento do traçode uma argamassa ou um graute. 3.25 Traço Expressão das proporções adequadas a cada caso, entreas quantidades dos materiais que compõem argamassaou um graute. 3.26 Controle de produção Conjunto de operações que permite ao produtor mantera qualidade do produto dentro de padrões preestabe-lecidos. 3.27 Controle de aceitação Conjunto de verificações destinadas a comprovar se oproduto atende a padrões previamente estabelecidos nasespecificações e no projeto da obra. 3.28 Argamassas semipreparadas Produtos aos quais falta obrigatoriamente água eopcionalmente cimento; para se obter, através de misturaadequada, uma argamassa. 3.29 Grauteamento Conjunto de operações de preparo dos vazios dos blocose canaletas, lançamento, adensamento e cura do graute. 4 Condições gerais 4.1 Materiais e elementos 4.1.1 Blocos Os blocos devem atender a NBR 6136. Nota: Recomenda-se a utilização de blocos somente com idadessuperiores a 21 dias, para evitar os efeitos da retraçãohidráulica inicial e irreversível. 4.1.2 Argamassa de assentamento e graute4.1.2.1  Materiais e constituintes:a) cimento:- cimento Portland comum (deve atender aNBR 5732);- cimento Portland de alta resistência inicial (deveatender a NBR 5733);- cimento Portland de alto forno (deve atender aNBR 5735);- cimento Portland pozolânico (deve atender aNBR 5736);- cimento Portland de moderada resistência a sul-fatos e moderado calor de hidratação e cimentoPortland de alta resistência a sulfatos (devematender a NBR 5737);b) cal hidratada (deve satisfazer aos requisitos daNBR 7175);  L       i        c      e      n        ç      a       d        e       u      s      o       e      x      c      l        u      s      i        v      a          p      a      r      a       P        e      t       r      o      b       r      á        s       S        .  A       .  L       i        c      e      n        ç      a       d        e       u      s      o       e      x      c      l        u      s      i        v      a          p      a      r      a       P        e      t       r      o      b       r      á        s       S        .  A       .   4NBR 8798/1985 c) agregados (devem atender a NBR 7211);d) água:- a água destinada ao amassamento da arga-massa e do graute deve ser isenta de teoresprejudiciais de substâncias estranhas;- presumem-se satisfatórias as águas potáveis eas que tenham pH entre 5,8 e 8,0 e respeitem oslimites máximos da Tabela 1;- em casos especiais, a critério do responsável daobra, devem ser consideradas outras substân-cias prejudiciais;- os limites da Tabela 1 incluem as substânciastrazidas à argamassa ou ao graute peloagregado;- no caso de não ser atendido qualquer dos limitesda Tabela 1, a água só pode ser usada se obe-decer às recomendações e limitações de-correntes de estudo em laboratório nacionalidôneo;e) aditivos e adições:- os aditivos e adições só podem ser usados seobedecerem às normas brasileiras (especifi-cações) ou, na falta destas, se as suas pro-priedades tiverem sido verificadas experimen-talmente em laboratório nacional idôneo, tendosido considerados satisfatórios;- para fins desta Norma, são permitidos os óxidospuros de srcem mineral utilizados como co-rantes. Tabela 1 - Limites máximos Matéria orgânica (expressa em3 mg/Loxigênio consumido)Resíduo sólido500 mg/LSulfatos (expressos em íons SO )300 mg/LCloretos (expressos em íons Cl -  )500 mg/LAçúcar5 mg/L 4.1.2.2 Dosagem experimental4.1.2.2.1  A dosagem experimental tem por finalidade esta-belecer o traço da argamassa e/ou graute para que estestenham a resistência e a trabalhabilidade previstas, ex-pressa esta última pela consistência. Pode ser feita porqualquer método baseado na correlação entre as ca-racterísticas de resistência e durabilidade do graute e/ouargamassa e a relação água/cimento, levando-se emconta a trabalhabilidade desejada e satisfazendo-se asseguintes condições:a) a fixação da relação água/cimento deve decorrer:- da resistência de dosagem aos 28 dias (f ad28  ouf gd28 ), ou na idade prevista no plano de obra paraque a resistência seja atingida;- das peculiaridades da obra relativas à sua du-rabilidade, tais como impermeabilidade, re-sistência à ação de líquidos e gases agressivos,a altas temperaturas e variações bruscas de tem-peratura e umidade e relativas à prevenção con-tra retração exagerada;b) a trabalhabilidade deve ser compatível com as ca-racterísticas dos materiais constituintes, com oequipamento a ser empregado na mistura, trans-porte, lançamento e, no caso do graute, aden-samento, bem como a eventuais peculiaridadesda fabricação e aplicação do graute e/ou arga-massa;c) o teor de cal em relação ao cimento (em volume),não deve ultrapassar os limites de 0,25 paraargamassas e de 0,10 para grautes; a fixaçãodesse teor deve decorrer:- da capacidade de retenção de água necessáriaà hidratação do cimento e diminuição daretração;- da possibilidade de se obterem a resistência e atrabalhabilidade desejadas, ao mínimo custo,satisfeita a 2ª subalínea de 4.1.2.2.1-a);d) a dimensão máxima do agregado do graute deveser inferior a 1/3 da menor dimensão dos furos apreencher. 4.1.2.2.2  Quando for conhecido o desvio-padrão s n  da re-sistência, determinado em ensaios com corpos-de-provada obra considerada ou de outra cujo graute e/ou arga-massa tenham sido executados com o mesmo equipa-mento e iguais organizações e controle de qualidade, asresistências de dosagem (f aj  ou f gj ) devem ser calculadaspelas fórmulas:f aj =f ak  + 1,65 sdf gj =f gk  + 1,65 sdOnde:f ak =resistência característica de projeto da arga-massaf gk =resistência característica de projeto do grautesd=desvio-padrão de dosagem, determinado pelaexpressão:sd = x n  . s n x n  tem o valor determinado conforme abaixo, de acordocom o número n de ensaios:n< 2020253050200x n(A) 1,351,301,251,201,10 (A) Adotar o critério dado pela Tabela 2.Notas: a) f ak  e f gk  são resistências características de projeto daargamassa e do graute, respectivamente, à mesmaidade.b) Não se deve tomar sd com valor inferior a 2,0 MPa. 4 −
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