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Normatização Das Medidas de Cadeiras Giratórias Operacionais e a Contemplação Da Antropometria Dos Usuários

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Consulta modelo e padronização de cadeiras
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  01/12/2016Normatização das medidas de cadeiras giratórias operacionais e a contemplação da antropometria dos usuárioshttp://www.efdeportes.com/efd199/normatizacao-das-medidas-de-cadeiras-giratorias.htm1/14 educación física educacion fisica deportes deporte sport futbol fútbol entrenamiento deportivo discapacidad aventura pokerackpot bet apuesta dados dice casino naturaleza lesión lesion deportiva psicologia sociologia estudios sociales culturalesphysical juegos game gambling education sports sciences education physique gimnasia fitness natacion atletismo velocidad  Normatização das medidas de cadeiras giratórias operacionais e a contemplação da antropometria dosusuários La estandarización de las medidas de las sillas giratorias operativas y la consideración de la antropometría delos usuarios   *Mestranda. Programa de pós graduação em Engenharia de produção**Prof. Doutor. Programa de pós graduação em Engenharia de produção(Brasil) Silvia Fiori Sala* silviamfsala@gmail.com Eugenio Merino** merino@ufsc.br   Resumo  A partir da norma brasileira NBR 13962:2006 que regulamenta cadeiras giratórias operacionais, como as que são freqüentemente utilizadas em escritórios, foirealizado um estudo onde se comparou as medidas estipuladas pela norma e padrões antropométricos disponíveis. Como resultado, apresentam-se as estaturasatendidas pela norma e seus limites inferiores e superiores.  Unitermos: NBR 13962:2006. Cadeiras. Antropometria. Biomecânica. Recepção: 30/10/2014 -  Aceitação: 10/12/2014.  EFDeportes.com, Revista Digital  . Buenos Aires, Año 19, Nº 199, Diciembre de 2014. http://www.efdeportes.com/ 1 / 1   Contextualização  As três posições mais naturais e adotadas pelo homem são a posição deitada, sentada e de pé (Iida, 2005). Parasentar-se, um indivíduo necessita de pelo menos uma superfície de apoio, podendo ser na altura do solo ou diferentedeste, como os móveis produzidos para este fim. O uso de assentos, cadeiras e afins datam da Antiguidade. Obanquinho, por exemplo, já no ano 2050 a.C., era um artigo de mobiliário bastante apreciado pelos egípcios, e acadeira já era apreciada no ano 1600 a.C. (referencia apud PANERO, 2006. p 57). Sobre o conceito de posição, GomesFilho (2003) coloca:  “A postura do ato de sentar naturalmente adotada pelo usuário, que deve manter as costas eretas, demaneira a se posicionar de tal forma que minimize as pressões em seus discos invertebrais, sem comisso criar tensões nos músculos eretos do tronco, preservando a curvatura da coluna tanto quantopossível.”   Por definição, a cadeira se diferencia por possuir essencialmente um plano de apoio para as nádegas e outro paraas costas (GOMES FILHO, 2003). Com a diversificação do mobiliário e surgimento de diversos modelos de cadeiras, desenvolveu-se característicaspara adaptação dos assentos a determinadas tarefas, assim como um sofá é uma peça associada ao lazer e àscadeiras de jantar e de escritório se diferenciam pela aparência e utilização. Histórico dos assentos  Após as teorias Tayloristas acerca da divisão do trabalho para maximização de resultados, as atividades emescritórios foram modificadas e atualizadas com estes novos conceitos para o aumento do rendimento individual. Apartir de estudos acerca da fadiga que indicavam que esta era causadora do mal trabalho, buscou-se a sua  01/12/2016Normatização das medidas de cadeiras giratórias operacionais e a contemplação da antropometria dos usuárioshttp://www.efdeportes.com/efd199/normatizacao-das-medidas-de-cadeiras-giratorias.htm2/14 eliminação, para assim aumentar a eficiência e conseqüentemente os lucros. Foi então quando projetaram cadeirasvoltadas ao trabalho de datilografia, a fim de facilitar a mudança de posição durante a tarefa para evitar a fadiga eencurtar o tempo gasto com isto.  As cadeiras para datilógrafas não foram desenvolvidas até o começo dos anos 1920, quando secomeçou a usar estudos sobre postura ao sentar que haviam sido feitos nas fábricas. As novas cadeirasbaseavam-se de perto naquelas projetadas para uso fabril: eram feitas de aço, com assento e encostoestofados e ajustáveis. Embora fossem eficientes e confortáveis, tinham aparência industrialinconfundível (FORTY, 2007. p184) Cadeiras de datilógrafa e estrutura. Gomes Filho, 2003  O uso do aço e não da madeira em mobiliários exclusivos ao escritório teve mesmo a intenção de tornar esteambiente mais parecido com a fábrica, deste modo diminuindo o status social do trabalhador de escritório, que jáestava em declínio após as divisões de tarefas e o crescimento do emprego de mulheres para este setor. Para osteóricos da administração científica, essa associação com o trabalho fabril tinha grandes atrativos, pois propiciava umaprova visível de que seus métodos e análises tinham aplicação universal em todos os tipos de trabalho,independentemente das pretensões sociais dos trabalhadores (Forty, 2007). Escrivaninhas e cadeiras de escritório, Gomes Filho, 2003  O período pós Segunda Guerra Mundial revolucionou o mundo em diversos aspectos, sendo um deles a percepçãodos ambientes e a impressão que se queria ter dele. Com isto revolucionou-se o padrão de mobiliário de escritório,surgindo na Grã-Bretanha móveis com padrão de gosto doméstico contemporâneo, com acabamentos em madeirasclaras e estofados de cores vivas, rompendo com a monotonia dos modelos anteriores a este período que eramescuros e impessoais. Estes novos eram destinados apenas aos gerentes, executivos sênior e demais funcionários depostos de prestígio, aumentando assim a diferenciação entre hierarquias (FORTY, 2007). Por volta da década de 60 já era comum que os demais trabalhadores de escritório tivessem passado por estamodernização do mobiliário, tendo semelhanças em acabamento e estilo com as que surgiram na década anterioraos trabalhadores do topo da hierarquia, porém, para fortalecer ainda mais esta diferença entre os trabalhadores, osmodelos se diferenciavam, deixando claras as distinções entre os chefes e os trabalhadores comuns (FORTY, 2007). A partir de colocação do autor Panero (2006, p57) em relação às cadeiras afirma que, apesar de sua presença  01/12/2016Normatização das medidas de cadeiras giratórias operacionais e a contemplação da antropometria dos usuárioshttp://www.efdeportes.com/efd199/normatizacao-das-medidas-de-cadeiras-giratorias.htm3/14 constante e longa história, em termos de projeto, o assento é ainda um dos mais pobres elementos de ambientesinternos. Cadeira de escritório. Gomes Filho, 2003  Acerca do estudo  O objetivo principal deste estudo é a partir de estudo acerca da norma NBR 13962:2006, que determina cadeiraspara uso operacional, compará-la com as medidas antropométricas nacionais, a fim de identificar qual público epercentis são plenamente atendidos pela normativa. Durante a realização de uma Análise Ergonômica do Trabalho(AET), notou-se que os modelos de cadeiras existentes no mercado não atendem com plenitude a todos os indivíduos. Para a realização deste estudo utilizou-se de técnicas exploratórias por meio de materiais gerados por autores,como as tabelas e dados antropométricos, além do software Antroprojeto (CASTRO, 2003), comparando-os com asmedidas estipuladas pela norma brasileira para cadeiras operacionais (NBR 13962:2006), através de comparativos. Na Ergonomia Trabalho estático e dinâmico O tipo de trabalho é dividido em estático ou dinâmico de acordo com a atividade. O trabalho dinâmicocaracteriza-se pela alternância de contração e extensão, portanto, por tensão e relaxamento. Hámudança no comprimento do músculo, geralmente de forma rítmica. Já o trabalho estático diferencia-sedeste, sendo que de maneira oposta ao primeiro é menos dinâmico, ou seja, caracteriza-se por umestado de contração contínua da musculatura, mantendo a postura constante (Grandjean, p. 15). O trabalho comum de escritório, realizado de maneira sentada, é considerado trabalho estático, poismantêm a postura do dorso constante, em geral, movimentando muito pouco os braços e pernas. A posição sentada A posição sentada é aquela que se mantêm sobre uma superfície de apoio como uma cadeira, doponto de vista da ergonomia, o ato de sentar é tido como uma postura humana natural para aliviar afadiga da postura em pé (ergonomia do objeto - p96). Esta exige atividade muscular do dorso e doventre para manter esta posição. Praticamente todo o peso do corpo é suportado pelo osso ísquio, nasnádegas. O consumo de energia é de 3 a 10% maior em relação à posição horizontal (Iida, 2005. p167).  Posturas sentadas por um longo tempo ocorrem em escritórios, mas também nasfábricas. A posição sentada apresenta vantagens sobre a postura ereta. O corpo ficamelhor apoiado em diversas superfícies: piso, assento, encosto, braços da cadeira, mesa.Portanto a posição sentada é menos cansativa que a de pé (Dul web... p. 15)  A figura a seguir exemplifica a dinâmica de pressão entre o osso ísquio e o assento  01/12/2016Normatização das medidas de cadeiras giratórias operacionais e a contemplação da antropometria dos usuárioshttp://www.efdeportes.com/efd199/normatizacao-das-medidas-de-cadeiras-giratorias.htm4/14 Figura: Ilustração do osso ísquio. Panero, 2006. p. 58  Antropometria e percentis A antropometria é a área responsável pela medição e estudo das dimensões e características físicasde indivíduos. Estudos nesta área realizaram medição de grupos de pessoas a fim de identificar umpadrão e percentagem de pessoas com medidas aproximadas e o nível de repetição de padrões, dandosrcem aos percentis de medidas. Os percentis apresentam o padrão de medidas e a ocorrência em determinados grupos ou regiões,sendo que os mais comumente aplicados são o percentil 5, que é a minoria de mais baixa estatura, opercentil 50 que compreende a maioria e o padrão médio e por fim o 95, que representa a minoria demaior estatura. Não se costuma projetar para todos. Os poucos indivíduos que estão em ambasextremidades da curva podem ser tão extremos que a fabricação de um design tãoabrangente se torne grande demais ou cara demais. Os militares norte-americanosoptaram por excluir os 5% na extremidade inferior e outros 5% na extremidade superior,dessa forma acomodando 90% da população mediana pelos padrões militares. O valor de5% é denominado percentil 5 e o valor de 95%, percentil 95 (Tilley, 2007. p16) Acerca da amplitude e abrangência dos cálculos acerca dos percentis em conflito com o realatendimento dos mesmos, Panero (2006, p. 37) expõe: Um erro muito sério na aplicação de dados é pressupor que uma dimensão de percentil50 represente as medidas de “um homem médio” e criar um projeto para acomodar osdados desse percentil. A falácia de tal hipótese é que, por definição, 50% desse grupopodem sofrer conseqüências de um mal projeto. O chamado “homem médio” simplesmente não existe. Dependendo da natureza do problema de projeto, ele poderiaser concebido para acomodar o percentil 5 ou 95, de modo que maior parte da populaçãoseja atendida.Medidas antropométricas As tabelas a seguir apresentam medidas de indivíduos brasileiros, a primeira uma amostra de 3100trabalhadores homens e a segunda 500 indivíduos, contento mulheres e homens (PANERO, 2006)
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