Documents

O sentido da Integridade (EUNICE PSICOLOGIA).docx

Description
O sentido da Integridade: Alguns reflexos acerca de valores que merecem ser difundidos. Roseni Pinheiro / Ruben Araujo de Matos Pg. 43 a 68 Introdução: “O que é integridade? Poderíamos dizer numa primeira aproximação, que é das diretrizes básicas do “Sistema Único de Saúde” (SUS), instituído pela constituição de 1988. De fato, o texto constitucional, não utiliza a expressão integridade; ele fala em atendimento integral, “Serviços Assistenciais” (Brasil, 1988 art. 198)”. A integr
Categories
Published
of 3
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
  O sentido da Integridade: Alguns reflexos acerca de valores que merecemser difundidos. Roseni Pinheiro / Ruben Araujo de Matos Pg. 43 a 68 Introdução:  “O que é integridade? Poderíamos dizer numa primeira aproximação,que é das diretrizes !si as do “#istema $ni o de #a%de& '#(#), instituídope*a onstituição de +88. -e ato, o texto onstitu iona*, não uti*iza aexpressão integridade/ e*e a*a em atendimento integra*, “#er0iços1ssisten iais& '2rasi*, +88 art. +8)&. 1 integra*idade a*a em atendimento integra*, e esse atendimento ompropriedade, se exp*i a pe*o seguinte modo #e em uma unidade de (2#,tem 0!rios médi os para atender a popu*ação tais omo, gine o*ogista,ostreta, dentista, dermato*ogista, *íni o gera*, ardio*ogista, neuro*ogista,psiquiatra, pediatra, reumato*ogista, endo rino*ogista, et ., todos estesprossionais ompondo um dos prin ípios do #(# '#istema $ni o de #a%de)que se destina a unir esorços no om atendimento amp*o do ne essitado.5xemp*o (ma dona de asa que est! gr!0ida ne essitando passar porexame prénata* e sua riança que ne essita passar por um pediatra namesma (2#, isso se ara teriza integra*idade, podemos dizer que é umadas diretrizes !si a do #istema $ni o de #a%de '#(#). 1 onstituição de 88, que se tornou on7e ida omo “onstituiçãoidadã&, tem seus direitos de idadania, o direito a sa%de é re on7e ida omo direito de todo de0er do estado. -e a ordo om o estado tem o direitoa tarea de garantir sa%de a todos. 9eduzir ris os de doenças de outrosagra0os, o #(# integrado o qua* podem tamém parti ipar em ar!ter omp*ementar, instituiç:es pri0adas, ap;s quase uma dé ada de propostade a<uste estruturais, de a0anço das ideias neo*ierais, deatesinterna ionais, tanto na e onomia pare ia surgirem reduç:esgo0ernamentais tanto e on=mi as omo em a*gumas quest:es so iais nom da dé ada de 8> 7ega0a  proposta de redução da parti ipação doestado na sa%de. 1ssim, em +8@, o 2an o Aundia* pu*i a0a um textopro0o ati0o, no qua* arma0a ategori amente que, é e0idente o ontrasteentre a oposição rasi*eira e a posição deendida, pe*o 2an o Aundia* nadé ada de @>, quando no ontexto da *uta pe*a redemo ratização do país da onstrução de uma so iedade <usta, um on<unto, expressi0o de mi*itantesse enga<ou no esorço de onstruir o #istema Ba iona* de #a%de. 1 pr!ti ade sa%de então oi or<ada e os prin ípios e diretrizes que mais tarde seriama o*7idos.   “Cntegridade, no ontexto da *uta no mo0imento sanit!rio, pare e umanação ama*gama, pren7e de sentido&. O que é integridade? Da*0ez não de0aser uní0o a, ta*0ez não de0esse us ar denir de uma 0ez por todas. Oa esso aos ser0iços e aç:es de sa%de amp*iouse muito quando omparamos  dé ada de @>. “1 aordagem mais omum para os uidados de sa%de nos países emdesen0o*0imento tem sido trat!*os omo um direito do idadão e tentarpro0er ser0iço gratuito para todos. 5ssa aordagem gera*mente nãoun iona&. 'Eor*d 2anF. +8@ p.3). “Bos anos @> ou0e uma grandere0o*ução na onstituição do país e na so iedade rasi*eira para umaso iedade mais <usta e um on<unto mais expressi0o e inte*e tua*, emi*itante enga<ou no esorço de onstruir então ríti as na ionais no sistemade sa%de. Aas a essa proximidade om o departamento de Aedi inaPre0enti0a, depois 0eio  te;ri a e nos anos @>, nas ia no 2rasi* a #a%deo*eti0a, onstruída omo sa%de p%*i a tradi iona*&. 1 medi ina tradi iona*uma das promessas da sa%de !si a o*eti0a era onsiderada as pr!ti as dasa%de p%*i a tradi iona*. onstituise um ar aouço institu iona* para dar onta das diretrizes da parti ipação popu*ar, om a riação de onse*7os ereerGn ias de sa%de, e a des entra*izaç:es, tamém tem a0ançado emoragradua*mente. O pro esso po*íti o de sa%de en0o*0e um on<unto de autoresmuito que outrora mais amp*o não 7! d%0ida que amin7emos na direçãoque son7!0amos. Bossa onstituição de #a%de e as pr!ti as de sa%de a*imentou umson7o radi a*, de transormar a sa%de do 2rasi*, no sistema %ni o de sa%dedo 2rasi*, mas, porém a onstituição é uma andeira que o 2rasi* *e0a omo“*uta& om seu o<eti0o H om seu sistema de sa%de omo a instituição deuma pr!ti a por n;s dese<!0e*, que por n;s 0a*e *utar, uma so iedade mais <usta e mais so*id!ria. Cmagem e o<eti0o nos az parte de um ominado, oque ae a n;s azer rea*izar, produzir. (m primeiro sentido de integridade re*a ionase om mo0imento que ou on7e ido “Aedi ina Cntegra*&, suas srcens remontam nos dis ursossore o ensino médio nos 5stados (nidos, em Iin7as gerais, a medi inaintegra* riti a0a o ato de médi os adotarem diante dos seus pa ientesuma atitude ada 0ez mais ragmentada inserida num sistema quepri0i*egiaria as espe ia*idades médi as. 1 integra*idade e po*íti as espe iaisé um pro*ema que aJige a popu*ação, que depende apenas dosgo0ernantes, que as respostas de sa%de p%*i a não dependem dosprogramas tradi ionais, mas, sim dos programas 0erti ais. “Da*0ez de0amos ao mo0imento eminista no 2rasi*, a onstituição dessetipo de uso da nação de integra*idade. #aemos que o mo0imento eministainJuen iou muito a e*aoração do programa de assistGn ia integra* desa%de da mu*7er, no Kmito do ministério da sa%de.& Loi aí que a mu*7erte0e sua eman ipação, te0e sua *ierdade e se eman ipou, “dessas ríti asnas e um idea* de onstruir po*íti as 0otadas para assistGn ia  mu*7er semd%0ida, as mu*7eres <! eram parte da popu*ação a*0o priorit!rio por sua  unção reprodutora.& om os anti on ep ionais as mu*7eres gan7aram a*ierdade, de a popu*ação materna inanti* mediada 0i0er e oi um grandemar o na 0ida da sa%de das mu*7eres, as pre0enç:es aem  sa%dep%*i a aos go0ernos. ertos pro*emas de sa%de p%*i a, omopre0enç:es, omo assistGn ia a sa%de da popu*ação pra reduzir suasituação. 1 '1C-# é a que mais aproxima do prin ípio da integridade, aperspe ti0a pre0enti0a quanto a assisten ia*). Os go0ernos tem se mostradomuito preo upado om a epidemia, da doença da 1C-# e suas ine ç:es.Me<o o uidado na distriuição de amisin7as e nas inormaç:es nas (2#, enos postos de sa%de, por onde passo, o go0erno tem assumido aresponsai*idade de distriuir gratuitamente amisin7as e essa sa%dep%*i a tem eito, por um aidéti o que pro ura um *ugar para se uidar, numsistema de sa%de que reduz sua situação de ris o, re eendo tamém Fitsantiaids e toda uma orientação de pre aução para e0itar ont!gios destadoença.
Search
Tags
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks