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o poeta nacíonal romeno

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POEMAS DE MIHAI EMINESCU ( ), o poeta nacíonal romeno Tradução de Luciano Maia Mihai Eminescu *Poeta, escritor e tradutor. Aluno do Mestrado em Letras da UFC. 7 8 Rev. de Letras - vai. 16- n 2
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POEMAS DE MIHAI EMINESCU ( ), o poeta nacíonal romeno Tradução de Luciano Maia Mihai Eminescu *Poeta, escritor e tradutor. Aluno do Mestrado em Letras da UFC. 7 8 Rev. de Letras - vai. 16- n 2 1f2- jan/dez. 1994 LA STEAUA... L a steaua care-a rãsãrit 1-o cale-atât de lungã, Cã mü de ani i-au trebuit Luminii sã ne-ajungà. Poate de mult s'a stins in drum In depàrtãri albastre, lar raza ei abiâ acum Luci vederii noastre. lcoana stelei ce-a murit Incet pe cer se sue ; Erà pe când nu s'a zàrit, Azi o vedem ti nu e. T ot asdel când al nostru dor Pieri in noapte-adâncã, Lumina stinsului amor Ne urmàr~te incà. 7 9 Rev. de Letras- vol. 16- nq 1/2- jan/dez.1994 À ESTRELA Até à estrela que reluz há uma distância de trespasse; correu milênios sua luz para que enfim nos alcançasse. Talvez há muito já se fora no longe azul o extinto astro; porém seus raios só agora ao nosso olhar mostram seu rastro. A aura da estrela que morreu grimpando o céu se faz dar fé; era, e ninguém a percebeu, hoje que a vemos, já nao é... Nossa saudade se faz dor e na abissal noite se finda. Porém a luz do extinto amor os nossos passos segue ainda. 8 O I Rev. de Letras -v oi n 9 1 f2 - jan/dez. 1994 SOMNOROASE PÃSÃRELE S omnoroase pãsãrele Pe la cuiburi se adunã, Se ascund in rãmurele - Noapte buni! Doar isvoarele suspinã, Pe când codrul negru tace, Dorm fi fiorile 'n grãdinã - Dormi in pace! Trece lebãdã pe ape lntre trestii sã se culce Fie-Ji ingerii aproape, Somnul dulce! Peste-a nopjij feerie Se ridicã mândra I uni; Totu-i vis ~ armonie Noapte bunã! 81 Rev. de Letras -vai. 16- n 9 1/2- jan/dez.1994 SONOLENTOS PASSARINHOS Sonolentos passarinhos - que o seu ninho os acoite - se escondem por entre os ramos Boa Noite! Somente as fontes suspiram, o bosque em silêncio jaz; no jardim, flores cochilam - Dorme em Paz! Desliza o cisne nas águas, deita entre os juncos sem dono - que os anjos façam mais doce O Teu Sono! A noite é toda magia ao sair da mansa lua; tudo é sonho e harmonia - A Noite é Tua! 8 2 I Rev. de Letras- vol. 16- n 9 1/2- jan/dez. 1994 CE E AMORUL G e amorul? E ~ lung Prilej pentru durere, Cãci mü de lacrimi nu-i ajung $i tot mai multe cere. De-un semn in treacãt dela ea El sufletul ~-1 leagã, lncât sã n'o mai po~ uità Vieaça ta intreagã. Dar inca de te-a~teaptã 'n prag, In umbrã de unghere, De se 'ntâlne~te drag cu drag Cum inima ta cere, Díspar ~i ceruri ~i pãmânt $i pieptul tãu se bate, $i totu-atâmã de-un cuvânt $optit pe jumãtate. 8 3 Rev. de Letras- vol. 16- n 1/2- jan/dez.1994 Te urmãre te sãptãmâni Un pas fãcut a Iene O dulce strângere de mâ~ Un tremtirat de gene; Te urmãresc luminãtori Ca soarele i luna ~i peste zi de-atâtea ori ~i noaptea totdeauna. Cãci scris a fost ca via fa ta De doru-i sã nu 'ncapã, Cãci te a cuprins asemenea Lianelor din apã. 84 I Rev.de Letras-vol.16- n 9 1/2-jan/dez. 1994 O QUE É O AMOR? O que é o amor? Um prolongado motivo para a dor; mil prantos nao lhe têm bastado, pois mais exige o amor. Com um sinal feito ao passar, ela a alma te encarcera; já nao a podes olvidar por tua vida inteira. Se ela te espera nesse instante sob um caramanchao, se nesse encontro faz-se amante como requer teu coraçao: Desaparecem céu e terra, teu peito forte bate, de uma palavra tudo esperas, murmurada à metade. Segue-te um passo, já vao dias, que teu passo aconselha; há um doce aperto nas maos frias, tremor de sobrancelha. Seguem-te luzes que, dispersas, sol e lua parecem; de dia, por vezes diversas, sempre, quando anoitece. Estava escrito que tua vida de amor em si nao caiba, presa do amor, como invadida pelas lianas da água. 85 Rev. de Letras-vol.16-n21(2-jan/dez.1994 MAl AM UN SINGUR DOR M ai am un singur dor: In lini~tea sãrii Sã mã lãsa~i sã mor La marginea mãrü; Sã-mi fie somnul lin $i codrul aproape Pe 'ntinsele ape Sã am un cer senin. Nu-mi trebue flamuri, Nu voiu sicriu bogat, Ci-mi impleti~i un pat Din tinere ramuri. $i nime 'n urma mea Nu 'mi plângã la cre~tet; Doar toamna glas sã deà Frunzi~ului ve~ted. 8 6 I Rev. de Letras- vol. 16- n 2 1/2- jan/dez. 1994 Pe când cu sgomot cad Isvoarele 'ntruna, Alunece luna Prin vârfuri lungi de brad. Pãtrunzã talanga AI sãrü rece vânt; Deasupra-mi teiul sfânt Sã-~i scuture creanga. Cum n'oiu mai fi pribeag De-atunci inainte, M'or troeni cu drag Aduceri aminte; Luceferi ce rãsar Din u.mbrã de cetmi, Fündu-mi prietini, O sã'mi zâmbeascã iar. Va geme de patemi AI mãrii aspru cânt... Ci eu voiu fi pãmânt In singurãtate-mi. 8 7 Rev. de Letras -vol.16- n 1/2- jan/dez.1994 TENHO AINDA UM DESEJO... Ainda um desejo: tarde a findar, deixai que eu morra à beira-mar. Um sono calmo no bosque ameno vizinho às águas e ao céu sereno. Nao quero tumba, nao quero flamas, mas dai-me um leito de tenras ramas. Ninguém deplore minha viagem, mas traga o outono voz à folhagem, enquanto as fontes caiam constantes e brilhe a lua nas altas frondes. Bata o cincerro ferindo o ar, cubra-me a tflia com seu roçar. Se o peregrino detém sua andança, paz e carinho traz-lhe a lembrança. Luzes que nascem das sombras lindas, sendo-me amigas, serao bem-vindas. E o mar gemendo seu aspro canto... E eu serei terra, sozinho... e quanto! 8 8 Rev. de Letras- vol. 16- n 9 1t2- jan/dez. 1994
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