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O PODER NAS ORGANIZAÇÕES DE PEQUENO PORTE NA CIDADE DE GUARAPUAVA PR. Área: ADMINISTRAÇÃO

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O PODER NAS ORGANIZAÇÕES DE PEQUENO PORTE NA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Área: ADMINISTRAÇÃO Aroldo Messias de Melo Junior Universidade Estadual do Centro-Oeste UNICENRO Rua Padre Salvador, 875
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O PODER NAS ORGANIZAÇÕES DE PEQUENO PORTE NA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Área: ADMINISTRAÇÃO Aroldo Messias de Melo Junior Universidade Estadual do Centro-Oeste UNICENRO Rua Padre Salvador, 875 Resumo As organizações de pequeno porte têm aumentado sua importância no contexto mundial de forma expressiva no decorrer dos anos. A importância no desenvolvimento econômico, inovação tecnológica, geração de emprego e renda no país faz delas um importante aliado para fortalecimento do Brasil como nação, e segundo o SEBRAE representam 98 das empresas constituídas. Os estudos desenvolvidos nesse setor têm demonstrado que o processo de gestão por parte dos empreendedores é cada vez mais profissional, motivados pelo bom desempenho que alcançam em suas áreas e, também, pelo comprometimento de seus colaboradores no desempenho de suas atividades. Uma das reflexões importantes em relação a essas organizações vem de Longenecker (2007), quando destaca que as operações dessas empresas nem sempre são caóticas, mas amplamente desafiadoras. Este estudo se propôs a demonstrar a existência de uma estrutura organizacional formal, a forma e os tipos de poderes existentes nas pequenas empresas e como esse poder influencia a produtividade de seus funcionários. Os resultados obtidos permitem observar que 55, na média dos colaboradores, reconhecem a existência dessa estrutura, e que o poder existente está mais orientado para o poder condicionado e de recompensa. Palavras-chave: Organizações, gestão, poder. 1 INTRODUÇÃO A busca do entendimento dos aspectos que influenciam e interferem no processo de gestão das micro e pequenas empresas têm despertado o interesse, não só de pesquisadores e estudiosos da administração, mas também dos organismos públicos que percebem a importância 1 que essas empresas têm no contexto econômico mundial, e segundo dados disponibilizados pelo SEBRAE, as mesmas contribuem para a sustentabilidade da economia de grande parte das cidades do Brasil. A sociedade de um modo geral espera que esses estudos ofereçam a possibilidade de resolverem grande parte de seus problemas, para que a geração de emprego e renda, um dos pilares do desenvolvimento, seja mais sustentável. O SEBRAE classifica as empresas por porte e segmento conforme a Tabela 1: TABELA 1 - Classificação das empresas segundo o porte Porte/setor Indústria Comércio e Serviços Microempresas Até 19 Até 9 empregados Pequeno porte De 20 a 99 De 10 a 49 Médias De 100 a 499 De 50 a 99 Grandes 500 ou mais 100 ou mais Fonte: Sebrae/2009 A grande maioria dos empreendedores que resolvem ir atrás de seus sonhos e desenvolver uma atividade por iniciativa própria carece de informações que lhes permita gerenciar e dar continuidade ao seu propósito de maneira mais segura e confiável. Diversos são os problemas que afetam o dia a dia dessas organizações, tais como: gerenciamento dos recursos materiais, humanos e financeiros, necessitando dessa forma obter maiores conhecimentos e informações que permitam minimizar esses aspectos negativos (TACHIZAWA, 2004). Segundo Longenecker (2007) as operações das pequenas empresas nem sempre são caóticas, mas exigem dos proprietários ou empreendedores ações desafiadoras na sua condução, diferentes das exigidas dos executivos de grandes corporações, já que essas possuem uma gestão profissional e por isso conseguem superar de forma mais tranquila as adversidades do mercado. Um dos aspectos mais importantes no contexto dessas organizações é o equilíbrio das relações entre proprietários e colaboradores, de forma que os mesmos tenham objetivos comuns e sinérgicos em relação ao empreendimento (PARSONS, 1969). O propósito deste estudo foi identificar os tipos de poderes segundo a teoria 2 administrativa, como o mesmo é exercido nas organizações de micro e pequeno porte e sua influência nos resultados obtidos. Identificar se as organizações possuem uma formalização hierárquica, como são estabelecidas as relações de poder nas organizações; identificar a percepção dos colaboradores dos tipos de poder existentes e identificar e avaliar o impacto do poder nos resultados dos colaboradores e da organização em relação ao exercício do poder. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA As Organizações De Micro E Pequeno Porte O crescimento do numero de micro e pequenas empresas no Brasil, tem suscitado um maior volume de interesse por parte dos órgãos que estudam seu impacto no contexto econômico nacional. Isso se deve pela importância que essas empresas apresentam e por assegurarem o desenvolvimento e estabilidade da nação. Segundo o SEBRAE (2009) essas empresas representam hoje mais de 98,23 das empresas constituídas e geram um universo de mais de 43,41 dos empregos formais, mas participando apenas de um terço do faturamento global de todas as empresas nacionais. Em 2015, o Brasil terá uma empresa para cada 24 habitantes. Essa foi a conclusão da pesquisa Cenários para as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) do Estado de São Paulo 2009/2015 , realizada pelo Observatório das MPEs do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo). O estudo mapeou as tendências nacionais e mundiais e identificou a evolução na quantidade de empreendimentos abertos. O número brasileiro chegará, em 2015, perto dos europeus registrados em 2000 (SEBRAE,2009). A expansão dessas empresas se deve em grande parte a diferentes fatores, dentre eles, a complexidade da sociedade, mudanças estruturais nas indústrias, falência do setor publico e estatal, e a própria mentalidade do brasileiro que deseja sua independência profissional e material (CIELO,2006). Dutra et all (2008) destacam que por esse motivo, o empreendedorismo tem de maneira impactante auxiliado o desenvolvimento empresarial e se tornado um fator de impulsão no 3 contexto socioeconômico, no nível macro, e um vasto campo de estudos para o entendimento de estratégias aplicadas, gestão de pessoas e do processo inovador. Segundo os mesmos autores, em termos de estudos acadêmicos no Brasil, particularmente na área de administração, predominam aqueles que se situam no campo do empreendedorismo independente. Cielo (2006) esclarece que pesquisas realizadas sobre o assunto confirmam que o sucesso de um empreendimento está diretamente relacionado às características e fatores comportamentais de seus empreendedores, os quais procuram combinar talento, conhecimento e uma persistência inata, no sentido de sobreviver, mas, também garantir o desenvolvimento de seu negocio. Nesse sentido, é que se busca o entendimento dos aspectos que afetam o crescimento e desenvolvimento dessas organizações, visto que, na maioria das vezes, são criadas a partir da vontade e dos sonhos de apenas uma pessoa e que não raro carece de atributos necessários ao papel de empreendedor. Empreendedores são pessoas que fazem a diferença, sentem uma coisa forte que vem de dentro e os impulsiona a realizar algo, e que vêem uma oportunidade em todas as situações que outras pessoas vêem apenas o caos (TACHIZAWA, 2004). Longenecker (2007) destaca ainda que existe uma grande variação na forma que essas empresas são conduzidas, com um espectro de diferenciação nos extremos, que apresentam: de um lado profissionais com pouca qualificação e de outro, altamente qualificados. Segundo o autor, as idéias desses empreendedores estão baseadas na maneira como foram tratados em relacionamentos profissionais ou familiares anteriores. Alguns empreendedores são profissionais na abordagem gerencial enquanto outros são empreendedores em inovação e na disposição em assumir riscos. Considerando que uma empresa é criada para seu crescimento, há a necessidade do empreendedor definir a relação entre as atividades da empresa e os funcionários que a compõem. Nas pequenas empresas, a estrutura organizacional tende a se desenvolver com pouco planejamento consciente. A estrutura é moldada pela experiência advinda do trabalho e do crescimento, em vez de ser derivada de um livro-texto ou do fluxograma organizacional de outra empresa. 4 A grande questão que se pretende responder neste trabalho é: Os colaboradores identificam a estrutura organizacional, as formas e tipos de poderes e sua influencia no desenvolvimento de suas atividades? O contexto humano Num ambiente onde se dão as mais diversas formas de relacionamento, surgem pela própria dinâmica, situações em que o poder aparece como forma de proporcionar equilíbrio ou conflitos e torna-se necessário conhecer como o poder é exercido e seus tipos mais presentes. As características particulares de cada indivíduo no contexto da organização oferecem uma gama de particularidades que podem de alguma forma gerar conflitos e necessidade de controle efetivo para a consecução de seus objetivos. Nesse contexto surge a necessidade de estabelecer a relação de subordinação e liderança para que as relações de poder na organização se explicitem e permitam uma gestão profissional e competente. Ferreira (2001) destaca as diferenças existentes entre objetivos e projetos dos participantes dessa relação e que os mesmos tanto podem ser dinamizados no interior como no exterior das organizações, o que provoca certa imprevisibilidade comportamental entre os indivíduos e grupos que nelas interagem. Na sua visão a existência de certa liberdade e incerteza no interior das organizações, gera a necessidade de uma negociação da parte das organizações sobre seus integrantes, no sentido de motivá-los a consecução de objetivos comuns. Nesse contexto, emerge uma ação coletiva, apesar dos integrantes e a organização seguirem orientações divergentes. O poder dos indivíduos e grupos sobre o funcionamento da organização advém dessa ação coletiva. Ressalta ainda o autor que cada indivíduo não exerce o poder somente em relação ao funcionamento da organização, mas, possui a possibilidade de exercer o poder, quando influencia o comportamento de outros indivíduos e grupos da organização, criando uma situação de equilíbrio pelo fato do exercício do poder resultar de relações de poder e de uma troca sustentada pelas suas capacidades e possibilidades relacionais na organização. 5 Uma das questões importantes destacadas por Ferreira (2001) é a questão que as relações de poder, definidas pelo papel que cada um desempenha na organização, podem coincidir ou não com a distribuição de poder descrita na estrutura formal da organização, emergindo disso, um poder que tem origem em relações sociais informais. Num pronunciamento John F Kennedy salientou que... o problema do poder é saber como conseguir fazer uma utilização responsável do mesmo, ao invés de o usar de uma forma irresponsável e que beneficie o próprio ou como fazer que os homens de poder vivam em prol do público e não às custas do público. 3 O PODER Na visão critica de Bachrach e Baratz (citados em LUKES, 1980), os mesmos argumentam que a visão bidimensional do poder é restritiva e que o poder possui duas faces: é totalmente corporificado e plenamente refletido em decisões concretas ou em atitude incidindo diretamente na sua elaboração. Segundo Lukes (1980) o poder é: um conjunto de valores, crenças, rituais e processos institucionais predominantes (regra do jogo), que operam sistemática e consistentemente em beneficio de certas pessoas e grupos, à custa dos outros. Parsons citado em Lukes (1980) conceitua poder como ligado a autoridade, consenso e busca de metas coletivas e desassociado de conflitos de interesse e em particular, da coerção e força. Já Arendt (1968) refere-se ao poder como a capacidade humana de não só agir, porém de agir em conjunto, considerando que o poder não pertence a um individuo em especial, mas a um grupo e permanece em existência apenas enquanto o grupo prossegue unido. Segundo Galbraith (1989) um exercício oponente do poder é o principal dissolvente do poder econômico. Segundo o autor, por detrás das referencias usuais ao poder econômico, político, militar e religioso, existem fatores comuns ou referencias cotidianas que não indicam constantes subjacentes e mais escondem do que revelam. 6 Galbraith alerta que se deve tomar um extremo cuidado ao se falar sobre o poder, para não incorrer na complexidade e subjetividade extremas, não permitindo assim uma clareza de opinião sobre o assunto. Cotidianamente utiliza-se da palavra poder como uma referencia ao sentido de dominação, ou mais explicitamente de que quem o detém possui a gloria suprema, como o exemplo de louvor bíblico, ou como a mais alta aspiração e maior recompensa do ser humano. Max Webber, segundo Galbraith (1989) satisfez-se com uma definição próxima à compreensão cotidiana: poder é a possibilidade de alguém impor a sua vontade sobre o comportamento de outras pessoas. Salienta o autor que o uso frequente sem necessidade aparente advém da capacidade do poder, que além de exercer um fascínio sobre as pessoas que o detém, possuir um significado muito ligado ao senso comum. É importante o conhecimento das fontes do poder o que diferencia os que o exercem daqueles que se sujeitam a ele. Galbraith (1989) diz que os instrumentos que possibilitam o exercício do poder e as fontes que lhe concedem esse direito são inter-relacionados de maneira complexa. O poder cumpre, há séculos, uma regra de tríade, ou mais especificamente, três instrumentos ou atributos que outorgam o direito de usá-lo poder condigno, compensatório e condicionado. I Poder Condigno O poder condigno tem em sua essência o conceito de impor aos indivíduos ou grupos que a ele se submetem a submissão pela possibilidade de uma alternativa suficientemente desagradável ou dolorosa para levá-lo a abandonar suas preferências. O autor faz referencias às diversas conotações do termo condigno para explicar que ele não é usado como punição, mas como uma coerção. O poder condigno obtém submissão infligindo ou ameaçando consequências adequadamente adversas. II Poder Compensatório O poder compensatório, em contraste, conquista submissão oferecendo uma recompensa 7 positiva, ou seja, proporciona algo de valor ao individuo que assim se submete. Algumas pessoas aceitam como forma de compensação, agradecimentos ou reconhecimentos por sua atuação, na forma de elogios ou exposição pública (melhor funcionário do mês, etc.). Porém, na economia moderna, a expressão máxima do poder compensatório, é sem duvida, a recompensa pecuniária (pagamento em dinheiro por serviços prestados), ou seja, a submissão aos objetivos econômicos ou pessoais de outros. Cabe esclarecer que os poderes condigno e compensatório possuem traços comuns no que se refere à submissão, pois o individuo nesses casos está ciente dessa submissão. III Poder Condicionado O poder condicionado é exercido mediante a mudança de uma convicção, de uma crença, no sentido de que situações de persuasão, educação ou compromisso social se pareçam como mais natural, correto ou apropriado e dessa forma submetem o individuo à vontade alheia. Segundo Galbraith (1986) existem três fontes de poder que amparam os instrumentos para exercício do poder personalidade, propriedade e a organização que distinguem os que detêm daqueles que se submetem ao poder. A personalidade está primordialmente associada ao poder condicionado à aptidão em persuadir ou gerar crenças. A propriedade confere um aspecto de autoridade e está relacionada aos meios para comprar a submissão e, portanto, associado ao poder compensatório. A organização, a fonte de poder mais importante nas sociedades modernas, está primordialmente ligada ao poder condicionado, sendo indispensável quando se busca o poder ou se necessita dele, sendo dela que provém a persuasão necessária e a consequente submissão aos seus propósitos. Personalidade, propriedade e organização se combinam em diversos graus, propiciando uma combinação variável de instrumentos para a imposição do poder. 4 O PODER E SUAS RELAÇÕES NAS ORGANIZAÇOES 8 Farias (2004) nos estudos sobre poder, ressalta que a gênese do poder está vinculada a filosofia e a ciência política, não descartando, porém a sua disseminação em todas as áreas das humanidades e dos estudos sociais em geral, cada qual com bases conceituais e objetos de análise diferenciados. Destaca ainda a importância de se entender e compreender como se processam determinadas relações na esfera organizacional. O poder, no âmbito da teoria, pertence a esfera da interdisciplinaridade e, no âmbito do significado cotidiano, pertence a esfera dos amplos e imprecisos significados. Assim, segundo o autor é necessário uma definição precisa de conceito e o estabelecimento da efetivação das relações de poder pela identificação de suas categorias e de suas bases ou fundamentos. Isto é necessário, pelo fato de que o conceito de poder, não raramente, não só é utilizado como equivalente aos de liderança, influência, autoridade ou coerção, como é usado com mais de um sentido ao mesmo tempo. Farias (2004) destaca que poder não é um patrimônio que alguém detenha unilateralmente, mas tão somente, consiste numa relação social, em que o poder é uma relação de forças, que contrapõem quem possui os meios de produção e aquele que possui a força de trabalho ou, capacidades que permitam a sua transformação. Porém, não se pode afirmar que qualquer dos lados esteja totalmente destituído de alguma parcela de poder, pois mesmo aqueles em posição subalterna nunca deixam de dispor de algum contrapoder: podem resistir e produzir efeitos sobre seus superiores e colegas de trabalho. O autor ainda constata que essa situação cria duas situações bem nítidas, o contraste entre influencia e mando. Enquanto o mando opera com meios físicos para obter apoios e obediências, acenando sempre com o espantalho da imposição, a influência opera meios cognitivos para obter adesões e conformidades, correspondendo à persuasão e ao convencimento. O poder quando instituído, nem sempre é perceptível e visível na sua plenitude, mas se reflete nas ações e atitudes das pessoas que o detêm, podendo ser tipificado nas suas mais diferentes formas. 9 5 TIPOS DE PODER Para que possamos visualizar essas formas de poder, nos baseamos na classificação de French e Raven (1959), o qual demonstra a existência das mesmas, tanto nas relações sociais e no mundo do trabalho, como nas relações intimas. I Poder de coação ou punição Geralmente este tipo de poder é exercido sob a forma de ameaças verbais ou não verbais, e é encontrado no mundo do trabalho nas ameaças de rompimento do contrato de trabalho ou suspensão de funções, caso não se respeitem as regras da organização. II Poder de recompensa Normalmente se manifesta quando as pessoas se sentem capazes de lhe conceder favores e, neste caso, em relação às outras, possuem o poder de recompensa, o qual pode ser traduzido nas organizações por prêmios (de assiduidade, produtividade), ou por reconhecimento de seu superior imediato. Este tipo de poder não requer vigilância, pois se assenta na motivação da pessoa em cumprir aquilo que lhe foi pedido a fim de obter a sua gratificação. III Poder do conhecimento Baseia-se na condição em que o detentor do poder possui conhecimentos ou competências, que são reconhecidas pelas outras pessoas, tornando-o um especialista na área. O conhecimento tanto pode ser em assuntos específicos ou num conjunto de informações que propiciam controle sobre o desenvolvimento de ações na organização, garantindo dessa forma, um resultado eficiente e eficaz. IV Poder de informação ou de persuasão Neste caso, em especifico, o que determina o poder é a capacidade que a pessoa tem de argumentar, persuadir para obter de outrem aquilo que deseja, porém, não interessando o quanto ele conhece ou detém de informação, mas, tão somente, o conteúdo da mensagem daquilo que vai 10 evocar, determinando sua influencia. V Poder de referência ou poder carismático Quando alguém possui qualidades pessoais, carisma, e as pessoas desejam ser como ele, isso confere poder de referencia, pois as pessoas sentem admiração por essa pessoa e isso facilita a obediência, muitas vezes propiciando um poder sem limites, o que muitas vezes torna-se

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May 20, 2019
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