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Os Militares na Política Externa Brasileira 1964-1984

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OS MILITARES NA POLÍTICA EXTE A BRASILEIRA: ÍDIlOOUÇ8O |. ÎDÍÍI|CB ÐXIÐIHB Ð DIDCÐBBD UÐC|BDI|D política externa é uma das di- - ensões da vida do Estdo. E por meio dela que o Estado se relacio­ na com os demais Estados, projetndo sua imagem e explorando as pssibili­ dades que se oferecem asatisfação das necessidades da nação.l Para Schle­ singer, Jr., a política externa de todos os Etados pregue objetivos comuns: a defesa da própria integridade e a prot
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  OSMILITARES NA POLÍTICA EXTE A BRASILEIRA: çã olica exerna e oceoecório  potica exrn é uma da di-  enõeda vida do Edo. E pormeo dea que o Etadoe elaciona com o demi Etdo, projendoua imagem e exporando a ibilidade que e oferecem à atifação dneceidade da nação. Paa Scheinger Jr,a poítca extrna de todoo tdo egue objetvo comun:a defea d própria ntegridade e a proteção do próprio interee;2oque difere ão cuiardade nacionai, i ão et que determinam amaneraa qual o 'Etado concebe econduz a ua poltica exra 3 Semcontradtar o núceo dea déa Rynoda ampia e avança obre alguma delcada queõ quando de- 1964-984 Wllm d Slv Gnçlv Shgnl Mym nea poítica extern comooconjunode meda adotda o diferenteeoedo governo do tado em relação com outra entidade que tmbématuamna arena interncon com a nalide de promover oobetivo permnente do indvduo ao quaio Etdo repreenta 4 A tiva ticaridde deútima denção é ão e derdnte docái   tográ dent/fo Ié o obtnte  dmen  de ua eexão ndo  qua   inio ão  lr  int   Ro enen a mpexa qU<o d  gem da formuao à exuo da íti ex  A ma früene crítc dirida ao ea, a aber quem determia oobetivo co, yod eponde remetendo ao procsdecióro quee deenoa n are inrn cdegmeno orgniado da iedde e oórgão d burocracia do Etado (prin t Hto io de Jeio v 6 l. 1 19 p 211·246  22 S  S SS-992  cipamente  esaid: diploma- cia e forçs armaas) m sua pópria líticaexerna; a rtir de sua avaia-ção do quadro ineraciol edeinteses cícos, ca qual buscam  izar sua paicipação  presso de dtilação que esul no a nlde elaração lítica exraContudo,  z did a lha deatuaodo Etdo  sstem intc-al, s a  denvover de modoautônomo. O êxi ou o   de der-mnda líti exr emal  objetiv cionis m a dender oas d s sênci e  ên- camque é ua,   m esbetudo a  nâna que obmun- ao sm ntcion a sa-lidde e j a Ed m os qselm ds O -r aáuico d laç inecions, onde s las de er nsti-tuem o s domn, z m queom  ento  lnh lt   lecia ea  dnblade de  do Edo. A inf01o é o ior capi que  que rticim a fo .mulao da texte uem,  inuen- ciar   des e imr  6 nnopde eao a tiexe Por meo  infOo é svel  o sisma ncio,de   r  objetiv proár asem d, eler  aiado e adesár e, e1, pr a esratg   alcnr o objetiv São s seJ que têm  à maior quanti-dade e à mehor quadde de infoa  m ap a puzir umpga-ma de lti ex ma co  üen e,mm, mas  do como que -sideram r  n   cioiSobe o proso de to de deci-são, diz Reyol A dec  são fO'mulads r   as que demnham deid  e que am  n  dedetermnd vaoes cosume ep   men comumg maior ou meno de exibilidade A er-ss lítis são inuencia losstma de  ment des   e a natu do ssm emqe elas desemnham seuspa  ,,    a op   dsóo dendeda idoga d elementque coti-tem   enquee zem repnr e  tu do gime lti em qe   en e i   vem.N m demti,  a   à rticio de   segmensas mint    Omução da ític ; a ndênia é a plualidade de tu ltõ e de cepçs da evoluo do ssema incio-l A exstência da lidad n-men  opão e ornio i·bili a aulo dopino públic r p quel que del dendem p ntnur a atuar  re ítiossma lti a, n,op   nioa m ba no dág e luta lítica, de acoo com a  e prevament belias. O gau de uênc de a  n-de do ar de S nfoaÇ, da-ciadede nvertAla em ltics vlise de ur e ver as p-i ntrá. A iidade dequeuma io pal de m ab-ub s de é mp muitremo a inclnç ma  osãomp no ntido da mição e do co.  obetiv0 cio  apd apmam  ide -d que, is ou epmenprticim do p   vdenemente - rtsfeme au sitao idelm c  de cr agda oude  o pçoe,pncilmen,omdop   são stmen  D out   OS MILTAR NA POLfTCA EXERNABRILIRA 2 do h  dfes de fOi 1I 8S  eg-me que n e r pideial mo de bie N, o  é duzidoa mo ramenr,queé a pci   do geNaquele a bilde la u-ço dop   é do piden momm é sua a   D  mo spe s que   jamdas cnorme O pa apado que o eegm e cnOlme a iço das fos rtdárasque o unm litiment.N gim autá o p    dro dn  num  e-guo. H m fo idogão d a e tende a pvlr a iço dasfoque dem o monoio do er  deEdo. A l de pnço eau mdem a nuênca da opinão públi N gim fecha  obetv cio emm dimen-te d que mnipulm    do   der,  quas bm su ão euin  ecusiv  ingi da ão. m o hja   lço d ent o ê ou of   d lti  e oegimequea prti  mauoiri a dncia que se o nt disóo d opião públ  em  a   ocioem m de  N   a   x nde a tfom  em c in  md emque  oi dogme enb r aena xr aiad nciai n-aque que  oprmem   iae e a olica exena raiea O gl dfhado nta  titui em  encOu o bve ciclo demáti iciadoem 9 e alu atituiãomlir  à  ndço de fotur  do Edo biei. Pa o hrdor Hélo Siva o movimen de  mu o f  do l dicio deer medor d mii  e inauguou  nova f s  ,em que s    a r efevament o er deEdo6Amtiço 0 l ndou s su uediço do gv dopden Jo   . A queb dhieent  mili  e o sug-men de ides a sind e tunt q nvoem à  m do sma tieguidoem  v   el ado a  a ol a  ntle d vdalíti do Nntdo omilir peu  tiv de    ,  que  ntm mn  r o ullíti dent d DJ  tituciosenão vgn.Por out a, o que difencou gol ds inen amadas nrio-  foi o u r lcul Cnqn- o houv  tmatv m n   o  ncur a nteen·çO as ei mli nm m ump   de aço doe madu-cido m an  ênc Dpu   deum ditivo   u   o a rtr do qual ncovam iquidar a uent pil e tbho e pmver o dnvmen  .Auço dpama supunha pmo de  guinada guamentadil  lti ter A nov oen-ço ltiplomáta pu e alasidé udida  inror  aSuior  Gue a,  onde Gol doCu e Silva dvamoprinciprticuador tr A linhàsn-tis de u mn achavam ex- numa séri de ei  em is do an   e uninum voume  Gplí  A idéa mr  de u dsitiv   utiáio e a tnsfOJaço  do Bs emndencia mund  que idéa titu umlo comuma    ma tiz do n·   21 1DQ IISOlO    amen mir, s  gltis de Go mpimm sdefendids rMriov    e vedo Bakhesrns dds de  10  e  190 A mde  sua inenço verva� em L  nt pnciis: 1 no pno ó,denuncva a gltica de mati2 r-mânca e va  ítia p-ssada no Ed Unidos, que  d-cava a fo uênci reas de Mornthau, a qual ele adcionou a  ra ccliliti da htóra de   d '; 2 SS e em ata-veads de al a baxo la dispuaideológica d guea ia, revelando umdical antimuo; e  ) 1   otis pjevam o Bsil no  áro mundi e não mais an nocontinennquano se mantivee rdocom Tav no n  à n  idade do execio da supremciantnenlSeupje gíti obetivava inrir itivamen o Bri na trté-ga de defa do Oidene. Buva de-motr que, ao ntrário do que  va em Wshinn o Brasião e um a complemen imune  à guer a que  tvava no sntcio A gilidade das sus -trutu in rnava peável à pnda povenente do eixo M-u·Puim. , como exp   u em  B  e a c(ea   nãoriacom discu sob s vud do ive mbmoque s lideans norteamecsriam lucionar n  prnci-is pobems Ande tudo sslidena riam de aditir a nde imrncia do Brasi  a taégde nn m o mundo muiAdmitida  imrnci, deveram Ednd r no sntido de  ã pmover o foecimeno da enomiciona e, também e prncipente,pncher as eo€ crêncis cis de tmen de defea  pri-do  pgama, m  sdUidos efordo o ióro sumericanont    ex e inr-n0 e, ao mmo em, pgido o A·  tânti Sul e aAi Meridio, out n vulnerável da tégia glo doOdentAmar gstada deo eraa igidez que impuava à bilariZçodo sm inrcionL Sob ea ótimaqueí, rjeiva a iblidde de um oo foa do Oidente (ciência,demci e cristsmo) e do mundocomuis (iimo e atmo) O blo aosiáticoeos ãoanhd da mai rpnvamdoque oaindahint locomunismoSemehan eitua da esrutur do sistema internacional impuh aidéiada ineltabilidade do conhecmentoda necária hegemoni noramericna sobe  o hemifério. Aind que lcohecimennãodevee signicarcomplet sueião ao inre noreamericanos,anturalaimetria d sasreaõsdeveria serdlocada emfavor do Basil, rndo< o aiadoprefereial e, em decorência o lohegemônico rgioalNo que diz ri à tulaço de umço is suntva r  d Ed Uid  denvovi-men do , a inenço  Golo cheva a tiu novdde nouveo edor bsileir Sua ori·gldde ide u n, qua seja,no o de prar demor jn aEd Uidos a grande entia -ttég que o Bsil era tr, dde que m athado mitIen  e in- sridonum p  dnvomentisa de b  oame. Pa mehor dr vade   dencir o im  ndvelnho té-gi que  EadUnderm ober, ao for Ialiddg-ltisdoBs.a fiçoti que inrpmmo 
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