Engineering

O ENSINO DA GEOGRAFIA E A PRÁTICA DOCENTE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO NA CIDADE DE AQUIDAUANA/MS

Description
O ENSINO DA GEOGRAFIA E A PRÁTICA DOCENTE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO NA CIDADE DE AQUIDAUANA/MS Raphael de Leão Duarte Pós-graduando em Geografia UFMS/CPAQ Vicentina Socorro da
Categories
Published
of 10
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
O ENSINO DA GEOGRAFIA E A PRÁTICA DOCENTE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO NA CIDADE DE AQUIDAUANA/MS Raphael de Leão Duarte Pós-graduando em Geografia UFMS/CPAQ Vicentina Socorro da Anunciação Professora adjunta UFMS/CPAQ. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/CPAQ INTRODUÇÃO Enfatizar a autenticidade da geografia como componente curricular, bem como esclarecer o papel do saber geográfico na formação do cidadão tem se apresentado como uma questão problemática para a geografia escolar. Ainda existe um considerável distanciamento entre a realidade discente e a geografia, o que faz com que a mesma seja evocada como um componente curricular sem importância. Entretanto, não devem ser negados os esforços lançados por agentes envolvidos, direta e indiretamente, com o ensino da geografia escolar, no intuito de proporcionar um conhecimento significativo aos alunos, por meio do desenvolvimento de materiais e metodologias mais eficazes. Na tentativa de romper com esse distanciamento, muito se discutiu e vem sendo discutido com relação aos procedimentos de ensino da geografia na Educação Básica em eventos científicos, periódicos, livros dissertações e teses. Nestes espaços de diálogos dos saberes, a utilização de metodologias lúdicas tem se apresentado com maior relevância. Pesquisas educacionais têm provado a contribuição do lúdico como ferramenta de associação entre teoria e prática, tornando as aulas mais dinâmicas e envolvendo considerável parcela dos alunos na produção do conhecimento. Segundo Duarte (2013), metodologias lúdicas são [...] todas as metodologias que promovem a aprendizagem de forma dinâmica e prazerosa, através da utilização de linguagens diferenciadas como jogos, músicas, atividades práticas, produção e leitura de histórias em quadrinhos, imagens, cartas e cartões-postais entre outros. (DUARTE, 2013). O lúdico proporciona o conhecimento significativo ao aluno, por meio da experimentação, da vivência, da interação e integração (DOMINIAK E AGUIAR, 2006). De acordo com Anjos e Huss (2013), as atividades lúdicas apresentam dinamismo em suas abordagens, utilizando variados instrumentos de ensino, levando a criança e o adolescente a experimentar, criar, vivenciar e aprimorar habilidades. Para Kraemer (2007) o lúdico pode ser entendido como instrumento de apoio ao professor, por meio do qual é possível trabalhar de maneira prazerosa as dificuldades de aprendizagem (KRAEMER, 2007). A autora enfatiza o lúdico como uma forma moderna de ensinar. Portanto, pode-se considerar o mesmo como uma tentativa de acompanhar a evolução do pensar que, por sua vez, representa um dos atributos componentes da dinâmica socioespacial, bem como para superar um dos grandes desafios que o professor enfrenta no cotidiano escolar: conquistar o interesse dos alunos pelo conhecimento geográfico e a participação nas aulas. Conquistar o interesse dos alunos pelas aulas de Geografia tem se tornado uma tarefa cada vez mais difícil. Isto pode estar relacionado à facilidade em relação ao acesso as informações proporcionadas pela tecnologia da informação e comunicação como internet, sistemas computacionais, aparelhos celulares assim como as redes sociais, produtos de um mundo globalizado. (DUARTE, 2013). A vivência, o incentivo à utilização do raciocínio lógico, a tomada de consciência, a interação são exemplos de vibrações positivas resultantes da utilização de abordagens prático-lúdicas. Para Viana et al (2013), A atividade lúdica é uma forma de expressão e apropriação do mundo das relações, das atividades e dos papéis dos adultos. As crianças e adolescentes, por intermédio dessas atividades, atuam, mesmo que simbolicamente, nas diferentes esferas humanas, reelaborando sentimentos, conhecimentos, significados e atitudes. Em determinadas atividades lúdicas, em especial os jogos, os alunos são colocados em situações problemas (simuladas), nas quais são trabalhados os mecanismos necessários ao processo de tomada de consciência (OLIVEIRA, 2009). Breda (2013) defende o uso de jogos devido a possibilidade de trabalhar conteúdos geográficos, como noções cartográficas, de forma descontraída e espontânea. De fato o lúdico vem provando sua relevância para o ensino e aprendizagem da geografia. Porém sua aplicação na Educação Básica, especificamente na rede estadual de ensino da cidade de Aquidauana/MS, ocorre de forma introversa e parca. Neste sentido esta pesquisa buscou compreender, com base no relato de professores de geografia que atuam nas escolas da rede estadual de ensino no perímetro urbano de Aquidauana e estudantes do Curso de Geografia Licenciatura da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/CPAQ, os motivos para tal situação, ou seja, entender quais fatores vem limitando ou impedindo a inserção do lúdico na prática docente. Assim, enfatizou o exercício docente na Educação Básica e a formação pré-serviço, na perspectiva de refletir sobre o ensino da geografia e contribuir com o mesmo, na perspectiva de inserção e prática do lúdico. OBJETIVOS A pesquisa enveredou analisar a aplicação de atividades lúdicas no ensino da geografia na rede estadual de ensino da cidade de Aquidauana/MS, enfatizando as limitações para o planejamento de aulas, bem como as metodologias de ensino aplicadas nas aulas de geografia, compreendendo as dificuldades encontradas pelos professores na preparação de aulas práticas, dessa forma, refletir sobre o cotidiano docente no contexto da realidade local. Além disso, identificar as dificuldades encontradas pelos acadêmicos do curso de licenciatura em geografia no desenvolvimento de atividades práticas na disciplina de prática de ensino em geografia. METODOLOGIA Para alcançar os objetivos traçados buscou realizar uma revisão da literatura, partindo das principais bases teóricas conceituais sobre o lúdico. Aplicou-se uma pesquisa por meio de entrevistas com professores de geografia nas oito escolas da rede estadual de ensino da cidade de Aquidauana/MS que oferecem Ensino Fundamental e Médio, e com acadêmico do Curso de Geografia da UFMS/CPAQ, utilizando como ferramenta de coleta de dados questionários específicos para cada categoria. A etapa de coleta de dados ocorreu em dois períodos: com os referidos alunos de graduação, as entrevistas foram realizadas entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, totalizando 61 entrevistados; com os professores, totalizou 11 entrevistas, realizadas entre os meses de agosto e outubro de A partir das entrevistas com os primeiros, verificou-se o conhecimento sobre a ludicidade no ensino da geografia, bem como suas dificuldades para o cumprimento das atividades nas disciplinas do curso, especificamente aquelas com abordagens prático-lúdicas, e identificou a presença ou a não vocação para o exercício docente. No tocante ao segundo grupo de entrevistados, buscou-se identificar os procedimentos metodológicos mais aplicados em sala de aula, as adversidades e limitações que impedem ou dificultam a aplicação de atividades práticas e o alcance de seus objetivos, além de verificar as perspectivas dos professores em relação ao lúdico no ensino, o embasamento teórico inerente à temática. Foram elaboradas 15 perguntas para compor o questionário direcionado aos estudantes do curso de licenciatura em geografia da UFMS/CPAQ, entre elas, oito perguntas fechadas e sete perguntas abertas, referindo-se a informações pessoais como faixa etária, gênero, estado civil, profissão e ao currículo, e informações acadêmicas como a opiniões sobre a qualidade do curso, as perspectivas para carreira docente e o conhecimento sobre as atividades prático-lúdicas no ensino da geografia. O questionário aplicado aos professores apresentou 19 perguntas, com intuito de compreender a forma com que organizam o tempo para conciliar trabalho, lazer e família, assim como ressaltar aspectos relativos ao currículo, carga-horária de trabalho, procedimentos de ensino, a opinião e conhecimento sobre o lúdico e seus resultados em relação ao processo de ensino e aprendizagem, bem como os fatores que dificultam sua aplicação, as referências bibliográficas mais consultadas e os recursos utilizados como complemento ao livro didático, a frequência de investimento de recursos financeiros próprios na preparação das aulas e a realização de aulas de campo ou fora da sala de aula. Os professores também foram questionados sobre os conteúdos que seus alunos apresentam dificuldades e em relação à percepção dos discentes sobre sua realidade local. O questionário também apresentou espaço para manifestação de anseios dos professores em relação ao ambiente escolar e o rendimento de seu trabalho, buscando identificar o interesse dos mesmos em melhores formas de aproximação entre universidade e as escolas. Os dados obtidos receberam tratamento qualitativo, adotando-se três métodos: o dedutivo, partindo das ideias de Barros e Lehfeld (2000) em que a dedução consiste em um recurso metodológico em que racionalização ou combinação de ideias em sentido interpretativo vale mais que a experimentação de caso por caso ; o hipotético, pois se apontam respostas provisórias para os questionamentos; o método dialético, partindo da contradição de uma realidade inicial, buscando-se chegar à outra, além de se discutir os resultados relacionando espaço e sociedade como um conjunto de processos. RESULTADOS Os resultados apontam que dentre os procedimentos metodológicos mais utilizados pelos professores, se destacam a aplicação de atividades de leitura e interpretação de mapas, utilização da sala de tecnologia, aulas expositivas e dialogadas, leitura de textos contidos no livro didático, em revistas, jornais e escrita no quadro. As coleções Geografia crítica de José William Vesentini e Vânia Vlach, Projeto Araribá: geografia, organizado pela Editora Moderna, são as principais referências adotadas, complementadas pela utilização de revistas, jornais, textos publicados na internet, enciclopédias, vídeos e filmes. No contexto geral as escolas não dispõem de recursos suficientes e capazes para atender todos os professores em todas as suas atividades, o que leva alguns professores a investir recursos financeiros próprios na preparação de suas aulas. Apenas um dos professores entrevistados adota essa prática frequentemente, outro afirmou nunca investir recurso financeiro próprio e a maioria, apenas em situações eventuais. No tocante à contribuição do lúdico para o ensino e aprendizagem da geografia, os entrevistados ressaltaram o estímulo e facilitação da aprendizagem, por meio da associação da teoria com prática, permitindo a vivencia, aprimoram o conhecimento e a compreensão dos conteúdos, estimulando a participação e o interesse dos alunos pelas aulas. Dois dos professores não souberam responder a esta pergunta alegando que nunca tiveram contato com atividades lúdicas. Segundo os professores, a aplicação do lúdico é barrada pela apatia e/ou falta de interesse dos alunos, a curta duração de cada aula, a falta de material e recursos, a falta de tempo para o planejamento, as condições da estrutura física da escola e a falta de horário disponível no calendário escolar. Coordenadas geográficas, temas que envolvem a geografia econômica, cartografia, temas da geografia física em geral, orientação e localização, escalas, as guerras religiosas e placas tectônicas, são os conteúdos que os entrevistados percebem maior dificuldade por parte de seus alunos. Segundo os mesmos, os discentes demonstram possuir conhecimento da realidade local quando falam nos diálogos sobre algo que viram, leram ou assistiram, exemplificando e fazendo comparações de situações ocorridas em sua cidade, bairro ou próximo de suas casas com os temas estudados em sala de aula. Segundo os professores, a problemática inerente ao distanciamento entre a geografia e a realidade docente, bem como a insuficiente utilização de metodologias lúdicas, poderia ser solucionada a partir da aplicação de maior investimento de recursos financeiros, implantação de laboratórios de geografia, estrutura física que ofereça melhores condições de trabalho e aprendizagem dos alunos, realização de oficinas, palestras e projetos de ensino com temas específicos, redução do número de alunos por sala, estabelecimento de parcerias com a universidade com projetos de ensino com metodologias diferenciadas que atendam a realidade escolar, promovidos pelo curso de licenciatura em geografia. Portanto, considera-se a existência do anseio nos referidos professores para a inserção do lúdico em suas práticas pedagógicas, porém ainda se apresentam as complicações inerentes aos fatores listados, tornando esse, um processo complexo. Em relação aos acadêmicos, a maioria dos estudantes entrevistados dispõe de maior tempo para se dedicar às atividades das disciplinas do curso, pois de acordo com as informações obtidas na entrevista, 35% possuem profissão, isto é, qualquer atividade profissional remunerada não relacionada ao contexto acadêmico, 65% são apenas estudantes, incluindo bolsistas e aqueles que se dedicam as atividades do lar. Com relação ao motivo da escolha pelo referido curso, observou-se que este se dá por vários fatores: devido à proximidade de sua residência ou porque o curso é oferecido na cidade onde mora; o interesse ou preocupação com as questões sociais; a afinidade com a disciplina geografia (geografia escolar); a falta de opções; a busca pelo enriquecimento curricular; o valor atribuído principalmente ao conhecimento proporcionado pelo curso (não significa que querem ser professor de geografia); a demanda do mercado de trabalho; a influência e o incentivo de terceiros; o desejo de ser professor de geografia ou de qualquer outro componente curricular; a baixa concorrência no processo seletivo. Percebe-se, em alguns casos, que os estudantes ingressam no curso de geografia sem a compreensão do que realmente é a geografia, além de trazer consigo certa aversão pela mesma, herança da Educação Básica. Contatou-se que 87% dos entrevistados pretendem exercer a docência e 90% almeja cursar pós-graduação. Os alunos de licenciatura entrevistados, afirmaram que o lúdico facilita a aprendizagem, estimula a interação e a participação nas aulas, desperta o interesse dos alunos, incentiva o aluno a se expressar, torna as aulas mais dinâmicas e divertidas, facilita a compreensão dos conteúdos, associa teoria e prática, possibilitam o conhecimento significativo. Embora presente o conhecimento sobre o lúdico no público alvo da pesquisa, considera-se o embasamento teórico referente a metodologias lúdicas ainda insuficiente. Entre os conteúdos em que encontram maior dificuldade para trabalhar de forma lúdica, destacam-se conteúdos relacionados à geografia física, como ciclo das rochas, placas tectônicas, relacionados à geomorfologia e à geologia, à geografia humana, como conflitos mundiais, globalização, conteúdos relacionados à cartografia, à geografia política, à globalização, à climatologia, orientação e localização. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir das informações constatadas neste estudo, obtém-se um viés na forma pela qual se ensina geografia na realidade local analisada; as metodologias adotadas nas práticas pedagógicas; como tem sido um dos principais fatores que corroboram para o distanciamento entre o discente e a geografia; o que se caracteriza como problemática da geografia no referido município, porém, o professor não pode ser considerado o único culpado para a situação em que a geografia escolar se encontra. As dificuldades enfatizadas pelos professores demonstram a necessidade de se discutir o ensino da geografia a partir de uma perspectiva sistêmica, levando em consideração todos os agentes envolvidos, como escola, discentes e docentes, poder público e politicas públicas educacionais, instituição de ensino superior, isto é, o sistema educacional, em escala local, regional e nacional. Os professores em exercício, os quais o senso comum nos leva a afirmar que estão acomodados, não escolhem apenas aderir ao comodismo, mas sim essa é uma condição que, em muitos casos, lhe são impostas pelos referidos fatores. É importante ressaltar que o comodismo não é uma realidade de todos os professores, por tanto não pode ser tomado como regra. Em relação aos acadêmicos do Curso de Geografia Licenciatura da UFMS/CPAQ intencionam exercer a docência, porém são poucos os que possuem vocação para o ser professor, isso porque a grande maioria dos acadêmicos entrevistados não se vê como professor. Ao serem questionados sobre a contribuição do lúdico para o ensino e aprendizagem da geografia, os acadêmicos refletem sobre o tema em questão relacionando-o apenas à suas dificuldades e ao seu progresso no curso, não se atentando quanto ao significado de tudo o que o estudante de licenciatura vivencia durante sua passagem pelo curso para sua prática docente ao assumirem uma sala de aula. O pouco contato dos acadêmicos com a realidade escolar é outro fator que prejudica a sua formação. Considera-se que a carga horária das disciplinas de Estágio Obrigatório e Atividades Complementares (horas de ensino) proporcionam pouca experiência na formação profissional. Portanto torna-se necessário discutir melhores formas para promover a vivência do ser professor, possibilitando a definição de um perfil profissional ainda durante a graduação. A universidade, por sua vez, pode interagir com as escolas produzindo materiais didáticos e paradidáticos, além de desenvolver procedimentos metodológicos que poderão dar auxílio ao ensino da geografia escolar, oferecer recurso humano por meio da mobilização dos acadêmicos que atuarão como professores aprendizes. Neste sentido, a universidade estará provando seu papel social, não apenas pela formação de profissionais de qualidade que atuarão na educação, mas também, provando que o curso de licenciatura em geografia pode se apresentar como um importante agente na mitigação da problemática da geografia escolar na referida cidade, especificamente na solução das lacunas que barram a aplicação de atividades prático-lúdicas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANJOS, B. J. dos; HUSS, E. A. O jogo de tabuleiro no ensino de geografia: uma proposta para favorecer a aprendizagem. In: ENCONTRO NACIONAL DE PRÁTICAS DE ENSINO DE GEOGRAFIA, , João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, CD-ROM. BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, BREDA, T. V. O jogo da memória na construção das noções cartográficas. In: ENCONTRO NACIONAL DE PRÁTICAS DE ENSINO DE GEOGRAFIA, , João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, CD-ROM. DOMINIAK,D. J; AGUIAR, W. G. Atividades lúdicas no ensino da geografia na 5ª série. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/ pdf . Acesso em 20 de maio de DUARTE, R. L. Análise da aplicação de atividades lúdicas no ensino da geografia na rede estadual de ensino na cidade de Aquidauana/MS. Trabalho de conclusão de curso (Graduação), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Aquidauana, KRAEMER, M. L. Lendo, brincando e aprendendo. Campinas: Autores Associados, MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 5 ed. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, F. N. de.; BAZON, F. V. M. (Re) significando o lúdico: jogar e brincar como espaço de reflexão. Londrina: EDUEL, VIANA, B. A. S.; VIANA, S. C. S. Ensino geográfico e educação ambiental: a contribuição dos métodos lúdicos para discussão da problemática do lixo. In: ENCONTRO NACIONAL DE PRÁTICAS DE ENSINO DE GEOGRAFIA, , João Pessoa. Anais... João Pessoa: UFPB, CD-ROM.
Search
Similar documents
View more...
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks