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o USO DA INFORMATICA NO ENSINO FUNDAMENTAL DE l' A 4' SERlE A EXPERI~NCIA DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE CURITIBA - PR

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UNIVERDIDADE TUIUTI DO PARANA CRISTIANE MACHADO WESCHEH o USO DA INFORMATICA NO ENSINO FUNDAMENTAL DE l' A 4' SERlE A EXPERI~NCIA DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE CURITIBA - PR CURITIBA 2003 CRISTIANE MACHADO
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UNIVERDIDADE TUIUTI DO PARANA CRISTIANE MACHADO WESCHEH o USO DA INFORMATICA NO ENSINO FUNDAMENTAL DE l' A 4' SERlE A EXPERI~NCIA DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE CURITIBA - PR CURITIBA 2003 CRISTIANE MACHADO WESCHER o usa DA INFORMATICA NO ENSINO FUNDAMENTAL DE l' A 4' SERlE. A EXPERltoNCIA DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE CURITIBA - PR Trabalho de conclusao de curso apresentada como requisito parcial a obten~ao de Licenciatura em Pedagogia, do Curso de Pedagogia, Universidade Tuiuti do Parana. Orientador: Prof. Carlos Alves Rocha i \ CURITIBA 2003 I~~~r~, J~!1!!~~~,~~~~~~oo~~ U&p??m~~:.~~~ IINIVERSIilADE TUlllTlllO I'ARANA 1',\( \1)1\ HE C11~NClAS IIIIMAN,\S, LETRAS E AnTES ClIHSO HE I'EDAGOGIA TERMO DE APROYA(:AO NOME ljo ALUNO: ClUSTIANE MACIIAlJO WESCIIER TiTULO: 0 llso I)A INFOI!MATICA NO ENSINO I'lINlJ,\l\IENTAL lie I',\ 4' sjerie: A EXI'EIUENCIA DE UMA ESCOLA MIINICIl'AL DE CURITIBA -I'n. THAIlAI.IIO DI' CONCLUSAO DE CUHSO APHOVADO COMO REQUISITO I'IIRCIIIL PIIRII A OI3TEN(,'AO DO ORIIU DE L1CENCIADO EM 1'[ , CURSO DE PEDIIOOOIII DII FIICULDIIDE DE CI[NCIIIS IIUMIINIIS, LETRIIS E IIRTES, DII UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARIINA. MleMI3RO~ 9f!2~~W II VALlIIDORII: y PROF. CA~S A LVIeS,ehlll OIUENTAlJOR PROF'. d~c ~a VILIIS BOAS LEFFER ~1[~1I!1I0 lja II CA,Ifllo,!,~ r;,~,{, PROF MIIRISTELA IIEIDif~jlll':!!'l.r Roz'iNSKI ~IE~II!HO lja IIANCA nata: J\'II~()IA: /2IIHJ, Au,o CURITIBII- PIIRIINA 2003 C . or_il. ftj'. ~ I 'i ~,,.,. M;.. rte.n ''''.:~IO''_.])I, ~h,~::i. -Cfl',l')j(J 'llo r. , t ) l~l 'IrfY./r.n Hlllll11U C~ 'I'l ~h:,, IlIt Cla.a).lt_Oky._.tt., )O,' '.-...i.cfr&al~ 11tO 1.' : 1):tSCOH1IF :j~ljjsf;..,,~~ C~,,~,, C~_I'~l ''' I~:_IMoC~W taeoo:h.a:rioilo:'so-h''..,t~1)u17f' otr Cin _,..,' t Ro ~fii_. (11)1 )118r t '7'!I.~,- -CC .'!'!tO ' -Fo. (''1lt~~~4Iru NI)lnMol.j c.,? I'. ' ,. t:'''~'.u 'f..,6;, ti~. I» ' ,u,, Cl!P_lll~ fana (4'). W,If ~.,1)l!':t4U-1 J..., t.;~m ' '-h. l1ict1i _loia'_ ic!c. ..,.. ~., hr. CEr.l1.,~ft.r I J~MIUltr, (1'JHlll 'll O: 1021' _.F_(~I)M)J.'~lr., ( I7'tl).1;:-. 2.::;:;.T;;.~:.-~r.. _._.~.. ~... AGRADECIMENTOS Agradeyo a todos que contribuiram ne5sa caminhada Ao meu marido que nunca reclamou das minhas ausencias nem de ficar de baba nos fins de semana. A todos as professores do curso de Peda,gogia, em especial ao professor Carlos que alem de orientar e compreender minhas fragilidades, foi a pessoa com quem sempre pude contar, durante 0 processo de construc;ao desse trabalho. RESUMO A presente pesquisa tern como objetivo analisar como os conteudos abordados em sala de aula sao articulados com a informatica, e sua contribui9ao no processo ensino-aprendizagem, no Ensino Fundamental de 111 a 4 3 serie, em uma escola publica da Rede Municipal de Curitiba. Numa abordagem qualitativa, desenvolveu-se uma pesquisa descritiva atraves de levantamento bibliogrcifico e pesquisa de campo. Esta foi realizada na Escola Municipal Lapa, situada no bairro do Boqueirao. Fai utilizada uma amostra voluntaria, contando com 160 alunos de 1II a 411 series, 9 professores regentes e auxiliares, alem de 2 coordenadoras. Os questionarios foram aplicados durante 0 mes de agosto. Os dados loram quantilicados em categorias para uma analise mais precisa. Essa analise mostrou que apesar de algumas dificuldades iniciais, a utilizac;ao da informatica na unidade vern sendo desenvolvida de forma satisfat6ria, pois tanto alunos como professores consideram que 0 processo ensino-aprendizagern tornou-se mais facil, criativo e interessante. Palavras-Chave: informatica na educa~o, informatica educativa, tecnologia aplicada a educa,ao iii SUMARIO AGRADECIMENTOS 11 RESUMO INTRODUCAO 1 2 REVISAo DE LlTERATURA A INFORMATICA NA EDUCAyAO BRASILEIRA Prolnfo A INTRODUyAO DO COMPUTADOR NA ESCOLA PROFESSORES: ATUAyAO E FORMA ;:I\O PORQUE USAR SOFlWARE EDUCATIVO Os Tipos de Software Educetivo Criterios de Avaliat;ilo e Quelidade de Softwere Planejando eulas com uso de software A INFORMATICA NA ESCOLA PUBLICA NO BRASIL Projeto Digitando 0 Futuro - Curitiba PROBLEMA E SUA DELIMITACAO DELIMITAyAO DA PESQUISA PROBLEMATIZAyAO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL. 4.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS. 5 METODOLOGIA.. 6 APRESENTACAo E ANALISE DOS RESULTADOS... A escola pesquisada... A informatica na unidade.. Os sujeitos da pesquisa.. 7 CONSIDERACOES FINAlS.. REFERIONCIAS BIBLIOGRAFICAS ANEXO A - QUESTIONARIO PARA DIRECAO E COORDENACAO PEDAG6GICA ANEXO B - QUESTIONARIO PARA OS PROFESSORES.. ANEXO C - QUESTIONARIO PARA OS ALUNOS iv INTRODU ;:AO Ha urn consenso entre as atuais educadores, administradores e Qutros estudiosos do ass unto de que a educac;ao, no seculo XXI, sera completamente diversa: ensina e aprendizagem ser:1o diferentes, devido ao usa cada vez mais crescente da informatica como recurso didiltico. o usa do computador nas escolas vern S8 tornando uma realidade a cada dia, podendo, de acordo com a maneira que venha a ser usado, criar novas oportunidades para as educadores compartilharem com as alunos informac;:oes e conhecimento que ate pouco tempo eram inimaginaveis. No entanto, equipar as escolas com computadores nao e suficiente, e tampouco representa a modernizac;:ao do ensina OU 0 fazer uma nova escola. A inclusao de recursos tecnol6gicos aos programas educativos nem sempre significa 0 desenvolvimento de uma proposta pedag6gica inovadora, se 0 professor nao estiver integrado e habilitado para corresponder a um modelo educativo democratico e aberto. Nao basta simplesmente levar os mesmos conteudos e as antigas formas de ensinar para os novas meios de transmissao de informat;oes a fim de garantir as transformac;oes no sistema educacional. Inlelizmente, no Brasil, a pratica preponderante tem sido a de primeiro dotar as escolas de equipamentos e produtos, para depois pensar ou viabilizar, atraves da capacitat;ao de professores e alunos, sua utilizactao no contexto da escola. 0 que sabemos, hoje, e que os computadores existentes nas escolas, com algumas excec;6es, nao v~m se constituindo em um auxiliar da pratica pedagogica, em instrumento motivador da aprendizagem, de explorac;ao critica, enfim, urn instrumento renovador do processo ensino-aprendizagem. Este trabalho apresenta 0 resultado de estudos leitos em uma escola da Rede Municipal de Educa9ao de Curitiba, envolvendo coordenadores, prolessores e alunos que utilizam a informatica no processo de aprendizagem. Com as Novas Tecnologias da Inlorma930 e da Comunica9lio, e principalmente a computa980, abrem-se novas possibilidades a educa980, exigindo uma nova postura do educador e da escola. 0 salta de qualidade ao empregar as novas tecnologias devera refletir na forma de trabalhar 0 curriculo e atraves da ac;:80 do professor. AIE!Ill de novas formas de aprender, novas competencias sao exigidas, novas formas de se realizar 0 trabalho pedag6gico sao necessarias e, fundamentalmente, formar continua mente 0 novo professor para atuar neste ambiente informatizado, em que a tecnologia serve como mediador do processo ensino-aprendizagem. o processo de preparac;:a.o dos professores, atualmente. consiste em cursos ou treinamentos com pequena durac;:ao para explorac;:ao de determinados programas, cabendo ao professor 0 desenvolvimento de atividades com essa nova ferramenta junto aos alunos, sem que tenha oporiunidade de analisar e avaliar as dificuldades e potencialidades de seu uso na pratica pedag6gica. E precise forma-los do mesmo modo que se espera que eles atuem. Para isto, faz-se necessario considerar a realidade em que 0 docente trabalha. suas ansiedades. suas deficiencias e dificuldades, para que consiga perceber a tecnologia como uma ajuda e vir, realmente, a utilizar-se dela de uma forma consistente, atuando de maneira efetiva na relac;:ao aluno-computador, propiciando ao aluno condic;:oes favoraveis para a construc;:a.o do conhecimento. Este trabalho faz uma analise de como os educadores de l' a 4' series do Ensino Fundamental integram os conte lidos curriculares, trabalhados em sala de aula, com a informatica. REVISAo DE literatura 2.1 A INFORMATICA NA EDUCAc;AO BRASILEIRA A experil ncia governamental significativa da aplicaybo da informatica na educa9ao brasileira teve seu inicio com a Projeto Educom - Educa~o pelo Computador, uma iniciativa do Governo Federal, a partir do reconhecimento da informatica como ferramenta de apaio as mais variadas atividades e da necessidade de aprofundamento de estudos sabre a sua aplicabilidade no setor educacional. A Secretaria Especial de Informatica (SEll. 6rgao criado para disciplinar e ordenar as atividades brasileiras nesse setor, solicitou aos estabelecimentos de ensina superior pesquisas e refiexoes sabre a utilizaiy80 do computador como instrumento auxiliar de en sino, em especial de 2- grau, cujo objetivo era formar tecnicos que pudessem desenvolver, a nivel nacional, a prodw;:ao de novas tecnologias voltadas it produtividade. -No Brasil foi desenvolvido, desde 0 inicio dos anos 70, um esforyo no sentido de criar uma industria nacional de informatica e a respectiva capacita9adcientifica e tecnologica na area (MORAES, 2000, p. 52). Come9aram, entao, a surgir projetos de implanta9ao de centros-piloto com a finalidade de desenvolver pesquisas nessa area. Ap6s os debates com especialistas de diversas areas, no I e II Seminario Nacional de Informatica na Educa9ao e 1982, para discutir essa interrelac;ao, foi criada uma Comissao Especial, cujo objetivo era prop~r e coordenar as ac;oes a serem operacionalizadas, tendo por base que a informatica na educac;ao brasileira deveria ser balizada por valores nacionais, com enfase para as questoes de formac;ao de recursos humanos e a implementac;ao de centros-piloto de experienciasno setor, de carater multidisciplinar (moraes,2000, p. 59). Oessa forma foram implantados, em 1984, em cinco Universidades Brasileiras, as Federais de Pernambuco, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sui e Estadual de Campinas, os Centros-piloto ou Subprojetos Educom, os quais produziram resultados significativos levando ao delineamento de varias estrategias governamentais de desenvolvimento e utilizac;ao da informatica na educa9bo. As bases te6ricas que nortearam as projetos podem ser resumidas em duas linhas: uma, baseada na Epistemologia Genetica de Jean Piaget, usando a linguagem Logo desenvolvida par Seymour Papert; e a outra, baseada em linguagens de programa9ao como Basic, Mumps, Lips e Prolog segue a linha das teorias de modernizayao. Em 1987 foi elaborado urn Programa de A ;lio Imediata em Infonmatica na Educa ;lio,em que se destacaram a90es basicas para formar uma cultura nacional de informatica na educa9ao, tais como: projeto Fonmar (1987, 1989 e 1992), que consistia da realiza ;lio de Cursos de Especializayao em Informatica e Educa9;;o; Projeto CIEd, que implantou Centr~s de Infonmatica na Educa9ao junto as Secretarias Estaduais; Jomada de Trabalhos; Subsidios para Politicas; e, Concursos de Software Educativos (1987 a 1989), visando incentivar a revela9ao de talentos, a produ ;liodescentralizada e a melhoria da qualidade. Em outubro de 1989 foi elabarado pelo Ministerio da Educa9;;o e do Desporto a Programa Nacional de Informatica Educativa - Proinfe, visando incentivar a capacitayao continua e permanente de professores, tecnicos e pesquisadores no dominic da tecnologia de informatica educativa. o Proinfe se constituiu em urn centro de gerenciamento nacional que agregava subprogramas, as quais se inseriam em todos as niveis de ensino e modalidades de educa9bo, integrados originalmente a uma estrutura produtiva de nucleos de informatica educativa, vinculados as entidades federais de ensino de 1-, 2 e 3 graus e as Secretarias Estaduais de Educa ;lio. Se adequando as caracteristicas do sistema escolar publico, as nucleos denominados de Centros de Informatica na Educa9M, dentro da concep9ao do Proinfe/MEC, foram estruturados de acordo com as atividades, clientelas e campos de atua9bo dos estabelecimentos au caracteristicas dos sistemas de ensino em: Centros de Informatica na Educa ;lio Superior-CIES; Centros de Informatica na Educa ;liode 1 e 2 graus e Especial-CIEd e Centr~s de Informatica na Educa9ao TecnoI6gica-CIET. Dessa forma, a Proinfe cumpriu a etapa crucial de implantayao da base tecnol6gica e metodo16gica inicial da informatica na escela publica para uma interatividade fundamental. A partir de 1997, uma nova estrutura assumiu a tarefa de informatizar as escolas de 1 e 2 graus da rede oficial, bem como orientar a implanta\,ao de programas de forma,ao de recursos humanos em geral, alem de urn programa de pesquisa e desenvolvimento, necessario para complementar na avaliac;ao, na produyao de metodologias e de materiais Prolnfo Criado pela Portaria no 522 de 09 de abril de 1997, atraves da Secreta ria de Educa\,ao a Distancia do Ministerio da Educa\,ao e do Desporto - MEC, 0 Prolnfo, Programa Nacional de Informatica na Educac;ao, e considerado urn dos maiores e mais ousados programas federais, que promove a compra de equipamentos e capacitac;ao de professores, numa gigantesca empreitada em busca da adequac;ao das escolas estaduais e municipais ao processo de avanc;o tecnologico que a sociedade vivencia. o Prolnfo tra\,a no seu artigo 1 a seguinte finalidade: Art. 19.Fica criado 0 Programa Nacional de Informatica na Educagao - Pro/nfo, com a finalidade de disseminar 0 usa pedag6gico das tecnologias de informatica e telecomunicac;oes nas escolas publicas de ensino fundamental e medio pertencentes as redes estadual e municipal. Paragrafo Unico - As at;oes do Prolnfo serao desenvolvidas sob a responsabilidade da Secreta ria de Educa98.0 a Distfmcia deste Ministerio, em articulaly8.o com as Secretarias de Educa9ao do Distrito Federal, dos Estados e dos Municipios. (D.O.U., n'69, 11104/97, secao 1). Trata-se de urn programa especial porque privilegia a capacitac;ao de professores no uso de tecnologias voltadas para a educac;ao, junta mente com a aquisic;ao de equipamentos e implantac;80 de laboratorios de informatica com suporte de tecnicos especializados nas comunidades escolares. Dessa forma, muitos professores da rede publica de ensino passaram a ser multiplicadores no processo de utilizac;ao da informatica como ferramenta pedagogica, atraves de curs~s de especializac;ao em informatica na educac;ao e participaram da implementa\,ao dos Nucleos de Tecnologia Educacional (NTE) espalhados pelo pais, capacitando outros professores nesse tema. A habilita9ao dos protessores-multiplicadores se deu com a participa9ao e aprova9ao em cursos de p6s-gradua9ao nas Universidades, escolhidas em fun9ao da excel~ncia na area do usa de tecnologia na educa9ao. Os curriculos destes cursos s~o especialmente desenvolvidos para a realidade de cada unidade da Federac;ao, que resultam da interayao das coordena90es estaduais e das Universidades que os ministram, com base nos projetos estaduais e nas diretrizes do Prolnto. Os Nucleos de Tecnologia Educacional - NTEs sao importantes estruturas descentralizadas de apoio ao processo de informatizayao das escolas. Neles sao capacitados os protessores da rede publica e os tecnicos de suporte na utiliza9aoda informatica educativa. o sistema publico de ensina nao pade ficar fora das transformac;:oes socia is e econ6micas as quais a tecnologia da suporte. Portanto, a escola publica deve participar ativamente nesse processo de busca da informayao e, principalmente, da formac;a.o de cidadaos capazes de contribuir para 0 avanc;o tecnol6gico e social com a produc;ao de novas conhecimentos, que par sua vez encontrarao na escola 0 ambiente proplcio para a sua democratizac;:lio. ~ um cicio que vislumbra um universe ilimitado de crescimento e condic;oes para a produc;ao do saber, que deve chegar a todos os segmentos da sociedade. 2.2 A INTRODU9Ao DO COMPUTADOR NA ESCOLA Durante muito tempo confundiu-se ensinar com transmitir e, nesse contexto, 0 aluno era um agente passivo da aprendizagern e 0 professor um transmissor nao necessariamente presente nas necessidades do aluno. Acreditava-se que toda aprendizagem ocorria pela repetiyao e que os alunos que n~o aprendiam erarn responsaveis par essa deficiencia e, portanto, eram merecedores do castigo da reprovac;ao. Atualmente sabe-se que a aprendizagem ocorre pela transformayao e pela a980 facilitadora do professor, no processo de busca do conhecimento, que deve sempre partir do aluno. Portanto, A verdadeira func;a.o do aparato educacional nao deve ser a de ensinar, mas sim a de criar condi es de aprendizagem signifiea que 0 professor precisa deixar de ser 0 repassador de conhecimento - 0 computador pade fazer i550 e a faz multo mal! eficientemente do que 0 professor - e passar a 5er a criador de ambientes de aprendizagem e 0 facilitador do processo de desenvolvimento intelectual do aluno (VALENTE, 1995, p. 6). A ideia de urn ensina despertado pelo interesse do aluno acabou transformando a sentido do que se entende por material pedag6gico e cada estudante independentemente de sua idade, passou a ser urn desafio a compet~ncia do professor. Eo nesse contexto que 0 computador ganha espac;o como ferramenta de aprendizagern, na medida em que propoe estimulo ao interesse do aluno. o interesse das crianc;as pode ser atribuido ao fato de que as intera ;oes com a rnaquina criarn urn espac;:o para pensarm, pois nas situac;:oes-problema apresentadas, raciocinio da crian.;a e desafiado, desencadeando mecanismos que interv~m no processo de equilibrac;ao, responsavel pela construc;ao das estruturas mentais que possibilitam ao ser humane conhecer e aprender (PIAGET, 1990). A utiliza.; ia da informatica no processo educativo pede ser produtivo quando aliado as teorias da aprendizagem, sempre com um objetiva, e mediad a pelo professor, levando em conta 0 que esta no primeiro plano para a crianc;a. Dessa forma, o eomputador vern permitir que as erianc;as que t~m acesso a ele construam, elas mesmas, suas estruturas intelectuais, sem que estas the sejam ineultadas. 0 que nao signifiea que elas sejam elaboradas a partir do nada. Ao contra rio, a crianc;a elabora suas estruturas de pensamento manipulando materiais que encontra em seu ambiente. (ALMEIDA, F., 1987, p. 16). Hoje 0 computador est;' presente em todos os lugares, ja faz parte do cotidiano das crianc;:ase nao se nega sua participa';bo no ensina aprendizagem. Uma das vantagens da utilizac;i!o do computador na educac;80 e que alem de ser urn recurso audiovisual interativo, 0 computador possui a vantagem de poder obedecer ad ritmo pr6prio de cada aluno... (MARQUES et a/l, 1986, p. 8). Dessa ~~S\tj;!- ;' ~ ~' ;- SlBlIOrEL. - 1 V*'f,,,-,_,l...,.l' forma, 0 computador pode ser considerado um grande aliado do desenvolvimento cognitivo dos alunos, uma vez que possibilita realizar trabalhos adaptados a distintos ritmos de aprendizagem. Alem disso, se bem programado, permite ao aluno aprender com seus erros, uma vez que A analise do erro e sua corre~ao constituem uma grande oportunidade para a crianc;:a entender 0 conceito envolvido na resoluc;:ao do problema em questao. (...) 0 erro deixa de ser uma arma de puni~ao e passa a sar uma situac;:ao que nos leva a entender melhor nossas a es e conceitualizac;6es. E assim que a crianc;:a aprende uma serie de conceitos antes de entrar na eseola. Ela e livre para explorar e os erros sao usados para depurar os coneeitos e nao para sa tornarem a arma do professor. (VALENTE, 1995, p. 24). o computador e, ao mesmo tempo, uma ferramenta e um instrumento de mediayao. A abordagem deste recurso se destaca dos demais devido a sua ahrangencia e ao seu conceito em romper espayo e tempo. Ha no computador inumeras formas a serem exploradas para ilustrar uma ideia au uma relayao, que estao ainda por ser trabalhadas (MARQUES, et all, 1986, p. 19). Analisando entao computadores no contexto da educayao, pode-se dividir as opinioes sobre 0 assunto em tres grupos. Um primeiro grupo defende que, considerando a crescente modernizayao e 0 fato de os computadores terem se constituido em um novo fenomen
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